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Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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La guerra contra ti mismo no es más que una batalla entre dos ilusiones que luchan para diferenciarse la una de la otra, creyendo que la que triunfe será la verdadera. No existe conflicto alguno entre ellas y la verdad. Ni tampoco son ellas diferentes entre sí. Ninguna de las dos es verdad. Por lo tanto, no importa qué forma adopten. Lo que las engendró es una locura y no pueden sino seguir formando parte de ello. La locura no representa ninguna amenaza contra la realidad ni ejerce influencia alguna sobre ella. Las ilusiones no pueden vencer a la verdad ni suponer una amenaza para ella en absoluto. Y la realidad que niegan no forma parte de ellas. Lo que tú recuerdas forma parte de ti. Libro de texto #UCDM💜#cap23#entrenamientomental🧠#cambiodementalidad#guerracontigomismo#ilusiones#conflicto#locura#realidad#verdad#recuerdas#partedeti#🙏🏼💜♾📖🧠💬💞🙋🏻♀️ (en Barcelona, Catalunya, España) https://www.instagram.com/p/CgyZWzNNURG/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Just released and available on all major download and streaming websites is my 3rd album “I Alone”. A difficult and emotional album inspired by a breakup in a relationship and features various dance genre’s from Techno to dreamy Liquid Drum n Bass and even some Dub Reggae... Check it out now on Spotify, iTunes and many more..
Gatsu
101 Reflective Lessons from a Year with Sydney HEMS. Part Four: More Clinical
101 Reflective Lessons from a Year with Sydney HEMS. Part Four: More Clinical
This post, detailing my reflections on clinical retrieval medicine, is the fourth in a series recording my reflections on the twelve months I spent working for Sydney HEMS 1 in prehospital and retrieval medicine. The first post covers medical education – you can find it here2. The second covers human factors – you can find it here3. The third covers clinical lessons from retrieval medicine – yo…
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23. Quase de manhã
Alícia’s POV
Eu sempre achei a Luna muito bonita, desde a primeira vez que eu a vi. E cara, o beijo dela estava sendo simplesmente a melhor coisa do mundo. Beleza, nenhuma de nós estava totalmente e inteiramente sóbria, e talvez ela estivesse me beijando pra se vingar do Gabriel ou algo parecido com aquilo, mas eu realmente não estava me importando. Conforme os lábios dela se moviam sob os meus, eu esquecia completamente do universo. Quem sabe eu tenha até esquecido o meu nome na hora. Coloquei uma de minhas mãos na sua nuca e conforme íamos intensificando o beijo e nossas línguas se entrelaçavam, eu mexia no seu cabelo e o acariciava, vez ou outra intercalava com alguns puxões, o que a fez sorrir algumas vezes durante o beijo. Quando finalmente nos “separamos”, ela me olhou por alguns segundos, enquanto arrumava seu cabelo, que eu havia bagunçado um pouquinho. Ou talvez muito. Mas valeu a pena. Eu mal havia acabado de beija-la e já estava com saudade daquela boca, o que me fez encará-la por um tempinho até que eu pudesse finalmente disfarçar, dizendo que seu batom havia borrado um pouco.
— Eu não sei o que foi isso... – Ela me disse com uma cara de assustada, como se sua ficha tivesse caído. — Foi um beijo. Qual foi, tu era BV? – Brinquei para descontrair e funcionou, já que ela deu uma leve risada. — Me desculpa, Alícia. Eu... — Não se desculpe. – A interrompi.
Creio que ela quisesse se explicar pra mim ou quem sabe até pra ela mesma. Eu não a julgava, ela devia estar bem confusa mesmo. Mas aconteceu e não ia acontecer de novo, apesar de que eu queria muito. Depois de convencer a Luna a parar com a neura, decidimos voltar para a festa, como se nada tivesse acontecido. Pelo menos ela não estava mais chorando e eu também havia ganho a minha noite. Descemos juntas e eu esperava realmente que ninguém tivesse desconfiado de nada, aliás, estava todo mundo bem louco pra descontrair, e eu lá, sóbria. Nem precisei dizer que eu queria beber, já que a Luna já nos guiou pro bar. Nunca a vi beber, tipo, não de verdade, como eu ou meus amigos, mas pelo visto, ela estava inspirada naquele dia. Assim que chegamos ao “bar”, ela encostou na bancada e montou sua própria bebida, peguei uma Heineken em um dos barris de gelo e dei um gole na bebida dela, depois de ela muito insistir. Eu não fazia a mínima ideia do que tinha naquele copo, mas estava forte, e algo me dizia que a Luna não estava acostumada com bebidas fortes. Naquele momento comecei a achar que ia dar ruim. Ficamos no bar por tempo suficiente para a Luna fazer amizade com algumas pessoas novas e beber em média mais uns cinco copos daquele ou até mais fortes. Eu só sei que só me liguei no estado dela quando terminei minha segunda cerveja e me encontrava na pista de dança com ela. O iPod que estava tocando as músicas tinha um remix com algumas músicas do Travis Mills, o que a deixou louca. Pelo visto ela gostava muito dele.
— TRAVIS!!!!!!! Alícia! Sabia que eu... – Eu juro que não entendi mais nada depois daquilo, tudo o que ela falava saía enrolado e provavelmente em árabe. E, obviamente, eu não falava árabe. Nem língua de bêbado quando eu ainda estava “normal”. Ela dançava as músicas como se não houvesse amanhã e confesso que decidi que era hora de leva-la embora assim que a vi cair — com outro copo na mão. Mas ela não foi comigo. — Luna, olha pra mim. – Eu virava o rosto dela pra mim enquanto a segurava para que ela não fosse parar no chão. — Oi!!!!! – Ela me respondeu enquanto terminava de virar o que tinha em suas mãos. Seja lá o que fosse que tivesse dentro daquele copo, com certeza pioraria a situação. — Olha aqui, presta atenção. Tu veio com quem? – Eu perguntei enquanto a levava pra um lugar com menos gente, talvez aquilo a ajudasse a melhorar. — Com elas! – Ela apontou enquanto eu a encostava em uma das pilastras da casa e duas garotas vinham na nossa direção. — Luna! Cara, o que aconteceu com ela? O que tu deu pra ela? – As meninas fizeram um trilhão de perguntas ao mesmo tempo enquanto viam a Luna rir de tudo. — Eu? Não dei nada. Mas ela bebeu demais e disse que vai voltar com vocês, então... Acho melhor vocês irem. — Com a gente? Tá louca? Meus pais vão me matar se virem ela assim e com certeza os pais dela também. – A primeira garota falou. — É verdade. Eu também não posso levar ela pra minha casa, minha mãe ficaria muito brava. – A outra continuou. Caralho, viu! Minha mãe não se importaria e talvez nem perceberia se eu a levasse pra minha casa, mas cara, eu tinha acabado de “conhecer” a mina! Puta que pariu, que amigas deixam a amiga bêbada nas mãos de uma garota de quinze anos? Tudo bem, eu não aparentava essa idade e talvez elas nem soubessem. Assim que elas arrumaram alguma desculpa pra vazarem, percebi que eu teria que em virar com aquele b.o. Que ótimo dia para dar um PT hein, Luna? Eu não queria mexer nas coisas dela, mas acabei reparando numa nota de vinte reais apontando no bolso da frente da sua camisa, e eu não tinha como voltar pra casa com ela mal conseguindo andar. Beleza, eu pagaria um táxi e no dia seguinte devolveria o dinheiro pra ela. Ela foi cantando algo durante o percurso do carro e confesso que achei bem engraçado algumas partes, bêbado é tão feliz.
Capítulo 23
Manda spoleir do proximo capitulo??
MANDO SIM 💕
“— Você devia se controlar mais, vai acabar ficando sem ninguém.
Quando a voz de Frida ecoou em seus ouvidos, a morte não pareceu ser uma opção tão ruim naquele momento.
— Não quero lição de moral, obrigada.
— Só estou dizendo que se você não parar de agir assim, vai afastar os poucos amigos que tem. As pessoas se cansam, sabe, por mais que gostem muito de alguém. Todo mundo tem limites. E você está passando muito deles.
Frida se levantou, ainda com a revista que lia em mãos. Seguiu o mesmo trajeto que todas as outras, para longe da americana.
— Você está perdendo todo mundo. E a parte mais triste é que está fazendo tudo isso sem a ajuda de ninguém.
E então, sem dizer mais nada, saiu, batendo a porta de leve. E lá ficou a menor, encolhida, sentindo-se a pior pessoa do mundo.
E a mais solitária também.”