A csalódottság megtanított a lényeggel törődni, Azokkal, akik fontosak, a rosszat eltörölni.
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A csalódottság megtanított a lényeggel törődni, Azokkal, akik fontosak, a rosszat eltörölni.

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A lenyeg mindig a szemekben rejtozik
Engem nem érdekel, hány lánnyal volt előttem, csak ne én legyek az első. A fontos az, hogy hány lány kell majd ahhoz, hogy elfelejts.
Chora! (Por André Van Dal)
Chora! Nãohá ninguém te observando. Choracomo se desejasses morrer por desidratação. Chora! Chorao quanto puder! Chora! É de lágrimas que se faz mar.
Fraqueja e tropeça! O medo acompanha Qualquer jornada que seja. Tomai o vosso desconhecido! Não há conhecimento para nos libertar.
Não escondas como tu estás… É na tristeza que conhecemos as pessoas mais profundamente. Não finge ser quem não és… Devem ver o quão fundo são tuas cicatrizes. Aguarda aparecer alguém que queira arrumar-te E causa cicatrizes ainda mais profundas em vós.
Então, volta a chorar! Chora. Chora ainda mais pelo plural! Chora! Não há ninguém por ti. Chora lágrimas de sangue… Chora teu corpo… Chora tua mente! Culpa a ti mesmo.
Olha ao teu redor… Crês que eles estão felizes? Questiona-te! Eles existem? Tu existes? Qual é a necessidade de gastar tanta natureza com seres pútridos? Sortudos são os que não passam por ti. Eles apenas fingem viver… Entretanto, nós sabemos que eles já estão mortos.
Pensa! Reflete! O teu arco já está pronto? Sem concluíres, não deves continuar. Ignore vossas emoções… Elas servem só para impulso! Elas não vos deixam pensar… Elas só servem para memórias! Elas não te deixam parar de chorar…
Chora! Isso irá lavar-te! Lava-te com lágrimas e sangue. Lava-te com memórias. Chora! O que tu desejas não acontecerá contigo. Não creias nos romances que vês. Não há espaço para mais nada na tua vida. Chora! Aprendeste que tu sempre estarás sozinho? Nem tu mesmo queres te acompanhar. Bem-vindo a loucura. Chora!
Agora; Não me venhas com sorriso… Não me venhas com compaixão… Com nada! Agora; A única vez que te encontrarei… A única vez que te sentirei… Te amarei! Logo; Será quando nossas lágrimas… Será quando nossos sangues… Nossas cicatrizes… Estiverem unidas por vontades Maiores que nossos Egos.
"Neste pequeno mundo deserto há apenas eu dizendo a mim mesmo que eu achei um oásis onde não há" - MdS #lenyeg

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Értelem a semmiben...
Megtalálni valaminek az értelmét a legnehezebb dolog a világon… Hogy miért? Egyszerű a válasz. Mert. Ennek például mi értelme volt? Semmi. Akkor miért beszélünk erről? Nem tudom. Na. Tehát hogyan fogjam fel az értelmét valaminek? Nézőpont kérdése. Lehetsz optimista, pesszimista, realista, nihilista vagy ahogy szeretnéd. “Ez rajtad múlik.” Helyesbítek: “Minden rajtad múlik.” Megint javítanom kell. “Az egész rajtad múlik.” Vagyis ez volt a lényege?
Lehet.
Megértetted…
ugye?
Metamorfose floral
Certa vez, como muitas outras vezes, eu estava pensativo e vagando sem direção fixa… De corpo quente, suado, cansado e quase morto, encontrei num local inesperado uma “coisa” mais inesperada ainda. Ali no meu quintal, um local tão próximo que ainda é inacreditável! Sempre passei por ali… Sempre o via e nunca percebia nada. Acho que agora percebi que o ato de ver se divide em dois: ver algo e nem notar que ele existe e ver algo e perceber a importância que aquilo tem pra você.
Meu quintal não tinha muita coisa… Na verdade era todo bagunçado. Como a minha casa estava em construção, ele acabou virando o depósito de entulhos. Entretanto, em meio a tanto lixo jogado, um ramo de algo, que até então eu não sabia do que era, começou a brotar. Pena que só o via de maneira correta quando ele já estava crescido o suficiente para não precisar de mim… Deve ser lindo acompanhar o crescimento de perto de algo tão belo assim.
Cheio de arrependimento, já que não acompanhei o seu nascer, decidi-me a fazer tudo o que estivesse em minha competência e até além para que ele não morresse e não fosse embora! Coloquei um pequeno cercadinho envolta dele e uma placa de “afastem-se” pra que ele tivesse espaço e ficasse seguro. Arrumei caçambas para retirar o entulho do quintal… Limpei e organizei todo o quintal com as minhas próprias mãos.
Depois de tanto esforço para manter algo por perto que eu mal conhecia, ele começou a desabrochar numa flor… Senti-me como se esse fosse um presente pra mim, uma recompensa. Sim, me senti MUITO especial! (Você não se sentiria se uma flor desabrochasse pra você e por sua causa?) Egocentrismo meu ou não, isso me motivara ainda mais a continuar a cuidar daquela pequena florzinha.
Ainda não era capaz de classificar aquele pequeno projeto de flor… Porém, a ponta exposta de suas pétalas era um tipo de vermelho-rosado e o seu caule engrossava cada vez que eu ia vê-la. Pensei que ela se sentisse muito sozinha por eu não estar ao seu lado o tempo todo… Tinha muitas coisas a fazer, mas, enquanto eu podia, eu estava mais próximo dela do que nunca.
Então, peguei algumas sementes que eu tinha comigo e semeie pelo quintal a fim dela jamais se sentir só e sempre se lembrar de mim. As demais sementes, germinaram e floresceram… Tornaram-se lindas flores e puderam embelezar ainda mais meu quintal medíocre. Ainda assim, o que mais me importava era a minha flor que não florescera nem assim.
Gastei todo o meu tempo, até tempo que eu não tinha, para pensar em alguma maneira de fazê-la florescer… Testei todas as minhas estratégias e nada deu certo. Com o passar do tempo, acabei perdendo o gosto por fazê-la especial… De que adianta eu me dedicar tanto se ela não vai desabrochar nunca? Tempo perdido… Não há motivos para ficar.
Assim, comprei passagens para qualquer lugar e me afastei… Eu podia fazer qualquer cosia e estar em qualquer lugar com qualquer pessoa, entretanto, eu ainda me lembrava da minha flor que ainda não tinha desabrochado. Que sentimento horrível achar que se fez todo o possível e depois desistir e, ainda assim, querer voltar por estar repleto de arrependimento e de saudade. Não demorou muito e eu voltei pra casa… A casa, em si, estava pronta do jeito que eu tinha planejado, porém, não era para isso que eu estava lá, não é?
Atravessei tudo até chegar no meu quintal e quando cheguei lá, me assustei! Entrei em pânico e comecei a chorar… O local estava cheio de flores… Muitas flores… De vários tipos, tamanhos, cores e etc. Todavia, onde estava a minha preciosa flor? Voltei por causa dela… Larguei tudo o que me preencheu pra esquecê-la… Aí quando eu chego, ela nem mais estava lá.
Como não queria mais nenhum arrependimento, com cuidado procurei dentre todas as flores a MINHA flor. Dias passavam, mas eu não conseguia sair dali sem achá-la… Mesmo que só os restos delas, eu queria ela de qualquer maneira de volta pra mim. Passaram-se um pouco mais de quatro dias, todavia, repleto de alegria, encontrei-a quase da maneira que eu a deixei.
Em um primeiro momento, senti pena dela ter se desgastado… Porém, logo depois, me senti orgulhoso por ela ter conseguido seguir sua vida sem mim, sem que eu estivesse por perto.
O tempo foi passando e eu compreendi a maneira que eu deveria tratá-la… Por mais que ela fosse muito especial pra mim, ela podia cuidar-se de si mesma e se eu pudesse, compartilhar um pouco da minha vida com ela (como ela já fazia me alegrando apenas por existir), teríamos o melhor um do outro. Desta forma, com muito esforço e ardor, ela começou a desabrochar! Ela acabou se tornando numa forma belíssima e exótica.
Independentemente das visões alheias, a minha era bem clara: jamais tinha visto tamanhas características que pareciam ser feitas pra mim num corpo só! Pelas classificações que as outras pessoas fizeram, ela era uma rosa-do-deserto, porém, pra mim, ela sempre seria e será a minha flor.
A minha rosa de pétalas em degrade, de baixo pra cima, de branco ao róseo até o vermelho puro, com seu caule grosso, longo e resistente e repleta de folhas a decorar a sua volta. Um contraste que não consigo esquecer… A combinação parecia perfeita. Não via defeito algum naquela que eu tanto fiz tantas coisas boas e ruins e, mesmo assim, ela ainda estava ali pra mim.
Ao mudar de estação, suas folhas começaram a mostrar buracos, ficar pela metade e algumas até sumirem. Eu não entendi aquilo! Será que ela estava morrendo e iria me deixar? Será que ela faria por mim o que um dia eu fiz por ela? Não queria mais me arrepender de nada! Portanto, fiquei ao lado dela sem retirar um segundo a minha visão. Nada encontrei… Decepcionante!
Deixei alguns dias de vê-la, quando voltei a dúvida sumiu. Num de seus ramos, que pela aparência seria considerado morto, estava um grande casulo… Tão grande que quase encostava no chão. Percebi, naquele momento, que a minha flor tinha sacrificado suas folhas para que aquela larva, um dia, virasse uma borboleta linda. E assim se foram mais de meus dias… Eu cuidava do casulo e da minha flor para que ambos não fossem embora.
De repente, depois de alguns dias numa de minhas visitas matinais para conferir o estado de quem estava aos meus cuidados, o casulo tinha se rompido! Eu não encontrava mais nenhum traço de existência da borboleta que nascera da minha flor… O ódio completou o meu coração oco! Como ela pode se alimentar da minha flor e sumir sem dar satisfação alguma? Não conseguia entender tamanha maldade!
Desta maneira, quanto mais os dias se passavam, mais a minha flor perdia suas cores… Ela parecia tão cansada. Não tinha mais aquela vida e alegria que eu presava tanto. A tristeza começou a tomar conta de mim… Não queria que ela fosse embora. Jamais desejaria isso… Porém, se ela estava indo era direito dela ir, já que uma vez eu fui, mesmo voltando, eu já abandonei ela uma vez e dou essa liberdade a ela.
Sem muita demora, a minha linda, exótica, perfeita, importantíssima, amavelmente bela flor acabou secando e morrendo. Creio que aquele foi o dia mais triste da minha vida! “Eu a amei tanto e ela me retribuiu de formas tão pequenas! A maioria delas devem ser coisa da minha cabeça… Ela nem deveria se importar comigo!”, disse a mim mesmo. E, logo depois, “Como pude pensar algo tão rude da minha flor? Perdoe-me minha flor. Deixarei você ir como você me deixou ir, porém, isso não significa que um dia eu te esquecerei”.
Sem a minha flor no meu quintal, parei de visitá-lo. Tinha mil e um motivos para lembrar dela… Eu sempre ficava triste. Queria tê-la pra mim… Pra sempre! Entretanto, ela tinha partido e eu ficado aqui. Pensei em partir também… Mas e as lembranças que eu tinha? As outras flores do meu quintal que eu não dava atenção? Jogaria tudo o que já tinha feito fora?
Em memória a minha linda flor, passei a cuidar de todas as outras flores do meu quintal independentemente de suas características… Agora sim, o meu quintal já não era um quintal, ela era um jardim, um memorial! Passei a me entreter e me alegrar apenas em manter a memória da minha flor viva apenas cuidando do legado que ela me deixou.
Depois de tudo isso, enfim, vi algo voar sobre meu jardim… Amedrontado por minhas flores que eu tanto cultivei, fui correndo até lá. Quando cheguei, dei-me de cara com uma gigantesca borboleta, a maior que eu já vi. Como num cair de ficha, percebi que aquela grande borboleta de asas em tons de roxo, era, nada menos, do que a borboleta que foi gerada a partir de MINHA flor.
Aquela fúcsia borboleta era feita da minha flor! Então, a MINHA flor nunca tinha me deixado! Ela apenas mudou de forma… Ela sempre esteve por aí me procurando. E agora me encontrou!!! Felicidade plena numa imagem só. De novo, me arrependi dos meus pensamentos sobre minha linda flor que me deixou, como legado, meu lindo jardim e essa linda borboleta para que eu me lembre de todo o meu esforço que eu fiz não foi só por ela… Foi por mim, foi pelas outras, foi por nós.
Hoje, o meu jardim é melhor do que qualquer outro… Não por ser bonito e repleto de vida, mas por me relembrar a MINHA flor! Do que ela me fez, do que eu fiz a ela e, principalmente, do que eu não quero mais fazer para ninguém… Seja a minha flor a qual preencheu-me de tudo que eu não achei necessário um dia, seja meu jardim fonte de cultivo para tudo aquilo que renderá frutos a qualquer pessoa, seja minha vida feita de arrependimentos, pedidos de desculpa e perdões.
Alento final
Do pronome ao verbo, Em presente perfeito, Ao passo contrário de ser eleito, Cria-se livre projeção... Abstrato! Partiu-se o contrato... Ínfima ação!