i forgot to post this here but this was my submission for smogon's 34th cap project
the prompt was to make a poison/dragon type that utilizes throat spray
it didn't win so i gave it my own name
compoatzin is a classical music conductor hoatzin/archaeopteryx
its body and legs are supposed to resemble a music stand with sheet music on it and its tail is supposed to resemble piano keys
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Ser escritora era uma profissĂŁo que jĂĄ havia passado na minha mente, mas eu duvidava muito que eu um dia teria criatividade o bastante pra escrever um bom livro, que chamasse atenção de muitas pessoas. Sem contar que eu era geminiana, estava sempre em constante mudança, e ficar presa Ă uma Ășnica coisa por muito tempo era uma coisa que eu odiava. Eu me sentia cansada, sufocada, sentia que precisava acabar com aquilo logo e inventar/fazer novas coisas.
Mais tarde, depois de escrever um pouco e ficar mexendo no twitter e tumblr eu fui dormir.
Dormi muito mal e hoje a noite terĂĄ o show . . .
A Diretora nos liberou pra prepararmos tudo o dia todo, nĂŁo precisamos assistir aulas hoje.
. . . Não que essa permissão dela vå fazer diferença, afinal, não assistimos aulas nunca mesmo.
Começamos a arrumar tudo, Rosa estava procurando o bloco de notas junto comigo enquanto arrumåvamos, afinal, ele poderia ter perdido ontem enquanto nos ajudava a arrumar tudo.
Nathaniel deu a ideia de eu ligar pro Castiel e perguntar se ele viria pra escola.
No que eu decidi ligar pra ele, ele chegou, e vestindo a roupa mandada !!
JĂĄ tenho convivĂȘncia o suficiente com ele pra saber disso.
Eu deixei ele quieto, afinal ele respondeu o que eu queria . . . Mesmo que eu nĂŁo consiga acreditar nele.
Mas antes de ir eu quis deixar ele com uma pulga atrĂĄs da orelha:
"E se eu te disser que sĂł ia aceitar sua proposta porque era vocĂȘ quem tinha feito ?"
Castiel pareceu assustado.
Pelo menos consegui reverter a situação com ele . . . Creio eu.
. . . Agora . . . Armin e Dake . . . Nem cogito colocar nessa minha mistura.
Meu deus, porque eu to pensando nisso ?
Suspirando pensando nisso, Lysandre reparou meu jeito pensativo e perguntou o que se passava comigo
"Lys . . . De quem o Castiel gosta ?"
Lys ficou assustado e retrucou de forma rĂĄpida.
"E vocĂȘ ? De quem vocĂȘ gosta ?"
Ele tomou a mesma postura defensiva de novo.
"Me conte entĂŁo de quem vocĂȘ gosta. Da outra vez vocĂȘ ia me contar . . . Sendo que o Ken atrapalhou . . . fiquei curiosa desde entĂŁo"
Ele ficou corado e sĂł me deu a mĂŁo pra levantarmos em silencio.
. . . Ă prepotĂȘncia minha achar que ele gosta de mim ?
Acho que sĂł tĂŽ pensando dessa forma prepotente por estar gostando dele. . . AliĂĄs, eu nem tenho certeza.
E se eu sĂł estiver atraĂda pela historia magnifica de vida que ele me contou ?
Castiel entrou na parte onde todos se arrumavam de uma vez, e jĂĄ veio direto em mim e no Lysandre, eu estava ajudando o Lysandrte a arrumar a gravata dele.
Ele parou no meio do palco e abriu a camisa de uma vez, tinha uma blusa toda rasgada do Kiss por baixo.
Todo mundo começou a gritar eufórico com a entrada do Castiel, ele virou pro Nathaniel, que estava muito assustado, e mostrou o dedo.
Eu estava sem reação, e o Lysandre estava comigo surpreso começou a exclamar "ERA ISSO !! ELE TINHA ME CONTADO QUE FARIA ISSO HOJE !! Tenho certeza que essa foi uma das informaçÔes tiradas do meu caderno . . . "
ENTENDI ! EntĂŁo ele ficou com medo do Lys contar pra gente e nĂłs impedirmos a "entrada triunfal" dele.
Lys entrou no palco.
TUDO FICOU FORA DE CONTROLE !!!!!
Eu estava desesperada !
Voou bebida em mim e nos outros, voou sangue, voou tudo !
Nem sabia que tinha aluno com bebida ali dentro.
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 Fiquei o encarando e sorrindo. Ainda não acreditava que eu tava namorando o Pedro Henrique. O suposto sujeito que eu jurei odiar para todo o sempre porque esse imbecil me fez passar a maior vergonha da face da terra... Mas cå estou eu... Confraternizando, sem nenhum um pingo de culpa, com o inimigo.
- Que foi? â Ele perguntou. â VocĂȘ tĂĄ tipo com o sorriso do Coringa na cara!
 PH deu risada e se aproximou de mim, me dando um selinho namorado.
- Leonardo, para de me encher o saco! JĂĄ disse que eu nĂŁo lembro!
 O Bittencourt apareceu do nada na minha casa querendo saber com quem a Dani tinha ficado. Graças ao bom senhor, quando ele chegou, o PH tava tomando banho e eu jå tinha vestido uma roupa.
- Ă sim! VocĂȘ contou pro Victor sobre eu e o PH! â Eu disse e o Bittencourt parou de dar risada.
- Seu irmĂŁo sabe? â O Machado me encarou com as sobrancelhas arqueadas e depois sorriu.
- Sei o que?
 O Victor entrou no quarto e fez a cara mais terrivelmente estranha que eu vi na minha vida. Primeiro ele olhou pro Leonardo, que deu de ombros e sorriu. Depois pro PH... E ai ele surtou.
- Por que vocĂȘ ta seminu no quarto da minha irmĂŁ?! CadĂȘ sua camiseta?!
 Ele riu da própria piada e eu dei um sorriso de lado.
- SĂł nĂŁo te bato agora porque meu irmĂŁo acabou com vocĂȘ. â Eu falei e ele deu de ombros. â E isso nĂŁo teria acontecido se vocĂȘ tivesse ido tomar banho.
 Eu levantei da cama e fui pegar ågua pra limpar o rosto dele. Sentei ao seu lado novamente e comecei a pressionar o algodão com ågua nos machucados. PH fazia caretas, e eu sabia que tava doendo, mas, infelizmente, era um mal necessårio.
- Prefiro vocĂȘ fedido do que desconfigurado. â Eu disse e soltei uma risada fraca.
- Cara, minha auto-estima ta tĂŁo lĂĄ em cima que vocĂȘ nĂŁo faz ideia. - Dei risada do comentĂĄrio dele e o beijei. PH fez uma careta, fazendo eu me afastar rapidamente. â Relaxa... Porque pra te beijar eu consigo suportar uma dorzinha... â Eu sorri e o beijei mais uma vez. â Preciso me ver no espelho...
 Dois dias se passaram desde o terrĂvel incidente no meu quarto, e o Victor ainda nĂŁo tava falando comigo. Eu decidi nĂŁo me importar porque com o tempo ele ia aceitar que sua irmĂŁzinha nĂŁo era mais virgem e tudo ia voltar ao normal.
- Ainda nĂŁo... E vocĂȘ?
 A Vic tinha me ligado pra falar sobre o baile de måscaras. E ainda bem que ela me lembrou, porque eu tinha esquecido total.
 Ela desligou o celular e eu dei risada. Que beleza, um vestido rosa. Tirei o pijama e coloquei um shorts jeans e uma camiseta fresquinha pra ir na casa da Vic, mas antes de sair, liguei pra Dani.
- NĂŁo! Por que seria? - Arqueei as sobrancelhas e ele entendeu. â Ah, ta... Pode crer... Mas nĂŁo... Ă a Laura.
- Ainda, Victor?
- Ă, talvez pra sempre...
 Ele respondeu triste. Ah, mano... Porque a Laura ta fazendo isso com o meu irmão? Justo quando eu tava começando a gostar dela...
- VocĂȘ a convidou? â Perguntei.
- Mais ou menos... Tipo, eu deixei um vestido de baile na casa da mĂŁe dela com um bilhete... E no bilhete tava escrito que se ela quisesse dar uma Ășltima chance pra nĂłs, era pra ela vestir aquele vestido e aparecer no baile.
 A Vic perguntou assim que pisei na casa dela. Cumprimentei a mãe dela que estava na sala. De repente, o Leo veio correndo da cozinha com uma garrafa de cerveja na mão e pulou com tudo no sofå.
- Lua! O que vocĂȘ tĂĄ fazendo aqui? â Ele perguntou sorrindo e sua mĂŁe o encarou.
- Leonardo, jå te falei milhÔes de vezes pra não roubar a cerveja do seu pai!
- MĂŁe... O pai nĂŁo liga!
- MAS EU LIGO!
 O Leo subiu as escadas e deixou a mãe gritando sozinha na sala. A Vic foi me puxando pro quarto dela e assim que chegamos ela trancou a porta e começou a mostrar que vestido usaria no baile.
- Ă a sua cara! â Eu disse. E era mesmo. â Muito bonito... VocĂȘ vai com quem?
- Sozinha! Sou independente agora! Sabia que vou fazer intercĂąmbio?
Havia muitas coisas que eu queria fazer naquele momento.
Como por exemplo correr e abraçå-lo o mais forte que eu podia para nunca mais soltar, assegurar-lhe que eu o amo e que nada mais importa, beijå-lo e sentir seu corpo tão perto do meu com sua respiração travando uma batalha contra a minha.
Quis tanto que meu desejo nĂŁo se tornou realidade.
Me livrei dos lĂĄbios nojentos de Mark apenas para ter a visĂŁo daquela pessoa que eu nĂŁo via a um pouco mais de um mĂȘs.
Punhos fechados, narinas dilatadas, olhos cerrados. Ele estava mais que furioso.
- Me solta! Justin! Justin! â esbravejei. â Justin, por favor!
Com um grande impulso â que eu nĂŁo sei de onde veio tanta força. â eu consegui me soltar dos fortes braços de Rob. Correndo para onde a briga ocorria, eu toquei o ombro de Justin, que continuava a torturar Mark sem se importar com a multidĂŁo.
- Justin... â eu disse.
Mas Justin estava fora de controle. Sua mente nĂŁo estava ali. Por impulso, ele me deu um empurrĂŁo.
Eu caĂ no chĂŁo.
Ele virou para mim e foi quando ele se deu conta do que fez. Seus olhos entristeceram, e ele lambeu os lĂĄbios para voltar a si. Quando o fez, Justin passou as mĂŁos pelos cabelos, puxando os fios.
- NĂŁo faz isso. NĂŁo faça discursos dizendo que me ama se tudo que vocĂȘ fez foi se afastar. E tudo que passamos juntos, Lauren? Os beijos, os carinhos, os problemas. O que aconteceu? Por que vocĂȘ se afastou? Por que vocĂȘ nĂŁo me quer mais? Por que estĂĄ me trocando por esse mal comido? Lauren! Por que? EntĂŁo nĂŁo venha com esses seus discursos sendo que vocĂȘ esqueceu tudo. NĂŁo faz isso. NĂŁo nos condene dessa maneira.
Engoli em seco.
Eu jĂĄ sentia as lĂĄgrimas querendo escapar dos meus olhos. Era difĂcil vĂȘ-lo sentir-se tĂŁo mau por minha culpa. Justin deveria saber o verdadeiro motivo, e deveria abrir a boca naquele momento, mas por que algo dentro de mim nĂŁo permitia? Justin estava achando que eu estava fazendo de propĂłsito e nada me condenava mais do que isso.
- Eu sabia! VocĂȘ estĂĄ me condenando por um beijo roubando enquanto transou mais do que touro reprodutor! Por que vocĂȘ nĂŁo se enxerga antes de falar algo sobre mim? Eu te ensinei a viver, Justin. Eu te amei mais do que qualquer um! Eu te amo, jĂĄ disse.
- VocĂȘ se foi. Por que vocĂȘ se foi?
- Porque sim, Justin! VocĂȘ nĂŁo sabe nem da metade dos problemas que eu ando passando! VocĂȘ sĂł pensou em guerra e mais guerra, vocĂȘ nĂŁo parou para me perguntar se eu estava bem. VocĂȘ simplesmente decidiu ir para Seattle e pronto.
- Foi por nĂłs dois!
- Eu sei. Mas e quando eu pedi para vocĂȘ ficar pois eu me sentiria mais segura? VocĂȘ pensou na possibilidade? Ă claro que nĂŁo! Ă como eu disse, vocĂȘ nĂŁo sabe nem da metade dos meus problemas. Tem meu pai, tem minha mĂŁe, tem a... â bati com a mĂŁo em minha boca me condenando. Eu nĂŁo poderia falar definitivamente nada.
- A quem, Lauren? â ele perguntou. â Quem? â gritou.
- Vai para os braços de Mark? Ok, vå em paz! Fica a vontade.
- Idiota. â esbravejei. â E vocĂȘ? Vai para os braços de Jessie?
- Sim, serĂĄ uma boa. Obrigado pela sugestĂŁo.
Eu saĂ do local, entrando no meio da multidĂŁo que assistiu tudo de camarote. Em poucos minutos eu jĂĄ estava na porta de saĂda daquela boate, decidida do que eu iria fazer.
Narrado por Justin
- Qual o seu problema, cara? â Taylor esbravejou enquanto me dava um leve empurro.
Taylor cobriu a boca, assustada. Provavelmente ela nĂŁo poderia ter dito aquilo.
- O que vocĂȘ disse? â eu perguntei rĂspido.
- VocĂȘ ouviu. â ela disse encarando o chĂŁo.
- Repete, Taylor. â ela se calou. â Agora, caralho! â esbravejei.
- EstĂŁo ameaçando a Lauren e ela tem que ficar distante de vocĂȘ para te ter seguro juntamente com sua mĂŁe.
- Quem, Taylor?
- Eu jĂĄ disse demais.
- Foda-se! Eu descubro por mim mesmo.
Eu sou um babaca.
Eu sou um tremendo babaca.
Como não pensei na possibilidade de ter algo errado antes? Lauren fez tudo aquilo por amore tudo que eu fiz foi julgå-la. Por que eu tenho que agir sem pensar? Por que eu pensei em mim antes de dela? Por que?
ApĂłs alguns minutos em um tĂĄxi, eu finalmente cheguei em casa.
Depois que meu pai soube que Justin nĂŁo estava mais por perto, ele decidiu deixar-me respirar novamente. Sendo assim, foi passar uns dias em sua casa em Palm Beach para apresentar Stephanie para os parentes de lĂĄ.
Sozinha, eu jĂĄ estava certa do que iria fazer.
Eu não suportaria tanto ao mesmo, minha mente não suportaria. Eu sou fraca.
Aquilo jĂĄ havia virado rotina para mim, um vĂcio. Eu nĂŁo sentia nada, definitivamente nada. Apenas prazer do ato. Aquele era o Ășnico meio de me livrar dos problemas e punir a mim mesma por ser tĂŁo idiota.
Eu sabia que ela estaria em sua casa. Algo me dizia isso.
Dirigi o mais råpido que podia sentindo algo me apertar o coração, havia alguma coisa me dizendo que tinha algo errado com Lauren. Algo rasgando partes do meu corpo. Eu não estava tendo uma das melhores sensaçÔes.
Me lembrei do que Lauren havia dito, algo a ver com seu pai. Imediatamente busquei meu celular em meu bolso, deslizando o dedo na tela para desbloquea-lo e digitando o nĂșmero de Chris.
- Anda, anda, anda, atende filho de uma puta! â disse baixinho enquanto tudo que se ouvia do outro lado da linha era o som das chamadas.
- Ă isso que eu vou ver agora. â eu disse enquanto parava o carro na frente da casa de Lauren. Senti um aperto no meu coração, algo rasgando e nĂŁo pude conter um gemido de dor. â Ai!
-Â Bieber? TĂĄ tudo bem?
- Vou ficar. Só faça o que eu pedi, ok? Tchau.
Finalizei a ligação pondo o celular de volta no bolso.
Aquele sentimento ruim nĂŁo me deixava em paz, portanto peguei meu celular novamente, desta vez discando o nĂșmero de Ryan.
- Ryan, onde vocĂȘ estĂĄ? â eu disse imediatamente assim que atendeu.
-Â Trazendo a Taylor pra casa. Por que, cara?
- EntĂŁo vocĂȘ estĂĄ perto da casa da Lauren. Larga tudo que vocĂȘ ta fazendo e vem pra cĂĄagora.
-Â O que aconteceu, Justin?
- Eu nĂŁo sei, mas tem algo errado. Vem pra cĂĄ imediatamente, Ryan.
-Â Ă claro, cara. Eu e Taylor estaremos aĂ em no mĂĄximo dez minutos.
Finalizei a ligação e pus o celular no bolso. Passei a mão pela meia que estava usando, ela estava coberta pela barra da minha calça jeans, levantei-a para ver a minha arma cravada ali. Peguei-a, destravando-a e subindo as escadas.
- Lauren?
Todas as portas daquele corredor estavam abertas.
Menos uma.
O banheiro.
- Lauren, vocĂȘ estĂĄ aqui? â girei a maçaneta e tentei empurrar a porta mas a mesma estava trancada. â Lauren! â gritei. â Eu sei que vocĂȘ estĂĄ aĂ, responde por favor.
Sem me livrar da minha arma, eu dei um chute na porta na tentativa de arrombĂĄ-la mas nada. Tentei mais uma vez. Sucesso.
Eu nĂŁo queria estar vendo aquilo, eu nĂŁo queria vĂȘ-la naquelas condiçÔes. NĂŁo hĂĄ coisa pior do que ver quem vocĂȘ ama naquelas condiçÔes. LĂĄ estava Lauren, caĂda no chĂŁo, sangue por todos os lados, lĂąminas em suas mĂŁos, desacordada. Agora tudo fazia sentido, quando ela disse que nĂŁo suportaria mais, os apertos que eu senti. De alguma maneira nĂłs estĂĄvamos ligados. E quando a vi eu nĂŁo tive outra reação a nĂŁo ser me livrar de minha arma e correr em sua direção.
- Lauren! Lauren, o que vocĂȘ fez com vocĂȘ? â eu perguntei.
Mas ela nĂŁo respondia.
- Justin! â ouvi a voz de Ryan vindo do primeiro andar.
- Aqui em cima! â eu gritei choroso.
Seja forte, Justin. Por Lauren. Por vocĂȘs.
Passos råpidos vieram em direção a onde eu estava. Taylor e Ryan não conseguiram conter suas feiçÔes de espanto com aquela cena.
Eu, ajoelhado, com Lauren nos meus braços.
- Liga pra uma ambulĂąncia, por favor. RĂĄpido! â eu gritei.
Taylor puxou o celular do bolso de Ryan, trĂȘmula, digitando os nĂșmeros de emergĂȘncia.
- Por favor, eu preciso de uma ambulĂąncia aqui. RĂĄpido!
Taylor se sentiu mal com aquela cena, Ryan foi atrås dela. E eu fiquei parado ali, com o meu amor em meus braços temendo o pior.
Depois disso, tudo que ouvi foi o som da sirene da ambulĂąncia, as luzes azul e vermelha invadindo o local.