Lint Roller? I Barely Know Her
Interview Vampire Daily
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

roma★
The Stonewall Inn
almost home
tumblr dot com
Game of Thrones Daily
The Bowery Presents
hello vonnie
Monterey Bay Aquarium

Game Changer & Make Some Noise
official daine visual archive
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ

Origami Around

shark vs the universe
I'd rather be in outer space 🛸

ellievsbear

seen from Malaysia
seen from United States
seen from Germany
seen from Argentina

seen from Belgium
seen from United Kingdom
seen from United States

seen from Chile
seen from Argentina

seen from Türkiye
seen from Malaysia
seen from United States
seen from Indonesia
seen from Bangladesh
seen from India

seen from Saudi Arabia
seen from Portugal
seen from United States
seen from Kyrgyzstan

seen from Malaysia
@sombralunar

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Tudo bem ir embora. Eu também não ficaria.
existe um tipo de coragem que ninguém vê. não faz barulho, não recebe aplausos e nem muda o mundo de um dia para o outro. ela acontece quando alguém sente vontade de voltar, mas decide permanecer onde a própria paz começou a nascer. não porque deixou de sentir, mas porque finalmente entendeu que amor nenhum deveria exigir o abandono de si mesmo. e, curiosamente, essa coragem quase sempre parece muito com uma tarde comum: um remédio para cólica, um copo d'água, um quarto arrumado, uma série qualquer e a esperança de que, em algum momento, a energia volte. a da rua... e a de dentro também.
Eu genuinamente acreditava que você seria permanente. Testemunhei seu desânimo aumentar, vi seus esforços para dialogar e seus apelos por transformação… repetidas vezes. Mesmo assim, me apoiei na falsa segurança de que você não partiria.
Julguei que o sentimento que nos unia superaria qualquer exaustão. Supus que o amanhã traria sempre uma nova oportunidade, outra tentativa, um novo ponto de partida… mais tempo. Até o instante em que o tempo acabou.
E o que me causa maior sofrimento agora vai além da sua ausência. É a lucidez de enxergar a quantidade de chances que tive para agir de outra forma e o quanto as negligenciei. Tudo porque, bem lá no fundo, eu tinha a ilusão de que você jamais desistiria de mim.
tô falando de um dia cheio. talvez não exatamente cheio, mas lotado de nuances e sei lá exatamente pelo quê, mas minha cabeça rodou um pouco. rodou, rodou e olhou pra dentro. uma espécie de combustão de todos os pensamemtos que ficaram flutuantes nos últimos tempos me invadiram. emotiva, acho que não restaram tantas muitas opções a não ser derreter. deixar lavar o que tinha pra ser lavado e constatar que eu já não me encontro mais em mim tem um tempo. essa coisa de mudança nunca foi muito o meu forte, mas eu realmente pedi pra que tudo fosse diferente. com o meu pedido, tudo foi tomando o seu novo devido lugar — um lugar que muitas vezes eu desconhecia ou só não pensava muito sobre. mas abri um portal aparentemente mágico das transformações relâmpago: e descobri que cada milésimo de segundo conta quando o que gente mais quer é contar uma outra história. mas tem que querer com gosto, com sabor de exagero. me fez lembrar que Clarice Lispector dizia que se errasse, que fosse por muito, por amar demais, por se entregar demais, por ter tentado ser feliz demais.. e eu quando lia essas coisas achava linda essa vontade latente e permanente de SER com vontade o que a gente SENTE que ainda pode ser — sendo pelo que é certo, errado, inocente ou culpado, frágil ou perigoso. ser para todos os efeitos e de todas as formas mas ser. e encarar os muitos riscos em torno disso: em ser mal vista, mal encarada, mal educada, mal interpretada.. afinal, não se pode ter tudo. mas ser tudo que der pra ser, isso pode.
mas perceber esse universo novo, esse querer e essa certeza de poder ser tanto, tem me feito ficar emotiva com o quanto essa mesma vida já deixou de ser ela há segundos atrás. o quanto lidar com tudo que não era eu, dentro do meu eu é um desafio que me coloca à prova todos os dias. e quebrar, o tempo inteiro, o vício de voltar a ser o que já não consigo mais.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Às vezes você encontra alguém que te acerta em cheio, como se conhecesse todos os seus pontos fracos, só que em vez de evitá-los, essa pessoa os toca delicadamente e por um instante você sente que alguém finalmente te entende sem precisar de explicações, e então você fica sozinho com essa descoberta e não consegue mais voltar a ser quem era antes.
Eu estou aqui. Mas também não estou aqui. Porque visito o passado tantas vezes… E, quando não, visito o futuro. Ainda assim, permaneço parada enquanto a mente viaja. Esqueço-me de mim estando dentro de mim mesma. Uma vida apática vista de fora, expondo pecados que cometi sem sequer estar no presente. Pecados ora de ausência, ora de afastamento. Ora de medo das opiniões, ora de tentar ser invisível. Voltar a mim e ver, em silêncio, tudo isso virar um tiro no próprio pé. Viver doente e sentir, com muita dúvida, que talvez não haja cura. Dúvida que nasce da consciência do meu estado, afinal, pode muito bem ser só mais uma artimanha dessa mente que insiste em se quebrar.
Existem momentos em nossas vidas em que a gente precisa ir. Não pela dor ou pelo sofrimento, mas porque não há mais nada ali para você. Só ir.
É como ler a continuação do seu livro predileto e de maneira decepcionante, perceber que aquele gênero não é mais para você. Então, você fecha o livro para sempre.
Você vai lembrar dos momentos bons, das risadas, mas, no fundo, sabe que os risos não serão mais escandalosos como eram antes. Tudo o que tinha para ser vivido já foi.
Dói encerrar ciclos. Você quer que algo mude, que a graça das piadas que você achava engraçadas volte, mas você cresceu. E tudo o que você quer para a sua vida não está mais ali. Você não está mais ali.
Não imploro que segure minhas mãos. Imploro que solte elas. Não imploro que me demonstre amor. Imploro que não me ame. Não imploro que me reforce essa ou aquela maneira de ver a mim ou ver o mundo. Imploro que me confronte, questione, contradiga.
Não imploro que seja diferente. Imploro que seja tu mesmo, pois assim sendo, veremos.
Veja como você não implora por nada. Veja tudo que você procura, procurando por você. Veja como seu orgulho é cruelmente sutil como o movimento dos poros da sua pele. Todos imploramos por algo, por miúdos que sejam esses momentos, independente de qual seja o objeto implorado, só é feito de uma maneira que burle o sistema psicológico e passe pela resistência racional, feito isso; estamos implorando por amor, dinheiro, poder, direitos, fama...
Dependendo do contexto, não podemos chamar isso de "implorar", porque precisamos pensar que estamos fazendo mais, sempre mais, sempre de uma maneira que não atinja a integridade do ego, não fira nosso orgulho, nem aflija nossa versão preferida ou ideal de nós mesmos, diga-se então; estamos lutando, estamos batalhando, estamos na correria, estamos no foco. Mas isso não é tudo, precisamos de outra maneira de implorar, embora mais passiva, ela começa sempre com "tudo bem", "eu consigo lidar com isso", "eu entendo", daí o repertório de como imploramos por tantas coisas vai se enriquecendo, ficando cada vez mais profundo, quando vamos ver eu só estou falando besteira, sabe ? [Risos].
Desculpe, estou implorando que aprenda interpretar as "merdas" que digo [risada não contida].

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
É estranho como a saudade retorce memórias felizes até que elas se tornem dolorosas. O que antes aquecia, agora pesa e a gente começa a fugir justamente das lembranças que um dia mais quis guardar.
Eu costumava querer voar, mas agora desejo nunca ter deixado o ninho. Cantos e ventos, tudo era mais leve Sendo apenas, passarinho.
Eu queria poder dizer que as novidades são boas
mas dentro de mim
as coisas seguem
confusas e sombrias
como se eu tivesse voltado há 10 anos.
Meu eu de 16 anos estaria totalmente decepcionada com meu eu de 25,
porque como pode uma pessoa adulta ser mais covarde que uma adolescente?
Eu tive anos para conseguir mudar de vida
ser alguém melhor
me superar
me desafiar
vencer e ser quem eu quis por muito, muito tempo, ser
mas cá estou,
escrevendo textos feito a adolescente de 10 anos atrás,
com a tristeza cravada nas raízes de mim,
percorrendo as minhas veias,
engolindo meu corpo,
tomando conta da minha mente, corpo e vida.
Mas... que vida me resta?
A vida que flutua entre o ser ou não ser?
A vida caótica e cinza?
O resto de vida?
Aquela que é segurada pelo pescoço,
perdida dentro de si
com a ansiedade rasgando o peito
fazendo migalhas do meu eu?
o silêncio,
onde as saudades ressoam
e os vazios ecoam.
onde a alma se permite chorar
nos obrigando a olhar todas as feridas não cicatrizadas.
implorando para ser curada.
há em nós um quarto dentro do peito,
onde a luz quase não entra.
onde preferimos a tempestade
ao som do nosso próprio respirar.
nos agarrando ao caos como quem dança com espinhos,
enquanto deixamos que cada pétala se perca no vento,
pois a dor é prova de que ainda sentimos.
como se fosse só o que nos resta.
imploramos por paz, enquanto alimentamos o incêndio que nos mantém inquietos.
no fundo, somos apenas crianças
chorando baixinho para que ninguém perceba que o medo ainda mora aqui.
abandono, palavras duras, toques que nos fizeram morrer em vida.
no fundo, somos apenas crianças
que ainda se agarram a tudo que nos manteve vivas
família, conquistas, café recém passado, cheiro de chuva, Deus.
ainda sim,
sentimos esperança em pequenos detalhes
em grandes amores
em pequenos olhos
em delicadas mudanças de vida.
sentimos que no fim,
há de a ver um novo sol, uma vida calma, um café e um tranquilo amor que espera por nós.
e um dia,
quando a tempestade cessar,
descobriremos que o vazio era espaço
esperando ser casa.
A gente fica mais cauteloso aqui, mais corajoso ali, mais silencioso em certos assuntos. É como se aquele amor tivesse reescrito uns pedaços da gente, e não dá para voltar a ser rascunho.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Tem tanta coisa passando pela minha cabeça neste momento
que não sei o que fazer com elas.
Mesmo querendo tirar à força do meu peito uma palavra sequer, eu não consigo.
Fujo das pessoas como o diabo da cruz
e me apego a quem já não mais importa.
Essa infeliz necessidade de ser lembrada como alguém especial…
Uma falta que talvez nunca seja preenchida.
“As rejeições existem, não adianta fechar os olhos. Acho que ninguém quer ser rejeitado, mas somos em diversos momentos da vida e em várias áreas dela. Acontece. E quando acontece, é uma decisão que não é sua, e por isso precisa ser aceita. Nem tudo está sob o poder das suas escolhas; existem também as escolhas dos outros.
E rejeição dói, machuca, eu sei. Ainda assim, prefiro alguém sem subterfúgios do que alguém que dança sobre uma música que não quer escutar.
Porque, no fundo, a verdade, mesmo quando corta, ainda é mais leve que a dúvida que se arrasta. A rejeição tem fim; a incerteza, não.
Talvez o que mais doa não seja o “não” em si, mas tudo aquilo que a gente imaginou depois do “sim” que nunca veio. Os cenários criados, os diálogos que não aconteceram, os futuros que ficaram pela metade dentro da gente.
Mas existe uma dignidade silenciosa em aceitar quando não nos escolhem. Não como quem desiste de si, mas como quem entende que amor, presença e vontade não se imploram, se encontram.
E, por mais difícil que seja, cada rejeição também é um recorte de verdade: mostra onde não cabemos… e, aos poucos, nos empurra na direção de onde caberemos por inteiro.”
Nebulento.