“Adiante o relógio, está atrasado. Vá e volte o ponteiro e assim dá pra ver, o tempo continua o mesmo. Não dá pra voltar. O que foi feito, está feito. O que deveria ser feito, agora não resta-lhe tempo pra que faça. Foi-se tempo, agora não mais tempo. Os ponteiros bateram tic-e-tac às 18h, não há espaço remoto pra arrependimentos ou discrepância; concluiu — não viveu o quanto pôde.”
— Abdicou-se.



















