Esboços
Me encontrarás com a cabeça Fincada dentro desse rio Em troca de espaço, barganhando Uma mediunidade fajuta
Meu crime era pisar em terra Como se perdoasse rebanhos Tão ressentidos enquanto Acato suas violências com um sorriso
Disputar, eu mesmo a intenção Enquanto a acusação revira Esse caminho em taxidermia E faz do objeto mineração
Me mostre sua assimetria Mais inacessível Eu tenho comigo a morada jovem Tão perecível que prevê a si jazigo
Estendo o fruto sob nenhuma circunstância Liberta da falsa imagem, bordarei a mão Essa rede capaz de capturar a criatura E revirar o sentido do mundo
A recusa desses pregos velhos Separa herdeiros de filhos Acalenta a romaria em negação Com sua boca de aspirina
Dará ao assunto sua face Extenuada e vândala dos altares A beleza emergida e devorada Pelo tráfego de bacantes
Ainda será moderno Mesmo que esteja a beira do fim Me envolva a bandeira ambígua E coagularei moedas em sua homenagem













