The Psychology of Colour -
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… AND THAT IS THE WAY I MAKE FIRE! Simple and messy “how to gry”. I will add quick smoke tutorial / step by step too Just wait. \o/ EDIT: Sorry for small images >8C I am not good with tumblr image sizes and I have never understood them. But by copying the image URL you can see bigger sized images!
here ill post these together!! luv this water brush
Because this didn’t come in my SAI and I bet it didn’t with other people’s, here’s a pack of more textures (including the lava one!!!). Go to your SAI folder and just dump the ones you’d like in the brushtex folder (or w/e you have it called)
If you would like to request a tutorial, you can do so on this post over here! Eye Coloring Tutorial by me | Other Eye Tutorials: 1 2 3 | My Resource list for Faces and Heads
Here’s some tips, of course nothing professional, but things I’ve learned myself.
Hope it helps some of you guys. ovo

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Reblogging to reference later.
Also hangin’ onto this!
by NicholasK.com
For all your post-apocalyptic Resident Evil world, LotR travelling to Mordor, and Assassin Creed needs.
Give to me
I just want to dress like this all the time
Animal noses comparison by ~Mikan-no-Tora
Okay, this exists, so no one has an excuse to put a dog nose on everything anymore.
Hey Anon! Sorry I took so long to answer this—I wanted to do something more in-depth over just a ‘ok draw a circle now MAKE IT AWSUM.’ I also tried to recall from other tutorials stuff in them I didn’t feel like they spoke about.
also—I’m very sorry I don’t have more advice to give about ears. I am not completely confident with them yet! Gotta keep practicing.
As always, I am not 100% correct on everything, so feel free to use what you want and ignore what you don’t want!
Here’s some more tutorials on noses and ears that might be helpful, if this one isn’t:
Step-by-step coloring nose tutorial
Another nose tutorial!
Ear tutorial by the same artist. This artist has TONS of other useful tutorials too, btw!
More noses.
this is pretty much just a redo of my other tutorial cause i hated how that one turned out, but someone asked for tips so I thought I’d do it before college legit starts on monday omg
just some ideas to play around with!!!
It’s hard coming up with just general tips for drawing, but if you have anything more specific you have troubles with just ask this weekend and I’ll do tutorials cause im bored anyway lmaooo

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This looks like the type of horse that will lure you onto his back and then carry you into a lake.
Kelpie. Or possibly a Pooka. Do not trust horses who show up in the middle of nowhere and seem to want to give you a ride.
Wow, one day I will post a proper tutorial but today is not that day.
Ah yes, I’ve recieved many questions about my workflow concerning pokemon fusions and since it’s actually not that complicated I piled up some progress shots for you guys. I should note that I am using an Intuos4 L drawing tablet, FireAlpaca (freeware), Apophysis7x (freeware) and Photoshop CC 2014 (any version of Photoshop should be fine in this case).
I also apologize for any grammatical mistakes for I am from the mythical land of bratwurst and sauerkraut.
Open!!
Estava mais confiante do que antes. Ficar perto de seres humanos lhe dava agonia, com certeza seu parceiro demoniaco sabia disso, por isso aquele lugar pacato, completamente vázio, quase abandonado, havia sido a escolha perfeita. Respirava fundo novamente, dessa vez pesado, virando-se para ele ao escutar-lhe a voz. O conhencia tão bem a ponto de saber o que poderia estar acontecendo agora. Dessa vez sim, Alaric era Alaric. Sem máscara, sem disfarçe, sem muros ao seu redor. Um claro sorriso surgiu no canto de seus lábios, branco como a cor predominante em si. O olhava bem no fundo dos olhos vermelhos brilhantes, aparentemente querendo penetrar-lhe a mente, começando a “chamar sua atenção” por ela. - Talvez não… - Suspirou, leve, breve. - Com certeza não. - Retirou as mãos dos bolso, enluvadas e disfarçando perfeitamente sua frieza constante com o frio climático do dia a dia. O olhar correu pelo rosto moreno, enquanto um passo foi dado para frente. Aproximando-se mais. Ainda não havia perdido seu hábito automatico de o observar, análisar cada palavra e expressão. Estava sempre tão perfeito quanto das outras vezes que o viu. Causando a volta de pequena recordações, ajudando a manter o sorriso no rosto do albino. De qualquer forma, sabia o que devia dizer ou fazer, talvez não devesse deixar-lhe a esperar. Não. Não agora que o desejo corria suas mãos, veias, o próprio corpo. Passará uma mão nos cabelos, os quais foram puxados para trás e que teimosamente voltaram para frente. Alaric não era um poço de ingenuidade, invés disso sabia usar-se de suas qualidades, se conhecia bem, sabendo do que é capaz. Seu olhar gelado rondou o local, verificando se havia a presença irritante de mais alguém, certificando-se em segundos poucos que não. Não havia mais ninguém, para que assim olhasse em seus olhos novamente. - Não precisa se conter…
Cada instante tão próximo, porém tão distante da figura albina lhe é uma eternidade. Ponha-o contra correntes, tranque-o numa Matriz, exponha-o a qualquer tipo de tortura, exceto aquela uma; aquela que ele próprio prolongava, enquanto esperava os mínimos traços alheios indicando-o e incitando-o para seguir, para prová-lo e devorá-lo com toques famintos, quase selvagens. O pensamento fez o sangue demoníaco que corria por suas veias queimá-lo feito lava, destruindo todas aquelas barreiras que ele insistia em reconstruir, mesmo sabendo de sua fraqueza, o mínimo contato alheio poderia destruí-las violentamente. Vincent umedeceu os lábios, um sorriso mínimo buscava espaço entre eles, forçando-o em virar o rosto para completar a escuridão do local em que se encontravam, brisas trazendo-lhe o aroma corrompido alheio, brindando-lhe num êxtase momentâneo, que fora intensificado ao encontrar o olhar sobre si, quase sentindo-o queimar-lhe. Em passos lentos, fora quebrando a distância entre ambos; irises escarlatas tornando-se tempestuosas, a força descontrolada do demônio fazendo-o tremer, querer por tudo que aquela noite poderia oferecer-lhe; os pensamentos perdendo qualquer foco, o choque entre o mármore e a lava fazendo-o suspirar alto, um ofego demorado, cheio de um prazer oculto que ele sabia ser compreendido apenas pelo outro. As mãos subiram por toda extensão do corpo alheio num segundo, para então encontrar o rosto, fios brancos, lábios que ele tanto sentira falta. Puxou-o para si, piscando os olhos muitas vezes até conseguir dizer qualquer coisa; extasiado demais até mesmo para beijá-lo, acabar com toda aquela tortura, talvez gostasse de todo aquele momento entre eles demais para dar-lhe um fim. – Você não faz ideia do quanto… – Respirou fundo, roçando os lábios suavemente, para que ainda pudesse se pronunciar, que ainda pudesse observá-lo naqueles momentos preciosos. – Me destrói e me renova por dentro. Incita-me para então me controlar; conhece-me em meu mais profundo, o que mais cravo; é a realização de tudo que me faz estar aqui, diante destes seus olhos e também é o que poderia fazer-me desaparecer nas ondas do tempo. Senti sua falta mais do que posso colocar em palavras; estive em correntes que agora você quebra com um mínimo toque, Alaric.
O sangue puramente albino. Albino como sua cor, como sua alma cercada do preto intenso demoníaco, de tudo que lhe provocaram, o ódio. Mas que não era assim diante a figura que, de milésimos em milésimos, lhe provocava o ardor, a queimação de seu sangue. Modificando cada detalhe desenhado a mãos nuas de sua respiração. Aquela dor de espera, tocando-lhe suavemente o coração, evolvendo-lhe como quem envolve um filhote de solidão. Que segurava seu torso e membros frágeis, para olhos normais, em cordas, correntes, paredes de Matrizes, a cada segundo que o deixava prolongar. Eternos foram, enquanto o esperava aproximar-se de seu corpo gelado. Branco, sua sombra branca e solitária. Os olhos famintos o devoravam carinhosamente as feições, seu rosto bonito e seus lábios recentemente úmidos. O vento harmônico que balançava cruel as folhas das árvores abandonadas, mas que lhe traziam apenas um único cheiro. O cheiro demoníaco e doce, colhidos do mais formoso dono. Brindando provocantemente com a queimação, o êxtase, a vilã impaciência. Apenas um único passo vindo de si e deixou que aproximar-se. A respiração escrava, sentindo-se cada vez mais pesada com o trabalho que dava mirar em seu corpo, rosto e silhueta, mas teimosamente prolongar agonizantemente. Alta. Úmida. Era sim aquele mesclo de sensações aterrorizantes, prazerosas, que se prendeu e que sentiu tanta falta. O tom forte de mármore que lhe esperava, de mãos suadas mesmo em frio, desnudas e ansiosas pela pele quente, a pele grossa, braços largos e fortes. Em um suspiro demorado escapar por entre seus lábios ao ser enfim tocado por ele. Todo seu corpo reagindo com aquelas mãos que lhe subiram possessivas a extensão de seu corpo médio. A figura albina, levantava o rosto três centímetros para respirar, abaixar novamente para olhar-lhe melhor, de perto. As suas írises vermelhas demoníacas, mirando feito atirador nas queridas. O momento torturante apenas estendendo-se por vontade própria, para que quando quebrassem tais paredes liberassem a mais forte onda de sensações e prazeres. Suas magras mãos ansiadas tocando-lhe; uma um braço, outra o ombro. Entrelaçando por entre a nuca e seus cabelos negros; dono de deliciosos perfumes viciantes. Sentindo-se puxado, devidamente segurado, de forma que lhe aumentavam o desejo de nunca o soltar. As palavras próximas a seus lábios claros, perfeitamente pronunciadas e acompanhadas daquele seu magnifico e forte sotaque inglês; como quem lhe declara um poema de luxo, caprichando a cada pausa e respiração que junto as palavras escapavam. Fazendo o albino delirar a sua voz. Os olhos semicerrados, grudados aquele olhar faminto que lhe fitavam ao fim de sua pronuncia. – Não, não fazes ideia... – Prolongaria um pouco mais. Ele era a razão para o frio coração do albino disparar. – Prendeste-me indiretamente a paredes e correntes. O desejo, a falta, que me corroiam, que me reconstruíam e toda ansiedade que agora apenas se tornam mais fortes com tua presença. E agora me libertas com apenas um olhar..Vince... Vincent. – Para amenizar aquela dor da espera, o prolongamento de cada segundo que lhe deixavam agoniados, o albino quebrava a mínima distância entre seus lábios necessitados, desesperados. Beijando-lhe enfim, complexo e de sentimento profundo.
Open!!
Sentir a presença desejada? Claro que sentia. Tão nítida, forte e intensa. Pensar que não havia ele provocado tal intimidade. Tudo começou numa sala escura da antiga Matriz. Recordava-se de estar devidamente sentado em um cadeira velha, cujo o cheiro era desagradável. O local era de concreto cinza, paredes frias -como seu coração- até uma figura aparecer diante a luz que vinha dos portões. Sentou-se ao seu lado e fez-se um diálogo. Até um tempo depois…provocar-lhe a mente, lhe fazendo confuso diante a um ato carinhoso, embora repentino. Sim, da maneira mais estranha havia sido como conheceu quem se aproximava. Uma calmaria tomava o corpo do albino, quando sentiu enfim a respiração cair sobre sua pele. Um sorriso raro abria-se em seus lábios, mas que sumia em poucos segundos. Virou-se para aquele homem, centímetros preciosos mais alto que si. Usava aquela mesma roupa, com o mesmo cabelo e o mesmo, podia dizer para si mesmo, divino e perfeito olhar. Respirou fundo, as mãos dentro dos bolsos do grande casaco marrom escuro, mexeram-se em desvio de reação. Abrindo sem pressa os lábios e pronunciando algo. - Não irei considerar o atraso. - Isso era apenas um disfarce, ele devia saber, afinal não podiam… Não ali…no meio daqueles…míseros humanos. A cada segundo que se passava, Alaric, um posso de frieza mascarada; inteligencia; silêncio e mármore, conseguia ranger os dentes consumido pela vontade sumir junto ao seu amado. - Devemos ir. - Disse, em curtas palavras, virando de costas e pondo-se a caminhar, em passos que só alguém como eles conseguiria acalçar, impossível de humanos perceberem. Antes que essas miseras criaturas se dessem conta, já não estariam mais ali. No fim do percurso, com tudo planejado, o albino apenas os levou para um parque, distante, vázio. Sim, Alaric sempre era o que planeja tudo perfeitamente.
Perdeu-se num conhecido mar puramente perolado, mesclado em tons prateados, os mínimos detalhes alheios sendo reconhecidos e recebidos por Vincent num silêncio comum entre ambos; tão diferentes eram eles, representando diversos simbolismos ocultos e muito além da compreensão de qualquer um que não fosse eles próprios, um eterno quebra-cabeças demoníaco, envolvente e de muitas recaídas. Mesmo privado de sua liberdade, do poder devastador de sua besta e da real essência que tomava-lhe o interior, preenchendo-lhe em satisfação, não poderia jamais reclamar dos tempos em que esteve trancafiado e domado; sacrifícios que ele repetiria até o fim dos tempos por ele. O olhar eram duas sólidas pedras rubi ao encontrar o alheio, conhecimento que tinham um pelo outro tão extremo que um milésimo de segundo fora necessário para que o vermelho compreendesse o que era do desejo alheio, relaxando os músculos para acompanhá-lo. O outro sempre fora o elo cauteloso, calmo e frio da relação; Vince, em toda sua intensidade, teve de lutar contra o impulso de tomá-lo ali mesmo, impaciente e cálido; terminou por rir num tom íntimo ao tomar velocidade junto ao albino. Voltou total atenção apenas para o ar sendo cortado por seus movimentos, não tendo qualquer ideia para onde prosseguiam, porém tendo certeza de tratar-se de um local típico de ambos; solitário, silencioso. Até mesmo os encontros na Matriz tratavam de ser daquela maneira, mesmo quando deixaram de ser surpresas e tornaram-se um costume de extremo afeto por parte de Vincent. Fios negros dançaram pelo ar uma última vez antes de deixar de se locomover, trajes pesados e carmesins acompanhando-o num ritmo diferente, mãos inquietas agora cruzadas junto de seus braços. Praticamente impossível manter-se imparcial, neutro, diante do sentimento que o consumia por dentro, porém limitou-se em mirar o olhar para o alto, a voz um tanto distante. – Velhos hábitos nunca mudarão, creio eu. – Referiu-se não apenas ao local, mas também sobre aquela sua impaciência pobremente contida, voltando a fitá-lo, olhos tempestuosos quase devorando-o inteiro, apesar da expressão corporal manter-se intacta.
Estava mais confiante do que antes. Ficar perto de seres humanos lhe dava agonia, com certeza seu parceiro demoniaco sabia disso, por isso aquele lugar pacato, completamente vázio, quase abandonado, havia sido a escolha perfeita. Respirava fundo novamente, dessa vez pesado, virando-se para ele ao escutar-lhe a voz. O conhencia tão bem a ponto de saber o que poderia estar acontecendo agora. Dessa vez sim, Alaric era Alaric. Sem máscara, sem disfarçe, sem muros ao seu redor. Um claro sorriso surgiu no canto de seus lábios, branco como a cor predominante em si. O olhava bem no fundo dos olhos vermelhos brilhantes, aparentemente querendo penetrar-lhe a mente, começando a "chamar sua atenção" por ela. - Talvez não... - Suspirou, leve, breve. - Com certeza não. - Retirou as mãos dos bolso, enluvadas e disfarçando perfeitamente sua frieza constante com o frio climático do dia a dia. O olhar correu pelo rosto moreno, enquanto um passo foi dado para frente. Aproximando-se mais. Ainda não havia perdido seu hábito automatico de o observar, análisar cada palavra e expressão. Estava sempre tão perfeito quanto das outras vezes que o viu. Causando a volta de pequena recordações, ajudando a manter o sorriso no rosto do albino. De qualquer forma, sabia o que devia dizer ou fazer, talvez não devesse deixar-lhe a esperar. Não. Não agora que o desejo corria suas mãos, veias, o próprio corpo. Passará uma mão nos cabelos, os quais foram puxados para trás e que teimosamente voltaram para frente. Alaric não era um poço de ingenuidade, invés disso sabia usar-se de suas qualidades, se conhecia bem, sabendo do que é capaz. Seu olhar gelado rondou o local, verificando se havia a presença irritante de mais alguém, certificando-se em segundos poucos que não. Não havia mais ninguém, para que assim olhasse em seus olhos novamente. - Não precisa se conter...
Open!!
Era apenas uma sombra, uma silhueta branca, no meio da rua fria. Lá estava o demônio, Alaric. As mãos devidamente colocados dentro dos bolsos. O silêncio que sempre lhe acompanhava, continuava a rondar pelo corpo albino. Respirava bem devagar, podendo ver a fumaça fria sair de sua boca. Onde estava? Onde estava ele? Tudo bem que não fazia muito tempo que estava a esperar, mas Alaric conseguia ser um tanto… Ansioso, coisa que não era antes. Queria logo se afastar dos humanos, eles apenas corroíam sua mente. inumani
A negritude daquelas ruelas confortaram-lhe o âmago, a visão apurada trazendo-lhe facilidades para com o processo de locomover-se na escuridão, pisando forte em botas com pontas de ferro contra poças d’água. Olhos carmesins e respiração mínima pareciam completar o conjunto que tinha nome Vincent; imponente sombra escarlata fundida dentre trevas, velho contraste. Ovelhas do Criador circundavam seus passos como distantes espectros, podia senti-los em toda sua intimidade; enganar mentes fracas ou brindar-lhes com êxtase, porém, checando o relógio de bolso, soube estar atrasado. Após longínquas e tortuosas semanas que atingiram-no como uma eternidade, considerou uma ridícula falha sua em se atrasar; e, se bem conhecia o motivo de sua pressa, deveria estar um tanto ansioso por sua chegada, assim como ele próprio. Conseguiu distingui-lo há uma distância considerável, seu amante feito de mármore, a razão de um riso que cobriu os lábios dele por demasiado tempo, até portar-se muito próximo deste, a figura alta e sempre forte do homem novamente tão próxima do outro que quis deixar-se levar, mas não ali– não naquele momento. Portando-se atrás de Alaric, respirou fundo e expirou pesadamente pelos lábios, deixando com que o gélido ar daquela noite em questão tocasse-lhe a pele e anunciasse devidamente sua chegada; pois bem sabia que o outro sentira sua presença dentre as outras há tempos, a conexão entre ambos tão intensa quanto antes, ele bem sabia.
Sentir a presença desejada? Claro que sentia. Tão nítida, forte e intensa. Pensar que não havia ele provocado tal intimidade. Tudo começou numa sala escura da antiga Matriz. Recordava-se de estar devidamente sentado em um cadeira velha, cujo o cheiro era desagradável. O local era de concreto cinza, paredes frias -como seu coração- até uma figura aparecer diante a luz que vinha dos portões. Sentou-se ao seu lado e fez-se um diálogo. Até um tempo depois...provocar-lhe a mente, lhe fazendo confuso diante a um ato carinhoso, embora repentino. Sim, da maneira mais estranha havia sido como conheceu quem se aproximava. Uma calmaria tomava o corpo do albino, quando sentiu enfim a respiração cair sobre sua pele. Um sorriso raro abria-se em seus lábios, mas que sumia em poucos segundos. Virou-se para aquele homem, centímetros preciosos mais alto que si. Usava aquela mesma roupa, com o mesmo cabelo e o mesmo, podia dizer para si mesmo, divino e perfeito olhar. Respirou fundo, as mãos dentro dos bolsos do grande casaco marrom escuro, mexeram-se em desvio de reação. Abrindo sem pressa os lábios e pronunciando algo. - Não irei considerar o atraso. - Isso era apenas um disfarce, ele devia saber, afinal não podiam... Não ali...no meio daqueles...míseros humanos. A cada segundo que se passava, Alaric, um posso de frieza mascarada; inteligencia; silêncio e mármore, conseguia ranger os dentes consumido pela vontade sumir junto ao seu amado. - Devemos ir. - Disse, em curtas palavras, virando de costas e pondo-se a caminhar, em passos que só alguém como eles conseguiria acalçar, impossível de humanos perceberem. Antes que essas miseras criaturas se dessem conta, já não estariam mais ali. No fim do percurso, com tudo planejado, o albino apenas os levou para um parque, distante, vázio. Sim, Alaric sempre era o que planeja tudo perfeitamente.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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Era apenas uma sombra, uma silhueta branca, no meio da rua fria. Lá estava o demônio, Alaric. As mãos devidamente colocados dentro dos bolsos. O silêncio que sempre lhe acompanhava, continuava a rondar pelo corpo albino. Respirava bem devagar, podendo ver a fumaça fria sair de sua boca. Onde estava? Onde estava ele? Tudo bem que não fazia muito tempo que estava a esperar, mas Alaric conseguia ser um tanto... Ansioso, coisa que não era antes. Queria logo se afastar dos humanos, eles apenas corroíam sua mente. inumani
Daybreak Game – U.A.
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