Assaulting the English language again with the use of a translator.
Please check out "Love Through a Prism" on Netflix soon, and urgently write something about Peter Anthony or Shinnosuke Kobayakawa.
I need an AU fanfic with at least thirty chapters, each chapter containing four thousand words.😭😭
Não aguento mais usar tradutor, queria ser fluente. POPULARIZEM O TUMBLR NO BRASIL💔
What is this anime about?
This anime tells the story of a Japanese girl who goes to London to pursue her dream of becoming a great oil painter.
The story takes place in the early 1900s, so there are moments where the social position of women within and outside the art world is debated among the characters.
It's a romance story between the protagonist and her rival, so if you like this type of romance, you'll enjoy it a lot!
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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I apologize if this text sounds confusing; I used a translator because English is not my native language.
I'm thinking of writing a Shuumatsu no Valkyrie fanfic with a reader who has the same personality and history as Daenerys Targaryen from Game of Thrones. It's a very interesting idea: a female character who went through so many difficulties to achieve such a high position of power through her own effort in a predominantly male-dominated era, becoming a representation of female power and an example of a queen and warrior who rode the only three dragons that existed in the entire world.
But I'm too much of a procrastinator for that, so I'm going to take a long time to develop something like that and continue it. SO, people who see this idea and feel inspired to write something like that, PLEASE WRITE IT, I WILL READ IT WITH ALL THE PLEASURE IN THE WORLD.
SINOPSE: Herdei um corpo em que seu passado esquecido junto de minhas antigas memórias me atormenta.
Após despertar sem nenhuma memória, passo a carregar o peso dos fragmentos de um passado esquecido que não me pertence — ou que talvez pertença demais, confundindo fronteiras entre quem eu fui e quem este corpo insiste em me fazer ser. À medida em que essa dualidade se intensifica, percebo que já não existe separação: eu sou ele, e ele sou eu. Agora, preciso desvendar a origem desse passado que me assombra antes que ele consuma tudo o que resta da minha identidade.
AVISO! Nessa história ocorrerá momentos impróprios para menores, a história também irá abordar assuntos e ocasiões sensíveis, como: morte/assassinato, canibalismo, vampirismo, tortura, mutilação e automutilação.
Capítulos pesados terão um aviso de gatilho para pessoas sensíveis.
Contagem de palavras:
EPISÓDIO UM - RECEPTÁCULO
CAPITULO 1 - 'QUEM É MARIA?'
— O Paranormal não vem para a nossa realidade de maneira fácil, um preço sempre deve ser pago e escolhas devem ser feitas. — Cellbit
É como se meu corpo estivesse afundando, amarrado a uma grande pedra que me arrastava para cada vez mais fundo. Meus pulmões, ardiam em busca de ar — vermelho, a única cor que meus globos oculares conseguiam captar. O vermelho carmesim dançava em minha volta, como uma dança lenta e solitária, sem fim.
A luz da superfície distante que mal chegava, diminuía cada vez mais. O frio era imensurável, quase insuportável de aturar. Podia sentir a minha consciência se esvaindo do meu corpo, como se minha alma estivesse sendo sugada por um abismo faminto. Um faminto que me observava em meio ao mar vermelho — uma presença, imponente e paciente, que apenas observava, esperando o momento certo.
Cada batida do meu coração parecia um chamado abafado, frenético e acelerado, o sangue bombeando através das minhas veias tão rapidamente que pareciam querer escapar.
Não era apenas águas manchadas — era algo mais denso e pesado, que me puxava por dentro, arrancando memórias, desfazendo identidades. Rostos que não me recordava surgindo em meio ao carmesim, sussurrando segredos e momentos que eu nunca vivi.
Subitamente, eu não senti dor, não havia mais frio, nem escuridão... apenas um caixão de metal, que pulsava em sincronia com o meu coração — meu corpo pesado se movia de forma independente, nadando em direção a grande caixa de metal, como se estivesse sendo controlado pela carne, meus tendões e músculos se forçando.
A cada braçada pesada me aproximava mais, meu braço se esticou involuntariamente em direção ao metal acorrentado, à apenas alguns metros de distância, os detalhes ficavam cada vez mais perceptíveis.
Mais uma braçada, estava a centímetros de distância — era hipnotizante, manipulador, errado... e meu corpo seguiu, prestes a finalmente tocar.
— Não abra! — mandou uma voz inesperada, autoritária e direta, irreconhecível para minha mente turva.
A calmaria repentina se rompeu. Um sopro áspero entrou em meus pulmões, diferente e irregular, buscando desesperadamente por ar.
— Você conseguiu consertar ela! — outra voz, mas diferente da anterior, ela estava baixa, quase inaudível, como se qualquer respiração alta de mais pudesse se sobressair. Era gentil e infantil, até diria amorosa.
Abri meus olhos repentinamente, levada pelo susto, certa de que aquelas vozes era apenas um devaneio, e que ainda estaria sozinha em águas profundas, afundando lentamente em minha consciência vazia, mas era algo totalmente diferente, o ar era seco e empoeirado, ar esse que arranhou minha garganta de forma direta e bruta, como se eu estivesse dias em um deserto sem tomar água, tosses roucas tomaram minha garganta, até que finalmente ela cessasse temporariamente, estabilizando a minha respiração ainda com a garganta pesada.
A luz ao meu redor não estava mais escassa e distorcida pela água — ao meu redor luz natural vazava pela brecha de uma janela, iluminando de forma aclarada o ambiente. O local aparentava ser um quarto simples, o teto e as paredes eram acimentadas, tingidas por um amarelo desbotado pelo tempo, manchada por marcas de infiltração, o chão era de uma madeira escura, envelhecida e riscada em algumas partes — havia um armário médio de duas portas, ao seu lado se encontrava a janela pela qual iluminava o quarto, seu design seguia um padrão antigo que não sabia ditar de qual época era isso.
Meus olhos estavam vidrados, analisando o ambiente desconhecido com cautela, tentando entender onde estava, e o que estava fazendo ali.
— Você ta bem Maria? — aquela voz de antes ecoou novamente, um pouco mais clara e estabilizada, mas ainda baixa.. baixa de mais. como se eu ainda estivesse de baixo da agua na superfície e alguém gritando de fora.
Me sentia paralisada, minha respiração engatou, meu instinto de sobrevivência gritava dentro de minha mente, berrando para que eu saísse correndo daquele local o mais rápido possível, mas meu corpo não respondeu aos meus comandos, na verdade, ele aparentava estar calmo, muito calmo — a pulsação de coração não estava acelerada, minhas mãos não suavam por conta do nervosismo — eu me sentia... confortável.
— Maria?... — a voz repetiu aquele nome, quase um ruído.
Maria... quem era Maria, quem era essa pessoa?..
Virei meu rosto na direção da onde saia aquelas palavras, uma das únicas direções que ainda não tinha olhado, ali, em meio a luz que emanava através da abertura da porta, havia uma silhueta baixa, uma menina — seu cabelo crespo estava preso em dois coques para cima, sua pele refletia o sol lembrando um tom de canela, os laços em cada coque combinavam com o vestido amarelo que a garota vestia, ele era simples, mas bonito — a base da saia se iniciava na cintura e seguia até um pouco depois de seus joelho, sua saia era meio rodada e as mangas eram bufantes. Seus olhos me chamaram a atenção, eles eram grandes e delineados por cílios escuros e cheios, sua íris tinha um tom de castanho escuro, quase pretos, elas refletiam como duas bolas de gude polida, me recordavam...
— Jabuticabas!... — os meus pensamentos se expressaram em voz alta de forma fraca inconsistente, o nome da fruta parecia deslizar de forma cristalina pelas minhas cordas vocais, como se estivesse acostumada a pronunciar esse vocábulo, uma junção de estranheza e familiaridade.
A garota mirada pelo meu olhar me encarou refletindo a mesma intensidade, suas sobrancelhas franzidas se ergueram levemente como se estivesse tentando decifrar um cálculo difícil, seus lábios formavam um bico leve, uma carranca em seu rosto, carranca essa que não durou muito. Suas sobrancelhas relaxaram em sua testa e seu bico se desfez, dando lugar a um semblante levemente divertido, era possível ver uma covinha se formando em sua bochecha direita.
— Desculpa, eu te assustei? — sua voz era suave, mantendo um tom de preocupação, mas levemente divertido, combinando com seu semblante.
Ela se aproximou com passos curtos e rápidos, seus pés pisavam no chão de madeira a fazendo ranger — ela se sentou na beirada da cama, se acomodando como se já tivesse feito isso um milhão de vezes, acostumada.. habituada, sem levar a minha presença como uma possível ameaça, como se fosse incogitável.
Eu a encarei atentamente, seguindo cada movimento.
— Noite difícil? — ela falou novamente, mas desta fez foi diferente, suas mão se ergueram em frente ao seu corpo, e gesticulou suas mãos em uma velocidade moderada — era linguagem de sinais, um pouco bagunçado mas decifrável, o esperado de uma criança.
Eu encarei suas mãos, pensativa... os sinais eras familiares, mas.. quando eu tinha aprendido? Por que não me recordava? Por que essa memória me era tão estranha, como uma semente amarga entalada na garganta. Meus pensamentos estavam acelerados, presos em um labirinto, tentando encontrar peças e encaixa-las em um quebra-cabeça em branco.
Desviei meus olhos momentaneamente das mãos da garota e encarei seus olhos, ela me observava de forma paciente e silenciosa, aguardando por uma resposta para sua pergunta.
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Após despertar sem nenhuma memória, passo a carregar o peso dos fragmentos de um passado esquecido que não me pertence — ou que talvez pertença demais, confundindo fronteiras entre quem eu fui e quem este corpo insiste em me fazer ser. À medida em que essa dualidade se intensifica, percebo que já não existe separação: eu sou ele, e ele sou eu. Agora, preciso desvendar a origem desse passado que me assombra antes que ele consuma tudo o que resta da minha identidade.
AVISO! Nessa história ocorrerá momentos impróprios para menores, a história também irá abordar assuntos e ocasiões sensíveis, como: morte/assassinato, canibalismo, vampirismo, tortura, mutilação e automutilação.
Capítulos pesados terão um aviso de gatilho para pessoas sensíveis.
Contagem de palavras:
EPISÓDIO UM - RECEPTÁCULO
CAPITULO 1 - 'QUEM É MARIA?'
— O Paranormal não vem para a nossa realidade de maneira fácil, um preço sempre deve ser pago e escolhas devem ser feitas. — Cellbit
É como se meu corpo estivesse afundando, amarrado a uma grande pedra que me arrastava para cada vez mais fundo. Meus pulmões, ardiam em busca de ar — vermelho, a única cor que meus globos oculares conseguiam captar. O vermelho carmesim dançava em minha volta, como uma dança lenta e solitária, sem fim.
A luz da superfície distante que mal chegava, diminuía cada vez mais. O frio era imensurável, quase insuportável de aturar. Podia sentir a minha consciência se esvaindo do meu corpo, como se minha alma estivesse sendo sugada por um abismo faminto. Um faminto que me observava em meio ao mar vermelho — uma presença, imponente e paciente, que apenas observava, esperando o momento certo.
Cada batida do meu coração parecia um chamado abafado, frenético e acelerado, o sangue bombeando através das minhas veias tão rapidamente que pareciam querer escapar.
Não era apenas águas manchadas — era algo mais denso e pesado, que me puxava por dentro, arrancando memórias, desfazendo identidades. Rostos que não me recordava surgindo em meio ao carmesim, sussurrando segredos e momentos que eu nunca vivi.
Subitamente, eu não senti dor, não havia mais frio, nem escuridão... apenas um caixão de metal, que pulsava em sincronia com o meu coração — meu corpo pesado se movia de forma independente, nadando em direção a grande caixa de metal, como se estivesse sendo controlado pela carne, meus tendões e músculos se forçando.
A cada braçada pesada me aproximava mais, meu braço se esticou involuntariamente em direção ao metal acorrentado, à apenas alguns metros de distância, os detalhes ficavam cada vez mais perceptíveis.
Mais uma braçada, estava a centímetros de distância — era hipnotizante, manipulador, errado... e meu corpo seguiu, prestes a finalmente tocar.
— Não abra! — mandou uma voz inesperada, autoritária e direta, irreconhecível para minha mente turva.
A calmaria repentina se rompeu. Um sopro áspero entrou em meus pulmões, diferente e irregular, buscando desesperadamente por ar.
— Você conseguiu consertar ela! — outra voz, mas diferente da anterior, ela estava baixa, quase inaudível, como se qualquer respiração alta de mais pudesse se sobressair. Era gentil e infantil, até diria amorosa.
Abri meus olhos repentinamente, levada pelo susto, certa de que aquelas vozes era apenas um devaneio, e que ainda estaria sozinha em águas profundas, afundando lentamente em minha consciência vazia, mas era algo totalmente diferente, o ar era seco e empoeirado, ar esse que arranhou minha garganta de forma direta e bruta, como se eu estivesse dias em um deserto sem tomar água, tosses roucas tomaram minha garganta, até que finalmente ela cessasse temporariamente, estabilizando a minha respiração ainda com a garganta pesada.
A luz ao meu redor não estava mais escassa e distorcida pela água — ao meu redor luz natural vazava pela brecha de uma janela, iluminando de forma aclarada o ambiente. O local aparentava ser um quarto simples, o teto e as paredes eram acimentadas, tingidas por um amarelo desbotado pelo tempo, manchada por marcas de infiltração, o chão era de uma madeira escura, envelhecida e riscada em algumas partes — havia um armário médio de duas portas, ao seu lado se encontrava a janela pela qual iluminava o quarto, seu design seguia um padrão antigo que não sabia ditar de qual época era isso.
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— Desculpa, eu te assustei? — sua voz era suave, mantendo um tom de preocupação, mas levemente divertido, combinando com seu semblante.
Ela se aproximou com passos curtos e rápidos, seus pés pisavam no chão de madeira a fazendo ranger — ela se sentou na beirada da cama, se acomodando como se já tivesse feito isso um milhão de vezes, acostumada.. habituada, sem levar a minha presença como uma possível ameaça, como se fosse incogitável.
Eu a encarei atentamente, seguindo cada movimento.
— Noite difícil? — ela falou novamente, mas desta fez foi diferente, suas mão se ergueram em frente ao seu corpo, e gesticulou suas mãos em uma velocidade moderada — era linguagem de sinais, um pouco bagunçado mas decifrável, o esperado de uma criança.
Eu encarei suas mãos, pensativa... os sinais eras familiares, mas.. quando eu tinha aprendido? Por que não me recordava? Por que essa memória me era tão estranha, como uma semente amarga entalada na garganta. Meus pensamentos estavam acelerados, presos em um labirinto, tentando encontrar peças e encaixa-las em um quebra-cabeça em branco.
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