É exaustivo ver tantas I.As,
É apolítico ver tantas exposições físicas,
É catastrófico ver tantas postagens sobre depressão e autodestruição mental,
É deprimente ver que a superexposição e a automação geram novas pressões psicológicas na busca de algoritmos de engajamento, gerando as bolhas de isolamento criadas pela I.A, transformando num peso a exposição física onde priorizam conteúdos que geram reações extremas, aumentando a ansiedade.
E de pouco em pouco surgem:
Filtros ultra-realistas: Alteram a percepção corporal e criam padrões de beleza inalcançáveis;
Deepfakes e pornografia de revanche: que a IA facilita a criação de imagens falsas, gerando traumas profundos;
Hipersexualização: Cobrança excessiva pela validação da imagem corporal e curtidas;
Cultura da perfeição: Exibição constante de corpos esculpidos e vidas sem falhas estruturais;
Vigilância constante: Sensação de ser julgado a cada postagem ou ausência delas;
Dismorfia corporal: Distorção da autoimagem causada pela comparação com fotos editadas;
FOMO (Fear of Missing Out): Medo crônico de ficar de fora das experiências alheias;
Solidão acompanhada: Conexões superficiais que substituem interações reais e profundas;
Métricas de ego: Condicionamento da autoestima ao número de seguidores e comentários;
Silenciamento da dor: Pressão para postar apenas felicidade, sufocando sentimentos legítimos;
A interseção entre inteligência artificial, exposição física e depressão nas redes sociais transformou a dinâmica da saúde mental digital.
E sinceramente, que é cansativo ver isso acontecendo no TUMBLR (Única rede social que tinha afeto), claro que nada é permanente e tudo é efêmero na vida, mas é exaustivo ver aquilo que não se quer com tanta frequência e em algoritmos imediatos demais.














