Bom senso e otimismo não andam de mãos dadas por aqui. #bomsenso #sensocomum #covid #covıd19 #pandemia #virus #quarentena #distanciamentosocial #escola #crianças #brasil #otimismo https://www.instagram.com/p/CDw9cdXHBcU/?igshid=5mc6shc6pipx
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Você escolhe ficar entre a massa, seguir um padrão criado pelo senso comum, viver conforme os moldes da sociedade, ou aceitar a si mesmo, assumir ao mundo o que realmente você é e pagar o preço por suas escolhas? Fica a reflexão.
Hoje eu queria #conversar com vocês sobre o #bomsenso, o #mausenso, o #sensocomum e o #censo. Vocês sabiam que o termo "censo" tem uma origem histórica interessante que se relaciona com o discurso do "senso"? Bom, na verdade, "censo" vem do latim "censere", que significa "#julgar", "#avaliar". Essa mesma raiz linguística também é a base do termo "senso", que vem do latim "sensus" e significa "juízo", "#percepção". Por isso, acredito que a relação entre o "censo" e o "senso" não é apenas uma questão de semelhança sonora, mas sim de uma conexão #histórica e #linguística que nos ajuda a compreender melhor como #decidimos e tomamos nossas ações. O censo é um levantamento #estatístico que busca julgar e avaliar a realidade de uma determinada #população, levantando informações precisas sobre #características como faixa etária, escolaridade, renda, entre outras. Esses dados, por sua vez, são fundamentais para tomadas de #decisão e formulação de políticas públicas. Já o senso é um juízo que considera o que é #certo ou #errado em determinada situação, buscando sempre tomar as melhores decisões. E é justamente aí que a relação entre o censo e o senso se torna mais clara, já que o bom senso é algo que deve ser cultivado com base em informações precisas e uma percepção clara da realidade que nos cerca. Além disso, o senso comum também é um elemento importante nessa equação, já que muitas vezes é a partir dele que tiramos #conclusões precipitadas sobre a realidade, sem levar em conta dados precisos e informações mais complexas. Por isso, é importante #exercitar o #sensocrítico e #questionar o senso comum quando ele não se baseia em #fatos concretos. Bom, espero ter ajudado a entender melhor essa relação entre o censo, o senso e o senso comum. Vamos sempre buscar desenvolver nosso bom senso, cultivar o senso crítico e valorizar a importância do censo para compreendermos melhor o mundo à nossa volta. Até a próxima! E não se esqueça. Agende seu #psicoonline para falar com um #psicologo ou uma #psicologa Acesse https://psico.online e #agende sua #terapiaonline (em Brazil) https://www.instagram.com/p/CpkhZxZsojq/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Escrever #legendas sempre é um #desafio. Principalmente pq o conteúdo tenta fugir do #sensocomum . Veja: "todo um grupo acredita que a masturbação faz mal à saúde, pq tal opinião foi e é veiculada pela tradição. Aqui, não se trata mais de uma autoridade ou prestígio individuais: mesmo assim, reencontramos esses termos porque à tradição é frequentemente atribuída autoridade (sempre foi assim) e prestígio (sabedoria dos mais velhos). Verifica-se que o indivíduo coagido tem pouca participação racional na produção, conservação e divulgação das ideias. No caso da produção, dela simplesmente não participa, contentando-se em aceitar o produto final como válido. Uma vez aceito esse produto, o indivíduo coagido o conserva, limitando-se a repetir o que lhe impuseram. E é dessa mesma forma que ele acaba por se tornar um divulgador dessas ideias: ensina-as a outros da mesma forma coercitiva como as recebeu" Piaget, Vigotski, Wallon: Teorias psicogenéticas em discussão de Yves de La Taille, Marta Kohl de Oliveira, et al. E a coação pode se dar por N motivos e formas. Mas foco, o tema é outro. Aqui, não cabe senso comum, e embora tentemos, cabe buscar fontes confiáveis dos temas. Busca-se como se dá um sentido, um significado que possa alterar um pouco uma realidade ou apoiar, fortalecer uma decisão. Relacionamos (ligamos) imagem e texto (ou não) e amamos quando vocês complementam, até porque as pesquisas demoram. Hoje queria falar do relacionamento. Fácil né? Não. Nem um pouco. E tem vários textos no site https://psico.online para provar... 😂 Podemos entender o relacionamento de diversas maneiras. Atribuir temas, romantiza-lo, reduzi-lo ao "amoroso". Mas eu e você temos uma relação e você nem sabe quem sou eu. Assim: Relacionamento é e não é intimidade. Relacionamento não é só conexão. Relacionamento não é só amor. Relacionamento precisa de comunicação (?). Eu acredito que sim, mas toda vez que acredito vejo que há outras maneiras - inclusive melhores de fazer o que acredito. Será que todo relacionamento precisa de comunicação? Cuidado com a pegadinha, pois não falei só do relacionamento amoroso, sim, relacionamento. Ah a imagem. Pois é, demos a entender. 😉 (em Relacionamento Sério) https://www.instagram.com/p/CmACcC_JRh7/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Ariano Suassuna • Arte no Brasil uma história da cinco séculos?
O que é Estética na Filosofia?
A Estética, também chamada de Filosofia da Arte, é uma das áreas de conhecimento da filosofia. Tem sua origem na palavra grega aisthesis, que significa "apreensão pelos sentidos", "percepção".
É uma forma de conhecer (apreender) o mundo através dos cinco sentidos (visão, audição, paladar, olfato e tato).
Importante saber que o estudo da estética, tal como é concebido hoje, tem sua origem na Grécia antiga. Entretanto, desde sua origem, os seres humanos mostram possuir um cuidado estético em suas produções.
Das pinturas rupestres, e os primeiros registros de atividade humana, ao design ou à arte contemporânea, a capacidade de avaliar as coisas esteticamente parece ser uma constante.
Mas, foi por volta de 1750, que o filósofo Alexander Baumgarten (1714-1762) utilizou e definiu o termo "estética" como sendo uma área do conhecimento obtida através dos sentidos (conhecimento sensível).
A estética passou a ser entendida, ao lado da lógica, como uma forma de conhecer pela sensibilidade.
Desde então, a estética se desenvolveu como área de conhecimento. Hoje, é compreendida como o estudo das formas de arte, dos processos de criação de obras (de arte) e em suas relações sociais, éticas e políticas.
A Beleza entre os Gregos A filosofia grega, a partir de seu período antropológico, buscou perceber os motivos pelos quais as atividades humanas possuem um comprometimento com um valor estético: a beleza.Fonte
Desde o início dos tempos, a ideia de beleza e de bem fazer estão interligadas à produção e transformação da natureza.
Com isso, o filósofo grego Platão (427-347) buscou relacionar a utilidade com a ideia da beleza. Ele afirmou a existência do "belo em si", uma essência, presente no "mundo das ideias", responsável por tudo o que é belo.
Muitos dos diálogos platônicos têm como discussão o belo, sobretudo O Banquete. Nele, Platão se refere ao belo como uma meta a ser alcançada por todo o tipo de produção.
Entretanto, o filósofo une o belo à sua utilidade e ataca a poesia e o teatro grego. No pensamento platônico, esse tipo de atividade não possuía utilidade e gerava confusão acerca dos deuses e dos objetivos das ações humanas.
Em seu livro A República, Platão deixa claro que na formulação de sua cidade ideal, a poesia grega seria afastada da formação dos homens por desvirtuar os indivíduos.
Em Aristóteles, há a compreensão de arte como técnica destinada à produção. O filósofo busca definir os termos gregos: práxis (ação), poiesis (criação) e techné (regras e procedimentos para se produzir algo).
Sendo assim, passa a ser entendido como arte, tudo o que passa por essas três dimensões, todo o tipo de trabalho e tudo aquilo que produz algo novo.
Entretanto, há uma forte hierarquia entre as artes gregas. As artes da razão, que trabalham com o intelecto, são entendidas como superiores às artes mecânicas, que trabalham com as mãos.
O trabalho com as mãos é compreendido como um trabalho menor, desvalorizado, destinado aos escravos. Cabia ao bom cidadão grego as atividades do intelecto como a matemática e a filosofia.
A Beleza ao Longo da História da Filosofia A beleza era entendida pelos gregos em sua objetividade. Essa concepção foi mantida durante toda a Idade Média e estendida em sua relação com a religião. A ideia de perfeição e beleza estiveram relacionadas à manifestação da inspiração divina.
Durante o período, a arte foi utilizada como um instrumento a serviço da fé. Seu principal objetivo era revelar o poder da Igreja e expandir a religião cristã. A beleza em si mesma passou a ser relacionada ao pecado.
Com o fim da Idade Média, o Renascimento buscará separar-se da visão religiosa da beleza. A ideia da beleza passa a se relacionar com a reprodução mais fiel possível da realidade. O artista passa a assumir o protagonismo, sua qualidade técnica passa a ser valorizada.
A beleza, entendida em sua objetividade, vai estar relacionada com as proporções, formas e harmonia das representações da natureza. Essas características tornam-se expressões matematicamente presentes nas obras de arte.
Definiu-se, então, um campo relativo às sete artes (pintura, escultura, arquitetura, música, dança, teatro e poesia) ou, belas artes. Essa concepção de arte se mantém até os dias atuais, apesar de terem surgido novas formas de expressão artística (fotografia, cinema, design, etc.).
Baumgarten e a Origem da Estética
O filósofo alemão Alexander Baumgarten inaugurou a estética como área de conhecimento da filosofia. Buscou compreender os modos de reprodução da beleza pela arte.
Em boa parte, isso se deu pelo fato da arte ter se estabelecido como um ato de produção que pode estar associada a um valor econômico.
Para atribuir um valor a uma obra é necessária uma compreensão da arte que vai além do simples gosto. Baumgarten buscou estabelecer regras capazes de julgar o valor estético da natureza e da produção artística.
As bases definidas pelo filósofo propiciaram que ao longo do tempo a arte fosse concebida para além de sua relação com a beleza. A arte passa a se relacionar com outros sentimentos e emoções, que influenciam a identificação do que é belo e de seu valor. Fonte
A Estética nos dias de Hoje A estética, desde sua relação com o belo entre os gregos, sua definição como área do conhecimento por Baumgarten, até os dias de hoje, vem se transformando e buscando compreender os principais fatores que levam os indivíduos a possuírem um "pensamento estético".
A filosofia e a arte encontram-se na estética. Muitos são os pensadores que, ao longo do tempo, fizeram essa união como modo de compreender uma das principais áreas de conhecimento e atividade humana.
Hoje em dia, boa parte das teorias estéticas são produzidas, também, por artistas que visam unir a prática e a teoria na produção do conhecimento.
É o caso de Ariano Suassuna (1927-2014), dramaturgo, poeta e teórico da estética. No vídeo abaixo, ele fala do valor da arte popular e sua relação com a dominação cultural.
Estética e Filosofia da Arte Atualmente, o termo “Estética” é considerado pelo senso comum como algo meramente referente à beleza corporal e à forma. “Centro de estética e beleza”, “cuidados com a estética”, “estética facial” e “estética corporal” são algumas expressões usadas e não apresentam o caráter filosófico próprio do termo, visto muitas vezes como dissociado de uma ciência.
A Estética é o campo da Filosofia que reflete e permite a compreensão do mundo pelo seu aspecto sensível. Segundo as Diretrizes Curriculares Orientadoras para a Educação Básica do Estado do Paraná,
“A atitude problematizadora e investigativa, característica da Filosofia, volta-se também para a realidade sensível. Compreender a sensibilidade, a representação criativa, a apreensão intuitiva do mundo concreto e a forma como elas determinam as relações do homem com o mundo e consigo mesmo, é objeto do conteúdo estruturante Estética. ” (PARANÁ, 2008, p. 59)
O ser humano, desde a antiguidade, se volta para as questões estéticas e de percepção sensorial, além de atribuir valor às produções humanas, o que inclui a arte. A arte é o meio pelo qual o homem expressa um conceito e se manifesta, desde os primórdios até a atualidade. Os alunos fazem parte de um mundo constituído, sendo necessária a reflexão tanto sobre a arte em si quanto às questões relacionadas à Estética.
Voltada principalmente para a beleza e à arte, a Estética está intimamente ligada à realidade e às pretensões humanas de dominar, moldar, representar, reproduzir, completar, alterar, apropriar-se do mundo como realidade humanizada. Na contemporaneidade, a Estética nos conduz para além do império da técnica, das máquinas e da arte como produto comercial, ou do belo como conceito acessível para poucos, na busca de espaço de reflexão, pensamento, representação e contemplação do mundo.
Aos estudantes do Ensino Médio, a Estética possibilita compreender a apreensão da realidade pela sensibilidade, perceber que o conhecimento não é apenas resultado da atividade intelectual, mas também da imaginação, da intuição e da fruição, que contribuem para constituir sujeitos críticos e criativos. (PARANÁ, 2008, p. 59)
Exposto isso, é sabido que a divisão curricular se dá por meio dos Conteúdos Estruturantes, podendo ser entendidos como conhecimentos que estão na base de uma disciplina. Na disciplina de Filosofia, o conteúdo estruturante Estética propõe a reflexão sobre a arte, a beleza e as percepções sensoriais no âmbito da disciplina. Sua importância recai sobre a reflexão acerca da produção humana e o desenvolvimento da sensibilidade.
A abordagem do conteúdo estruturante Estética, segundo as DCE,
“(...) pode começar, por exemplo, pela exibição de um filme ou de uma imagem, da leitura de um texto jornalístico ou literário ou da audição de uma música. São inúmeras as possibilidades de atividades conduzidas pelo professor para instigar e motivar possíveis relações entre o cotidiano do estudante e o conteúdo filosófico a ser desenvolvido. A isso se denomina, nestas Diretrizes, mobilização para o conhecimento”. (PARANÁ, 2008, p. 60).
Cabe ressaltar que o ensino de Filosofia não é em vão, sem fundamentação. Fazer a abordagem das questões relacionadas à Estética por meio de recursos variados não minimiza o rigor da disciplina. Não se deve esquecer que
“A Filosofia se apresenta como conteúdo filosófico e como exercício que possibilita ao estudante desenvolver o próprio pensamento. O ensino de Filosofia é um espaço para análise e criação de conceitos, que une a Filosofia e o filosofar como atividades indissociáveis que dão vida ao ensino dessa disciplina juntamente com o exercício da leitura e da escrita”. (PARANÁ, 2008, p. 50).
A filosofia e o filosofar pressupõem a leitura dos textos clássicos que possibilitem a compreensão e a reflexão sobre o conteúdo. Aliado a este trabalho, pode-se conciliar à leitura de textos o uso de diversos recursos, não apenas para mobilizar, mas também no auxílio à compreensão de conceitos. Por estarmos lidando com produções sensíveis como conteúdo, o uso do recurso é fundamental neste momento.
Os recursos podem ser utilizados para mobilizar, ilustrar ou explicar as questões abordadas nos textos sobre Estética e Filosofia da Arte. Seu uso é abrangente e possibilita diversos trabalhos com vistas à atividade reflexiva proporcionada pela leitura de textos. Ainda de acordo com as Diretrizes,
“É preciso que o Professor tenha uma ação consciente para não praticar uma leitura em que o texto seja um fim em si mesmo. O domínio do texto é necessário. O problema está no formalismo e no tecnicismo estrutural da leitura, que desconsidera, quando não descarta, a necessidade da compreensão do contexto histórico, social e político da sua produção, como também da sua própria leitura”. (PARANÁ, 2008, p. 53).

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Não, não sou bolsonarista, como não sou hipócrita, como não sou demagógico. Assim sendo eu digo: esse caso do jogador Maurício de Souza me irritou demais! Alguém pode me explicar como é homofobia atacar um desenho? O STF admite que "praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito em razão da orientação sexual da pessoa poderá ser considerado crime", e já transformaram o PODERÁ em SERÁ, e não consideraram que a opinião se aplicou a um desenho, ou seja, quem sofreu a "suposta" ação, indução ou incitação não foi uma pessoa!!! É como dizer que estou negando direitos humanos a um traficante ao dizer que o tráfico de drogas é crime grave!!! Isso não é democracia ou pauta social, é ditadura!!! Daqui a pouco, realmente não poderemos nos manifestar livremente, teremos de ser clandestinos para manifestar Fé e princípios... Fatos como esse dão argumento ao inquilino do Planalto para tentar a reeleição daqui a um ano... Imbecil, tem viés fascista, despreparado, etc... Mas quem entrar no lugar vai ser permissível com esse tipo de despautério?
💻 O mundo virtual e globalizado agrega inúmeros benefícios. Todavia junto vêm os problemas. 🎩🐇 A oferta de serviços com fórmulas mágicas é o que mais se encontra nas redes sociais. O grande desafio para um profissional que deseja ser sério e conceituado no mercado é resistir a tentação dos atalhos e das receitas prontas. 📚 Não se faz ciência sem empenho, esforço, entrega, dedicação, seriedade. A psicologia enquanto ciência não está isenta a este processo. Quebrar esta lógica grotesca do formulismo, das receitas e dos passos pra isso ou pra aquilo exige compromisso científico. 🔬 Neste sentido estou preparando uma série sobre experimentos científicos. Vamos dialogar sobre alguns dos mais importantes experimentos psicológicos e como eles influenciaram a pesquisa e contribuíram para o bem estar social. Acompanhe aqui em nosso perfil. Um grande abraço! #ciencia #sensocomum #formulismo #experimentospsicologicos #seorientapsi #drcesarpinheiro (em São Paulo, Brazil) https://www.instagram.com/p/CVVvnpUFxQ4/?utm_medium=tumblr
Em busca do senso comum - Olhares de Martin Lindstrom
Você já reparou que o senso comum está desaparecendo? O senso comum pode ser compreendido como “ver as coisas como elas são e fazer as coisas como elas deveriam ser feitas”. Ou seja, é tratar clientes e funcionários como eles próprios esperariam ser tratados.
Ligado ao senso comum, não podemos deixar de comentar sobre a empatia, pois esta é diretamente ligado ao senso comum! A empatia é a capacidade de entender o que outra pessoa está vivenciando de dentro do seu referencial, ou seja, a capacidade de se colocar na posição de outra pessoa, é sentir o que a outra pessoa está sentindo.
Podemos medir a empatia e estudos indicam que ela está desaparecendo. Existem basicamente três razões para isso estar acontecendo:
1- Social Media- Vivemos em bolhas, ‘eu sou o centro do universo’, tudo gira em torno da minha opinião, minha visão! Quando isso acontece não consigo trabalhar a empatia.
2 - Outro motivo que diminui a empatia é que não temos paciência para nada, tanto é que temos apenas 280 caracteres no Twitter.
3- A terceira razão são as mudanças na nossa estrutura facial. (Pesquisem sobre o ‘Still face study’). Foi notado que quanto mais as mães usam botox, menos movimentos musculares têm no rosto e, consequentemente, menos empatia e mais se desconectam dos filhos! Quem diria, hein?
Ao perder a empatia, a marca pode estar se desconectando do consumidor. Quanto mais usamos storytelling, mais a empatia estabelecemos com o consumidor.
Além disso, se você quer que as pessoas mudem seu ponto de vista, você tem que trabalhar com empatia e prever esse cenário usando uma marca que gostem ou algo que aspiram.
Todas as anotações até o momento foram do módulo: Segmentação Moderna: a neurociência e a psicometria, de Martin Lindstrom (esse senhor simpático da foto), do curso de Pós-Graduação em Big Data e Marketing Intelligence da PUCPR.
Os livros utilizados de Lindstrom foram:
-The Ministry of Commom Sense Diagnostic
- Small Data: the Tiny Clues that Uncover Huge Trends
- Brand Sense: Sensory Secrets Behind the Stuff We Buy
- Buyology: Truth and Lies About Why We Buy