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COLAGENS NATURAIS (2025) (colagem analógica)
não tem jeito melhor de dizer isso:
eu odeio a dependência forçada.
Odeio que existam momentos em não posso escolher pedir ajuda, porque estar sozinho é se destruir. E eu sempre, sempre, me auto destruo até não dar mais.
A sensação de estar à mercê do outro é desesperadora. Porque se o outro me controla, significa que eu não tenho mais autonomia. Que não tenho mais agência sobre a única coisa que eu de fato poderia controlar.
E não importa o quanto eu grite pra mim mesmo que controle é uma ilusão. Eu sempre me encantei demais pelas ilusões. Fossem bonitas, ou não.
É por isso que tento sempre ser tão cuidadoso com o querer do outro: eu não quero tirar de ninguém a sensação de livre-arbítrio. É por isso que eu fico furioso quando tentam cessar o meu: existem mil e uma facas prontas pra rasgar meu coração caso aconteça. É por isso que eu me fecho: porque quando as facas terminam comigo, elas esperam a próxima pessoa a aparecer.
E eu não quero cortar ninguém. Nunca.
Mas “sempre” e “nunca” são só mais ilusões que eu me encanto por.
05 04 2025
Suzanne Césaire (1915–1966) was a Martinican writer, teacher, and intellectual known for her contributions to the Negritude and Surrealist movements. Born in Trois-Îlets, Martinique, she married poet and politician Aimé Césaire and collaborated with him on significant cultural and political initiatives. Suzanne co-founded the influential journal Tropiques (1941–1945), where she wrote essays exploring Caribbean identity, surrealism, colonialism, and cultural liberation. Her writings celebrated Martinique's unique culture while critiquing European colonial frameworks.
Suzanne Césaire passed away in 1966 at the age of 50, leaving behind a legacy of intellectual resistance and cultural advocacy that has continued to inspire thinkers and writers in postcolonial studies. Despite her relatively small body of published work, her ideas have had a profound and enduring impact. 🇲🇶
não sei como fazer algumas coisas [isso me causa angustia]
extrato de diário 181025
"que horas ela volta?" [1] mexeu profundamente comigo. a filha que mora longe da mãe. a mãe, que faz de tudo, longe da filha, pra se manter e mandar dinheiro. o tempo que passa, a saudade que assola, o meu reconhecimento na filha que ama, mas tem dificuldade em se conectar. o sistema, que pesa tanto cada atitude tomada, cada ideia pensada, cada sensação sentida.
minha mãe tá passando por um processo que pode mudar pra sempre o corpo dela. ela, que sempre foi tão vaidosa. ela me pediu um sabonete facial natural. por que eu tô tão preocupado em adivinhar o que ela deseja, o que posso dar, quando tudo que preciso fazer é ouvir?
quero relembrar como ouvir
sem esperar para dar uma resposta
isso é algo que a livraria mágica de paris [2] me ensinou em alguma das 3 vezes que li do início ao fim. nas conversas que os protagonistas perdidos descobrem ao longo de uma jornada que é guiada por saudade, curiosidade e medo. onde as respostas a serem procuradas para dentro são descobertas como perguntas que vêm de fora, de outrem. e que linda era a sensação de estar tão presente no mundo que qualquer vibração de voz era um deleite para a alma.
e é isso que quero resgatar. eu já fui capaz de ser tão atento à vida que escutava a alma do outro. e eu me deliciava dessa escuta.
quando foi que perdi a calma do viver? uma habilidade adormecida, mas não morta.
sei que posso recuperá-la.

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current studies
Passando só pra atualizar 😉😊