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SINOPSE: Seu namorado simplesmente não consegue entender porque você não o quer quando está menstruada, e entende que as mulheres engravidam quando sangram. Ótimo – ele quer te engravidar.
T.W: PWP!! Sangue menstrual, creampie, leve torção por reprodução. Himbo!Choso, bem burrinho mesmo.
PALAVRAS: 3,8K
Era estranho para Choso que você deixasse de visitá-lo por uma semana inteira, sempre uma vez no mês. Mas não estava no direito dele de ficar questionando, afinal, você sempre o banhou de amor e atenção e o fazia se sentir extremamente amado e cuidado. Mas veio ao conhecimento do feto amaldiçoado que o motivo de seu sumiço era a famigerada "menstruação" não só quando o irmão apontou que você devia estar 'naqueles dias', mas também quando combinaram de Choso passar uns dias na sua casa e esses dias evoluíram para o mês todo.
Você explicou para ele o que ocorria e explicou o porquê não estava machucada; algo sobre descamação que ele não entendeu bem, mas o que Choso entendeu perfeitamente foi a frase "meu corpo está se preparando para receber um nenê depois". Claro que o homem outrora selado entenderia tudo errado, e a idéia de te amar em um período sensível e que possivelmente finalmente a engravidaria o encheu de excitação. Mas quando Choso ia te beijar com aquela lentidão deliberada e sensual de quando quer algo, você o afastava gentilmente. Ele não entendeu, e como tudo que o rapaz não entende, questionou;
"Você parece incomodada." Murmurou enquanto te estendia outra colher de pudim, ajoelhado no chão com a parte superior do corpo apoiada na cama enquanto se alimenta e encara com preocupação sua mão no estômago e pernas se movendo uma contra a outra. "Eu posso ajudar."
"Obrigada meu amor, mas tô bem." Sorriu, abrindo a boca para comer o pudim rapidamente. "Você já está fazendo muito por mim, e eu falei que estou sangrando, não queremos te sujar logo depois do seu banho, não é?" Brincou, levando a mão que não está no estômago para o rosto de Choso e acariciando a bochecha dele com carinho.
"Não vejo problemas nisso, é só sangue." Suspirou, esfregando a bochecha em sua mão com um sorrisinho pequeno se formando nos lábios. Apesar de frustrado com sua recusa, adora receber seu carinho mais que qualquer coisa nesse mundo. "Existe alguma toxina, como no meu?" Choso murmurou, entregando a você mais uma colherada de pudim.
"Não, Choso." Riu, demorando um pouco para engolir o pudim enquanto pressionava mais a mão no estômago pela picada dolorosa que rir trazia. "É só sangue."
"Então por que não posso te fazer melhorar, se você quer?" Ele franziu o cenho, deixando o sorriso se esvair para uma leve carranca enquanto lhe entregava a última colher e sua mão saia da bochecha dele.
Vê-lo falar que a cura de sua dor era fazer amor de maneira tão ingênua a fez querer rir.
"Come essa." Murmurou, observando o rapaz acenar e obedientemente comer o pudim, ainda te olhando em conflito, sem realmente compreender a complexidade do desejo de sexo na mentruação. Querer, mas não poder, sendo que não há mal algum? Não faz sentido para ele. "Acho que não tem um porque não. Só acho que seria nojento para você."
"Não tem porque ser." Choso bufou, colocando o pote médio de pudim junto da colher no chão.
Esperou você dar algum sinal, e quando viu sua mão livre dar leves tapinhas no colchão, se levantou e sentou ao seu lado na cama sentindo-se meio deslocado. Relaxou somente quando você apoiou o torso no dele, sentando-se de lado bem abaixo das axilas do rapaz.
Sua presença é quente, aconchegante, seu cheiro é o que lembra Choso de onde ele pertence. Ele adora estar tão perto.
"Bom.. Realmente não tem." Murmurou baixinho após momentos de silêncio, tirando a mão do estômago para agarrar o pulso do feto amaldiçoado. "Então o que você acha de fazer minha cólica passar, me dando uma distração?" Disse, levantando o rosto para beijar o maxilar do namorado gentilmente, mas não perdendo a oportunidade de mordiscar a pele pálida e senti-lo arrepiar contra seu corpo.
"É para isso que estou aqui. Faço qualquer coisa pra você se sentir melhor." Choso sorriu, deixando-a guiar o braço dele por debaixo da blusa azul escuro que era dele, mas agora se tornou seu vestido confortável de ficar em casa.
"Você é tão bom pra mim, Choso." Elogiou, fazendo o feto amaldiçoado suspirar em alegria. "Vai limpar o lençol depois também, não é?" Murmurou de modo manhoso, juntando suas mãos as dele abaixo do blusão para deslizar a calcinha junto do absorvente grudado nela para baixo.
O maior apenas riu, acenando fracamente para não incomodar o carinho que você o fornecia no maxilar com o nariz.
Choso sentiu um friozinho gostoso no estômago pela antecipação, não sabendo de fato o que mudaria com sua menstruação, mas adorando o fato de poder transar durante esse período até então lhe negado. Somente imaginar encher sua boceta de esperma – afinal, até o momento não havia mencionado nada sobre tirar no último segundo ou usar proteção, que Choso odeia – deixava os dedos trêmulos no interior de suas coxas, viajando lentamente para os lados, evitando sua vulva no momento para deixá-la ao menos um pouco excitada com o correr suave das unhas curtas em sua pele. Não pareceu tão necessário tal preparo, entretanto, pois você foi rápida em levar uma mão até a coxa dele e apertar, fazendo doer um pouco mesmo através do pano grosso da roupa.
Choso resmungou com a sensação, e bastou ouvir sua voz sussurrar um "anda" para ele subir os dedos. Molhado, quente, o habitual de sua boceta; o melhor lugar do mundo para se estar, e ele nem estava dentro ainda. Passando o indicador e dedo do meio por suas dobras, o feto amaldiçoado foi capaz de sentir um deslizar maior que o usual, e antes que percebesse, ambos os dedos adentraram sua boceta quentinha com extrema facilidade, fazendo aquele frio no estômago dele intensificar.
Seu gemido suave o encheu de orgulho, seu calor o excitou, o cheiro de sexo e ferro que subiu o deixou tonto. Choso não demorou a mover os dedos, ciente de suas necessidades e da forma que você torceu o quadril para trás levemente pela cólica.
"Estica bastante, meu bem." Arfou com os dedos grossos do namorado curvado de forma sutil em seu interior num entra e sai delicioso. Seu corpo inteiro aqueceu, e com a mão que o apertava a coxa deslizou até a virilha, onde apertou o pau semi duro com certa dificuldade, ouvindo-o gemer rouco e sentindo o hálito quente em sua cabeça logo após, quando ele inclinou a cabeça para baixo e apoiou a testa em você. "Quero esse pau dentro de mim, bebê. Trocar a dor da cólica pelo prazer de te ter, o que acha?"
"B-bom. Eu quero isso." Ele choramingou, lentamente rolando o quadril sob sua mão para ter um pouco mais de estímulo no pênis quase totalmente ereto enquanto faz movimentos de tesoura com os dedos molhados.
Você se limitou a rir anasalado, tentando não fechar as pernas na mão do rapaz. Não que Choso fosse se importar; o pequeno estímulo no pênis coberto e a sensação de algo molhado se alastrando por entre os dedos o deixou extasiado. Os barulhos sutis vindo dos dedos entrando e saindo da sua boceta molhada de lubrificação natural e sangue fazia o estômago dele vibrar e o pau fisgar. O cheiro normalmente desagradável era a última coisa que seu cérebro estava registrando nesse momento, enquanto sua mão adentrava o pano grosso da calça do feto amaldiçoado, este que pressionava um terceiro dedo em sua fenda, deliciando-se com seu grunhido e com o calor de sua palma esfregando o pênis enrijecido por cima da cueca. Você pôde sentir a umidade que se formava no canto, onde a glande estava pressionada e soltando pré-semen aos montes, e mordeu o lábio inferior com o terceiro dedo alargando seu interior, massageando suas paredes internas e dando espaço entre os dedos para acostumá-la ainda mais. Entretanto, aquela torção em seu estômago não estava dissipando com somente essas carícias, nem mesmo os dedos grossos do maior estavam fazendo pressão o bastante contra sua boceta para dar aquela falsa impressão de que o estômago está sendo massageado e a cólica, por consequência, aliviada. E você quis isso, quis esse alívio, tanto que segurou as costas da mão de Choso e retirou a outra mão do pênis dele, que choramingou na falta do prazer e curvou os dedos dentro de sua boceta repentinamente, curvando o quadril para frente e inspirando profundamente seu cheiro.
"Você não queria entrar, amor? Então põe o pau pra fora." Mandou, virando o corpo por alguns centímetros a fim de apoiar a mão livre na coxa dele.
Choso tirou o rosto de sua cabeça e ansiosamente acenou, retirando os dedos de sua boceta com calma. O gemido que você deu enquanto fechava os olhos fez o pênis dele pulsar, e trazer a mão para longe de você e perto dele o fez ver a bagunça que se tornou; toda a palma estava avermelhada pelo sangue que escorria de você, brilhando também pelo corrimento translúcido e pegajoso de sua excitação. O coração de Choso acelerou no peito e o corpo já quente pareceu ter sido jogado ao Sol.
Mas apesar de se ver hipnotizado pela visão, seu corpo virado puxando a bainha da calça para baixo por conta própria em meio a impaciência lembro o maior da missão dele, fazê-la se sentir melhor e satisfeita, então tratou de agarrar a blusa com ambas as mãos sem sequer se importar em sujar-lá e se despir. Quando somente de cueca, você se ajoelhou fracamente pela dor e tesão e segurou o rosto de Choso com ambas as mãos, puxando-o para um beijo caloroso e faminto, cheio de paixão.
Ele correspondeu de imediato e se deixou ser puxado para cima de seu corpo, apreciando ainda mais quando o beijo desajeitado passou a se molhar de forma suja com a saliva dos dois juntando e os dedos de sua mão dominante indo até a nuca para apertar os fios grossos. Também impaciente, o feto amaldiçoado se equilibrou nos joelhos e levou as mãos até a cueca, puxando-a para baixo o bastante para o pênis ficar livre e ele cair completamente acima de você, gemendo em apreciação pelo contato gostoso de pele com pele.
"Posso- eu já posso?" Choso choramingou contra seus lábios, estufando o peito para sentir seus mamilos rijos nos dele com mais firmeza enquanto o pênis contraia no interior de sua coxa.
"Pode." Respondeu, abrindo mais as pernas ao redor do torso grosso do namorado para acomodar de forma confortável o pau em suas dobras.
E o feto amaldiçoado não desperdiçou tempo em levar uma das mãos para baixo, segurando o fajo rijo para guiá-lo até sua vagina. Com um último selinho amoroso que você forneceu, Choso se ajoelhou em frente a você e levou ambas as mãos até suas coxas, e com o pênis já pressionado em sua entrada, apenas moveu o quadril para frente de modo a abrir caminho em seu interior lentamente. Ele suspirou com a facilidade com a qual o pau foi envolvido por suas paredes macias e esponjosas, não acostumado a tamanho calor e deslizamento; foi duas vezes mais gostoso. E curioso quanto a isso, reabriu os olhos fundos e desviou o olhar de seu rosto quase aliviado para observar o que ocorria mais abaixo, e a visão o hipnotizou.
Sua vulva avermelhada ao redor do pau, o sangue que escorreu pelo meio de sua bunda e manchou o lençol, o cheiro gostoso; tudo tão bom. Ele nem havia enfiado todo o pênis em sua boceta e ainda assim gemeu manhoso, levando a cintura levemente para trás a fim de ver o falo sujo de sangue. E viu, pois saiu de você com metade manchado de sangue e fluídos grossos e translúcidos, observando também o que escorre de sua boceta momentos após, aparentemente o que o pênis estava contendo.
"Para de brincadeira, Choso." Você bufou, levando as mãos até as dele em sua coxa e fincando as unhas ao lado, ouvindo-o silabar de dor ao voltar a te olhar.
"Desculpe. É tão bom ver." Ele lambeu os lábios ressecados, apertando sua coxa para suportar a picada dolorosa nas costas das mãos enquanto voltava a lhe penetrar não tão lentamente, se enfiando por inteiro até as bolas se molharem no sangue e lubrificação que escorreu para seu períneo e sua costa arquear levemente.
"Excelente- isso, amor, bom demais." Você suspirou, evitando apertar as pernas no torso do rapaz que começou a se mover em sua boceta lentamente, atento a cada mudança nas manchas de sangue que o pau inchado rodeado de veias adquiria.
Choso se inclinou um pouco para baixo, inspirando profundamente o cheiro forte enquanto gemia pela contração de sua boceta. Mas o ritmo continuou dolorosamente lento, e quando a ardência do alargamento sumiu e tudo que podia sentir era a massagem suave que ele lhe fornecia em seu interior e as ocasionais falsas sensações leves de tê-lo beijando seu colo do útero, as inclinações de suas costas pararam de ocorrer e a picada no estômago retornou de modo incômodo.
Para contrariar isso, começou a levantar a própria cintura em direção ao feto amaldiçoado o melhor que pôde e levantou as panturrilhas, envolvendo-o num abraço fornecido por suas pernas. Para sua consternação, perdido demais no prazer do deslizamento suave e da visão gostosa, Choso sequer notou sua intenção de firmar as estocadas. A mente dele correu, perdido no fato de que está te fodendo em um período de possível gravidez.
Afinal, se você disse que está se preparando para receber um bebê depois, isso significa que já pode engravidar. Certo? Que poderiam ter uma família, pois se você não mencionou nada sobre proteção até o momento, com o pau dele afundando em sua boceta até quase chegar em seu útero, significa que está pronta. Será que também quer?
Choso quer tanto.
"Porra, Choso, faz direito." Você bufou com impaciência, mordendo o lábio inferior pela dor que sentiu no abdômen ao elevar a parte superior e esticar as mãos, alcançando os ombros do maior e prendendo-se a ele, que olhou para você novamente assustado, saindo do torpor que havia se colocado e franzindo o cenho em desculpas silenciosas.
"Não está sendo bom pra você também?" Questionou, cedendo a seu puxão e deixando a visão que tanto gostou de ter de lado para aproximar o rosto do seu. Levou também uma das mãos para se apoiar no colchão ao lado de seu rosto, analisando sua impaciência e os pequenos sinais de incômodo. "Algo muda quando estiver assim? O que preciso fazer?" Ele murmurou com quase tristeza, parando as estocadas lentas para focar em você, que bufou com a falta da pequena distração.
"Eu disse que dói, Choso. Preciso que você me foda forte pra desviar o foco, lembra? Você não quer que eu tenha que me esforçar sozinha para me satisfazer nesse estado, não é?" Bufou, tentando se mover abaixo dele para obter algum tipo de alívio.
"N-não quero que se esforce. Vou compensar, eu prometo." O feto amaldiçoado desceu um pouco mais, voltando a meter em sua boceta sem esperar muito para acelerar dessa vez; com suas respirações colidindo, os barulhos de sexo antes quase inexistentes agora se mostraram muito presentes.
Você sequer teve tempo para responder corretamente, apenas engasgou com a própria saliva e firmou as pernas e braços no rapaz, deliciando-se com os barulhos molhados do entra e sai e das bolas batendo em sua bunda suja de sangue cada vez mais rápido.
"Mais, Choso. Faz mais pra mim." Exigiu, puxando-o em sua direção com ainda mais força.
E sem nem mesmo questionar, ele se abaixou de acordo com sua vontade até que o rosto estivesse entre seu pescoço, sentindo sua respiração levemente ofegante enquanto se dava liberdade para esfolar seu interior de modo que não costuma fazer usualmente; mas não foi desagradável, sentir prazer assim também foi bom. Rápido, forte, fazendo os barulhos ficarem cada vez mais altos e a sensação gostosa das bolas ardendo a cada tapa em sua pele retumbar pelo cômodo junto aos choramingos dele.
E consumida pelo alívio que sentia pelo bater constante do pau dele em seu interior e pelo estímulo que a pélvis dele fazia em seu clitóris toda vez que batia ali tão firmemente, levou as mãos até o meio das costas e o pressionou contra seu corpo, nem mesmo se contendo ao virar o rosto e morder a orelha do maior e a arranhar os músculos dele como recompensa, de modo que todo o corpo de Choso tremesse com o estímulo. As orelhas zumbiam com o barulho de sucção que se iniciou quando sua língua lambeu o lóbulo e começou a passar por toda a extensão da cartilagem, e o pênis contrair em meio aos movimentos por quão excitante e fodidamente bom foi ouvir os barulhos molhados tão perto. Foi também quando sua boceta se apertou ao redor do falo inchado e ele engasgou em seu pescoço, choramingando para conter o aperto no estômago e a necessidade de gozar.
Queria te impregnar. Queria encher seu útero com esperma e ver a mistura que ocorreria, ver sua barriga inchar e criar família; naquele momento o fato de ser metade maldição sequer passou pela cabeça dele, e honestamente Choso sequer sabia que é incapaz de te engravidar por isso, sem contar o mal entendido quanto a menstruação. Tudo que ele sabe é que adora sentir esse torpor utópico, e ainda assim, Choso priorizou você e segurou aquele aperto familiar no abdômen sob os arfares pesados e gemidos roucos, desejando fazer seu incômodo se dissipar antes de encher sua boceta.
Mas ele não conseguiria conter as ideias para si, claro que não.
"Q-quando formarmos uma família" Choso começou com a voz trêmula pelo esforço físico de esfolar sua boceta, choramingando quando largou a orelha dele a fim de prestar atenção nas palavras aleatórias e confusas. ", podemos fazer assim de novo?"
"Se você for um bom pai." Riu anasalado, ainda que ofegante com as paredes internas contraindo conta temente ao redor do eixo dolorosamente duro.
"Vou ser." Ele choramingou, lambendo a curva de seu pescoço antes de beijar suavemente, contrastando com as estocadas fortes, rápidas, dignas de um híbrido tão forte quanto ele é. Sua boceta e bunda só não ardia a ponto de doer pois era o que lhe dava prazer e alivia a cólica. "Vou te engravidar agora e ser o melhor pai quando a menstruação acabar e o bebê vir." Continuou, deixando você levemente confusa com as implicações da frase. "E-estou feliz que estamos fazendo uma família. Porque isso também é tão bom." quando terminou com a voz manhosa e banhada em paixão e devoção, seu coração já acelerado disparou mil vezes, a ponto do próprio homem senti-lo através de seus seios e levantar a cabeça levemente para averiguar sua expressão mista entre confusão e êxtase.
"Não, Choso, meu amor–" você apertou os olhos e suspirou, arranhando-o outra vez com o nó que se formou em seu estômago. O gemido gutural que saiu dos lábios rachados do maior e o olhar devoto que as orbes escuras, rodeadas de olheiras, lhe forneceram quando reabriu os olhos fez seu coração apertar, e com um sorriso provocante, optou por não dizer a ele que nada do que disse faz sentido; ao menos não agora. "Só... Me dê seus bebês, então." Riu, recebendo um selinho rápido na bochecha e a testa dele se apoiando na sua logo após. "Estou tão perto. Se pressiona mais em mim e solta tudo dentro."
"Si-sim. Eu vou." Choso soou manhoso, as bolas estavam doendo por segurar o orgasmo, mas para ele valeu e continuaria valendo a pena pela sua expressão, pelo seu beijo.
Pois o peito inflou de paixão e realização ainda mais quando seus lábios chegaram aos dele num beijo desleixado, com ambos ofegantes entre ele enquanto tentavam arranjar um ritmo aceitável para menos saliva escorrer por ambos os lábios. E com aquelas batidas fortes em seu interior e a boca do maior parecendo tão desesperada por seu afeto, a dor foi esquecida, nada sobrou além do desejo de continuar sendo preenchida e de continuar sendo alvo do beijos repletos de adoração do rapaz que por sua vez, sentia-se embebedado pelo cheiro e sensações.
Não demorou muito para Choso estremecer acima do seu corpo, e com um choramingo manhoso e um olhar pidão, o feto amaldiçoado se afastou do beijo ofegante, juntando a testa na sua. Bastou um sorriso seu para que levantasse a parte superior do corpo e observasse atentamente o pau grosso alargando sua boceta, ambos pintados de um vermelho escuro que encantou o maior; e fazendo jus aos pêlos eriçados, estômago tenso e coração mais que disparado, com um gemido gutural Choso assistiu atônito o pênis afundar em seu interior com a sensação gostosa do orgasmo o percorrendo. Você suspirou quando o calor do esperma dele te consumiu, e sentiu falta da sensação de preenchimento quando o de olhos escuros lentamente se tirou de você, fixado em sua cavidade. Permitiu que apreciasse da vista de sua boceta contraindo, inclusive ajudou levando uma mão até lá e esticando os lá