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Em um dia como este, mas em 1937, era dissolvido por Getúlio Vargas, o partido ação integralista brasileira conhecida como AIB que era encabeçado por Plínio Salgado. A dissolução da AIB e dos demais partidos ocorreu depois de algum tempo do anúncio do Estado Novo. Antes de Getúlio chegar ao poder havia uma certa aproximação com a AIB, porém em seu discurso do Estado Novo, não houve fala alguma sobre a AIB o que deixou os integralistas desconfiados. Plínio Salgado achava que conseguiria uma nomeação no governo, mais especificamente na educação, porém isso não ocorreu e após a dissolução dos partidos, nos momentos seguintes o que se sucedeu foram arquitetações de planos para a derrubada do governo iniciando no Rio de Janeiro onde era a atual capital. A AIB era um partido de extrema-direita que se inspirava nos moldes do fascismo italiano da época e tinha uma saudação típica, o "Anauê" e o símbolo era o Sigma. Fonte: EducaBras / Wikipedia e CPDOC FGV #integralismo #historia #brasil #historiadobrasil #historiabrasileira #estudos #conhecimento #aulas #fatos #fatoshistoricos #fascismo #getuliovargas #estadonovo Imagem: A foto pertence ao domínio publicar e pode ser encontrada no livro "Imagens do Sigma" organizado por Luiz Henrique Sombra e Luiz Felipe Hirtz Guerra, publicado pelo Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro, Brasil sob Imagens de Domínio Público, 1935. Wikicommons https://www.instagram.com/p/CltYjyprhWB/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Fra le due, da tempo, una profonda frattura per le diverse scelte alimentari
Le follie degli integralisti alimentari e sanitari, come nel caso degli antivaccinisti, vanno fermate con le cattive, che con le buone non si risolve niente, data la loro ben conosciuta idiosincrasia al ragionamento ed alla logica.
Costoro, ma vale anche ancor di più per quelli religiosi e poltici, non si limitano a rovinarsi la vita, e rovinarla anche ai propri figli, come nel caso dei no vax, ma pretendono di imporre le loro malate visioni del mondo anche agli altri, in barba alla regola aurea “la tua libertà finisce dove comincia quella degli altri”.
Come diceva Karl Popper nel suo famoso paradosso “Dovremmo rivendicare, nel nome della tolleranza, il nostro diritto a non tollerare gli intolleranti”.
SMJ #55 – Juristas e Ditaduras
Por vezes lê-se e ouve-se que em regimes autoritários não existe direito. Esta afirmação só é verdadeira se for tomado como pressuposto inicial que o direito é sempre fruto de processo democrático e de valores constitucionais liberais. Contudo, se olharmos para a História do Direito no Brasil, esse diagnóstico elencado chegaria a triste concepção de que só há direito no país a partir de 1988 ou, no melhor dos diagnósticos, desde 1946.
Se nos afastarmos dessa visão e compreendermos que ditaduras e regimes autoritários também possuem uma linguagem jurídica (por mais ilegítima que seja), estamos mais próximos de compreender como surgem regimes autoritários e como eles se mantêm por tanto tempo, apesar das resistências e protestos. Entender a tradição (se é que há uma) autoritária do pensamento jurídico brasileiro é encarar nossa memória e olhar profundamente nossos legados.
Com o intuito de compreender as relações entre autoritarismo e direito no Brasil, bem como explorar o legado de grandes autores brasileiros que flertaram ou se relacionaram com o autoritarismo, o Salvo Melhor Juízo dessa semana trouxe para sua bancada o veterano Fernando Nagib** e o estreante e especialista no tema, Professor Airton Seelaender*.
Ouça já!
========= Indicado no programa: Artigos: Juristas e Ditaduras – Airton Seelaender Francisco Campos (1891-1968): uma releitura – Airton Seelaender Livros: The Law under the Swastika – Michael Stolleis Die unbegrenzte Auslegung – Bernd Rüthers (A interpretação ilimitada) Los juristas y el “régimen”: revistas jurídicas bajo el franquismo – Federico Fernández-Crehuet e Sebastián Martin Il diritto del duce – Luigi Lacchè ========= Comentários, sugestões, críticas: [email protected] Twitter: @SMJPodcast Facebook: www.facebook.com/salvomelhorjuizo/ Instagram: @salvomelhorjuizo Assine o Feed: feeds.feedburner.com/salvomelhorjuizo Compartilhe, divulgue, ajude-nos nesse projeto! Agora o SMJ faz parte da rede de podcasts AntiCast! Acesse: www.anticast.com.br
*Airton Seelaender é professor de História do Direito na Universidade de Brasília (UnB). Desenvolveu seu doutorado sobre história do direito público na Unviersidade de Frankfurt, vinculado ao Instituto Max-Planck para a História do Direito Europeu. **Fernando Nagib é professor de Direito Romano na Universidade Federal do Paraná. Mestre e doutor em História do Direito Público pela Universidade Federal de Santa Catarina.
Dai profili Facebook emerge la dura sentenza degli animalisti italiani: "Il ragazzo di Alatri ucciso merita la morte, perchè cacciatore"
Capito, purtroppo in ritardo, su questa simpatica notiziola: se volete un esempio di chi siano i fanatici, eccone uno bello pronto: che siano religiosi (i più pericolosi, peraltro), politici, alimentari (leggi animalisti/vegani d’assalto, tanto per essere chiari). Tutti teste di cazzo, comunque (uso un termine volutamente eccessivo, ma quanno ce vò, ce vò).
Non arrivate a capire il parallelismo? Ve lo spiego io: quando una religione, un movimento politico, una “filosofia” di vita, ecc., maggioritari o minoritari non conta, impongono o vorrebbero imporre che tutti debbano vivere secondo le loro idee. Prima provano a convincerti, ovvio, ma dato che i loro argomenti possono non fare presa su qualcuno, ecco che costui, dato che non vuole vedere la luce, l’evidente ed ovvia luce, dev’essere inevitabilmente in malafede, quindi va corretto e riportato al sacrosanto ordine, nel caso punito.
Ogni commento e contributo civile e supportato da argomenti validi, pro o contro non importa, é sempre il benvenuto; ogni insulto e becero attacco dimostrerebbero solo una cosa: indovinate un po’? Eh, sì, esattamente il fanatismo dell’autore.

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Quei cattolici anti islam così simili all'islam
Spesso e volentieri questi integralisti cattolici se ne escono con “E allora l'Islam? Li vi uccidono”. Come se combattere l'omofobia di alcuni ultracattolici fosse sinonimo di supporto al salafismo. Una roba che non sta né in cielo né in terra. Oppure ci stanno dicendo “ringraziate che non vi impicchiamo/lapidiamo/lanciamo dai palazzi ma ci limitiamo “soltanto” a discriminarvi, insultarvi e privarvi dei diritti civili”?! Oltretutto è una palla colossale che i gay se ne freghino delle persecuzioni subite dai cittadini LGBT dove vige la shari'a. Basta un breve giro sul sito internet dell'ONU per scoprire che durante le 3 votazioni per la decriminalizzazione del reato di omosessualità il voto contrario non è arrivato solo delle teocrazie e repubbliche islamiche ma anche, sorpresa sorpresa, dallo Stato Vaticano. Cari cattotalebani, se proprio vi stanno a cuore le sorti dei gay nei paesi islamici rivolgete le vostre proteste al Vaticano. Noi già lo facciamo. Vi aspettiamo là
Acerca del Movimiento Nacional Sindicalista Portugués
Por Vox.nr
Traducción de Juan Gabriel Caro Rivera
Con la complicidad de una izquierda ignorante y de mala fe, los autores neofascistas han incorporado a su ideología movimientos revolucionarios ajenos a la ortodoxia fascista, de los que solo han tomado y transmitido algunas características. Sin embargo, no sorprende que en sus publicaciones se omita toda referencia al movimiento nacionalsindicalista portugués. Porque, a diferencia de la Falange y la Guardia de Hierro, las Camisas Azules portuguesas no cuentan con muertos ilustres caídos por la causa justa. Les falta el héroe al que rendir un mítico homenaje fúnebre, un héroe aureolado por una muerte mística (fusilado o caído en el campo de batalla) y al que se pueda invocar y celebrar.
Pregunte a los intelectuales poscomunistas quién fue el primero en oponerse al dictador portugués Salazar. Pregúnteles también si conocen a Rolao Preto y su trayectoria cultural. Por razones obvias, es probable que ninguno de ellos recuerde siquiera su existencia.
Y no tendrá más suerte en la derecha. Las Camisas Azules y su líder no se citan en el libro de Bardèche [1], que sin embargo trata de todos los movimientos fascistas, incluidos los más marginales, como los fascismos luxemburgués, estadounidense, griego, holandés, búlgaro, albanés o suizo. Y en su Origini e caratteri dello Stato nuovo portoghese [2], Aldo Bizzani encuentra la manera de no mencionar ni una sola vez a los nacionalsindicalistas lusitanos.
¿Quién era Rolao Preto?
Francisco Barcelos Rolao Treto nació el 12 de febrero de 1893. Su compromiso fue precoz. En 1913, figuraba como secretario de redacción del primer órgano de prensa del integralismo lusitano, Alma Portuguesa, expresión de una nueva tendencia política que influiría en sus propias convicciones y en sus elecciones en la Universidad de Coimbra.
El círculo dirigente del integralismo estaba influenciado por Maurras, la Acción Francesa y Sorel. En cuanto a Rolao Preto, licenciado en ciencias sociales en Bélgica en 1917, se estableció en Toulouse, donde continuó sus estudios de derecho, y luego en París, donde frecuentó a Charles Maurras y Léon Daudet, en quienes se inspiraría posteriormente.
Los integralistas lusitanos se erigieron en defensores de un Estado unitario, pero fuertemente descentralizado (que confería una amplia autonomía a las ciudades, provincias y regiones), equilibrando la descentralización con una estructura corporativa que retomaba la tradición portuguesa. Una especie de futurismo del pasado.
Antonio Sardinha (1889-1925) fue a la vez la figura carismática del movimiento y su líder más cualificado. No lo comprometió ni en la oposición parlamentaria ni en las estructuras del poder, pero se aseguró de que el integralismo ejerciera una influencia notable en la sociedad portuguesa, cuyas tendencias logró orientar, y los sucesivos gobiernos tuvieron que tenerlo en cuenta. Durante la dictadura republicana de Sidónio Pais (1917-1918), la influencia de los integralistas fue determinante en cuestiones fundamentales como la autoridad y el corporativismo.
Cabe destacar que la breve experiencia corporativa de Sidónio Pais, inspirada y colaborada por los integralistas, anticipó otras experiencias en la Italia fascista y en la España de la dictadura de Primo de Rivera (padre de José Antonio). Contrariamente a lo que se ha escrito, la república corporativa nacida de la Constitución portuguesa de 1933 no se inspiró en ningún ejemplo extranjero [3].
Rolao Preto participó en el levantamiento del general Gómez da Costa el 28 de mayo de 1926 y fue el autor del manifiesto-programa de diez puntos promulgado por la junta militar:
« - Publicación de una ley fundamental que preserve en lo esencial el régimen republicano proclamado en 1919 y reconocido por las potencias, pero introduciendo las modificaciones necesarias para su buen funcionamiento;
- Reorganización de los servicios públicos mediante una ley que determine la responsabilidad penal y civil de todos los funcionarios del Estado;
- Reducción del gasto público;
- Verificación de las cuentas públicas y simplificación del régimen fiscal;
- Aumento de la riqueza nacional;
- Reforma y coordinación de los métodos de enseñanza y educación;
- Establecimiento de una justicia independiente, de procedimientos rápidos y eficaces para restablecer el derecho y sancionar las infracciones;
– Reorganización inmediata de los servicios y coordinación de los programas coloniales de desarrollo con el fin de acelerar el progreso económico y financiero en las colonias;
– Reorganización militar y naval mediante el recurso a los conocimientos más recientes y la adquisición del material moderno indispensable;
– Garantía absoluta e indiscutible del derecho de los ciudadanos a la vida, la propiedad y el buen nombre.
Todos aquellos que aman verdaderamente la patria y desean que la república recupere su dignidad trabajarán con lealtad y fidelidad por este movimiento de regeneración política, económica, administrativa, financiera, intelectual y moral en un país llamado, por sus cualidades, su espíritu de iniciativa y su sacrificio en favor de la humanidad, a ocupar un lugar especial en la comunidad de naciones.
La Junta de Salvación Pública».
Este manifiesto podría parecer insignificante si se olvidara: a) la situación de Portugal antes de la toma del poder por Gómez da Costa; b) su condición de potencia colonial, sujeta por consiguiente a las gravísimas injerencias de los comerciantes y banqueros en su vida política. Interrogado sobre este punto [4], a la pregunta: «¿Qué reformas administrativas tiene previstas?», Gómez da Costa respondió: «En primer lugar, eliminar las leyes creadas con fines particulares, que sirven a los intereses de unos pocos en detrimento del interés general de la nación. Estas leyes atentan contra la moral y deben ser suprimidas sin falta. Inmediatamente después, poner fin a los escándalos administrativos que se suceden desde hace años, sin que los responsables hayan sido nunca castigados».
Más adelante, declara: «A riesgo de sorprender a los adversarios del régimen portugués, afirmo que el objetivo de la revolución era definir claramente y garantizar de forma efectiva los derechos de cada ciudadano. Antes de 1926, no existía ninguna garantía real, y podemos decir que las libertades esenciales del pueblo portugués fueron confiscadas, sustraídas o pisoteadas por nuestros regímenes liberales. Las palabras no sirven de mucho, hay que rebajarse a considerar la realidad de los hechos. No, la revolución nacional no le cuesta nada a nuestro pueblo, salvo a los especuladores y explotadores de la política, que hoy en día no interesan a la nación portuguesa. Al desorden endémico y a la tiranía de los peores intereses de la nación, hemos sustituido un Estado de derecho, de legalidad y de orden, sin los cuales no hay libertad».
En el seno de la junta militar (tan abierta a la circulación de ideas y teorías políticas que acabó absorbiéndolas) aparece un hombre de innegable talento, el profesor de economía Antonio Olivera Salazar. Ministro de Economía en 1928, dos años más tarde asume también la cartera de Colonias. Es allí donde comienza la elaboración de las ideas y los principios políticos que sentarán las bases del nuevo Estado cuando, en 1932, Salazar sea nombrado presidente del Consejo.
Ese mismo año, 1932, aparece la Camisas Azules del Movimiento Nacional-Sindicalista, dirigido por Rolao Preto. Un movimiento que, desde su nacimiento, tuvo cierto éxito con cinco mil militantes, dieciocho periódicos, entre ellos un diario, Revoluçao, y numerosos adeptos entre los mandos del ejército, los obreros, los profesores universitarios, los profesionales liberales y los industriales.
En un primer momento, el movimiento parece querer apoyar a la junta militar en su curiosa evolución hacia una estructura política de gobierno que, con Salazar, introduce las características económicas que marcaron las nuevas teorías corporativas. Se abstiene en vano de toda oposición frontal y de todo antagonismo para intentar influir en la maduración política de la junta. A medida que el movimiento crece en estima entre el pueblo portugués, sus relaciones con él se deterioran. La ruptura es inminente. Se imponen severas restricciones a las Camisas Azules y a sus dirigentes, sometidos a fuertes presiones, así como a los medios de propaganda y a la actividad editorial del movimiento. En junio de 1934, Rolao Preto, antiguo amigo de Salazar que participó en la Revolución Nacional, es condenado al exilio. En agosto, tras una sólida purga, el comité ejecutivo del Movimiento Nacional-Sindicalista decide la disolución de la organización y llama a sus miembros a unirse a la Unión Nacional, el partido institucional de Salazar.
A pesar de la desaparición forzosa del Movimiento Nacional-Sindicalista, que anticipaba en muchos aspectos el destino que pronto correría la Falange Española, Rolao Preto no se rindió. En 1958, apoyó la campaña presidencial del general Humberto Delgado, que obtuvo el 23 % de los votos, antes de verse también obligado al exilio y ser asesinado en España en 1965.
El lema querido por el nacionalsindicalismo portugués: «¡Ni izquierda ni derecha, adelante!» sigue siendo de gran actualidad. La idea que tenían de la estructura del Estado era heredada del integralismo lusitano: un poderoso refuerzo del poder municipal y regional, más orgánico y mejor estructurado que el federalismo, tal y como se entiende habitualmente, algo que se acercaría a la idea del comunitarismo; una autonomía disciplinada y armonizada en un sentido nacional por las concepciones del sindicalismo revolucionario. Aunque reconoce el papel fundamental de las élites, el nacionalsindicalismo es populista, en la medida en que «la revolución solo es eficaz si emana del pueblo». Por eso Rolao Preto se opondrá al poder de Salazar. Provoca el surgimiento de una élite dentro de los movimientos de masas, proyecta la creación de una milicia armada que hace hincapié en la necesidad de la violencia sistemática en el proceso revolucionario y, en su intento de movilizar a la clase obrera, se opone abiertamente a la burguesía y al capitalismo.
Preto cree que «el socialismo y el comunismo son la quintaesencia de la moral y el sesgo económico del capitalismo convertido en Estado». De hecho, es bueno que «todos los trabajadores tomen conciencia de la vanidad que supondría querer sustituir la tiranía del capitalismo convertido en Estado por un Estado convertido en capitalista».
La implantación de las teorías nacional-comunistas (que en su justa acepción se oponen tanto al nacionalismo de Estado de tipo burgués como al comunismo colectivista de inspiración marxista) en un terreno a-fascista y a-comunista justificaría que se sacara al movimiento nacionalsindicalista del olvido en el que se ha pretendido encerrarlo.
Notas:
[1] «Les fascismes inconnus», op. cit.
[2] En Documenti di storia e di pensiero politico, colección dirigida por Gioacchino Volpe para el Instituto de Estudios de Política Internacional, 1941.
[3] Por lo demás, Portugal no se quedó al margen del debate cultural europeo de aquellos años. Prueba de ello es la obra de Pessoa o la efervescencia futurista autóctona. A este respecto, véase Marco Pasi, «A proposito di Fernandino Pessoa», Orion n.º 125, febrero de 1995, y también «Il futurismo portoghese», Orion n.º 130, julio de 1995.
[4] Diario de Lisboa, 29 de mayo de 1926, citado por Aldo Bizzarri, op. cit.
Fuente: https://www.voxnr.fr/au-sujet-du-mouvement-national-syndicaliste-portugais
Em entrevista à jornalista Denise Assis, o escritor lança Trincheira Tropical e revela como o integralismo no Brasil antecipa o bolsonarismo