Literalmente nada substitui o amor que vem do céu.
― Fred A. Lima

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Literalmente nada substitui o amor que vem do céu.
― Fred A. Lima

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‘Eu te odeio’, disse ela para um homem cujo crime único era o de não amá-la. ‘Eu te odeio’, disse muito apressada. Mas não sabia sequer como se fazia. Como cavar na terra até encontrar a água negra, como abrir passagem na terra dura e chegar jamais a si mesma?
Clarice Lispector, Laços de Família
UM CANTINHO ESCURO
As inspirações para os contos que escrevo vêm sempre das memórias de coisas que eu vivi. A maioria deles são fiéis descrições de fatos que experimentei em um determinando momento da minha vida, principalmente na minha juventude. Uns poucos surgem de fantasias baseada em algo que poderia ter acontecido em uma situação mais sugestiva.
Gosto, contudo, de relembrar e descrever as experiências que tive efetivamente, até para que o conto exale o mesmo tesão que senti no momento. Quando relembro, consigo sentir novamente um pouco das sensações anos antes. E sim, escrever deixa minha calcinha en-so-pa-da, exigindo algumas pausas para que os dedos possam deslizar um pouco por ali!
Há poucos dias encontrei uma turma de amigas e entre uma taça de vinho e outra, uma delas relembrou dos tempos da adolescência e contou que se metia em um cantinho escondido embaixo de uma escada na escola onde estudava para bater punheta para os meninos mais novos.
Imediatamente minha mente foi inundada por uma lembrança que se encontrava perdida. Fechei os olhos e as imagens voltavam à minha mente como se tivessem sido vividas anteontem me inundando de tesão e me fazendo, mentalmente, escrever um conto que resolvo compartilhar agora.
Já há alguns anos eu trabalhava em uma grande empresa da cidade onde eu morava e dividia o setor com outras seis pessoas. Imediatamente à minha frente se sentava o Diogo, que exercia as mesmas funções que eu, motivo pelo qual estávamos sempre interagindo. A interação diária e constante no ambiente de trabalho acabava gerando uma certa informalidade e intimidade no trato pessoal e nos permitíamos algumas brincadeiras e comentários, digamos, mais sugestivos.
Diogo era moreno, cabelos crespos e tinha traços rústicos. Não era exatamente bonito, mas era alto e viril, com uma voz grossa que exalava masculinidade e atiçava a curiosidade da mulherada da empresa.
Na época, Diogo tinha 26 anos e namorava firme uma conhecida minha, já alguns anos. Eu tinha 20 anos e namorava há 7 anos. Ambos faziam o mesmo curso superior, na mesma universidade, ele no quarto e eu no segundo semestre. Por conta disso, não era raro trocarmos caronas, ora oferecidas por mim e ora por ele.
Em um determinado dia, estávamos saindo do trabalho e ele me chamou dizendo que estava sem carro e perguntando se eu poderia dar carona para a faculdade. Claro que concordei a disse para que entrasse no carro e lá fomos nós no meio da estrada, onde ficava a empresa, para os sofridos estudos diários.
No caminho começou a contar que estava em crise com a namorada, se lamentando que andavam afastados. Se abriu tanto a ponto de falar da relação mais íntima entre eles e que estavam sem transar há mais de duas semanas. O assunto foi atiçando os dois e logo estávamos trocando sorrisos maliciosos e esbarradas furtivas dentro do carro.
Chegando lá rumei ao estacionamento habitual que ficava há uma quadra da faculdade. Em geral eu chegava e deixava o carro para manobrista, mas, naquele dia, o estacionamento estava razoavelmente vazio e o manobrista fez sinal para que eu parasse na parede ao fundo.
O estacionamento ficava em um terreno de uma casa que havia sido demolida, de modo que sobravam as paredes da fachada, do entorno e de alguns recortes do que sobrou da casa. Levei o carro até o fundo, manobrei para ficar perto da parede e desliguei o motor.
No meio da escuridão do estacionamento ficamos os dois quietos por alguns segundo, vendo outros dois carros que entraram e pararam logo atrás de mim e apagaram as luzes. Somente era possível ver um pouco dos olhos com a luz que vinha de longe e as silhuetas. Embora parecesse uma situação comum, o tesão era evidente.
Soltei o cinto e me arqueei entre os bancos para pegar meu material e neste movimentando acabamos roçando os braços. Pedi desculpas e ele respondeu com malícia: - Foi um prazer!
Nos olhamos e rimos.
- Faz muito tempo que tenho vontade de te beijar - , disse Diogo perdendo a vergonha.
- Ah é. Bom, a hora é agora e só temos 5 minutos - , respondi.
Diogo não perdeu um segundo e veio pra cima de mim com vontade. Seus lábios carnudos e sua língua queriam me engolir e correspondi na mesma linha, entrelaçando meus braços sobre ele e puxando para perto.
A mão dele percorre meu corpo, passando pelas pernas, pela bunda, pelas costas e repousando no meu seio. Com habilidade, rapidamente ele entra por baixo da blusa e do sutiã e agarra meu peito com vontade. Desce seus beijos pelo meu pescoço, ombros e abocanha o mamilo. Me arrepio e me molho, me encharco.
Gemo baixinho e retribuo as carícias passando a mão pelo peito dele e abrindo a camisa de botões que ele usava. Empurro de volta para o banco dele e me delicio em chupões por seu pescoço, peito e barriga, chegando até o pau.
Sentia aquela pedra retida dentro da calça jeans e mordia ele por cima da calça, passando a mão pelas coxas e testículos. Volta e meia me preocupava com o movimento em volta, mas àquela altura os vidros já estavam totalmente embaçados, nos livrando de bisbilhoteiros.
Abri o botão e o zíper da calça dele e resgatei lá de dentro um caralho duro feito pedra, grosso a ponto de minha mão não fechar nele. A cabeça brilhosa e melada me convidou a abocanhá-lo até onde pude. Punhetava aquele pau e chupava a cabeça escutando os gemidos de Diogo e sentindo a sua mão correr pela minha bunda à procura da minha buceta.
Parei de chupar e voltei a beijá-lo, sempre punhetando. Minha vontade era a de sentar naquela pica, mas não tínhamos tempo. Sem falar que a abstinência sexual de Diogo o permitiria gozar bastante rápido.
E foi assim, beijando Diogo e batendo uma punheta para ele que senti sua respiração ficar mais ofegante, seu corpo mais rígido e ele explodiu numa gozada tão farta que sujou o painel, a porta, o banco do carro, além das calças dele e da manga da minha blusa.
Ele gemia de olhos fechados e com a cabeça para trás enquanto eu espalhava a porra pela cabeça e pelo corpo do pau. Me abaixei e dei mais uma chupadinha para sentir o pau gozado que foi murchando aos poucos, momentaneamente satisfeito.
Diogo puxou me rosto, me beijou e disse que tinha sido muito melhor do que imaginava. Prometi que na próxima estaria de saia, mas agora era hora de ir para a aula.
Limpamos o que deu e nos arrumamos fora do carro, saindo apressados e suados, ambos com os rostos vermelhos. Na saída, entrego a chave para o manobrista que rindo comenta: - Hoje a manobra foi um pouco mais demorada, hein?
O dia que eu te vi, com ela
Eu não planejava te encontrar ali. Os passos me levaram por hábito, pelo caminho que a gente costumava fazer juntos, sem pensar que hoje ele seria só meu. E foi ali, na esquina onde você parava pra me beijar, que eu vi você.
Com ela.
Não foi um encontro. Foi um golpe. Um soco no peito que me tirou o ar antes mesmo que eu pudesse perceber onde estava.
Ali, na nossa esquina. No mesmo lugar onde você me apertava contra o muro e dizia que não existia ninguém mais no mundo. E você estava lá. Com ela.
O mundo parou. O barulho da rua sumiu, o sol pareceu escurecer, e só restou vocês dois. E eu senti como se cada fibra do meu corpo se rasgasse de uma vez — uma dor tão aguda, tão real, que quase me fez cair de joelhos. No lugar dela. Deus, como eu queria estar no lugar dela. Sentir o seu toque, receber o seu olhar, ser o motivo da sua alegria outra vez. Ver você tão perto e tão inatingível… foi como perder você de novo, mil vezes mais forte.
Não sabia explicar direito o que bateu no peito naquele instante. Não foi só dor — foi uma confusão de sentimentos que parecia rasgar tudo por dentro. Meus olhos grudaram em vocês dois, e a única coisa que conseguia pensar era: poderia ser eu. Deveria ser eu. No lugar dela, ao seu lado, rindo do que você dizia, sentindo o calor da sua mão na dela — era ali que eu queria estar.
E você sorria. Aquele sorriso. O mesmo que me fez perder o juízo, que me fez acreditar que era eterna a nossa história. Você ria como se nunca tivesse chorado comigo, como se nunca tivesse jurado que eu era tudo o que você queria. Parecia tão pleno, tão feliz… e eu sabia, com uma certeza que doía mais que navalha, que você já foi exatamente assim comigo.
Como consegue? Como você pode tocar a mão dela com a mesma ternura que um dia foi minha? Aí me perguntei, com a garganta apertada e os olhos já cheios de lágrimas: como pode? Como você conseguiu me esquecer tão rápido? Como conseguiu seguir em frente como se tudo o que a gente viveu — os dias bons, as noites de conversa, os sonhos que fizemos juntos — não tivesse sido nada?Como pode caminhar ao lado dela como se não tivesse deixado metade de mim para trás? Como apagou tudo tão depressa? Tudo isso foi só um jogo para você? Nada disso teve peso? Nada disso ficou gravado em você, como ficou em mim?
Meu coração não doeu — ele se despedaçou. Em pedaços tão pequenos que eu sei que nunca mais vou conseguir juntar. Você passou por ali, feliz e leve, como se eu nunca tivesse existido. E eu fiquei, sozinha, com a dor de ver que para você, o que vivemos não foi absolutamente nada.
Fiquei ali parada, escondida pela sombra da parede, até vocês sumirem na multidão. Meu coração parecia estar dilacerado, como se cada pedacinho que você um dia segurou com carinho tivesse sido arrancado devagar. Não fui atrás. Não podia. Porque ver você feliz com outra pessoa… era a prova mais cruel de que, para você, o nosso passado já tinha acabado há muito tempo — mesmo que para mim, ele ainda doesse como se fosse ontem.
— T 🥀

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Peguei Minha Prima no Flagra
Naquela época, eu tinha dezoito anos e quase zero experiência com relacionamentos. Era tímido, um pouco acima do peso e passava despercebido pelas garotas. Nos fins de semana, eu dormia na casa dos meus tios só para jogar videogame com meus primos. Eles tinham duas irmãs mais velhas, mas era Fabiane quem me deixava louco. Dez anos mais velha, sempre distante, com um namorado sério e frequentando igreja todo domingo. Uma mulher bonita, casada com a rotina, que mal olhava para mim quando eu era criança.
Com o tempo, porém, ela mudou. Começou a me dar atenção: abraços mais demorados, sorrisos que duravam um segundo a mais, olhares que me faziam engolir seco. Para um virgem como eu, cada toque era uma explosão. Quando ela me abraçava, eu sentia o cheiro do cabelo, o calor do corpo colado no meu, e meu pau endurecia na hora. Só pensava em uma coisa: meter naquela buceta gostosa, foder minha prima bem fundo até ela gemer no meu ouvido.
Uma noite, acordei com sede e desci para a cozinha. Ao passar pela sala, vi a luz da TV acesa. Fabiane estava lá, sozinha no sofá, coberta até a cintura com um cobertor. O volume estava baixo, mas dava para reconhecer: Cine Privê, filme erótico da madrugada. Ela parecia vidrada na tela, e então percebi o movimento sutil debaixo do cobertor — a mão dela dentro da calça de moletom, se tocando devagar. Quase gozei na cueca só de ver. Minha prima crente, namorando firme, se masturbando ali na sala da família.
Fiz um barulhinho sem querer ao esbarrar numa cadeira. Ela virou rápido, assustada, puxando o cobertor mais para cima.
— Tá acordado a essa hora, primo? — perguntou, voz baixa, rosto corado.
— É... vim pegar água — gaguejei, sem saber onde olhar.
Ela deu um sorriso sem graça, mas não parecia brava. Pelo contrário.
— Não consegue dormir também? Vem cá, senta um pouco. Tá passando um filme... interessante.
Sentei no outro canto do sofá, coração disparado. O filme continuava: uma cena pesada, o casal na tela se atracando, gemidos abafados. Nenhum de nós falava. O silêncio era denso, carregado.
Fabiane cruzou as pernas devagar e se ajeitou, ficando mais perto. De repente, senti o pé descalço dela encostar na minha perna. Achei que fosse acaso e recuei um pouco. Mas segundos depois, voltou — dessa vez de propósito, esfregando devagar na minha canela. Meu pau latejava dentro da cueca. Ela continuava olhando a TV como se nada estivesse acontecendo.
— Você se excita vendo essas coisas, primo? — sussurrou, sem tirar os olhos da tela, enquanto o pé subia mais.
— Sim... — respondi seco, voz tremendo. Eu era virgem, morrendo de medo de decepcionar, mas louco pra pular em cima dela.
Vi a mão dela voltar para dentro da calça. O braço mexendo devagar, ritmado. Ela virou o rosto pra mim pela primeira vez, olhos brilhando na penumbra. Os dedos dos pés agora pressionavam firme na minha coxa. Ela abriu as pernas de leve, colocando-as sobre as minhas. Comecei a acariciar suas panturrilhas, pele macia, quente.
De repente, pegou minha mão e levou até um dos seios por baixo da camiseta. O bico já estava duro. Apertei devagar, sentindo o coração dela bater forte também. Não tinha volta. Minha prima religiosa ia me dar, ali, na sala onde todo mundo passava o dia.
Desligou a TV com o controle. A sala ficou completamente escura — melhor assim, menos risco. Fabiane se soltou: uma mão foi direto pro volume no meu short. Quando ela apertou, soltou um gemido baixo.
— Caramba, primo... é bem maior que o do meu namorado — sussurrou, começando uma punheta lenta e deliciosa. Meu pau já estava melado de pré-gozo.
Fechei os olhos, tentando não gozar ali mesmo. De repente, uma luz acendeu no corredor — meu tio indo ao banheiro. Congelamos. Ficamos abraçados, ofegantes, rezando pra ninguém descer. A luz apagou. Alívio.
Voltei a beijar sua boca com vontade, língua se enrolando. Ela acelerou a punheta.
— Quero você dentro de mim, agora — pediu, voz rouca.
Ela mesma baixou a calça de moletom até os tornozelos — sem calcinha, buceta encharcada. Baixei meu short rápido. Subi em cima dela desajeitado, posição papai-e-mamãe. Ela abriu as pernas, guiou minha rola com a mão até a entrada quente e molhada. Enfiei de uma vez. Sensação indescritível. Ela mordeu meu ombro pra não gemer alto.
— Vai devagar no começo... — pediu, mãos nas minhas costas.
Comecei o vai-e-vem. A cada estocada, mais mel escorria. Em poucos segundos ela já estava rebolando junto.
— Mete com força, vai... me fode gostoso.
Aumentei o ritmo. O sofá rangia baixinho.
— Posso te comer de quatro? — perguntei, quase sem ar.
Ela nem respondeu com palavras: virou de bruços, empinou a bunda. Na penumbra, só via o contorno — cabelo preso, calça ainda nos pés, solas viradas pra mim. Segurei a cintura e enfiei fundo. Dessa vez achei a entrada rápido. Meti até o talo, bolas batendo na bunda dela. O barulho estava ficando alto demais.
— Shh... devagar, primo... — pediu, mas empurrando a bunda pra trás, querendo mais.
Diminuí o ritmo, mas metia fundo, lento e forte. Ela rebolava, buceta apertando meu pau. Eu estava quase gozando quando ela se afastou, virou, subiu no meu colo de frente pra mim primeiro, beijando minha boca, e sussurrou:
— Você gosta de chupar buceta?
— Claro... — menti. Nunca tinha feito isso na vida.
Ela sorriu safada, me deitou no sofá e sentou no meu rosto. O cheiro, o gosto, o calor... enfiei a língua com vontade enquanto ela se esfregava no meu nariz e na boca. Com o dedo do meio, abri mais os lábios e enfiei fundo. Ela gemia baixo, rebolando.
Ao mesmo tempo, abaixou e engoliu meu pau inteiro — lambuzado com o mel dela mesma. Sem frescura, sem nojo. Chupava fundo, garganta apertando a cabeça. Eu forçava o quadril pra cima, fodendo a boca dela enquanto lambia sua buceta. Ficamos assim um tempão, perdidos no prazer.
Por fim, ela se levantou, colocou um pé no chão e outro no sofá, virou de costas pra mim e sentou devagar, engolindo meu pau até o fundo. Vi o cabelo balançando, a bunda descendo e subindo. Não aguentei mais. Gozei forte dentro dela, jatos e mais jatos, enchendo a buceta da minha prima enquanto ela rebolava devagar, ordenhando tudo.
Ficamos ali um minuto, ofegantes. Nos despedimos com um beijo molhado, língua e saliva se misturando. Subi pro quarto com as pernas bambas.
No café da manhã seguinte, trocamos olhares discretos por cima da mesa. Ninguém percebeu nada. Depois daquela noite, nossa relação nunca mais foi a mesma. Vieram muitas outras fodas — em lugares arriscados, horários improváveis. Quem sabe um dia eu conto o resto.