Estávamos casados há alguns anos, e aproximava-se mais um aniversário de casamento. Desde o início, nós nos completamos e sabíamos exatamente o que queríamos, vivíamos ainda em lua de mel pois filhos não estavam nos planos, talvez fosse coisa para um futuro distante, então dividíamos o nosso tempo entre conquistar nossos objetivos e realizar nossos fetiches, estávamos indo muito bem assim, exclusivamente na segunda parte. As personalidades parecidas nos permitiam viver histórias que não nos arriscaríamos a contar por aí, sempre embarcávamos nas ideias um do outro, o que nos resultava em aventuras inesquecíveis.
Ela era uma leitora voraz, ia de clássicos da literatura a romances no kindle, durante nossas refeições ela sempre comentava sobre o livro que estava lendo e foi durante uma de suas resenhas que decidi como seria nossa noite de aniversário de casamento, muito empolgada ela contava a história dos personagens, um mafioso italiano que escondia sua verdadeira identidade atrás da fachada dono de algumas boates, e a filha virgem de um consigliere da máfia do território vizinho que havia sido prometida em casamento ao mafioso, a fim de criar uma aliança entre as duas máfias, trazendo assim, um período de paz entre as organizações, eu adorava ouvi-la comentar sobre seus livros, a forma com que às vezes discordava de alguma coisa que não fazia sentido real, e embora eu não estivesse muito interessado em saber como a jovem virgem criada em um colégio de freiras ia conseguir resistir aos encantos do temido mafioso com quem se casaria, ela comentava tanto entusiasmo que as vezes algo me chamava mesmo a atenção, e dessa vez não foi diferente, e entre um comentário e outro, ela cita o momento em que ele está no camarote de uma de suas boates e ela chega acompanhada da irmã, nenhum dos dois sabem que o outro está no local, enquanto ela achava que ele estava viajando a trabalho, e ele achava que ela estava segura na casa de sua irmã. E quase teve um infarto quando, observando do segundo piso da boate, viu as duas na pista de dança, mas decidira não se revelar, até avistar alguns engraçadinhos se insinuando para ela. Ele desce para a pista transtornado, a pega pelo braço tirando-a da multidão e segue por um corredor, em direção ao subsolo da boate, onde funciona uma espécie de casa de swing.
Enquanto a escuto, lembro que dentre todas as nossas aventuras ainda não estivemos em uma casa de swing, faço uma anotação mental para conversar sobre o assunto depois. Ela não finaliza a resenha porque ainda não havia terminado o livro, mas que estava bastante ansiosa e me contaria o desfecho quando finalizasse. Mais tarde, durante o nosso banho, começamos a conversar sobre o final do livro e que questiono se ela tinha curiosidade em conhecer um lugar assim. Ela responde sim, e que devia ser uma experiência excitante, conto de vez que fui a uma boate mais liberal com alguns amigos a muito tempo atrás, ainda na época da faculdade, que havia sido experiência bem curiosa, ela volta a falar sobre o livro mas dessa vez já não dou tanta atenção, pois minha mente já se concentra em planejar nossa próxima aventura, embora ainda tenha alguns meses até a data, a ansiedade me faz começar a planejar, a ideia é organizar para que cada mínimo detalhe seja perfeito como ela merece, como a cidade em que moramos não tem nada que almejo e mesmo que tivesse acho que ela se sentiria mais livre e segura para liberar seus desejos em um ambiente em que fossemos totalmente desconhecidos.
Na manhã seguinte, iniciei uma busca pelas casas mais bem avaliadas do país, procurava por algo que trouxesse a experiência mais próxima do que ela já havia vivido nas páginas de seus livros. A pesquisa filtrou cinco lugares, e eu já tinha um ponto de partida, com uma busca detalhada por mais informações sobre cada uma. Dois lugares me chamaram bastante atenção, um em São Paulo e outro em Belo Horizonte, ambos com uma fachada bem discreta, porém a descrição dos ambientes internos era parecida com o que ela havia descrito em sua resenha. Descobri depois que ambas pertenciam à mesma rede, por isso a semelhança, e que para frequentar eu precisaria ser convidado por um dos sócios do local. Decidi que iríamos para São Paulo, pois, além da boate, também poderíamos aproveitar um pouco o litoral paulista.
A parte mais difícil seria conseguir nossos convites, já que a entrada só seria permitida a membros. Para não membros, seria necessário preenchermos alguns pré-requisitos e termos a aprovação de algum sócio. A lista de sócios era privada, mas pelo site poderíamos solicitar um acesso, respondia-se um questionário e iríamos para uma espécie de lista de aprovação e poderíamos ser aprovados por um dos sócios mesmo sem nos conhecer.
Preenchi o questionário, e agora era aguardar a resposta, enquanto planejava o restante da viagem, escolhi um resort com acesso direto à praia privativa. Passaríamos alguns dias naquele lugar, a boate não seria o único espaço onde nos aventuraríamos.
Adorávamos nos divertir ao ar livre, e tem lugar mais livre que uma praia reservada? Na semana anterior à viagem, quase não tivemos tempo juntos, pois precisamos adiantar muitas coisas no escritório para não sermos incomodados na nossa viagem. Com isso, acabei deixando passar despercebido o e-mail com a confirmação e os ingressos.
Foi só durante o trajeto que pude confirmar nossas entradas, ela ainda não sabia de nada, havia decidido manter segredo sobre essa parte da viagem, seria o nosso presentinho. Chegamos ao resort por volta das 10h da manhã e ela já estava louca para ir para a praia atualizar o bronze. Não gostava do bronze de fitinha, mas sempre que tinha oportunidade, lá estava ela com um micro biquíni, enfiado naquele rabo delicioso, tomando um sol, eu adorava aquela pele morena com a marquinha renovada. Passamos a manhã na praia e era incrível como ela nem se dava conta da quantidade de olhares que atraía. Sentado em minha cadeira, tomando minha cerveja, eu observava cada um dos marmanjos que a devoravam com o olhar, o que não me incomodava, pelo contrário, aumentava ainda mais a vontade de levá-la a um canto qualquer e fodê-la da forma que eu sabia que ela gostava.
Não importava quem, ou quantos, a admirassem pelos lugares que passávamos, no final eram meus ouvidos que escutavam os seus gritos de prazer, era meu nome que ela gemia quando estava gozando e isso fazia eu me sentir o filho da puta mais sortudo do mundo. Antes de voltarmos ao resort, ela me intimou para um mergulho. Assim que me levantei, ela começou a andar na minha frente com um rebolado para lá de convidativo. E para um bom entendedor, meio rebolado basta, assim que entramos na água e nos afastamos alguns metros do restante dos banhistas, senti sua mão invadir minha sunga e iniciar uma sequência de movimentos cadenciados meu pau que já havia dado sinal só com aquele rebolado, pulsou entre seus dedos, a risadinha safada ao pé do meu ouvido era sinal de que ela sabia que havia atingido seu objetivo com sucesso, assaltei sua boca para abafar o gemido assim que ela colocou a pressão correta em seus movimentos debaixo d’água, com a outra mão ela afastou a parte debaixo do biquíni e introduziu meu pau em sua boceta bem devagar, os movimentos deveriam ser controlados, pois mesmo sendo uma praia mais privada, ainda havia outras pessoas no local, e isso só aumentava ainda mais minha excitação.
Começamos no mar, mas eu não ficaria satisfeito com apenas uma rapidinha, desci a mão entre nossos corpos e comecei a massagear seu clitóris, eu já sabia a intensidade e pressão necessária para fazê-la atingir o ápice. Eu a conhecia como ninguém, em questão de segundos sua boceta começou a pulsar apertando meu pau, e ela abafou o gemido mordendo meu ombro. Aguardei alguns minutos enquanto ela se recuperava do orgasmo e saí da água com ela nos braços, caminhei em direção ao nosso quiosque, onde recolhemos nossas coisas e voltamos para o quarto que contava com uma banheira com visão panorâmica da praia, de dentro do quarto podíamos ver o que acontecia lá fora, mas o contrário não ocorria, assim que entramos fui encher a banheira, enquanto ela foi tomar uma ducha para tirar a areia do corpo, assim que a banheira estava cheia, abri uma garrafa de vinho, servi duas taças e aguardei que ela juntasse a mim, o que não demorou muito.
Sentando-se na borda da banheira ela pegou sua taça levando-a aos lábios com um sorriso de quem sabia que o que havia acontecido no mar era apenas o aperitivo, e que era hora do prato principal, abriu as pernas me dando visão do paraíso, era um convite irrecusável, sorvi mais um gole de vinho, apoiei a taça no suporte, aproximando-me dela com movimentos predatórios, deslizei a língua devagar entre suas coxas observando suas reações, os olhos se fecharam, os lábios entre abertos me indicavam que eu estava no caminho certo, aproximei-me deixando beijos leves ao redor de sua vulva, introduzi um dedo em seu canal e passei a sugar seu clitóris e o primeiro gemido escapou em um sussurro, mas eu queria vê-la gritar, introduzi um segundo com movimentos lentos de vai e vem alcançando seu ponto G, enquanto abocanhava sua boceta em um beijo tão lento quanto meus movimentos, exigindo mais, ela iniciou um rebolado conforme a urgência do seu prazer, o segundo orgasmo se aproximava, pois sentia sua boceta pulsar, apertando meus dedos, e eu sabia exatamente o que fazer, guiei um terceiro dedo em direção a sua outra entrada, forçando levemente a penetração e ela explodiu, me dando todo seu prazer.
Dessa vez não dei tempo para que se recuperasse, carreguei-a para a cama, coloquei-a de quatro e a penetrei de uma vez, em uma estocada longa e bruta, agora era minha necessidade que ditava o ritmo e eu a invadia com força, o barulho produzido por nossos corpos, misturados aos nossos gemidos, preenchia o silêncio do quarto, tornando-se a trilha sonora perfeita do nosso momento, quando percebi que ela havia novamente chegado ao ápice, pude enfim me desmanchar dentro dela. Parte de mim se sentia um “macho alfa” marcando seu território quando a via escorrendo minha semente, eu realmente era um filho da puta de sorte. Perdidos um no outro, nem víamos o tempo passar, os próximos dias foram divididos em passear pela cidade e aproveitar todas as oportunidades que tínhamos para uma rapidinha em um lugar diferente.
O dia do nosso aniversário de casamento havia chegado, levantei-me antes dela, deixei um bilhete sobre a cama com o passo a passo do que seria a sua surpresa de casamento e fui tomar meu café. Havia reservado um dia de cuidados para ela no spa do hotel: massagem, cabelo, unha, maquiagem e todos os outros mimos que ela tinha direito. Passamos o dia inteiro trocando mensagens pra lá de provocantes, recebi fotos dela deitada nua na mesa de massagem com o corpo besuntado em oléo, uma imagem que me deixou com água na boca e uma ereção dolorosa. Safada! Ela não perdia por esperar, a noite eu com certeza me vingaria.
Avisei que haveria uma surpresa no quarto quando ela retornasse, e era importante que ela seguisse cada uma das orientações.
Por volta das dezenove horas, enviei a ela uma mensagem dizendo que a aguardaria no saguão do hotel. Eu não me atreveria a entrar naquele quarto sabendo exatamente o que ela estaria vestindo, cada peça havia sido escolhida por mim, e eu sabia a armadilha que havia criado para mim mesmo, não seria louco entrar lá com ela vestida do jeito que eu sabia que ela estaria, o risco que correríamos em não avançarmos com a programação da noite. Ela saiu do elevador atraindo todos os olhares, o vestido preto moldava-se, deliniando cada uma das curvas em que eu adorava me perder.
Dirigi por aproximadamente 20 minutos, quando entramos no estacionamento da boate, tirei do console do carro a máscara que ela usaria, pedi que ela se virasse de costas para mim, assim que finalizei, ela me encarou com uma pergunta silenciosa, apenas sorri de canto enquanto ela se olhava com a máscara no espelho do carro. Saltamos e entramos em um lounge privativo onde deixamos nossos celulares guardados em um cofre. A porta foi aberta, nossa passagem continuou por um corredor com luzes baixas e o som de uma batida completamente sensual já nos preparava para a imersão ao ambiente, o bar centralizado, onde alguns casais conversavam, a pista com uma iluminação baixa e uma melodia completamente sedutora envolvia o ambiente, uma pista lateral onde uma dançarina se exibia para um grupo masculino tranquilamente acomodado em um sofá coletivo. Fomos em direção ao bar onde solicitamos nossas bebidas, e com elas em mãos, começamos a andar pelo salão. Minha atenção voltada para minha esposa, observava a surpresa e a luxúria em seu olhar enquanto ela admirava o ambiente. O cheiro do lugar era uma mistura de perfumes importados e uísque caro. Uma área um pouco mais afastada onde um telão transmitia ao vivo a pegação entre três pessoas em um dos quartos, enquanto alguns casais acomodados em pufs assistiam a cena e trocavam carícias mais intensas, logo atrás do telão uma escada levava ao segundo piso onde ficavam as áreas de interação, um ambiente mais intimista um corredor com uma iluminação indireta em tons vermelho e âmbar, e cabines privativas com espelhos nos tetos e em pontos estratégicos dos quartos, uma parede de vidro com cortinas pretas, algumas abertas onde se podia assistir toda a interação do casal, alguns quartos decorados com estéticas temáticas: (escritório, consultório, sala de aula, masmorra de BDSM, etc.), uma grande ilha com o teto também revestido por espelho e sofás para que casais interagissem simultaneamente, uma espécie de passagem secreta levava ao ambiente chamado “dark rooms”, um ambiente para interações anônimas ou sensoriais, para casais mais liberais. Uma das minhas surpresas foi encontrar no local um espaço amplo com chuveiros para caso os frequentadores sentissem necessidade de um banho. Paramos em frente ao quarto cuja imagem era exibida no telão. A cortina também estava aberta e podíamos observar o trio. Me posicionei atrás da minha esposa, pressionando meu pau duro em sua bunda para que ela sentisse o quanto todo aquele estímulo já havia me afetado, e recebi como resposta um apertar de coxas, que me fazia imaginar que ela também já estava pronta para mim. Não conseguíamos ouvir o som por causa do isolamento acústico das cabines, mas as expressões de prazer ficavam evidentes mesmo com a luz baixa lá dentro.
Nossas bebidas acabaram e voltamos para o bar. Copos devidamente reabastecidos, nos dirigimos à pista de dança e, na batida da música, a safada de costas se esfregava em mim, me deixando cada vez mais duro. Segurei-a firme pelos cabelos da nuca, guiando seus olhos na direção de um casal acomodado nos pufs que se tocavam, enquanto nos observavam na pista de dança, o ato seria completamente obseno se estivéssemos em uma boate convencional. Enquanto observavamos o casal que nos observa, ela escorregou a mão por entre nós dois, invadindo minha calça e passou a me masturbar no ritmo da música ali mesmo na pista de dança. Antes que a música acabasse, ela perguntou se poderíamos subir para algum dos quartos e, em caso de uma resposta positiva, o que eu achava de mantermos as cortinas abertas. Eu disse que estávamos ali para realizarmos as nossas fantasias. Subimos novamente a escada e deixei que ela escolhesse a temática do quarto, embora já tivesse ideia de qual seria sua escolha. Paramos em frente à masmorra de BDSM e ela me olhou com um sorriso travesso. Já havíamos tido cenas BDSM outras vezes, mas não em um ambiente como aquele. Assim que entramos no quarto, ordenei que ela retirasse o vestido, permanecendo apenas com a lingerie preta, abrisse as cortinas, e se ajoelhasse no carpete no centro do quarto. O vidro não nos permitiria ver se alguém nos assistiria, e optamos por não ativar a câmera ao vivo, a ideia de que alguém pudesse estar atrás da parede nos assistindo já era o suficiente para potencializar o nosso prazer.
Enquanto ela estava ajoelhada no modo submissa com a cabeça baixa e as mãos pousadas sobre as coxas, escolhi os objetos que seriam usados na cena e dispersei-os sobre a bancada: uma vela, algemas, flogger, um par de prendedores de mamilos, uma venda, fora os móveis espalhados pelo quarto à nossa disposição, a ideia era explorar o máximo do prazer que seu corpo suportasse. Caminhando de volta em sua direção, ordenei que ela repetisse a nossa “palavra de segurança”. Com uma voz melodiosa, ela repetiu “ECLIPSE”, a única palavra capaz de me parar em qualquer ação da cena. Enquanto eu fazia uma trança em seus cabelos, ordenei que ela repetisse o nosso “sinal de segurança”, ela fechou a mão, escondendo o polegar dentro dos outros dedos. Caminhei de volta à bancada em busca dos primeiros objetos que eu usaria, o vácuo acústico criado pelo isolamento das paredes criava um silêncio denso, quase tátil. Além do som dos meus passos, ouviamos apenas nossas respirações e o barulho dos objetos na bancada ao serem tocados.
Com os objetos selecionados nas mãos aproximei-me dela com a voz baixa e firme perguntei “Como está sua respiração esposa”, era o nosso comando de verificação, sustentando o olhar numa mistura de entrega e foco. “Pronta, mestre”, ela sussurra. Minha primeira ação foi vendar seus olhos, sem a visão, seus outros sentidos ficariam mais aguçados, com ela ainda ajoelhada ordenei que retirasse a parte de cima da lingerie e me mostrasse seus seios, submissa, ela assim o fez, segui ordenando que ela os tocassem para mim, que apertasse seus mamilos e a safada foi além, levando os dedos a boca e molhando os com saliva girando os bicos já intumescidos, segui com as ordens exigindo que ela ficasse de pé, troquei suas mãos por minha boca chupando e mordendo deixando-os ainda mais sensíveis para meu próximo ato, retirei de um dos bolsos os prendedores que havia selecionado e pendurei em seus mamilos, o pressão das pinças, somado ao peso da bolinha de metal aumentariam a sensibilidade para quando eu fosse realmente devorá-los. Caminhamos pelo quarto em direção as correntes que pendiam do teto, onde a acorrentei com os braços erguidos, deslizei o flogger por seu ombro, o roçar da camurça por sua pele a fez arrepiar, a carícia leve logo se transformou em batidas rítmicas e constantes em suas costas, nádegas e coxas. Não era dor, ainda. Era uma marcação de território, um aquecimento da pele que subiria a temperatura grau a grau.
Meu controle era absoluto, mas era a entrega dela que ditava o ritmo da dança, afastei a calcinha e deslizei meus dedos por seus lábios encharcados e ela soltou um gemido baixo, deslizei dois dedos para dentro sentindo sua boceta pulsar com meus movimentos, retirei-os lambuzados e levei-os a sua boca, fazendo com que ela provasse seu próprio gosto, para em seguida beijá-la, repetindo o quanto seu sabor era delicioso e que eu precisava de mais, ajoelhei-me colocando uma de suas penas por sobre meu ombro e deslizei a língua por toda sua abertura sugando cada gota do líquido delicioso que ela produzia naturalmente, o cheiro natural da sua boceta me deixava alucinado, uma mordida leve nos seus pequenos lábios (que eram na verdade grandes) e ela respondeu com gemido mais alto, retirei de outro bolso um acessório que havia trazido comigo, um mini vibrador controlado pelo celular estava configurado para vibrar com pequenos intervalos a cada 5 minutos, a intensidade e modo de vibração também mudaria entre esses intervalos, a ideia é que ela se mantivesse em alerta a cada pausa, inseri o brinquedo, liberando um pouco mais das correntes que prendiam seus braços ordenei que ela voltasse a se ajoelhar enquanto o brinquedo começava a vibrar dentro dela, caminhei de volta a bancada em busca da vela que havia separado acendi e permiti que ela queimasse um pouco derretendo a cera, retornei para onde ela permanecia ajoelhada e comecei a derramar a cera por seus ombros, seios, costas e coxas, o vermelho da cera escorrendo por sua pele espalhava um rastro de calor por onde passava, aumentei um pouco mais a intensidade das vibrações, e quando seu corpo deu sinais de estar chegando ao ápice, diminui o ritmo retardando seu clímax, seu rosnado de frustração não me passou despercebido, mas ela sabia que eu estava no controle e que só chegaria ao orgasmo quando eu deixasse, e que ainda não era a hora, soltei seus braços e a carreguei para o divã que havia no canto do quarto a respiração raivosa de quem havia sido privada de um orgasmo chegava ser engraçada, com ela posicionada sobre o divã voltei a ativar as vibrações do brinquedo dentro dela ao mesmo tempo em que sugava seu clitóris, seus gemidos cada vez mais intensos indicavam que ela estava novamente próxima, deslizei a língua entre seus lábios abocanhado sua boceta com a fome que só ela despertava em mim, seu orgasmo veio acompanhado de um esguicho, não era a primeira vez que eu a fazia ter um squirt, mas eu sempre me sentia privilegiado por ser eu a estar com ela nesses momentos, a carreguei para a cama, enquanto ela se ainda se recuperava, deslizei a mão por entre suas pernas tocando se clitóris ainda rijo e senti o nervo pulsar novamente sob meus dedos, retirei o vibrador, os prendedores de mamilos, e a virei de costas, usei a cera que ainda restava em seu corpo para uma massagem enquanto ela se acalmava, o era cuidado essencial após cada cena, com o corpo relaxado ela se aninhou em mim, questionei se estava tudo bem com ela, se não havia pegado muito pesado, respondeu que eu havia sido perfeito como sempre.
Ainda permanecemos mais um tempo no quarto, entre um carinho e outro, iniciamos um sexo “baunilha”, e era incrível como sempre tinhamos fôlego para mais uma rodada.
Algumas horas depois, deixamos a boate e retornando ao hotel onde tomamos um relaxante banho de banheira e dormimos agarrados.
Voltamos para casa na manhã seguinte com memórias inesquecíveis da nossa noite de aniversário de casamento.