Cosimo Galluzzi
noise dept.
he wasn't even looking at me and he found me
Misplaced Lens Cap
will byers stan first human second
DEAR READER

ellievsbear
$LAYYYTER

Love Begins
Cosmic Funnies
Three Goblin Art

Discoholic 🪩

@theartofmadeline
I'd rather be in outer space 🛸

izzy's playlists!

★

Andulka
Not today Justin
tumblr dot com


seen from Italy

seen from France

seen from Türkiye
seen from United States

seen from United States
seen from Spain

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from Kazakhstan

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
@ewnchae

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
joo:
houve um tempo em que a presença da mais velha era vista como causa para celebração por chatmanee, em que aproveitariam a distração das matriarcas para se esquivarem das obrigações sociais ao fugirem para algum lugar distante onde são seriam tão facilmente encontradas, em que conseguiriam manter um diálogo vivo por horas, sem se importar em preencher possíveis períodos silêncios dado que esses dificilmente aconteceriam. houve um tempo em que eunchae era uma das pessoas mais próximas dela, sua confidente e uma das primeiras pessoas a ser chamada quando a modelo queria a companhia de alguém. houve um tempo em que as duas eram amigas, no entanto, infelizmente, esse tempo, há muito, havia se passado; não por culpa delas, é claro, ou, sequer, por algum conflito ou desejo mútuo, contudo, não houve nada que pudesse ser feito na época. estar junto da antiga amiga era ainda mais incômodo do que estar junto de um completo desconhecido graças não somente ao histórico que compartilhava, mas, também, à natureza do relacionamento entre suas mães “é, elas vão ficar um bom tempo ali” deixou que um riso nasalizado escapasse, mesmo que não houvesse humor nenhum ali, conseguia praticamente prever os comentários maldosos que ouviria de sua matriarca ao fim da conversa entre essa e a han mais velha. “uh, é uma boa, ‘tô louca de fome tem horas” um suspiro escapou por seus lábios instantes antes da jirayungruk se levantar e seguir na direção que havia sido indicada pela outra “tem tanto tempo assim, mhm? eu… ‘tô bem, ‘tá tudo bem” deu de ombros, muito havia acontecido em sua vida desde a última vez em que as duas realmente conversaram e, mesmo que provavelmente tivessem tempo para detalhar os ocorridos, a mais nova não sabia dizer se a han realmente queria a ouvir ou se a indagação havia sido apenas fruto de uma gentileza comum “e você? vi as fotos que postou do seu intercâmbio, faz um tempo já, né? mas… parecia estar legal.”
a resposta alheia despertou uma risada baixa de eunchae, que sentia-se um pouco mais confortável por encontrar uma honestidade tão simples da parte dela. se tivesse de lidar com alguma conversa tão mais repleta de formalidades que o necessário, seria capaz de simplesmente inventar alguma desculpa para ir embora e deixar a mãe lidando sozinha com o evento. “uhum, por incrível que pareça. sendo bem sincera, eu não sei se teria te reconhecido tão facilmente se não tivesse visto por esses tempos uns posts com fotos suas no instagram.” comentou. ainda que não a seguisse diretamente, possuíam uma parcela de conhecidos em comum que colocavam em evidência o semblante feminino às vezes no feed da rede social. “mas que bom que tá tudo bem, aliás.” sorriu de canto, educada. eram tantos os anos que as separavam que nem sequer existiria uma possibilidade concreta de responderem perguntas sem apelarem para a superficialidade de imediato, quer desejassem ou não. se aproximando da mesa onde a comida do evento estava, pegou um pratinho para si própria e entregou outro para a garota, começando a se servir. “ah, o intercâmbio? foi mesmo uns dois anos atrás, se não erro na conta… mas foi um tipo de experiência única na vida.” respondeu, não tardando a perceber que não a dava mais nada em troca para prosseguir com a conversa. assim, acrescentou: “a frança é muito bonita, e todas as aulas na universidade eram ótimas. claro, talvez eu estivesse um pouco deslumbrada, mas foi incrível. o único problema era de conseguir relacionar todos os termos técnicos em francês na cabeça, daí eu tive mesmo que me virar.” contou, sorrindo de canto. “o que você anda fazendo?”
taehyeon:
para alguém que sempre apreciou manter um estilo de vida saudável e, inclusive, possuía o costume de chamar a atenção daqueles que eram mais próximos de si para seus maus hábitos, taehyeon falhava miseravelmente em conseguir manter uma boa rotina de descanso – ou, ainda, qualquer rotina de descanso. superficialmente, a escolha de sua prioridade era apenas a consequência de uma preocupação exacerbada com o próprio futuro: precisava de uma segurança financeira se queria garantir que não retornaria à situação em que se encontrava até alguns anos atrás, onde até mesmo centavos salvos faziam alguma diferença em seu balanceamento mensal, e, para isso, buscava o maior número de atividades pagas que conseguia enquanto conseguia, sem dar muita importância para a carga horária assumida. contudo, em um nível mais profundo, acreditava ser mais fácil, cômodo até, ocupar-se com o trabalho e demais responsabilidades a se preocupar com sua vida privada – era praticamente impossível perder a cabeça com problemas quando não se possui tempo para que estes nasçam. abdicar de seu descanso era uma ação consciente do barista, fazia-o deliberadamente, no entanto, ainda assim, optava por não compartilhar quando o fazia, principalmente com eunchae “por que tem que ter uma coreografia? posso ter ido pra um show que não teve dança nenhuma” rebateu, ainda em um tom bem humorado. no fundo o gwan já sabia que sua tentativa de desviar o assunto fracassaria, então, não foi nenhuma surpresa a ouvir insistir na investigação acerca de seu cansaço “fiz um evento nessas últimas noites e ontem acabou indo até mais tarde do que o combinado” deu de ombros, torcendo para que a amiga não criasse um grande caso em cima daquilo. iniciou o preparo de seu café assim que a mais velha lhe disse onde encontrar o ingrediente “quer que faça um pra você também?” perguntou no que ligou a boca do fogão para aquecer a água “o ricaço tem vindo aqui? achei que ele fosse ser bom demais pra esses lados” uma careta se formou em sua face, todavia, essa se desfez em seguida quando um riso saiu por seus lábios “o mínimo que ele podia fazer era reabastecer os armários se for ficar comendo tudo” balançou a cabeça negativamente em um sinal de julgamento. “que molho você fez?” abriu a tampa da panela para conferir o andamento do preparo, fechando-a logo em seguida e se virando novamente para a han “nah, ‘tá tranquilo, posso dormir de noite, faz tempo que a gente não se vê direito. o que você tem feito?”
“foi ver uma banda de rock então, por acaso?” zombou, erguendo uma sobrancelha. eunchae sabia muito bem que o outro somente estava tentando enrolar para tentar fazê-la deixar o assunto para lá; era experiente naquilo, de tantas ocasiões em que se encontrava tendo de tomar conta do gwan. “me faz um showcase particular com as músicas então pra dar um alívio nessa vida de merda.” cruzou as pernas sobre a superfície que ocupava no sofá, as mãos apoiadas sobre as coxas ao virar-se na direção da cozinha, onde o amigo se encontrava. de usual, a han gostava de fazer até mesmo as menores coisas por conta própria, mas poderia se dar uma parcela de desconto quando estava com alguém de tamanha confiança em seu entorno. “quero sim, obrigada. acho que eu nunca recusaria um café na minha vida.” riu nasalmente, engatando em sequência seu pedido: “aliás, pode ver se tá ok a quantidade de sal no macarrão mesmo? se achar que tá pouco, pode acertar pra mim? pra aproveitar que você já tá aí.” recostou, então, o corpo nas almofadas macias. “aham, até trouxe um café caro esses dias por achar que o nosso não era bom o bastante. como se ele não tomasse esse mesmo toda vez que vem aqui, vai entender.” revirou os olhos, nem entendendo como ainda se surpreendia com qualquer absurdo vindo do namorado da mãe. namorado entre muitas aspas, que fosse deixado bem claro. “carbonara, ‘tava com saudades.” era seu favorito, mas não era sempre que se encontrava com disposição o suficiente para algo além dos molhos mais práticos. “só que você não dorme de noite, tae.” retrucou. “e eu tô bem, não anda rolando muito pela minha vida mesmo. o máximo foi que eu quase peguei um vírus tentando assistir titane, na real, mas ficou tudo sob controle porque um cara da informática me devia uma. e você, hm?”
chanwoo:
quando tinha cinco anos, a mãe de chanwoo perguntou o que o rapaz gostaria de ser quando crescesse, e este respondeu, em sua voz infantil: piloto de carro. ironicamente, ele não tinha um carro, e nem mesmo sua mãe estava presente mais, porém havia cumprido a faculdade de medicina e sua primeira semana de residência acontecia enquanto ele divagava em pensamentos como esses. a turma, muito focada em observar o professor fechando o local da operação, também não haviam percebido a distração do rapaz. a verdade é que estar na coreia, depois de tanto tempo, parecia um tanto estranho, e ele também não sabia o motivo de ter escolhido fazer sua residência em seul ao invés de continuar nos estados unidos. apenas sentia que estava na hora de voltar.
foi o primeiro a se retirar da sala, com sua prancheta de anotações completamente vazia e o coração batendo mais rápido do que deveria. seu eu de 16 anos não reconheceria o chanwoo de agora: ansioso, quieto e completamente aéreo. poderia culpar os longos anos que passou estudando anatomia por essa mudança, mas sabia que não era verdade. suspirou, buscando seu cartão de identificação no bolso para marcar o ponto e iniciar seu trabalho, quando sentiu seu corpo esbarrar com outro bem menor que o seu, provavelmente o de uma enfermeira. “desculpe” murmurou, balançando a cabeça enquanto colocava o objeto no local, registrando seu nome e seu departamento, neurologia. “é minha primeira semana aqui, estou meio tonto.. muitas salas” sorriu amarelo, evitando manter contato visual com a outra pessoa, observando os sapatos azuis de borracha iguais aos seus, em alguns números menores. definitivamente uma enfermeira. “e meu coreano está bem enferrujado, espero que não tenha dito nenhuma bobagem..” levantou o olhar devagar depois de tomar uma dose de coragem, mas parou no crachá da moça em sua frente, lendo o nome extremamente familiar de @ewnchae. “a-ah, é melhor eu ir indo, nos vemos por aí”
caso eunchae tomasse a liberdade de listar todas as pessoas que menos se imaginava acabar esbarrando pelos corredores do hospital, encaixaria até mesmo o presidente de seu país em uma colocação acima do ex-namorado parado em sua frente. em especial quando, até onde seus conhecimentos de anos atrás a indicavam, aquele integrante de seu passado deveria estar vivendo do outro lado do mundo. não era o reencontro que algum dia se imaginara tendo com ele e, muito menos, o mais conveniente; para falar a verdade, sequer era algo que a garota enxergava com bons olhos naquele momento. depois de anos, de um coração partido e de uma mudança gradual de visão sobre o amor em sua vida, não era mais aquele tipo de pessoa que ficaria minimamente mexida ou contente de vê-lo novamente. na verdade, seria um meio mais correto para descrevê-la caso a denominassem como ‘irritada’. “então, deveria tomar uma preocupação maior quando for andar por aí.” murmurou em retorno, ajeitando a própria prancheta entre os braços e o encarando. “os médicos não residentes aqui estão sempre correndo, então quem não se cuida vai acabar caindo no chão rapidinho. ou até interrompendo alguém numa correria, sabe, importante.” utilizou a abordagem mais profissional que conseguia para falar com ele, embora a expressão em seu rosto entregasse de imediato que o desgosto não era nada relacionado com aquilo - poderia se argumentar, contudo, que era provavelmente a expressão que direcionava para a maioria do grupo de residentes de medicina. “não sabia que você tinha voltado.”
yuna:
“em momentos assim eu quase agradeço por ser praticamente excomungada da minha família.” franziu levemente o cenho e acompanhou a expressão de uma risadinha baixa, afinal, apesar dos pesares, sempre se divertia acompanhando o que acontecia na dinâmica da família da família da outra. era divertido quando não era consigo. “se bem que ninguém tinha problema com coca-cola na minha casa. nossas brigas giravam mais em torno do quanto saias e vestidos para cima do joelho significavam automaticamente que eu era uma perdida na vida.” dera de ombros, ainda com um sorriso por lembrar dos absurdos daquela situação toda. “o que foi?!” arqueou as sobrancelhas, ao escutar o nome pronunciado naquele tom de repreensão. “não vem falar que eu tô errada, não, senhora! eu tenho argumentos que sustentam a minha tese e… ah! falando nisso, eu preciso te mostrar uma coisa!” praticamente pulou do sofá, caminhando até a cozinha do pequeno apartamento, onde sua bolsa encontrava-se no balcão. ainda não havia tirado a caixinha de veludo dali, e aproveitou para o fazer naquele momento, enquanto levava-a consigo para mostrar para a amiga. “eu ganhei essa semana mesmo, é da cartier!” disse de forma animada, enquanto sentava-se agora sobre o braço do sofá e colocava os pés sobre o assento, abrindo a caixinha para exibir o colar para eunchae. “eu não me aguentei e pesquisei o preço na internet, só por curiosidade… e, chae, eu nem vou te falar quanto custa, porque você vai cair pra trás por saber que tem gente que pode pagar isso em um colar.” riu novamente, intercalando o olhar do rosto da amiga para a joia. “viu só? presentes. é para isso que os homens servem.”
“ah, os famosos comentários machistas e conservadores que as famílias adoram fazer. te contar que a minha mãe uma vez tentou colocar moral em mim por uma palhaçada assim, mas desanimou depois que eu lembrei ela que o namorado dela é casado. meio que tira a moral de julgar as minhas escolhas de vida.” deu de ombros, tratando com o desgosto que a acompanhava sempre que comentava sobre as histórias de usa mãe. eunchae não podia deixar de achar impressionante como a han mais velha simplesmente não percebia - caso percebesse, era excelente em se fingir de cega sobre as situações que se apresentavam para ela - como era ridículo estar envolvida fazia tanto tempo na posição de amante daquele homem, e ainda ter um mínimo de esperança de que ficariam oficialmente juntos no final. “e quais são os argumentos que sustentam a sua tese, então?” questionou, arqueando as sobrancelhas em divertimento - para demonstrar que estava genuinamente curiosa, não criticando-a de uma forma aberta. ainda que o estilo de vida da amiga não fosse um que escolheria para si mesma, eunchae não achava que estava em posição de julgá-la. com a surpresa evidente em seu semblante ao escutar a tão conhecida marca de joias de luxo, a estudante não pode deixar de ficar realmente intrigada para descobrir qual seria o presente escolhido por sabe-se-lá-quem. “caralho, amiga... eu não devo ganhar isso aí nem com os dois anos do meu contrato completos! você tem que me falar quanto custa!” pediu, em choque. como alguém pagaria tanto assim por uma joia, por deus? a chance de perdê-la era enorme! “mas é lindo mesmo, admito. combina perfeitamente com o seu rostinho lindo, huh? aposto que vai usar pra lá e pra cá essa belezinha.” sorriu, dando uma piscadela para a choi. “de quem você ganhou isso? os velhos desenvolveram gosto, é isso?”

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
haejin:
“ah, ótimo…” o murmúrio veio quando haejin ainda estava em frente ao espelho, visto que havia acabado a maquiagem leve que se obrigava a usar quando ia trabalhar quando recebeu em seu celular a mensagem de seu gerente, avisando que ela não precisaria comparecer naquela noite pois o restaurante ficaria fechado para alguns reparos que se fizeram necessário na cozinha. a park suspirou, indo até a sala, onde havia deixado @ewnchae há alguns minutos para se arrumar. “‘ei, tá afim de jantar fora hoje?” convidou, com um sorrisinho. “eu sou a maior defensora de pedidos de delivery, mas eu já me arrumei toda e só agora o meu chefe se deu ao trabalho de avisar que eu não vou precisar ir trabalhar.” apontou para as próprias vestes, que já haviam sido substituídas por um dos vestidos que ela tinha praticamente como um uniforme exclusivamente para o restaurante, já que estava longe de ser o tipo de roupa que haejin usava habitualmente. “tem aquele restaurante que abriu há umas duas quadras daqui! não sei se a comida deles é lá aquelas coisas, mas eles tem música ao vivo. vai ser bom ser a pessoa que está comendo enquanto outra pessoa está tocando, pra variar.”
esticada no sofá do apartamento da amiga, eunchae se entretinha mexendo no twitter enquanto a aguardava estar pronta para saírem do local, já que teria de retornara para a própria casa com a ida alheia para o trabalho. estava exausta após um dia estressante em seu estágio, e todos os seus desejos naquele momento eram de relaxar; o que estava mais que certa que não ocorreria em sua casa, era importante ressaltar. assim que escutou os passos alheios em sua direção, ela já estava saltando de sua posição para encontrar o par de sapatos que jogara no tapete e avisar a mãe que já estava indo para casa, isto é, até escutar o convite de haejin. “e perder de ter um jantar em família com a minha mãe e o velho? nossa, jin, eu vou até precisar pensar antes de decidir se eu perco essa maravilha na minha vida.” ironizou, revirando os olhos e abrindo um sorriso. “é uma merda o seu chefe ter deixado pra avisar quando você já ‘tava saindo... mas pelo menos não ‘tava no ônibus já, né? e é claro que eu topo! salvou a minha noite, e eu te amo por isso.” declarou, enfim encontrando as botas marrons e se apoiando no braço do sofá para calçá-las. “vamos aproveitar hoje, por favor, estamos as duas precisando. vou te incumbir da missão de não me deixar beber tanto só, porque ainda preciso acordar cedão amanhã... aliás, me empresta a sua jaqueta de couro? aquela que você sabe que eu amo... é que eu vim com o meu casaco de ficar em casa mesmo.”
yuna:
“não se desculpe por beber coca-cola, meu bem. eu juro que não conto pra ninguém. fora que elas estão aí pra quando você vem aqui mesmo, porque eu parei de beber faz umas semanas. ‘tô tentando perder uns quilinhos.” a choi explicou, esperando que a amiga se sentasse a seu lado novamente para que pudesse dar play na série que assistiam. mesmo que, àquela altura, o que passava na televisão não fosse nada mais se não um plano de fundo para a conversa que as duas mantinham. enquanto se atentava às palavras de eunchae, yuna voltou a apoiar o rosto contra o ombro da mais velha, pegando a mão livre dela e deliberadamente levando até seus cabelos, em um pedido silencioso para que ela fizesse carinho no local, já sendo de conhecimento da outra o quanto a choi gostava daquele tipo de coisa. “meu deus, que monstro! mas confia em mim, amiga, não vale a pena gastar o seu réu primário com esse velho amargurado. com nenhum velho amargurado, na verdade… talvez só aqueles que te dão alguns presentes.” não evitou fazer a brincadeira, rindo baixinho da própria piada. “ah, até que foi bom. eu não fiz nada, na real, fiquei jogada nesse sofá o dia inteiro…” apanhou o celular, para verificar a hora e logo deu um suspiro. “mas hoje eu tenho turno lá no pub, preciso ir me arrumar daqui a pouco. daqui a pouco só, porque meu lema é sempre que você puder procrastinar até o último minuto, procrastine até o último minuto.”
“que a minha tia não te ouça, porque essa mulher jura que qualquer copo é, e eu falo com as palavras diretas dela, ‘uma pedra bem grande no seu ruim’.” revirou os olhos, utilizando-se de gestos com os dedos para formular as aspas na fala exagerada de sua tia materna. “nem é como se eu não tomasse mais água, né. aparentemente, a cada copo de coca, cortam já a água da sua casa e você fica confiado tomando isso.” torceu o nariz, admirada com todo o absurdo contido em sua própria fala. era um tanto irritante o comportamento da parente, mas de longe eunchae já estava acostumada com o quão a própria família poderia lhe arrancar do sério em questão de segundos. “yuna.” novamente, um revirar das orbes castanhas acompanhava o chamar do nome da amiga, ainda que este saísse acompanhado de uma expressão repleta com o bom-humor que não estava anteriormente. “mas, sim, eu concordo, nenhum velho vale um segundo do tempo se for um amargurado insuportável. homens só pioram com a idade, é de ficar impressionada.” resmungou. “pelo menos, ganhando presentes ainda pode usar a caixa pra bater no cidadão.” ponderou, um sorriso ladino surgindo nos lábios rosados. “teve o seu dia de descanso de princesa, que é só o que importa. e deixa pra se arrumar mais em diante, agora você é minha companhia, e as pessoas do pub realmente podem esperar. já estava ficando doida de saudade de te ver, mereço os meus minutinhos contigo.”
tomando mais um gole de seu refrigerante, a han enfim se atirou novamente no sofá onde a amiga já estava, cruzando as pernas ao se ajeitar. “eu sei o quanto não deveria ficar com tantas servidas de coca-cola assim, e que deveria ir pegar uma água, mas... ai, cara! é o que eu mereço depois de hoje, tô exausta.” choramingou, bebendo mais um pouco e já apoiando o copo sobre a mesa ao lado. como estudante de enfermagem, e quase sempre a amiga consciente entre suas dinâmicas de amizade, sempre gostava de ressaltar qual era a importância de se hidratar da maneira correta, mas não poderia dar a mínima naquele dia. a manhã na universidade simplesmente a esgotara e quase tivera que ir cobrir o turno de uma das outras estagiárias na clínica, então, só queria descansar e aproveitar o resto do dia com a companhia de @yunalicious, quem sempre conseguia a distrair nos momentos drásticos e corriqueiros que sua vida de universitária a garantia. “o meu professor adiantou a data de entregas de um trabalho só por terem discutido com ele na aula, foi um horror. quase, quase mesmo, cometi um crime de ódio... só não sei se com ele ou o palerma que não calava a boca.” suspirou, voltando o olhar então para yuna. “mas, enfim... como foi o seu dia hoje, princesa? espero que melhor que o meu."
observou a mãe se afastar com uma sensação estranha, a conhecendo bem demais para se conformar por completo com a ideia de que aquele fora um reencontro genuinamente bom e genuíno entre antigas amigas. se recordava com muita clareza das palavras de baixo-calão, algumas que sequer conhecia o significado na época, que a ouvira resmungar pela casa em todo e qualquer momento que a mãe de @chatmanee parecia surgir em sua memória. a tão querida amiga ter-lhe abandonado somente por conseguir ascender para outra classe social não fora facilmente perdoado pela mulher durante os anos que se seguiram, e beirava até a comicidade como conseguia fingir tão bem agora que sentira sua falta - e a outra não era de nada melhor, considerando que as tratara como pobres coitadas, basicamente. porém, nada viria de bom em ficar se preocupando com o que han sera se ocuparia em fazer durante seu tempo naquele chá-da-tarde, e poderia muito bem tentar procurar assuntos com a modelo, a amizade há tanto perdida e com quem tanto se divertia na infância. não poderia fazer menos ideia de se possuíam algo de comum no presente, mas, não custava nada tentar descobrir o que poderia ser. “elas provavelmente vão se ocupar por um bom tempo, não acha? não sei a sua mãe, mas a minha sempre fala pelos cotovelos.” comentou, apoiando uma das mãos sobre o colo. “o que acha de irmos buscar pratos e colocar algumas comidinhas, lá da mesa, neles? seria mais fácil do que ficarmos levantando para ir buscar...” a han sugeriu, pensando que seria uma boa maneira de se ocuparem. “e como você anda? acho que, da última vez em que te perguntei isso, a gente ainda trocava as figurinhas dos álbuns da barbie.”
taehyeon:
era perceptível o quão cansado taehyeon estava e, apesar de seus esforços para se manter alerta, seguir com os olhos abertos parecia se tornar mais difícil a cada segundo que se passava e, além do cansaço, a calmaria do ambiente contribuía para que ele relaxasse; não ouvia muitos sons vindo da cidade, algo que era quase raro na capital, e a voz da amiga lhe soava amena, apaziguadora e, aos poucos, fazia com que suas pálpebras pesassem cada vez mais. a culpa de seu estado poderia ser tranquilamente atribuía às poucas horas de sono que tivera nas duas noites que antecederam o encontro com a mais velha graças ao trabalho que havia conseguido em um evento privado – usualmente quando conseguia serviços por fora como aquele, que lhe garantiam uma renda extra, o gwan aproveitava o turno inverso para descansar, todavia, daquela vez fora impossível o fazer por conta de seu emprego fixo na cafeteria. pegaria facilmente no sono caso permanecesse ali por mais tempo, sua cabeça agora repousava sobre uma de suas mãos e, vez ou outra, ele pronunciava algum murmuro quase incompreensível em uma tentativa de parecer ainda prestar atenção na outra; em circunstâncias normais teria percebido o quão falha era aquela estratégia, no entanto, não teve condições de pensar nos detalhes do plano e, obviamente, foi pego por eunchae. o sutil aumento no volume da voz alheia, em conjunto com o choque do jornal em sua pele, fez com que o mais novo despertasse num susto “puta que pariu, chae, precisava me bater?” indagou, ainda meio sonolento, precisou de alguns segundos para conseguir ver algum sentido nas palavras proferidas por ela “talvez eu tenha ficado três dias na fila de algum show com uma trupe de adolescentes” respondeu-lhe, deixando que uma risada baixa saísse por seus lábios em seguida, a han o conhecia bem o suficiente para saber que, nem em um milhão de anos, aquele seria o caso “só ‘tô meio cansado, um café resolve isso rapidinho” comentou, levantando-se para procurar a bebida em seguida, “eu não sei onde você guarda as coisas aqui.”
o questionamento do outro arrancou um resmungo baixo de eunchae, que já maneava a cabeça de um lado para o outro em negação ao que acontecia. “claro que sim, palhaço! não quero te ouvir dando mais um pio sobre o meu jornal, ou te acerto de novo.” ameaçou, erguendo de novo o jornal somente como instrumento de ameaça ao outro, antes de pousá-lo sobre a mesa - não iria realmente bater em taehyeon mais uma vez. “e de quem era o show? quero te ver na sala fazendo uma coreografia então, deve saber um monte.” ergueu uma sobrancelha, rindo baixo somente de imaginar a cena do amigo performando alguma música pop conhecida. existia algo no mundo, porém, que eunchae certamente não era: boba. possuía a mais plena noção em si de que as chances de que o mais alto não estivesse se cuidando da maneira correta eram, de longe, as mais realistas, e já estava pronta para ter uma bela conversa com ele sobre isso. “por que exatamente você está cansado, aliás? e você não me venha mentindo para quem está fazendo o seu macarrão.” apoiou uma das mãos na cintura, o encarando. em seguida, usando o indicador da outra mão para indicar o armário acima do fogão. “tá ali em cima, ó, procura ali atrás do cereal. eu comecei a esconder ali porque a minha mãe oferece o café pro imbecil do namorado dela toda vez que ele vem aqui, e sempre acabam diminuindo a minha cota. é uma palhaçada.” resmungou, revirando os olhos somente com a menção do namorado que a mãe arranjara tantos anos atrás. nem era um propriamente dito, considerando que o homem era casado, mas não via forma melhor de falar. “a chaleira ‘tá ali atrás de onde eu botei o molho, aliás. e não quer tirar um cochilo depois da janta? eu prometo que te deixo usar meu sofá e tudo o mais. não gosto de te ver cansado assim.”

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
circular os apartamentos mais adequados do jornal não era uma tarefa das mais simples, ao se levar em conta como as prováveis falcatruas não eram tão fáceis de adivinhar quando ela gostaria que fossem, mas até que eunchae estava se saindo bem na tarefa autodesignada e fruto de sua dedicação enquanto aguardava o macarrão da janta ficar pronto. tinha certeza - embora ainda não tivesse se virado para confirmar tal suspeita - de que @taehyevn deveria, praticamente, estar com os olhos pregados de sono por suas respostas tão monossilábicas, e realmente planejava fazer algo sobre, somente precisava esperar sua chance. assim, com as cores de marca-texto já tendo demarcado quais eram os apartamentos bons, até que não é tão ruim e somente em caso de emergência, a han abria um sorriso para si mesma e dava os parabéns mentalmente para a sua força de vontade em ter conseguido encontrá-los - não tardando a erguer a cabeça na direção do amigo, sentado do outro lado do balcão. eunchae nem sequer precisou olhá-lo mais de uma vez para ter a mais absoluta certeza de que a sua probabilidade de estar em companhia de alguém dormindo era enorme, já resolvendo por se prestar a tomar uma atitude antes que acabasse perdendo o fio da meada. “ô sonso, se ‘tá querendo dormir eu recomendo que vá pra cama. no mínimo, no sofá, ou vai ficar com uma puta dor no pescoço.” resmungou, após lhe dar uma bela jornalada - sim, se prestara a enrolar seu jornal somente para isso - na altura dos ombros. “vai me contar o porquê de, sabe, estar parecendo que não dorme faz três dias e ainda passou o resto desse tempo parado numa fila de show com uma trupe de adolescentes na volta? ou vai me fazer ligar esses pontos eu mesma?”
I remember when I was young and I wanted to be beautiful; now I’m older and I want to be intelligent. I want to burn hearts with brilliance and engulf souls with compassion. I want to be loved for my thoughts and nothing else.
unknown |
via @wnq-unknown | @wnq-writers
@wnq-quotes | @wnq-anonymous
source: wordsnquotes.com
(via wnq-unknown)
#mood
she’s the view
JOY, INSTAGRAM STORIES

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
ig: _imyour_joy
oh my god???