os teus toques me aquecem, e a ideia de nunca mais poder te ver, me causa calafrios.
— subestimar

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os teus toques me aquecem, e a ideia de nunca mais poder te ver, me causa calafrios.
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José de Alencar (1829-1877) foi um romancista, dramaturgo, jornalista, advogado e polÃtico brasileiro. Foi um dos maiores representantes da corrente literária indianista e o principal romancista brasileiro da fase romântica. Entre seus romances destacam-se "Iracema" e "Senhora".
Seu romance "O Guarani", publicado em forma de folhetim, no Diário do Rio de Janeiro, alcançou enorme sucesso e serviu de inspiração ao músico Carlos Gomes que compôs a ópera O Guarani. Foi escolhido por Machado de Assis para patrono da Cadeira n.º 23 da Academia Brasileira de Letras e por Ele, aclamado "o chefe da literatura nacional".Morreu aos 48 anos, vitima de Tuberculose.
Obras de José de Alencar
Cinco Minutos, romance, 1856;
Cartas Sobre a Confederação dos Tamoios, crÃtica, 1856;
O Guarani, romance, 1857;
Verso e Reverso, teatro, 1857;
A Viuvinha, romance, 1860;
LucÃola, romance, 1862;
As Minas de Prata, romance, 1862-1864-1865;
Diva, romance, 1864;
Iracema, romance, 1865;
Cartas de Erasmo, crÃtica, 1865;
O JuÃzo de Deus, crÃtica, 1867;
O Gaúcho, romance, 1870;
A Pata da Gazela, romance, 1870;
O Tronco do Ipê, romance, 1871;
Sonhos d'Ouro, romance, 1872;
Til, romance, 1872;
Alfarrábios, romance, 1873;
A Guerra dos Mascate, romance, 1873-1874;
Ao Correr da Pena, crônica, 1874;
Senhora, romance, 1875;
O Sertanejo, romance, 1875.
Era o tipo de situação que teria me deixado feliz em épocas menos angustiantes.
Crepúsculo, escrito por Stephenie Meyer
Gosto de viver. Algumas vezes me sinto muito, desesperadamente, loucamente miserável, atormentada pela aflição, mas mesmo diante disso tudo eu compreendo que estar viva é uma coisa grandiosa.
Agatha Christie

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Não digas aos outros outros pronomes de tratamento Originados de anagramas e anistias Dos referenciam à nós E emaranhados nos segredos de cafeteira Nunca considere-me o melhor amante Descentraliza a área de meus beijos Informa ao informante sobre a minha fome de zinco Fonema escolhido a dedo pro alguma farmácia autônoma O perdão, tivera osso do meu gozo O rancor, a carne que me veste O cúpido, meus dentes reluzentes O casal era a fresta de meus dedos O vento soprara de outra aldeia Afugentaria-me para longe da mente que criara-me O tom púrpura da avenida Cuspia teus costumes diante meus olhos A flor da noite, Anoitecera antes das núpcias Diante das vÃrgulas trocadas Proclamei clamores inaudÃveis em minha boca O jardim validara o meu divagar, Expurguei ensaios públicos A respeito do amor em suas dores Em tonalizantes cor Genebra O algodão escoou todo o lamento Não teria vocação de romancista por pura rima Meus poemas em branco ressentiam minhas birras Com desamores que inventei por paranoia Poderia procurar vocativos em dicionários Para lhe exemplificar em cartas românticas Evoé meu amor, não te demoras muito sob meu turvo mundo Deixemos como volta de algum eclipse oculto que se precipitara...
Maturação De Geleia, Pierrot RuivoÂ
Não consigo escrever. Dinheiro e propriedades, que me dão sempre desejos violentos de mortandade e outras destruições, as duas colunas mal impressas, caixilho, dr. Gouveia, Moisés, homem da luz, negociantes, polÃticos, diretor e secretário, tudo se move na minha cabeça, como um bando de vermes, em cima de uma coisa amarela, gorda e mole que é, reparando-se bem, a cara balofa de Julião Tavares muito aumentada. Essas sombras se arrastam com lentidão viscosa, misturando-se, formando um novelo confuso. Afinal tudo desaparece. E, inteiramente vazio, fico tempo sem fim ocupado em riscar as palavras e os desenhos. Engrosso as linhas, suprimo as curvas, até que deixo no papel alguns borrões compridos, umas tarjas muito pretas. Se pudesse, abandonaria tudo e recomeçaria as minhas viagens. Esta vida monótona, agarrada à banca das nove horas ao meio-dia e das duas à s cinco, é estúpida. Vida de sururu. Estúpida.
Graciliano Ramos em Angústia
É só saudade É tanta saudade morando em meu peito que chega a expulsar Do meu peito vazio a lembrança do teu amor. É tanta saudade que esgoto teu rosto no meu pensar. É tanta saudade que escrevo jardins com teu nome E leio a música do teu cheiro. Não quero mais saber de viver sem você! Porque morro sem saber o que é deveras viver ao teu lado e ao teu dispor. É só saudade. É toda vontade de ter você, sentir você, ser você. Por que te amo sem que necessites disto. É tanta saudade que me esqueço de estar aqui para estar em ti, Por que sou toda tua, sem ressalvas! E eu não sei parar de sentir tua falta! Salvo essa que me torce o peito, pulsa o amor por teu olhar Que me consome e abrasa de saudade! Te amo!
Agatha Christie