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Commission queue now filled, but you may still inquire
My commission queue is now full, but you may still propose me a project on commiss.io to show you're interested in a slot. If a slot frees up for any reason, you might make it in! Otherwise, I'll still put you on a list of people who are to get advance warning whenever my next round opens.
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I’m opening for commissions! I’ll open up to 10 slots, depending on demand.
DO NOT ASK FOR A SLOT HERE, as I’m testing out commiss.io for this round and will only consider offers coming from that site.
All the info you need can be found on the “Commissions” tab of my Tumblr blog, including a link to my commission types and pricelist. Follow this link: www.rollupart.tumblr.com/commissions
Of note:
1. Painted commissions are back!
2. Slots are on a first-come, first-served basis. Before I announce who gets slots, I’ll wait until a) all 10 slots are filled with people who used the special code word (see 4. below) or b) I haven’t received any project offers in long enough to know no more are coming.
3. You may send a placeholder project offer on commiss.io if you want to increase your odds of getting a slot. Be sure to update it with all the requisite info when I confirm you’re in, else you might lose your slot.
4. People who read through all my commission info on Tumblr have priority over anyone else as long as I remain open, even if they send their project offer later. In order to prove you’ve read the whole thing, I hid a special code word for you to use on my commission info page. Be sure to put this code in your project offer on commiss.io, even if your offer is just a placeholder!
5. NEW this round: if you can’t get a slot this time, I’ll put your name on a list. People on this list don’t get a guaranteed commission slot, but they do get an advance warning of when I’m about to open for another round so they have a better shot at it next time.
Thank you all for your interest, and good luck to everyone!
Tem alguma coisa errada com a nossa espécie
Como uma pessoa que gosta de biologia, talvez eu tenha uma tendência um pouco forte demais para divagações biológicas. Eu admito. Mas não consigo deixar de pensar o quanto nós, seres humanos, nos afastamos cada vez mais da natureza, e da NOSSA natureza.
De acordo com a classificação dos seres vivos proposta por Lineu, e que ainda é aceita e utilizada, nós fazemos parte do Reino Animal. Nossa medula espinhal e coluna vertebral nos colocam no Filo dos Cordados. Somos membros da Ordem dos Primatas e parte da Família dos Hominídeos. Gênero e espécie: Homo sapiens, disso você já sabe. E ninguém discorda disso, nem mesmo o sacerdote mais criacionista de todos. Somos seres orgânicos, que nascem, crescem, se reproduzem (ou não) e morrem. Nossa sobrevivência depende da inspiração de oxigênio, da expiração de gás carbônico, da ingestão de alimentos e da excreção de dejetos. Já deu pra ser enfática o suficiente? Pois bem.
O fato é que parece que nós gostamos muito de ignorar, fazer pouco, varrer pra baixo do tapete ou simplesmente nos colocar acima dessa posição desconfortável que é pensar em nós mesmos como animais. Ora, você não vai se comparar com seu cachorro (mesmo que você ame muito ele), vai? Você é melhor que isso. Nós somos seres racionais, somos superiores. Certo?
Eu tenho uma teoria de que a razão e a estupidez têm a mesma proporção. Quanto mais racionais nos achamos, também mais estúpidos ficamos. Eu sei, é chocante, quem eu penso que eu sou? Penso que sou um bicho humano tão estupidamente racional (ou tão racionalmente estúpido) quanto você. Então pensa comigo.
Nós podemos, sim, ser uma espécie completamente diferente dos outros animais. Nós temos consciência, nós pensamos, falamos, estudamos, escrevemos - nos comunicamos num nível totalmente distinto. Mas essa mesma racionalidade (essa palavra existe?) também é responsável por uma porção de coisas que fazemos (e fizemos ao longo da história) que simplesmente não fazem o menor sentido. O exemplo que mais me salta aos olhos é uma questão relacionada ao acasalamento. Não, não é nosso hábito de fazer sexo pra se divertir, enquanto os animais inferiores só copulam para produzir descendentes. É um passo anterior: a parte de encontrar um parceiro. Se você já viu um dos inúmeros documentários de vida selvagem que os biólogos adoram produzir, já deve ter notado que, nas mais variadas espécies, é o macho quem tem que rebolar pra conseguir atenção das fêmeas. É o vagalume macho que fica piscando sua bundinha por aí até que uma fêmea pisque de volta. É o sapinho macho que fica todo colorido e a fêmea escolhe o que ela acha mais bonito. É a formiga macho que corre atrás dos feromônios da fêmea. É o pavão macho que estufa o peito e abre a cauda enorme de penas esplendorosas pra se mostrar para as fêmeas. Por que com a gente é o contrário?
Por que é que as mulheres têm a obrigação social de pentear o cabelo (alisar, de preferência), pintar a unha e o rosto, arrancar todos os pelos possíveis do corpo, fazer todo tipo de esforços e bizarrices para esconder as imperfeições do corpo, se comportar bem e se vestir adequadamente para atrair a atenção dos homens, dispensados de todo esse esforço? Mais importante, depois de tudo isso, por que os homens se acham no direito de nos tratar como objetos, que servem para sua apreciação, julgamento e utilização sem jamais ter sequer “piscado uma luzinha” e muito menos receber uma “piscadela” de volta? E, depois de escolhida na prateleira, por que diabos espera-se que a mulher se submeta às vontades e gostos do maridão? Ai, sério, me economiza.
Entre os leões, que costumam viver em grupos, são as leoas que saem para caçar e trazer a comida pra casa. Por que se espera que fiquemos em casa e esperemos o macho man enfrentar as feras e nos alimentar e nos dar presentes para preencher a futilidade de nossas vidas tranquilas?
Outro dia sentei no sofá e peguei um trecho da novela em que três personagens conversavam sobre cosméticos e a impressão que tinham era de que as mulheres “precisam ser consertadas”, ao passo que os homens têm passe livre para ser como são. Concordei. E entrei numa espiral interna de ruminações sobre o quanto as indústrias cosmética e farmacêutica não devem lucrar com a nossa insegurança e baixa autoestima. De novo: me economiza! Meu uso de cosméticos começa e termina na prateleira dos itens feitos pra me deixar limpinha e cheirosa: sabonete, esfoliante, sabonete líquido, shampoo, condicionador, creme para o corpo, creme para as mãos, creme para o cabelo. No máximo um batonzinho, que eu vou comprando por querer experimentar algo diferente, mas acabo usando sempre o mesmo. Mas para o MEU cuidado. MEU bem estar. Não pra ficar dando satisfações estéticas para os olhos dos outros. Pombas, eu tenho preguiça até de pentear o cabelo.
E se você está achando que o meu argumento já está full rage o suficiente pra demonstrar que há algo errado com essa nossa espécie, calma que eu ainda vou mais longe. Pegando carona no lucro da indústria do mal estar feminino, vamos olhar um pouco para como a sociedade em geral funciona, macroeconomicamente. É isso mesmo, o capitalismo. A grande indústria que diariamente faz o rico ficar mais rico e o pobre ficar mais pobre.
Veja, nós somos animais sociais. Até aí okay. Muitas espécies animais vivem e prosperam em grupos: um formigueiro, uma colmeia de abelhas, uma manada de elefantes, um cardume de peixes, matilha de cães, e por aí vai. Ocorre que os grupamentos de animais normais têm como objetivo a colaboração entre os membros para que todos os indivíduos se mantenham saudáveis, protegidos, alimentados e seus filhotes bem cuidados. Já nós, uma sociedade com organização sem precedentes, nascemos, crescemos e vivemos sobre uma fundação podre de individualismo onde qualquer menção à divisão e distribuição de recursos e renda é vista como comunista-criminoso-herege-anticristão. Pessoas morrem de fome, moram na rua, pegam restos de comida no lixo - mas vamos dar uma casa e um dinheiro mensal pra essa população ter alguma dignidade na vida? Claro que não, sua comuna de merda. Quem é que vai pagar essa mordomia toda? Os zilhardários que ganham milhões lucrando com o trabalho de sol a sol da classe média? Claro que não. Que ideia estúpida. Eles têm dinheiro, bens e uma vida em que não lhes falta nada (só decência moral) porque merecem, as pessoas “de rua” estão lá porque não trabalharam nem se esforçaram o suficiente. Certo?
Gente. Sério. Para. Pensa. É sério isso?
Você que se acha o ser humano racional entendedor da porra toda, me diga qual é a lógica, a razão, qualquer coisa que explique por que achamos normal que certas pessoas acumulem mais recursos do que conseguiriam consumir mesmo se vivessem mil anos, ao passo que outras não têm sequer o que comer nem onde dormir, nem esperança ou motivo para viver mais um dia, mas continuam vivendo uma vida invisível e miserável como se algum dia isso fosse mudar.
Não vai mudar. Nunca. Sabe por quê? Porque essa podridão já está enraizada em nós, e ninguém consegue explicar por que excesso de abundância e miséria lado a lado são consideradas coisas normais.
É isso o que eu acho que está mais errado com a nossa espécie. O favorecimento do indivíduo a despeito do coletivo, mesmo sendo “animais sociais”. A vantagem que tiramos sobre a desgraça alheia, tão despeitadamente. A selvageria com que tratamos nossos semelhantes, mesmo nos julgando superiores. A estupidez em gastar milhões no marketing de um evento contra a fome, em vez de usar os milhões para comprar comida e dar pra quem tem fome. Eu não vejo nada racional, ou remotamente inteligente, em tudo isso.
Today book
I painted this painting on dibond. I'm very satisfied with it, in doing that more. Very nice material to paint on. These are the loonse and drunense dunes in loonopzand. The dogs off-leash zone.#exto #saatchi #instaartist #bomen #trees #wandelenindenatuur #hicking #natuurinnederland (bij Netherlands) https://www.instagram.com/p/CHlVtsLniPr/?igshid=1gpynki1sygyk

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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Atentamente, tu jem.
Querida flecha de Cupido rota:
Empezaré diciendo que te echo de menos, te echo de menos del modo en que juramos que nunca lo haríamos aunque supongo que, como tantas otras cosas que nos juramos y nos prometimos, todo se ha quedado en un “te prometo…”. Por ejemplo, “te prometo que nunca me ire”, “te juro que pasaremos el resto de nuestros días juntos”, te prometo que tus calcetines de distinto color nos envidiarán y buscarán ansiosos la pareja que les falta", “te prometo que nunca, nunca, nunca jamás te haré daño”. Ya, claro. Tantas promesas que se quedaron en eso, promesas, promesas y nada más que promesas, incumplidas, olvidadas y pérdidas en el tiempo y el recuerdo. Vale, ahora soy yo la que tiene algo que decir, toma nota:
Empezaré diciendo que, como todo, la finitud acabó con este intento de relación eterna e irte ya te fuiste hace tiempo, sigamos, que ahora soy yo quien envidia a mis calcetines de distinto par, al menos ellos no se preocupan, deprimen ni entristece por haber perdido a su alma gemela, que ojalá nunca me hubieses dicho la más importante promesa de todas si pretendidas romperla como has hecho con el resto, como has hecho conmigo, que mi corazón tiene clavadas espinas desde que te fuiste, y tengo miedo de quitarlas porque, hasta ahora, ellas son quienes me mantienen con vida, sirviendo de tapón para que mi sangre siga dentro de esta bolsa palpitante que la distribuye a todo mi cuerpo, emponzoñada, envenenada, contagiando cada milímetro de mi ser. Que bonita metáfora para decir que tu ida me mantiene con vida al tiempo que me la quita, ¿no?
Que curiosa se vuelve a veces la vida, yo que pensaba que nosotros nunca acabaríamos así, nosotros que hace unos días compartíamos vista, tacto, oído, gusto y olfato; nosotros que hace unos días nos prometimos la luna, las estrellas, el sol y hasta las nubes; nosotros que hace unos días gritabamos en la azotea de algún que otro edificio que ni la muerte nos separaria; nosotros que hace unos días celebrábamos nuestro segundo aniversario como si únicamente dos segundos hubiesen pasado; yo que hace unos días describía lo perfectamente azabaches que eran tus ojos; yo que hace unos días ni siquiera pensaba en estar hoy aquí, escribiéndoles esta carta de despedida; yo que en este instante imploro al sol, a la luna y a todos los astros del firmamento que me expliquen como seguir viviendo tras tu partida; yo que intentaré olvidar tu sempiterno recuerdo de la forma para cuya finalidad se ha escrito esta carta: arder.
Atentamente,
Quien hace unos días era tu jem.
Perfil #Morumbi ✅ 1 a 3 dorms. 1 ou 2 suítes / com terraço gourmet. 🔝 👏 👏 👏 #exto #construtora #APARTAMENTO #luxo. Vanya 011.953017771 (em Morumbi)