47 países permanecem autoritários e selectivos na partilha de informação redigidas por jornalistas. Atualmente, durante o 2025, 503 permanecem detidos, 91 foram executados e 135 desaparecidos.
Trata-se de vários profissionais que são condenados pela sua técnica, julgados pela sua interpretação e punidos pela sua iniciativa.
Entre os desaparecidos, vários hà 30 anos sem paradeiro e alguns foram feitos reféns.
Este ano assinala, principalmente, o julgamento de Christophe Gleizes, por apologia do terrorismo, detido nos próximos 7 anos no país delegado.
A Amnistia Internacional invoca frequentemente estas ocorrências, e como comentário, agradeço à rapariga que introduziu-me a este tema, numa estação de comboios em Lisboa.