Morrestes achando que amava.
Matastes pensando que era amor.
Dominado pelo egoĂsmo da paixĂŁo,
nos fez ver que nĂŁo te conhecĂamos como
deverĂamos
E, por tua atitude, demonstrou que nĂŁo
conhecias o amor.
Se tu soubesses que o amor ĂŠ coisa aguda
Que tĂŁo brutal percorre inĂcio, meio e fim
Destrincha a alma, corta fundo na espinha
Inebria a garganta, fere a quem quiser ferir
Amor quando ĂŠ amor nĂŁo definha
E atĂŠ o final das eras hĂĄ de aumentar.
Mas se o que eu digo for erro
E o meu engano for provado
EntĂŁo eu nunca terei vivido
Ou nunca ninguĂŠm terĂĄ amado.
Descansem em paz.










