Você bem que não gostaria de admitir, mas faz. Na verdade, sempre foi assim, mesmo que você não conseguisse dizer. Você se pegava pensando n

seen from United States
seen from China

seen from Malaysia
seen from Yemen

seen from United States
seen from Argentina
seen from United States
seen from Hong Kong SAR China
seen from Saudi Arabia

seen from Spain

seen from United States

seen from Türkiye
seen from Yemen

seen from Türkiye

seen from United States

seen from Türkiye

seen from Saudi Arabia
seen from Saudi Arabia
seen from Australia

seen from Italy
Você bem que não gostaria de admitir, mas faz. Na verdade, sempre foi assim, mesmo que você não conseguisse dizer. Você se pegava pensando n

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
(…)
E, por favor, esqueça essa gente que diz que amar é desperdício. Desperdício é ter medo de amar. Desperdício é julgar o sentimento alheio. Desperdício é se forçar a pensar antes de sentir. Eu, que escrevo e brinco de amar o impossível, sei que meu amor é perene. Mas os que brincam de desacreditar o amor certamente pouco sabem sobre como ele está presente na vida de todos e como, talvez, ganha ainda mais força quando nos esforçamos para afastá-lo.
Acontece que às vezes a gente só quer ouvir que é amado sem precisar de explicações pra isso. A gente quer lembrar por onde anda o frio na barriga e curtir esse momento como se fosse a primeira vez. E sempre é. A gente quer saber que alguém se preocupa com nossos sonhos, nossos medos, nossas loucuras… Alguém que queira nos escutar, nos entender. Pois, mesmo tendo vivido tantas coisas lindas, até hoje não descobri nada mais gostoso do que sentir-se compreendido e amado.
( Fred Elboni )
A calmaria de um amor é assim: gera desconforto a quem não tem
Já tive amores loucos. Efêmeros. Daqueles que até a chuva abençoou. Na verdade, nem sei se todos foram tão amores… Será que posso chamar de amor os amores que nem foram tão amores assim? Na verdade, sempre que possível, confundo paixões com amores, mesmo tendo ciência total da definição de cada um. É que existem paixões que se manifestam de maneira tão grande dentro de mim, que não haveria possibilidades terrestres ou oceânicas de elas não serem amores.
Já fui ansiedade no amor, na vida, nos sonhos. Sempre quis viver todas as aventuras possíveis! Achei, burramente, que teria que viver em ritmo frenético tudo o que pudesse, até a juventude se esvair. Caso contrário, não teria feito jus à vida que tive. Ah, como a maturidade é gostosa! Ah, como a maturidade faz o simples ser um eterno verão! Ah, como a maturidade é uma linda amizade de anos com alguém que você confia.
Mas o tempo passa, a gente aquieta o coração e observa como existem alguns prazeres que somente a calmaria pode nos proporcionar. Um café no sítio, um beijo na estrada com os vidros abertos, um filme na sexta à noite, e por que não no sábado também? Os amigos dirão que você é velho e que, daqui a pouco, seus joelhos não aguentarão mais sair de casa, mas deixe que os amigos falem, deixe que eles tenham carinho ou inveja, saudade ou preguiça de convidar você. A calmaria de um amor é assim: gera desconforto a quem não tem.
Eu não posso me furtar do quão genuíno é o que vivo. Hoje, procuro tranquilidade, tanto no trabalho quanto no amor. Na verdade, procuro um amor repleto de coisas simples; elas são o segredo da vida. Não espero muito mais que compreensão no olhar, e sorrisos de ombros leves. Quero serenar na praia, no campo, no jardim de uma casa que ainda não tenho, mas já imagino como será. É louco, eu sei, mas sempre tive essa utopia de imaginar minha futura casa. Mesmo sendo um sonho, dito por vários, “feminino”, confesso que fico imaginando os detalhes, os abajures, o jardim, os cachorros, e, por incrível que pareça, até gostaria de ter uma horta. Talvez eu seja caseiro, ou estranho demais, vai saber…
Então, não desejo aviões, sejam eles mulheres ou obras da engenharia. Só alguém que olhe devagar para mim. Gosto de paixões assim, simples por serem o que são. Esse é o segredo da intimidade: ser leve para amar, mas, principalmente, leve para saber se deixar ser amado. Pois, com certeza, das coisas que podem ser simples, eu escolho o amor.
( Frederico Elboni )
Já está deitada? Eu sei que dorme cedo! Estou com saudade! Posso te ligar? Rapidinho... Eu sei, eu sei que já combinamos um adeus, mas... Mas não estou conformado; me apazigua? Me faz um carinho? Me diz que é tudo brincadeira? Me deixa ser o motivo do teu riso de novo? Me beija no escuro entre as cobertas? Me deixa descobrir teu corpo como se fosse a primeira vez? Some comigo? Me liga? Desce? Estou chegando! Estava com tanta saudade.
( Fred Elboni )
Você significa algo muito grande pra mim...
Oi. Eu estava com vergonha de vir aqui te falar isso, mas percebi que se deixasse passar, eu seria um tremendo idiota.
Já faz um tempo que eu tenho te observado e notei coisas que provavelmente as outras pessoas não devem dar muita importância, mas ao meu ver, são as mais lindas em você.
Não sei se já percebeu, mas seus olhos brilham quando sorri. Você me lembra muito as águas do Caribe. Tão límpida, que dá vontade de mergulhar sem se importar com a profundidade.
É. Eu sei que demorei um pouco pra te falar isso, mas é que… Nossa. Eu já tinha notado, na verdade, eu já tinha sido tocado por tanta coisa boa que eu enxergo em você.
Não serão todas as pessoas que vão ver. Algumas vão passar e vão sentir, outras vão olhar e vão se abrir, mas se nenhuma delas te tocar, quero te dizer que eu sempre estive aqui.
Você significa algo muito grande para mim. Algo que ainda estou descobrindo, algo que já estou sentindo e agradecendo por ter esbarrado por essa vida contigo.
Você é alguém que me dá sentido. Você é a minha nova definição do que é bonito. Você é tudo e muito mais que isso.
( Yamí Couto )

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Foi o destino?!
Tem coisas que acontecem de repente, sem aviso prévio, e são como um presente vindo dos céus. Elas chegam no tempo certo, parecem sob medida para nossas vidas, por mais que estejamos descrentes da possibilidade de sermos surpreendidos. O destino é tão sábio em distribuir imprevistos, em pilotar o tempo! Esse irônico ser adora brincar com nossos sentimentos, mexer nas gavetas da nossa cabeça e do nosso coração, e a nós só resta nos deixar levar, até porque não podemos fazer nada contra ele.
Ele chega numa manhã despretensiosa ou numa noite vazia e nos põe cara a cara com uma situação que marcará ou mudará nossa vida para sempre. Traz o novo, que muitas vezes nos assusta e nos confunde. Precisamos estar preparados para receber a energia vibrante e nova que o destino nos traz, sempre com seu sorriso debochado. Precisamos estar de coração aberto para perceber suas boas, ou confusas, intenções. Precisamos ter a alma aberta para recebê-lo e compreendê-lo com a calma que ele pede.
O dia a dia corrido, maluco, que vivemos atualmente, marcado pelo imediatismo, pela urgência, pela falta de tempo, por emoções rasas e de sinceridade duvidosa, nos torna míopes para a presença sutil e criativa do destino. Assim, envolvente, sedutor e de humor afiado, ele se aproveita disso para nos deixar morrendo de vergonha, fora do eixo, sem palavras diante das situações mais absurdas que é capaz de criar.
Eu adoro a inquietude do destino, que não se cansa de chacoalhar nossa árvore de emoções, a ponto de nos deixar atordoados, surpresos, mas, acima de tudo, de nos fazer sentir vivos. Muitas vezes brigamos com ele, corremos na direção contrária para tentar escapar de suas armadilhas… Tudo em vão. Ele refaz o cerco, muda alguns elementos, e pronto: lá estamos nós presos em sua armadilha novamente. Reféns de nós mesmos.
( Frederico Elboni )
Eu queria me apaixonar por alguém que me fizesse perder o senso de certo ou errado. Sabe aquela coisa de fazer a vida virar de cabeça para baixo? Eram as paixões que moviam a minha vida. Sei que essa energia vital, com o tempo, numa relação, se esvai, mas depois eu pensava nisso, precisava aproveitar aquele momento como se não houvesse amanhã. E quando digo aproveitar, não quero dizer ficar com vários e vários homens, até porque, apesar de gostar de me apaixonar, sou bem seletista nas minhas relações e só consigo ficar com um homem de cada vez. Mas, de qualquer forma, sempre gostei de me deixar viver, experimentar, me jogar em sensações novas, me descobrir descobrindo os outros.
E engraçado que, apesar de louca com as coisas da vida e do coração, sempre fui careta com algumas coisas. Nunca fui de beber muito, nem de usar drogas, minhas loucuras são todas com paixões, realizar meus sonhos, objetivos de trabalho e vontades loucas de viajar repentinamente – que tal amanhã? Se quer me fazer se apaixonar, me diga: desce, estou chegando! Nunca gostei de homens com muitas dúvidas, de indecisões já bastam as minhas. E o que isso tudo tem a ver com loucura? Tudo, eu acho. Loucura não é somente se jogar da ponte preso por uma corda, mergulhar com tubarões ou viajar sozinha para o Vietnã, mas colocar o nosso coração numa bandeja que, por muito tempo, já pesou muito. Loucura é dizer, ou olhar, pois palavras não são o meu forte, que, mesmo sem te conhecer muito bem, quero fugir com você. Até porque não tenho mais idade para esconder isso. Principalmente de mim. Os sentimentos estão à flor da pele, as vontades vêm com nome e sobrenome e quanto mais velha vou ficando, mais certa fico das minhas vontades.
Muitos ainda me veem como a menina bonita, calma e recatada. Poucos me conhecem. Talvez ninguém. Às vezes estranham e se questionam, em silêncio na maioria das vezes, como uma menina tão bonita, bem-sucedida e inteligente – palavras deles –, ainda está solteira. Pergunta boba, que nem eu sei responder. E nem faço questão. Talvez eu não tenha nascido para ter uma relação duradoura, mas para ser livre. É verdade, tenho dificuldade em me relacionar, dividir o meu mundo interno e morro de medo da intimidade. E por isso evito perguntas difíceis como essa.
Por outro lado, às vezes fico me perguntando como alguém consegue sentir isso que sinto, essas paixões, em poucos dias, poucos meses? E, em prontidão, me respondo: não tenho a mínima ideia! Parece carência, coisa de gente que toma remédio até para dormir ou que envia mensagens para os ex-namorados pela madrugada, eu sei, mas não é. Eu sou assim, e acredito que seja um mal da alma. Eu não sei até aonde vai essa sensação e esse frio na barriga, mas, sinto até hoje. Me apaixono, sei sentir, me deixo levar por vontades sem sentido ou explicações, e essa sou eu. Mas, por favor, só não me cobre palavras, não sei lidar muito bem com elas.
( Frederico Elboni )
Questionar o olhar de quem ama é descrer na honestidade das sutilezas. Os olhos são um periscópio para o coração. Por mais que as palavras voem e cresçam depois das mágoas pousarem, a gente sabe que, pela profundidade do olhar, o sentimento foi verdadeiro. No piscar lento dos olhos que já me foram companhia assisto o surgir de palavras que pouco refletem o que você sente. Por onde anda teus olhos que contavam tanto de você? Palavras ditas na contramão do coração são distrações doloridas demais para serem aceitas como solução. Por onde anda teus olhos que fotografavam amor? Eu sei, um olhar vazio pede lar, mesmo que grite o inverso. Seja o que for, não temo pelo vazio momentâneo do coração, mas confesso que o vazio dos olhos me espanta além da conta.
( Fred Elboni )