¿por qué, mamá? ¿por qué te esfuerzas en proteger a mi abusadora? ¿tan poco me quieres? si no pudiste protegerme en ese entonces, ¿por qué no lo haces ahora?
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¿por qué, mamá? ¿por qué te esfuerzas en proteger a mi abusadora? ¿tan poco me quieres? si no pudiste protegerme en ese entonces, ¿por qué no lo haces ahora?

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«¿Ocurre en el Dasein del hombre un estado de ánimo tal en el que éste se vea llevado ante la propia nada?
Este acontecer es posible y hasta efectivamente real, si bien raro, únicamente en algunos instantes en los que surge el estado de ánimo fundamental de la angustia. Con esta angustia no estamos aludiendo a esa temerosa ansiedad que tan frecuentemente acompaña al miedo, el cual después de todo aparece con extrema facilidad. La angustia es algo fundamentalmente diferente del miedo. Siempre se tiene miedo de este o aquel ente determinado que nos amenaza desde tal o cual perspectiva determinada. El miedo de... es siempre miedo por algo determinado. Puesto que es propio del miedo la delimitación de su “de qué” y “por qué”, el que siente miedo o es miedoso es prisionero de aquello mismo en lo que él se encuentra. En la aspiración a salvarse de eso -de eso determinado- se vuelve inseguro frente a las demás cosas, es decir, en conjunto, “pierde la cabeza”. Por su parte, la angustia no permite que aparezca semejante estado de confusión. Por el contrario, más bien la atraviesa una calma muy particular. Es verdad que la angustia es siempre angustia ante..., pero no ante esto o ante aquello. La angustia ante... es siempre angustia por algo, pero no por esto o por aquello. Pero la indeterminación de eso ante lo que y eso por lo que nos angustiamos no es una carencia de determinación, sino la imposibilidad esencial de una determinabilidad. Es lo que se pone de manifiesto en la siguiente interpretación, de todos conocida. Decimos que en la angustia “se siente uno extraño”. ¿Qué significan el “se” y el “uno”? No podemos decir ante qué se siente uno extraño. Uno se siente así en conjunto. Todas las cosas y nosotros mismos nos hundimos en la indiferencia. Pero esto, no en el sentido de una mera desaparición, sino en el sentido de que, cuando se apartan como tales, las cosas se vuelven hacia nosotros. Este apartarse de lo ente en su totalidad, que nos acosa y rodea en la angustia, nos aplasta y oprime. No nos queda ningún apoyo. Cuando lo ente se escapa y desvanece, sólo queda y sólo nos sobrecoge ese “ningún”.
La angustia revela la nada.»
Martin Heidegger: ¿Qué es metafísica? Alianza Editorial, págs. 25-27. Madrid, 2003.
TGO
@bocadosdefilosofia
@dias-de-la-ira-1
por muito tempo eu achei que a vida era uma corrida
e que a linha de chegada era uma conta bancária maior
cada meta alcançada virava apenas o ponto de partida da próxima
eu forcei minhas engrenagens mais do que elas conseguiam suportar
e elas continuaram funcionando
até que um dia começaram a quebrar
hoje eu olho para trás e percebo que poderia ter conquistado ainda mais dinheiro
mas provavelmente estaria usando toda essa riqueza tentando recuperar a saúde mental que perdi no caminho
hoje minha busca mudou
dinheiro continua sendo importante
mas agora ele anda ao lado da paz da qualidade de vida das experiências das pessoas que eu amo da sabedoria e do tempo para viver tudo isso
porque existe uma pobreza que nenhum extrato bancário consegue mostrar
a de conquistar tudo por fora e chegar vazio por dentro
siento que no valgo, que no puedo ni nunca podré, que he perdido el tiempo, que nunca seré feliz ni estaré a la altura porque no soy capaz, o eso siento... y me dicen que no, que valgo, que puedo, y me dicen que es ansiedad, y no lo niego, pero siento en lo más profundo que no valgo... ojalá salir de este pozo, ojalá una mano que me agarre y me saque a la fuerza de ahí... sigo aguantando
Eu devia ter aproveitado cada segundo do colo da minha avó!

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Y si ya no vuelvo a amar?
invisível
Foram tantas pessoas que passaram pela minha vida, sei que fui um furacão na vida delas.
Não me orgulho de quem eu fui, claro. Amei viver cada momento mesmo que parece-se louco meu modo de enxergar e me expressar.
Ser “louco” me fez ver a vida por várias perspectivas, fui visto literalmente como um. E a cada processo sabia que eu era uma pessoa diferente.
Hoje o meu medo é viver sempre encarando o estrago que eu fiz, nos meus momentos turbulentos. Não me restou nada, amigos.. amores e até mesmo a família.
Percebi que não sou agradável, e acabei tento que conviver com esse meu lado. Imagino que pessoas dos meus antigos ciclos me vejam e comentem entre elas “ele merece tudo o que ele está vivendo”.
Só eu sei o tamanho dessa cruz que carrego, minha infância não foi tão simples assim como a de muitos, aguentei muita violência e atrocidades calado.
Depois de muito tempo, anos isolado de todos, me encontravam sempre de canto desenhado nos meus cadernos da vida.
“Artista” sinceramente, esse título não quero mais, quero só estar no conforto do anonimato, longe de todos que um dia me conheceram, só para não lidar com olhares entrelaçados desconfortáveis.
Eu só queria saber… por que a vida foi tão cruel comigo desde o início dela, porque cheguei até esse ponto, escrevo isso na intenção de que um dia você pessoa do meu passado leia, e apenas me perdoe, ou não também não sou obrigado a agradar ninguém.
A bolha
O meu universo foi parado enquanto o de muitos ainda giravam. A vida fluía para todos, e a minha ficou congelada, amarrado em uma maca de hospital, ouvia gritos o tempo todo. Perdia meus sentidos, minhas memórias, adoecia ainda mais, enquanto era contido, remédios que me faziam vomitar o “rosa” da minha vida, usado como experimento para estudo de médicos, lá eu era conhecido como “Pink”.
Depois de tudo, 5 anos. Ainda tive que lidar com a vida, já era tarde “nunca é tarde” é tarde sim, é difícil se estabelecer, se reerguer quando o seu cérebro não é mais o mesmo.
O fim
Só queria, encontrar a felicidade, eu sei que ela é momentânea, mas sabe aquela felicidade ? De estar com quem quer estar com você, alguém que olhe pra sua história e entenda que você só estava no lugar errado, na hora errada com pessoas erradas ?
Não queria ter que assistir minha vó morrendo, vendo a família aos poucos se apossando dos bens dela, e no final sendo jogado pra fora por não ter pra onde ir.
Espero apenas que um dia, eu consiga encontrar um lugar pra descansar em paz, pois sei que minha vida é curta.
Aos que chegaram até aqui, obrigado por lerem um desabafo que talvez não te agrega em nada.