O batismo precisava de filhos e filos Para categorizar com quantidades de afeto O zelo era mecanismo alimentício O punhado doado voltaria em devoção Esteja a cuidar com o peito atraso O mesmo possui sede por fuso horários Ansiando a carna de seu outro finito espelho Originando uma nova ocupação ao estômago vazio de Cronos E quando o caos adoecesse, Quem o curaria com o pão sovado? As grandes saúvas iam e vinham pelos seus lábios Uma dedicatória à morte reprodutiva do sonho Meu muito que prazer Posso ser tua degustação Reencarno os banquetes degustáveis Um soprar do vento ameno Disseca o peito cheio Verás um coração a pulsar Em tom pomposo galanteio Garanto-lhe a confusão com ares de sabiás... Embaixo da língua o fulano teria dezenas de comitivas Dos nomes que esquecera, aos sexos que amara O azedume dos amores que não o amaram de volta Era um fertilizante à toda sua oratória circular Ao conforto conforme as pretensões de meu amo Idem ao anterior como verbo, o espero na encruzilhada Já que toda a palavra fora respondida com abandono A desfaço do meu jeito, substituindo-a por outra O esforço do meu suor transfigura-se Em riacho para banhar híbridos de manticoras e lagartas Contudo, ainda há oceanos para conceber-nos Despeça-te do analista e retorne à minha cintura...
Vaidades Tropicais, Pierrot Ruivo











