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«La Historia es la interpretación del sentido que el pasado tiene para nosotros. Y este carácter lleva ya implícita una orientación morfológica. Para poder comprender un fragmento de pasado reflejado en el aspecto de la propia cultura, la Historia tiene que esforzarse siempre y dondequiera en ver las formas y las funciones de aquel pasado. La Historia se expresa siempre en conceptos de forma y de función. Aun cuando no se trace ni en lo más mínimo el programa metodológico de una morfología. La única condición previa exigida para ello es que la apetencia de saber sea auténticamente histórica y que el investigador no sea un asno. Toda monografía histórica contesta, siempre y cuando que el problema esté bien planteado, a una pregunta de morfología histórica. ¡Y ay de aquellas escuelas que, sin saber lo que buscan, meten la cuchara en la papilla informe de la tradición! Cuando no se busca una forma o una función determinadas, el resultado sólo puede ser una de dos cosas: una mezcla amorfa de avena y heno triturado y revuelto con ella, o una estampita retórica o romántica.»
Johan Huizinga: El concepto de la Historia. Fondo de Cultura Económica, págs. 59-60. México, 1946.
TGO
@bocadosdefilosofia
@dias-de-la-ira-1
bastó para enseñarme
que existen personas
capaces de cambiar un horizonte
con tan solo una sonrisa…
Sentidos
Caminhando e vislumbrando o céu desta manhã, lembrei-me de uma frase de um dos meus filósofos preferidos: ‘A existência precede a essência’, Sartre. Ou seja, muitos acreditam fielmente que nascemos com um propósito de vida e que devemos descobri-lo ao longo da existência. Porém, segundo Sartre, primeiro existimos; somente depois, durante toda a trajetória da vida, construímos quem somos e aquilo que desejamos ser, e isso, de forma incontável....
Nosso propósito, portanto, não nasce pronto. Ele é moldado pelas experiências, pelas escolhas, pelo contexto social e pelos diversos fatores que vamos vivenciando, observando, consumindo e repudiando. E além disso, dependendo do nível de autocriticidade que o sujeito vai obtendo, o fator de ser moldado diante das massas... é ainda mais forte, mas isso é outro assunto...
Tudo aquilo que você faz contribui para a sua construção enquanto indivíduo, e essa liberdade possui um certo peso, justamente porque não viemos ao mundo com um manual pronto.
Segundo Sartre, somos condenados à liberdade: cada escolha carrega responsabilidade, e é através dela que moldamos nossa essência. Assim, viver é um constante processo de criação de si mesmo, em meio às incertezas, aos erros e às possibilidades que a existência oferece.
Assim, nessa bela manhã, com o Sol surgindo, ao espantar a frieza e a racionalidade dos meus pensamentos, chego à conclusão de que:
• Não há um destino previamente definido;
• Não existe uma “receita” universal para viver;
• Somos responsáveis por nossas escolhas e pela construção de quem nos tornamos....
Portanto, nascemos sem um propósito fixo. É ao longo da vida, por meio de nossas escolhas, experiências e ações que criamos sentido para a nossa própria existência. E o pior, se esse sentido que criamos ao longo da nossa jornada , não fizer mais sentido, iremos simplesmente criar outros sentidos... É, afinal, um sentido, atrás de outro sentido... Um ciclo de sentidos...afinal....
J.R

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El sentido y no precisamente una oda a Hellinger
Buscamos un sentido. Por eso cualquier cosa que parezca expliicarnos la vida y hacerla más digerible “resuena” en nosotros. “Sentimos algo” cuando algún guruchanta nos dice que el problema nació en una vida anterior, que se debe a no sé que energías, o lo que sea de invisible, intangible. Lo mejor sería hacerse fuerte y tratar en lo posible de prescindir de todo guruchanta. Incluso de muchos que…
He convertido y ampliado las intuiciones vacilantes de mi blog en un libro, ahora publicado por San Pablo. Espero que sea para mucho bien.