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Abusos e dores
A tempos sinto um distanciamento de uma pessoa especial, daquelas que diziam me amar e me abrigavam na certeza de um abraço e presença nos momentos ruins. Certa vez pedi que me explicasse o que estava havendo, por qual motivo estava sendo tratada daquela maneira? A pessoa me responde, em lĂĄgrimas, com um "nĂŁo consigo, vocĂȘ me magoou demais".
Eu entendo, nada mais do que justo sair de perto de quem nos faz mal. Por qual motivo se torturar ao lado de uma pessoa ruim? que sĂł prejudica nosso desenvolvimento?! Isso me fez afastar e deixar a cargo do tempo essa relação, nunca me explicaram como eu magoei, nĂŁo nos esforçamos o bastante para resolver tudo isso.Â
A pessoa se afastou pela mĂĄgoa que causei, tentaria entender ou resolver se a mĂĄgoa tivesse sido explicada, daria o meu melhor para salvar a nossa amizade. Mas nĂŁo hĂĄ comunicação, nĂŁo hĂĄ mais amor. O estranho Ă© ser tratada bem e mal em um eterno morde e assopra, um ciclo abusivo que tento quebrar, mas que sei nĂŁo ser minha obrigação, nunca foi sĂł minha obrigação e jamais serĂĄ.Â
Se esse corte de vĂnculo pode ser quebrado pela mĂĄgoa, de mim sĂł resta nĂŁo mais esperar. Como tem o poder de me negar os motivos, tenho o poder de nĂŁo permitir que nada de bom ou ruim passe entre nĂłs. Sem mais rudeza seguida de desculpa, sem mais falso perdĂŁo para o imperdoĂĄvel, se nĂŁo hĂĄ mais carinho nĂŁo me fingirĂĄ mais.Â
Eu quero o silĂȘncio da solidĂŁo e prefiro me sentir forte por conta, pois em cada lampejo de esperança meu coração se estilhaça ao ver a verdadeira intenção: me magoar, debochar, em busca de um troco. Um troco eterno, que para mim nĂŁo acaba, culpa da grande vontade de perdoar e tornar o que jĂĄ tivemos real.Â
A cada decepção a garganta fecha em chamas, o rosto esquenta e quebro em lĂĄgrimas repetindo constantemente "vocĂȘ sabia que ia se machucar, para que tentar de novo?" Eu me prendo a uma possibilidade esquecendo que sou para mim mesma uma certeza. Parar de ver nos outros abrigo Ă© o caminho mais doloroso para quem jĂĄ confiou plenamente em outras pessoas, mas que parece o mais seguro.
Ninguém é igual, com certeza, mas as dores parecem se repetir. A inconstùncia das relaçÔes. A dor não cessa. E ser forte e independente parece o melhor.
Tapa buraco
Dizem que todos os seres humanos sĂŁo compostos de vazios e o Ășnico que conseguimos de fato preencher Ă© a barriga, quando sentimos fome. Nisso lembrei de um termo que muito usava com minhas amigas "step", "segunda opção" e "tapa buraco". Aquela pessoa que a gente usa e se apoia para ficar bem, mas de fato nĂŁo se importa tanto com ela. Sempre fui muito honesta, e ainda sou atĂ© sobre minhas confusĂ”es, com as pessoas com que me relaciono, mas me vi em dĂșvida em meio a pessoas que pareço estar me apaixonando, e elas tambĂ©m por mim.
 Uma amiga me disse algo que me gerou a melhor reflexĂŁo da semana, quem sabe desse mĂȘs, conturbado. Um "tapa buraco" Ă© um curativo, nĂŁo Ă© como se estivĂ©ssemos enganado a pessoa, quando conversamos e deixamos tudo claro, assim como nĂŁo enganamos os amigos que nos apoiam nas dificuldades e mostram amor. Esse curativo serve para nĂŁo nos deixar morrer pela ferida, Ă© o apoio de tantos que se importam com vocĂȘ.Â
O problema é que em momentos de fragilidade achamos que não temos direito de nos relacionar, que temos que viver o luto sofrendo e sentindo cada dor. E de certa forma temos que nos sentir sem esconder a dor, mas aceitar ajuda também é força. Aceitar o amor dos amigos, relembrar que sempre mandamos amor para o mundo e temos que abraçå-lo quando nos vem, somos merecedores de todo amor do mundo.
Eu ainda me questiono qual o limite entre a solidĂŁo e a solitude, mas ando me entregando para cada gesto de amor! E por mais clichĂȘ que isso seja eu estou amando pensar mais em mim e compreender meu processo, nĂŁo Ă© fĂĄcil, tem dias que eu caio e me saboto, mas ter apoio me ajuda a ficar bem
Rotina
JĂĄ nĂŁo aguentava mais a rotina frenĂ©tica de trabalho e estudo. De manhĂŁ cedo eram aulas e mais aulas para dar, de tarde eram horas de estudos, de noite as aulas da faculdade e nos finais de semana insistia em me dedicar ao trabalho voluntĂĄrio e a cuidar da famĂlia. A custo de quĂȘ? SĂł precisava da calmaria de um abraço agradĂĄvel e alguĂ©m com quem pudesse contar. NĂŁo sei o quanto isso Ă© comum, mas quanto mais forte a mulher menos parece precisa de amparo ou afeto, quanto mais alegre parece a pessoa menos ajuda ela aparenta precisar. Ă abrigo para todos, distribuĂ gentilezas, mas se sentindo sĂł sorri e aceita toda migalha que dĂŁo a ela
Toda vez que me masturbava caĂa no choro e nĂŁo era por culpa, como quando era pequena, mas por sentir que qualquer resquĂcio de afeto no sexo nunca foi para mim. O objetivo da foda sempre foi ser incompleto, meios prazeres e afetos. No fundo nunca liguei pro sexo com amor ou sem, mas era como se nunca tivesse provado uma troca verdadeira e mesmo quando senti ter vivido isso me questionava se os tapas trocados eram por prazer ou por sentir que devia ser humilhada e objetificada, âSerĂĄ que a pessoa me amava?â. Esse questionamento constante de ser ou nĂŁo amor, ser ou nĂŁo prazer, tanto fazia, sexo parecia sĂł isso memso. Era sinĂŽnimo para uma vida sĂł, mesmo partilhada.Â
Eu saĂ na noite no Ășnico dia de folga que me permiti ter em meses, saĂ com o objetivo fixo de me embebedar e sair com qualquer pessoa. A moça do bar deu um drink a mais pra mim e trocamos uns olhares, teve o cara que passou a mĂŁo de leve na minha cintura e perguntou mais de mim, ou aquela pessoa que eu mal vi o vulto sĂł senti passando a mĂŁo na minha bunda. Ah, sei lĂĄ, podia ser qualquer pessoa. Eu sĂł queria esquecer de tudo. Bebia e dançava sem nem pensar no dia seguinte, tudo bem, tudo planejado, trabalhei naquela manhĂŁ e reservei a minha manhĂŁ seguinte para descansar "no dia seguinte eu corro atrĂĄs para parecer bem", nem em dia de porre me permitia ser "irresponsĂĄvel", quem enfiou isso em mim?
Ficou tarde e no final as mĂșsicas foram ficando estranhas, as pessoas vinham pra trocar ideia, mas puxava as pessoas para dançar e perdiam o interesse depois de um tempo, ficava sozinha me movimentando e isso assustava os outros, talvez algo como "se nĂŁo tem troca na dança imagina na cama", vai saber. No final a bartender chamou pra fumar um cigarro lĂĄ fora, a festa tinha acabado e o trampo dela tambĂ©m. Era hora de fechar, entĂŁo fomos as duas fumar um cigarro para encerrar a noite. Trocamos ideia e no final fomos juntas para casa dela, a minha tinha gente, jĂĄ que nĂŁo morava sozinha.
"Vai ser uma foda e eu pago o papo e a dose extra que ela me deu", sĂł isso passou pela cabeça. Conversamos mais e fomos mesmo pro quarto, tomamos banho juntas, mas estranhamente nĂŁo tinha um clima sexual rolando, quando saĂmos deitamos na cama e continuamos a rir e trocar ideia, antes de caĂrem no sono. Acordei no susto em um lugar estranho e vem do nada um "Como assim?â A mina Ă© doida de me chamar pra casa dela pra tirar uma soneca? Como ela vem e confia em mim do nada e pior, como EU confiei nela e dormi aqui de boa?
"Foda se, eu sĂł tava procurando sexo mesmo, vazo e acho alguĂ©m agora antes de voltar pra rotina", a mina do bar viu que eu estava me arrumando para sair de fininho, tava meio embriagada pelo sono, como sĂł trampava de noite tava exausta ainda. Ficamos sem graça, a noite tinha sido boa, a gente tinha dormido junto e quase sem nada, uma intimidade muito grande para duas estranhas, mas que na hora parecia tĂŁo certo.Â
Naquela hora a gente sentia a vontade no olhar, um olhar ardente de puro desejo. No estĂŽmago o nervoso de tocar um corpo diferente, parecia que seria novo. Passando as mĂŁos pelo rosto uma da outra, com o carinho e a vontade de mais que um beijo. Os lĂĄbios dela passavam pelos lugares certos, um sussurro no pĂ© do ouvido "VocĂȘ merece mais que um drink extra e eu vou te dar". O sussurro desce ao pescoço por onde passam os lĂĄbios mais suaves, uma mordida leve e um beijo para dissipar a leve beliscada.Â
Os beijos dela caminham por entre meus peitos que recebem lambidas e chupĂ”es, vagarosos para enrijecer meus mamilos. Ela passava os dedos pela minha vagina, meus lĂĄbios estavam hĂșmidos, me provocando como se fosse enfiĂĄ-los em mim, os meus quadris fingiam que nĂŁo, mas eu me tremia pedindo que ela continuasse. Me contendo para nĂŁo acabar com esse momento de provocaçÔes.
Ela jĂĄ me sentia molhada e meus peitos jĂĄ estavam como ela queria âPor que me fazia sofrer tanto tempo sem gozar?â. O "por favor", saiu mais tremido do que eu queria admitir, mas mesmo que nĂŁo saĂsse tenho certeza que ela sabia do que se tratava. Ela colocou os dedos devagar e eu tremi, como era estranho e delicioso sentir que seu corpo jĂĄ havia sido desvendado por uma estranha.Â
Ela me massageava enquanto descia beijando minha barriga e aos poucos a minha coxa. "Puta merda, AH, caralho". Nesse ponto o meu quadril sĂł se movia pra sentir mais e mais e ela dizia como se fosse pra provocar "nunca chupei alguĂ©m tĂŁo molhada". Pra ser sincera nem eu mesma sabia que eu poderia ficar tĂŁo molhada e excitada, o meu arfar nĂŁo era o bastante pra ela me deixar gozar. Ela queria me manter nisso por mais tempo, eu estava enlouquecendo pedindo mais e mais com meu corpo todo. Ela se deleitava com cada reação minha, eu sabia disso, entĂŁo uni minhas Ășltimas forças pra passar meus pĂ©s nela, eu nĂŁo sabia no que isso podia dar, mas eu ia sentir se ela estava tĂŁo molhada quanto eu.
O meu pĂ© estava encharcado depois de passar pela buceta dela, ela tava adorando me ver retorcer, mas sentir os meus pĂ©s nela, a fazendo tremer, foi sorte ela gostar de pĂ©s, mas eu ia seguir daĂ. "EntĂŁo vocĂȘ gosta quando eu piso em vocĂȘ?", "Como conseguiu ficar tĂŁo molhada me chupando?", a provocação era minha função agora e ela parecia estar gostando.Â
Cada pergunta que a humilhava um pouquinho, cada momento que eu provocava a beijando e passando meu corpo por ela sem a deixar tocar em mim "Se vocĂȘ encostar em mim na hora que eu dançar pra vocĂȘ eu saio daqui, Ă© isso que vocĂȘ quer?", ela nem respondia, olhava hipnotizada cada movimento que eu fazia, o que eu achava ser defeito em mim pouco importava com a forma que ela me olhava.Â
A gente seguiu se provocando por tanto tempo que o orgasmo que tivemos foi maravilhoso, eu nunca gozei daquela forma, eu me permiti gemer alto e sem medo e meu corpo tremia sem pudor algum, lembro que nĂŁo fazia mais isso por ter sido zuada em uma transa, o cara imitou esse tremor como se zombasse de mim, achei que nunca mais me permitiria fazer aquilo, mas rolou naturalmente. Foi tĂŁo intenso e prazeroso, cheio de toques e carĂcias. Tantas provocaçÔes e orgasmos intensos.
Depois de sonhar pela milésima vez no sexo que nunca vivemos e no amor que nunca permiti cultivar eu virei pro lado e dormi chorando, até cair no sono para um dia agitado da rotina frenética.
Exausta
Cheguei em casa depois da pior aula possĂvel, exausta, tomei banho e me deitei na cama, com a cabeça cheia de coisas eu nĂŁo conseguia relaxar. A primeira coisa que fiz foi ficar tentando umas tĂ©cnicas toscas de respiração e relaxamento, atĂ© que jĂĄ funcionou antes, mas nĂŁo tava dando certo, o jeito foi apelar pra siririca.
Eu usava muito pornĂŽ antigamente e passei a tentar usar mais a imaginação, entĂŁo comecei.Â
"Cabelos cacheados, um sorriso encantador, mĂŁos de dedos longos e um Ăąngulo da mandĂbula tĂŁo bem desenhado, uma beleza Ămpar paraâŠ
... pera, mas esse Ă© aquele meu colega de sala, o da risada contida e quietinho no fundo da sala ...
Ai, tanto faz sĂł vamo terminar isso logo, era algo sobre: beleza Ămpar, um cara alto e com um cheirinho super gostoso (cheirinho?! que cheirinho?! Vc lĂĄ Ă© maluca de fungar gente desconhecida?!)...
Para com isso, era pra ser rĂĄpido, pensa logo em coisas sexys!"
E nessa mais mil confusÔes na minha cabeça criando o que jå existia, talvez fosse aquela crush contida, resolvi pular pra parte da sedução usando esse meu amigo mesmo.
O XXXXX entra no meu quarto enquanto eu dormia, vem por trås de mim e me toca no ombro, nada sexual, deita do meu lado e me abraça na conchinha mais aconchegante desse mundo.
Quando ele tinha vindo por trås jå sabia de quem era o cheiro, o abraço jå me embalava inteira, mas não virei, ele cheirava meu pescoço e falava que me amava.
Mas não parecia só isso eu sentia por trås algo, e ele estava se esfregando nas minhas coxas, eu estava exausta, mas de repente eu estava ardendo de tesão, coloquei minhas mãos pra trås e apertei o quadril dele em minha direção, agora que ele sentiu que tinha minha aprovação ficou mais incontrolåvel, parecia que ele estava se segurando, sempre esperando uma permissão pra não passar dos limites ou me fazer mal.
Eu virei e começamos a nos beijar, cada vez mais quente, mais råpido e mais desesperado e as roupas foram saindo aos poucos uma a uma na troca de carinhos.
A gente estava lå sentindo o calor do corpo um do outro e sabendo o quanto um queria o outro. Ele beijava meu pescoço vendo o quanto eu adorava isso, foi descendo devagar beijando meu peito, mordendo meus mamilos, mexendo nas minhas coxas e chegando onde ele mais queria.
Jå não me provocou o bastante com todos esses beijos?! Eu jå estava super molhada, mas ele olhava com a cara de quem queria mais, mais calor, provocação, queria que eu tremesse nas mãos dele, ele viu nos meus gemidos baixinhos a permissão pra me dominar.
Passava os dedos jĂĄ lambuzados na minha vagina falando o quanto ela tava molhada, perguntava pra provocar, âO que vocĂȘ quer agora?â âTudo bem se eu parar?â
NĂŁo podia, definitivamente, nĂŁo podia!
Eu queria muito mais
Ele colocou um dedo e depois dois, o bastante pra massagear o lugar certo, que delĂcia, ele colocava os dedos na entrada da minha vagina fazendo que ia massagear e os tirava. Nessa provocação toda ele sabia quem tava ganhando.
TĂŁo duro e excitado quanto eu ele fingia nĂŁo sentir nada, como se pudesse parar quando quisesse, a boca que me beijava ao mesmo tempo em que me dedava foi descendo e lĂĄ foi a tortura final.
Os gemidos baixinhos e contidos davam lugar pra mais barulho, como era gostoso a boca dele passando devagar pelos meus låbios, chupava como ninguém.
Ele sabia que eu tava mais do que lubrificada, mas sorriu pra mim e eu sabia o que queria, nada mais justo, o pau dele tava duro fazia tempo, talvez não tão melado quanto a minha pepeka, ele queria uns beijos também.
Deitou na cama e eu o chupava devagar, fazia cĂrculos na cabeça do pau e tentava fazer com que fosse gostoso, bem sem jeito, nĂŁo chegou nem em ÂŒ do tesĂŁo que eu senti com ele por baixo das cobertas. Ele transpassou os dedos no meu cabelo, empurrou minha cabeça umas cinco ou seis vezes pra depois me puxar pra cima dele, nĂŁo era minha boca que ele queria lĂĄ embaixo.
Eu subi, ele encaixou o quadril prontinho pra eu sentar.
Sentei até que ele me mandou mudar de posição, me virou de quatro e puxou meus cabelos ele via tudo, tão exposta e tão excitada.
Ele me puxava com força segurando pelos cabelos e forçava meu quadril para baixo, dava tapas fortes e me provocava.
De repente ele para
SĂł para
Me vira de barriga para cima e me faz abrir as pernas, me trata como uma cadela. Me faz pedir pelo pau dele.Â
Eu peço!
Ele vem devagar e fica por cima, a cabeça do pau dele fica bem na entradinha, ele segura meu quadril ao me provocar, mas não vai até o final, ele me olha com um sorriso de canto de boca vendo o quanto eu quero.
XXXXX fala em um tom de pura provocação "Tå gostoso assim?!"
E arfando e queimando por dentro eu sĂł sabia gemer "Continua"
Ele não faz como eu peço, fica na entrada, vai um pouco mais fundo e volta para as beiradas, mas nunca até o final, ele estava me enlouquecendo e me pergunta mais uma vez.
"O que vocĂȘ quer?" Me olhando com aquela cara sĂ©ria quase rude.
"Vai tudo, tudo" JĂĄ sem mais aguentar de tanto calor.
"Mas vocĂȘ que tudo, o que? Falta algo nesse seu pedido"
"Eu quero tudo em mim, por favor"
"Mas o que vocĂȘ quer em vocĂȘ?"
"Eu quero seu pau, eu quero seu pau em mim, por favor" quase implorando.
Mal acabei meu "por favor" entrecortado ele desce até o final me fazendo soltar um gemido de prazer mais alto enquanto eu o abraço. Meu deus o que era aquilo, e na minha cabeça eu só dizia "continua, vai, me fode", e ele estacando, fudendo minha buceta toda melada.
Com as minhas pernas estendidas para o alto, o peito dele se apoiava na parte de trås das minhas coxas e forçava meu quadril para baixo segurando pela cintura. Que prazer era esse que eu nunca havia sentido?! O pau dele batia no lugar certo me fazendo gemer a cada estocada.
Ele puxou minha mão em direção ao meu clitóris, ele queria que eu me estimulasse?! Como eu conseguiria me contorcendo de tanto prazer?
Eu me esforcei muito, me concentrei como nunca, contraĂ os meus mĂșsculos pĂ©lvicos, como minha professora de pilates vivia falando para fazer nos exercĂcios.
"Caralho!" Gritei enquanto tinha uns pequenos tiltes que pareciam de fadiga depois do exercĂcio. E sentia toda a leveza de um orgasmo delicioso.
Na hora que eu gozei senti ele jå no limite, ele havia gozando também.
Que sexo gostoso.
Que imaginação fértil.
Virei para o lado e dormi exausta, molhada e satisfeita.

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Someone Great (dir. Jennifer Robinson, 2019)
Sem sono e nem sonho
NĂŁo importa o que vocĂȘ faça para os outros, nunca vai ser o suficiente.
"Ah mas tem que ser suficiente para vocĂȘ", eu sei e isso Ă© difĂcil tambĂ©m.
Se descobrir o sonho jĂĄ Ă© difĂcil imagina correr atrĂĄs dele.
No final viver Ă© foda mesmo, Ă© difĂcil nĂŁo se comparar ou ser comparada , mas leva seu tempo para sua vida, isso nĂŁo te faz mais ou menos egoĂsta, fraca ou incapaz.
Sua saĂșde mental vale ouro, lembra disso, pede ajuda quando precisa.
E espalha amor quando puder <3
Amores e receio
Quando leio sobre amores que se tornam correspondidos, sinto uma dor que faz meu corpo tremer e formigar, meu peito parece apertado enquanto lågrimas escorrem pelo meu rosto. Eu sinto a vontade de me apaixonar perdidamente por alguém ao mesmo tempo em que sinto uma repulsa gigantesca do toque de outra pessoa. Almejar algo apesar dos sinais contrårios do próprio corpo é uma dor da qual não consigo me livrar, eu deixo que - a cada toque - a pessoa me viole em busca de um amor utópico que so me causa dor.
Muda, por favor
Repito o tempo todo "vocĂȘ Ă© feliz, vocĂȘ Ă© capĂĄz, vocĂȘ Ă© bonita...", dizem que quando repetimos constantemente uma mentira ela se torna verdade. Quero acreditar nisso, quero tirar as duvidas e as tristezas que passam pela minha cabeça antes de dormir, antes das provas, antes de cada decisĂŁo. Essa indecisĂŁo acompanhada de comentĂĄrios sinicos sobre nĂŁo aguentar essa eterna dĂșvida, me leva a ansiedade, que me leva a insĂŽnia, passeia pela depressĂŁo, corre pelo medo e cansaço...
Tudo isso por nĂŁo querer desistir, por nĂŁo querer arriscar mais, tudo por medo de tanta coisa que um simples "nĂŁo tenha medo" nunca vai resolver, a vida tem mais problemas do que parece e poucas sĂŁo as pessoas capazes de ver as dores dos momentos que passo.
Me sinto invisĂvel e sobrecarregada, eu sou uma coadjuvante na minha prĂłpria vida. Sou a filha boa, mas nunca o suficiente. Sou a boa amiga, mas nĂŁo a melhor possĂvel. Sou bonita, mas tenho que perder peso. Eu sei que sou tudo e nada na mesma pessoa. Eu sĂł quero voltar a ser o meu eu radiante e feliz, quero voltar a alegrar os outros e me alegrar tambĂ©m.
Yet another old funny OC for tonight. Eremiah the snail tounge boy, a cursed boy who canât live a normal life but heâs still trying anyways.Â
OMG! This is awesome! <3

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Indecisos
Na dĂșvida entre âo certo e o erradoâ, quem decide o que Ă© certo ou errado? Tansar com aquela pessoa incrĂvel ou nĂŁo⊠o que me impede? Olho para todos os pontos positivos de uma relação assim, mas nĂŁo consigo me decidir. TĂŁo amĂĄvel e gentil⊠e o mais importante: queria transar comigo, tanto quanto eu queria⊠Acordo do sonho e me arrependo de nĂŁo ter feito nada, âse tiver esse sonho de novo eu vou fazer algo, certezaâ, mas nunca faz⊠à assim no sonho, Ă© assim na vida, vai viver com medo e se arrependendo atĂ© nĂŁo ter mais vida. ⊠esse sonho foi um recado, sĂł pode, acho que vou transar com essa pessoaâŠ
Muito foda
So letâs make it clear guys
Pictures are pictures, they are not reality.Â
Here is my stomach when I am standing and stretching, like real hard
here is my stomach when Iâm just sitting normally
here are my legs when I put myself in a very uncomfortable position, I bend foward as much as I can and turn my legs in slightly
and here are my legs when I just stand normally
Donât believe what you see on the internet, or on the magazines. Not only do they do that kind of thing, but they also use photoshop. You are beautiful and the things that society teach you not to like on yourself are human, and natural.
Compreendo a risada e a piada como manifestação cultural, ao longo do tempo o humor tende a mudar (assim como a cultuta)⊠os humoristar fazem piadas com assustos que fazem rir, nĂŁo faria sentido de outra forma, sendo assim as piadas de estupro acabam quando a sociedade acabar com a cultura do estupro e começar a compreender a seriedade desse assuntoâŠ
Cicatrizes
Eu estava definitivamente apaixonada por vocĂȘ... Que ridĂculo, a garota que nunca teve uma crush em ninguĂ©m, a mesma que se achava incapaz de amar. Estava apaixonada, era tarde demais. Eu era sua amiga, mas eu te amava... Lembra do "acho q gosto de vc" que mandei por mensagem? Eu esperei uma resposta, mas nĂŁo ouvi nada... EstĂșpida (eu me sentia assim) queria que a dor do silĂȘncio acabasse... eu sĂł queria uma resposta! Nem que fosse um "me desculpe, mas eu nĂŁo me sinto assim" eu nĂŁo queria ter sido ignorada. Foi real, eu gostava de vocĂȘ por ser uma boa pessoa, eu gostava de vocĂȘ por ser esforçado e por se importar com os outros. Ah. No final nĂŁo importava mais... vc parou de frequentar os mesmos lugares que eu e fomos parando de conversar e foi parando de doer e por fim quase nada alĂ©m de uma fina cicatriz (quase imperceptĂvel). Acho q a cicatriz foi causada pelo silĂȘncio que me faz temer dizer "eu te amo" para outras bocas...

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Tinder
1-Oii 2-Oii 1-O q procura aqui? 2-Um relacionamento sem futuro q supostamente serve para tampar buracos e disfaçar os assuntos mal resolvidos da minha vida. E vc? 1-âŠ
Meu choro
Eu sĂł estava chateada, o rosto queimava e o corpo parecia entorpecido pela tristeza⊠pela raiva, as minhas lĂĄgrimas pareciam frias pelo rosto quente⊠encostada na parede sĂł esperava o nĂł na garganta e o aperto no peito sumir enquanto as gotas escorriam pelo rostoâŠ