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Lei da Suposição: um guia prático com tudo que você precisa para manifestar. PARTE 2
Parte 2: Assuntos Aprofundados
Agora que você já sabe o básico, vamos nos aprofundar em alguns pontos citados no último post: consciência, percepção, realidade, entre outros.
Vale lembrar: você não precisa dominar esses temas para manifestar. O essencial já foi ensinado no post anterior.
Esses assuntos são para quem deseja compreender mais a fundo como a realidade funciona e como a consciência atua nesse processo.
2.1: Consciência:
O que é a consciência? A consciência é basicamente o que nós possibilita de perceber a realidade ao nosso redor. Por exemplo, as sensações sensoriais. Agora mesmo, você pode sentir as roupas tocando no seu corpo, você pode sentir a sua respiração fluindo, você pode escutar alguma coisa e ver as coisas. Tudo isso é interpretado pela consciência, logo, o que a consciência não consegue interpretar, não existe.
A consciência existe muito antes do seu nome, seu corpo, sua identidade, sua personalidade, seus pensamentos, sentimentos, crenças e etc. Ela é basicamente um estado primordial de existência.
Por que a consciência importa na lei da suposição? Porque é ela que molda a realidade. Lembra que o que a consciência não interpreta não existe? Isso também serve para o nosso interior.
Então, se a consciência é esse estado primordial que existe antes de tudo, seu nome, corpo, identidade, pensamentos e crenças, significa que ela é o ponto de partida da realidade.
Tudo o que você chama de “mundo” só existe porque está sendo interpretado pela consciência. E se a consciência é quem interpreta, ela também é quem define o que é real para você.
É por isso que, dentro da Lei da Suposição, o que você assume internamente como verdadeiro se manifesta externamente. A consciência não faz distinção entre o que você chama de “realidade” e o que você chama de “imaginação”. Para ela, ambos são experiências interpretadas.
Pense assim:
Quando você lembra de uma memória, você a revive através da consciência.
Quando você imagina o futuro, você também o vivencia através da consciência.
O corpo reage a esses estados como se fossem reais: aceleração do coração, emoções, pensamentos. Ou seja, para a consciência, não há diferença entre o que você está vivendo agora e o que você está supondo.
E aí está o poder: ao assumir internamente um estado como verdadeiro, a consciência passa a projetar esse estado para fora, moldando sua realidade externa.
2.2: Percepção:
Se a consciência é o ponto de partida da realidade, a percepção é o filtro que dá forma a ela.
O mundo “lá fora” pode ser o mesmo, mas duas pessoas diferentes podem enxergá-lo de formas completamente opostas. Isso acontece porque cada um percebe a realidade a partir dos seus estados internos.
Por exemplo, para alguém em um estado interno de calma, o dia de chuva pode parecer bonito, acolhedor.
Para alguém em um estado de frustração, o mesmo dia de chuva pode ser visto como triste e pesado.
A chuva é a mesma. O que muda é a percepção.
E é aqui que a Lei da Suposição ganha força: a sua percepção nunca é neutra. Ela sempre reflete o estado que você está assumindo.
Se você se vê como alguém que tem, sua percepção seleciona e interpreta situações que confirmam esse “ter”.
Se você se vê como alguém que não tem, a percepção vai reforçar a falta, porque é isso que sua consciência está interpretando como verdadeiro.
Ou seja: a percepção não mostra a realidade como ela é, mas como você é internamente.
Quando você muda sua percepção, você muda o mundo que enxerga. E quando o mundo que você enxerga muda, inevitavelmente a sua experiência externa também se ajusta.
2.3: Realidade:
Depois de entender observação, consciência e percepção, chegamos à conclusão natural: a realidade. Muita gente acredita que a realidade é algo fixo, objetivo, independente de nós. Mas dentro da Lei da Suposição, a realidade é sempre uma consequência, nunca a causa.
A ordem não começa com com a realidade exterior, mas sim com a consciência, que existe primeiro. E então a percepção molda como a consciência interpreta, e essa interpretação gera a experiência que você chama de “realidade externa”.
Ou seja, a realidade é um espelho. Ela não tem vida própria, não cria nada por conta própria, apenas reflete o que está sendo assumido internamente.
Pense assim: se você se olha no espelho e sorri, o reflexo sorri de volta. Mas não adianta tentar mudar o reflexo diretamente, sem antes mudar a si mesmo. O externo só se ajusta quando o interno muda.
Por isso, tentar “forçar” a realidade é inútil. Você não precisa brigar com o que está do lado de fora, nem esperar que algo aconteça para só então acreditar. O físico não prova nada. É o contrário: você supõe primeiro, e a realidade inevitavelmente segue essa suposição.
Em resumo:
A realidade não manda em você. É você, através da sua consciência, quem dá forma à realidade.
E isso encerra a parte mais profunda do guia. Agora você entende que não se trata de “técnicas” ou “métodos mágicos”, mas de algo muito mais simples e essencial: aquilo que você assume internamente, você inevitavelmente vive externamente.
Chegamos ao fim desse guia que transcende a Lei da suposição e te ensina o que é crucial não só para manifestar, mas também para o seu autoconhecimento. Eu espero do fundo do meu coração que esse guia tenha ajudado todos vocês.
E sempre lembrem-se: a realidade nunca vem antes de você. Primeiro existe a consciência, depois a percepção, e só então nasce a experiência externa. A realidade é apenas o reflexo do que você já assumiu como verdade dentro de si. E se você mudar dentro, não há como o fora não mudar também. Esse é o poder da Lei da Suposição: simples, inevitável, absoluto.
xoxo, ɐɔɹɐ
<3
UM CANTINHO ESCURO
As inspirações para os contos que escrevo vêm sempre das memórias de coisas que eu vivi. A maioria deles são fiéis descrições de fatos que experimentei em um determinando momento da minha vida, principalmente na minha juventude. Uns poucos surgem de fantasias baseada em algo que poderia ter acontecido em uma situação mais sugestiva.
Gosto, contudo, de relembrar e descrever as experiências que tive efetivamente, até para que o conto exale o mesmo tesão que senti no momento. Quando relembro, consigo sentir novamente um pouco das sensações anos antes. E sim, escrever deixa minha calcinha en-so-pa-da, exigindo algumas pausas para que os dedos possam deslizar um pouco por ali!
Há poucos dias encontrei uma turma de amigas e entre uma taça de vinho e outra, uma delas relembrou dos tempos da adolescência e contou que se metia em um cantinho escondido embaixo de uma escada na escola onde estudava para bater punheta para os meninos mais novos.
Imediatamente minha mente foi inundada por uma lembrança que se encontrava perdida. Fechei os olhos e as imagens voltavam à minha mente como se tivessem sido vividas anteontem me inundando de tesão e me fazendo, mentalmente, escrever um conto que resolvo compartilhar agora.
Já há alguns anos eu trabalhava em uma grande empresa da cidade onde eu morava e dividia o setor com outras seis pessoas. Imediatamente à minha frente se sentava o Diogo, que exercia as mesmas funções que eu, motivo pelo qual estávamos sempre interagindo. A interação diária e constante no ambiente de trabalho acabava gerando uma certa informalidade e intimidade no trato pessoal e nos permitíamos algumas brincadeiras e comentários, digamos, mais sugestivos.
Diogo era moreno, cabelos crespos e tinha traços rústicos. Não era exatamente bonito, mas era alto e viril, com uma voz grossa que exalava masculinidade e atiçava a curiosidade da mulherada da empresa.
Na época, Diogo tinha 26 anos e namorava firme uma conhecida minha, já alguns anos. Eu tinha 20 anos e namorava há 7 anos. Ambos faziam o mesmo curso superior, na mesma universidade, ele no quarto e eu no segundo semestre. Por conta disso, não era raro trocarmos caronas, ora oferecidas por mim e ora por ele.
Em um determinado dia, estávamos saindo do trabalho e ele me chamou dizendo que estava sem carro e perguntando se eu poderia dar carona para a faculdade. Claro que concordei a disse para que entrasse no carro e lá fomos nós no meio da estrada, onde ficava a empresa, para os sofridos estudos diários.
No caminho começou a contar que estava em crise com a namorada, se lamentando que andavam afastados. Se abriu tanto a ponto de falar da relação mais íntima entre eles e que estavam sem transar há mais de duas semanas. O assunto foi atiçando os dois e logo estávamos trocando sorrisos maliciosos e esbarradas furtivas dentro do carro.
Chegando lá rumei ao estacionamento habitual que ficava há uma quadra da faculdade. Em geral eu chegava e deixava o carro para manobrista, mas, naquele dia, o estacionamento estava razoavelmente vazio e o manobrista fez sinal para que eu parasse na parede ao fundo.
O estacionamento ficava em um terreno de uma casa que havia sido demolida, de modo que sobravam as paredes da fachada, do entorno e de alguns recortes do que sobrou da casa. Levei o carro até o fundo, manobrei para ficar perto da parede e desliguei o motor.
No meio da escuridão do estacionamento ficamos os dois quietos por alguns segundo, vendo outros dois carros que entraram e pararam logo atrás de mim e apagaram as luzes. Somente era possível ver um pouco dos olhos com a luz que vinha de longe e as silhuetas. Embora parecesse uma situação comum, o tesão era evidente.
Soltei o cinto e me arqueei entre os bancos para pegar meu material e neste movimentando acabamos roçando os braços. Pedi desculpas e ele respondeu com malícia: - Foi um prazer!
Nos olhamos e rimos.
- Faz muito tempo que tenho vontade de te beijar - , disse Diogo perdendo a vergonha.
- Ah é. Bom, a hora é agora e só temos 5 minutos - , respondi.
Diogo não perdeu um segundo e veio pra cima de mim com vontade. Seus lábios carnudos e sua língua queriam me engolir e correspondi na mesma linha, entrelaçando meus braços sobre ele e puxando para perto.
A mão dele percorre meu corpo, passando pelas pernas, pela bunda, pelas costas e repousando no meu seio. Com habilidade, rapidamente ele entra por baixo da blusa e do sutiã e agarra meu peito com vontade. Desce seus beijos pelo meu pescoço, ombros e abocanha o mamilo. Me arrepio e me molho, me encharco.
Gemo baixinho e retribuo as carícias passando a mão pelo peito dele e abrindo a camisa de botões que ele usava. Empurro de volta para o banco dele e me delicio em chupões por seu pescoço, peito e barriga, chegando até o pau.
Sentia aquela pedra retida dentro da calça jeans e mordia ele por cima da calça, passando a mão pelas coxas e testículos. Volta e meia me preocupava com o movimento em volta, mas àquela altura os vidros já estavam totalmente embaçados, nos livrando de bisbilhoteiros.
Abri o botão e o zíper da calça dele e resgatei lá de dentro um caralho duro feito pedra, grosso a ponto de minha mão não fechar nele. A cabeça brilhosa e melada me convidou a abocanhá-lo até onde pude. Punhetava aquele pau e chupava a cabeça escutando os gemidos de Diogo e sentindo a sua mão correr pela minha bunda à procura da minha buceta.
Parei de chupar e voltei a beijá-lo, sempre punhetando. Minha vontade era a de sentar naquela pica, mas não tínhamos tempo. Sem falar que a abstinência sexual de Diogo o permitiria gozar bastante rápido.
E foi assim, beijando Diogo e batendo uma punheta para ele que senti sua respiração ficar mais ofegante, seu corpo mais rígido e ele explodiu numa gozada tão farta que sujou o painel, a porta, o banco do carro, além das calças dele e da manga da minha blusa.
Ele gemia de olhos fechados e com a cabeça para trás enquanto eu espalhava a porra pela cabeça e pelo corpo do pau. Me abaixei e dei mais uma chupadinha para sentir o pau gozado que foi murchando aos poucos, momentaneamente satisfeito.
Diogo puxou me rosto, me beijou e disse que tinha sido muito melhor do que imaginava. Prometi que na próxima estaria de saia, mas agora era hora de ir para a aula.
Limpamos o que deu e nos arrumamos fora do carro, saindo apressados e suados, ambos com os rostos vermelhos. Na saída, entrego a chave para o manobrista que rindo comenta: - Hoje a manobra foi um pouco mais demorada, hein?
Minha Listinha Pra Manifestar:
~ Não Precisa:
• não precisa acreditar na manifestação
• não precisa colocar a manifestação no pedestal
• não precisa tirar a manifestação do pedestal
• não precisa fazer métodos pra manifestar
• não precisa ouvir subliminal pra manifestar
• não precisa se desapegar da manifestação
• não precisa esquecer da manifestação
• não precisa ficar visualizando a manifestação
• não precisa viver no final
• não precisa se colocar no pedestal
• não precisa ter uma mentalidade boa
• não precisa expandir a consciência ou ter a consciência expandida
• não precisa viver como se já tivesse (sem ser no sentido literal)
• não precisa fingir que já tem (no sentido literal) pra manifestar
• não precisa estudar pra aprender a manifestação
• não precisa convencer o subconsciente nem o consciente pra manifestar
• não precisa ficar 24/7 pensando positivo pra manifestar
~ Não Atrapalha:
• não atrapalha duvidar da manifestação
• não atrapalha ficar obcecada pela manifestação
• não atrapalha ficar frustrada pela manifestação
• não atrapalha procurar resultados
• não atrapalha ficar ansiosa pela manifestação
• não atrapalha ter pensamentos negativos na Manifestação
~ Pode Ajudar na Manifestação mas Não Precisa!:
• escutar subliminal pode ajudar na manifestação
• fazer métodos pode ajudar na manifestação
• se desapegar pode ajudar na manifestação
• viver no final pode ajudar na manifestação
• visualizar pode ajudar na manifestação
• não procurar resultados pode ajudar na manifestação
• ter uma mentalidade boa pode ajudar na manifestação
• expandir a consciência ou ter a consciência expandida pode ajudar na manifestação
• viver como se já tivesse (sem ser no sentido literal) pode ajudar na manifestação
• estudar mais sobre a lei da suposição pode ajudar na manifestação
• se colocar no pedestal pode ajudar na manifestação
• acreditar na manifestação pode ajudar na manifestação
~ Pode Manifestar:
• pode manifestar qualquer coisa que vc quiser
• pode manifestar em menos de um minuto (no tempo que vc quiser)
• pode manifestar infeliz, irritada(o), enjoada(o), feliz, frustrada(o), envergonhada(o), excitada(o) e etc
• pode manifestar algo considerado “impossível” (ter poderes, mudar o passado, etnia, gênero, nome, nacionalidade, idade, ser uma sereia, vampira, lobisomem, literalmente tudo!)
~ lembre-se que vc é a deusa ou o deus da sua realidade e que só vc pode decidir como manifestar ou o que manifestar! BJS!💋
~ clariazzzzy

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Algumas despedidas se tornam a forma mais sincera de se dizer "eu te amo".
Não importa quantas vezes você caiu, o que importa é quantas vezes se levantou e disse : Foda se, eu vou tentar outra vez..
Renan Carneiro,