É Nítida a Mitologia Por Trás da Infância
Minhas pernas deixadas na lama Precedem a boca que masca a boca Eu tramo a desfeita com os restos mortais Desses animais presos na parede da gengiva
Desconfia-se da memória Lá onde o fascínio recosta Eu recobro o seu feitio e dele De imediato transcorro o suspense
Cheio de glórias, envolto em símbolos Fabrica-se um país para desmistificar A casa erguida a Mefistófeles fluindo Harmonicamente sob as cordas tensionadas
O ressentimento se exibe ofuscando A máquina variada em absorver Circe E cuspir um véu exagerado para quem Não faz mais falta
Ninguém pode salva-lo Dissolvo o mundo em meu estômago O altar que você sempre vislumbrou Agora é um réquiem enfadado de um tango enferrujado
Enfraquecer contradições Ousará brilhar em paz o pragmatismo substancial Envolvido aos homens velhos
Eis onde é tempo será celebrado resgate Onde arde é caminho do esquecimento Aquele segundo é um canto que faço Controverso ao encanto que me fisga
Não há um trato que aplaque o estigma Isolado das línguas afrodisíacas Danço o sal pela vida útil desse Palácio assombrado por corais














