Eu fui embora, mas tentei diversas vezes
não dizer adeus.
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Eu fui embora, mas tentei diversas vezes
não dizer adeus.

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Foi mais fácil do que imaginei. É curioso como a vivência e a maturidade nos fazem ver a mesma situação de forma muito diferente. Hoje vejo como tudo que já passei contribuiu para a pessoa que sou. Isso é muito especial.
— Giovanna Leonetti
"I think we can’t really compare, and we’ve had so many fantastic drivers. But I will say that, for me, Ayrton and my dad are the greatest. I think I’m softer and more reserved, so I guess you could say I’m more like my dad"
“(...) I could tell my father had a lot of respect for Ayrton. What I remember most is their last podium together" (in Australia, 1993, when they hugged and made peace after Prost’s fourth world title).
"I remember how broken my father was after Ayrton’s accident. He was really sad — it felt like someone in our family had passed away."
- Nicolas Prost, 2015
em meu último suspiro, te dedicarei as lembranças não vividas. as realizações do que desejávamos. as alegrias choradas. os eu te amo que te disse em frente ao espelho.
não era mentira.
desculpe não ter sido forte por você. desculpe não ter sido forte por mim.
💌 para mim mesma
@ventosdeuminvernofrio

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al
Olá Adeus, quanto tempo!
Por onde tanto andas
Que de mim se escondes
E não quer mais me ver?
Não entende que tua ausência
Mais do que encher meu vazio
Também me enche de danos
Que não somente os meus
Mas também os teus
E tantos outros mais
Que nem sonho saber…
Mas então tá bem, que seja
Se és a ausência que deseja
Segue adiante e seja feliz:
Adeus!
O @peixe-de-aquario não sente, tampouco ressente, apenas segue adiante…
Carta para a mulher que eu ainda vou me tornar
Se você estiver lendo isso, espero que tenha aprendido a respirar sem sentir o peito tão apertado.
Hoje eu escrevo de um lugar onde ainda dói. Ainda existem lembranças que me visitam sem avisar, nomes que ecoam no silêncio e sentimentos que não desapareceram, apenas aprenderam a ficar quietos.
Eu perdoei sem ouvir um pedido de desculpas. Perdoei porque entendi que continuar carregando a dor era continuar presa ao que já tinha partido. E, mesmo tremendo por dentro, eu deixei ir.
Foi difícil.
Algumas pessoas acham que deixar ir é esquecer, mas você sabe que não é. Há amores que não acabam; eles apenas deixam de ocupar o lugar que ocupavam antes. Eles se transformam em saudade, em silêncio, em uma lembrança que às vezes aquece e às vezes machuca.
Espero que você tenha encontrado paz.
Espero que tenha aprendido a escolher a si mesma sem culpa, a descansar sem medo e a acreditar que o seu coração merecia mais do que migalhas. Espero que tenha construído a vida que tantas vezes imaginou nas noites em que se sentia sozinha.
E se ainda houver amor aí dentro, tudo bem.
Não se envergonhe de ter amado de verdade. Não se culpe por ainda sentir algo por quem precisou partir. O amor não é menor porque não foi correspondido da maneira que você esperava. Ele apenas seguiu um caminho diferente.
Quero que se lembre de mim, da mulher que escreve esta carta agora. Ela estava cansada, assustada e cheia de dúvidas, mas ainda assim continuava acreditando. Continuava tentando. Continuava juntando os próprios pedaços, um de cada vez.
Então me diga: nós conseguimos?
Conseguimos encontrar um lugar onde o coração não precisava mais implorar por amor? Conseguimos rir sem carregar tanta tristeza escondida? Conseguimos olhar para trás sem desejar voltar?
Acho que sim.
Porque, mesmo hoje, em meio às perdas e despedidas, existe uma pequena luz dentro de mim dizendo que a nossa história não termina na dor.
Seja gentil comigo quando chegar aí.
Eu fiz o melhor que pude com o coração que tinha.
Com amor,
Eu, a mulher que ainda está aprendendo a partir sem deixar de amar.