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@wolpex

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Lembranças eternizadas.
Lembro da nossa primeira conversa. NĂŁo poderia ter sido diferente: te recomendei um filme. âFrances Haâ, era o nome. Um filme com uma pelĂcula incomum, diĂĄlogos incrĂveis, que mais tarde se tornariam os nossos, e ao tirar uma foto dele, e te mostrar, a protagonista estava com uma garrafa de uma bebida destilada e vocĂȘ respondeu: que coincidĂȘncia. Te respondi com um sorriso e vocĂȘ tambĂ©m. VocĂȘ confessou que desejava ter puxado o assunto e fiquei surpreso. A nossa conexĂŁo começarĂĄ ali? Talvez. Arrisco que sim, nĂŁo sei vocĂȘ.
A partir daquela noite de 09 de maio, vocĂȘ entrou na minha vida e eu na sua. Apesar das adversidades que ocorreram ao longo do tempo, que juntos de forma madura, passamos, faria tudo de novo. Cada ĂĄudio, palavra, olhares, toques e presentes, eu daria novamente para vocĂȘ. Saiba disso, querida.
Lembro da leitura da carta te confessando os desejos mais Ăntimos que tinha por vocĂȘ. Ainda tenho, mas agora com uma verdade amarga deixada por vocĂȘ. Entretanto, apĂłs aquele episĂłdio, nossa aproximação foi ainda mais intensa. Como explicar? NĂŁo sei, mas arrisco novamente e digo: nossa conexĂŁo; mostrando mais uma vez, que apesar da lĂłgica conspirar contra nĂłs, ainda assim, nossa alma e coração insistiam se entrelaçar. Igual quando seus braços se entrelaçaram naquele abraço, com um sussurro nosso no inĂcio do dia: sentirei saudades. Teu cheiro ficou comigo. Amei notar isso. Cheguei sorrindo em casa. Como se esquecer disso? NĂŁo tem. Jamais.
Sempre que te escrevo, a saudade aperta na mesma intensidade daquele abraço que amaria ter feito morada nele.
Wolp Farias.
Fonte: @wolpex
Estou agora, olhando uma foto sua. Lembra quando fiz aquelas montagens em algumas? Pois, Ă©, guardei uma comigo, porque assim, conseguirei lembrar dos teus detalhes. Teu rosto, o olhar e o sorriso, que meu Deus, que sorriso! Poderia inclusive, estabelecer minha morada neles. Faz tanto tempo, nĂŁo Ă©? Que nossos olhares nĂŁo se encontram, e temos a sensação de nĂŁo querer que o tempo acabe. Aquela constante conversa sincera um com o outro, que faz a pupila do olho dilatar-se. Ou simplesmente, devido Ă conexĂŁo angelical, apenas um olhando discretamente para o outro, ao perceber algo ao redor. SĂł nĂŁo quero esquecer dos teus detalhes, das nossas lembranças. Por isso busco nossas conversas, nossas confissĂ”es, nossos desejos mais Ăntimos, em todas Ă s partes. SĂł assim, me aproximo de vocĂȘ. JĂĄ te falei, que amo o jeito que me abraça? Ah! Lembrei daquela vez, que estĂĄvamos em um local alto, e ao subir Ă s escadas, para te alcançar, me deparo com vocĂȘ vindo em minha direção. EntĂŁo, abro meus braços, e nĂłs se abraçamos. Me senti tĂŁo feliz naquele dia. VocĂȘ se encaixou perfeitamente no meu peito. JĂĄ, naquele dia, eu te amava. Mais preferirĂĄ o silĂȘncio ao invĂ©s da confissĂŁo. Como jĂĄ dizia o poeta: quem nos faz falta, acerta o coração como um vento sĂșbito que entra pela janela aberta. NĂŁo hĂĄ escape. Amo vocĂȘ, e sinto sua falta comigo. Sinta meu amor, atravĂ©s das palavras. Afinal, no momento, sĂł posso contar com elas.
Fonte: @wolpex
Estou agora, olhando uma foto sua. Lembra quando fiz aquelas montagens em algumas? Pois, Ă©, guardei uma comigo, porque assim, conseguirei lembrar dos teus detalhes. Teu rosto, o olhar e o sorriso, que meu Deus, que sorriso! Poderia inclusive, estabelecer minha morada neles. Faz tanto tempo, nĂŁo Ă©? Que nossos olhares nĂŁo se encontram, e temos a sensação de nĂŁo querer que o tempo acabe. Aquela constante conversa sincera um com o outro, que faz a pupila do olho dilatar-se. Ou simplesmente, devido Ă conexĂŁo angelical, apenas um olhando discretamente para o outro, ao perceber algo ao redor. SĂł nĂŁo quero esquecer dos teus detalhes, das nossas lembranças. Por isso busco nossas conversas, nossas confissĂ”es, nossos desejos mais Ăntimos, em todas Ă s partes. SĂł assim, me aproximo de vocĂȘ. JĂĄ te falei, que amo o jeito que me abraça? Ah! Lembrei daquela vez, que estĂĄvamos em um local alto, e ao subir Ă s escadas, para te alcançar, me deparo com vocĂȘ vindo em minha direção. EntĂŁo, abro meus braços, e nĂłs se abraçamos. Me senti tĂŁo feliz naquele dia. VocĂȘ se encaixou perfeitamente no meu peito. JĂĄ, naquele dia, eu te amava. Mais preferirĂĄ o silĂȘncio ao invĂ©s da confissĂŁo. Como jĂĄ dizia o poeta: quem nos faz falta, acerta o coração como um vento sĂșbito que entra pela janela aberta. NĂŁo hĂĄ escape. Amo vocĂȘ, e sinto sua falta comigo. Sinta meu amor, atravĂ©s das palavras. Afinal, no momento, sĂł posso contar com elas.
Fonte: @wolpex
Lembranças eternizadas.
Lembro da nossa primeira conversa. NĂŁo poderia ter sido diferente: te recomendei um filme. âFrances Haâ, era o nome. Um filme com uma pelĂcula incomum, diĂĄlogos incrĂveis, que mais tarde se tornariam os nossos, e ao tirar uma foto dele, e te mostrar, a protagonista estava com uma garrafa de uma bebida destilada e vocĂȘ respondeu: que coincidĂȘncia. Te respondi com um sorriso e vocĂȘ tambĂ©m. VocĂȘ confessou que desejava ter puxado o assunto e fiquei surpreso. A nossa conexĂŁo começarĂĄ ali? Talvez. Arrisco que sim, nĂŁo sei vocĂȘ.
A partir daquela noite de 09 de maio, vocĂȘ entrou na minha vida e eu na sua. Apesar das adversidades que ocorreram ao longo do tempo, que juntos de forma madura, passamos, faria tudo de novo. Cada ĂĄudio, palavra, olhares, toques e presentes, eu daria novamente para vocĂȘ. Saiba disso, querida.
Lembro da leitura da carta te confessando os desejos mais Ăntimos que tinha por vocĂȘ. Ainda tenho, mas agora com uma verdade amarga deixada por vocĂȘ. Entretanto, apĂłs aquele episĂłdio, nossa aproximação foi ainda mais intensa. Como explicar? NĂŁo sei, mas arrisco novamente e digo: nossa conexĂŁo; mostrando mais uma vez, que apesar da lĂłgica conspirar contra nĂłs, ainda assim, nossa alma e coração insistiam se entrelaçar. Igual quando seus braços se entrelaçaram naquele abraço, com um sussurro nosso no inĂcio do dia: sentirei saudades. Teu cheiro ficou comigo. Amei notar isso. Cheguei sorrindo em casa. Como se esquecer disso? NĂŁo tem. Jamais.
Sempre que te escrevo, a saudade aperta na mesma intensidade daquele abraço que amaria ter feito morada nele.
Wolp Farias.
Fonte: @wolpex

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Despedida.
A Ășltima vez que disse âminha prece Ă© ter vocĂȘ comigo para sempreâ, acabei me apaixonando pela pessoa, e por consequĂȘncia, estragando essa possibilidade, pois, o amor, infelizmente, chegou apenas em uma das partes. Ă doloroso saber, que talvez nunca teremos contato como outrora. TambĂ©m me dĂłi compreender, te amar e nĂŁo haver reciprocidade desse amor. Queria vocĂȘ para sempre na minha vida. De verdade, minha querida. â€ïž Entretanto, nĂŁo suporto te ver e nĂŁo te ter. Por isso, estou partindo. Mais continuarei te amando, talvez, de bem longe ou perto, se assim me quiser. Fica bem.
â Wolpex
Sobre se valorizar.
O sentimento de ser, sempre, a segunda opção para alguĂ©m Ă© a pior possĂvel. Ăs vezes, vocĂȘ intrinsecamente, tenta de alguma forma acessar o coração da outra, ao ver uma janela aberta, mas ao entrar, sabe aquele sentimento de nĂŁo pertencimento? Pois Ă©. Esse sentimento brota no mesmo instante. Ă mais certo que o pĂŽr do sol.
Aquela frase de nĂŁo permanecer em lugares, onde vocĂȘ Ă© apenas um escape de um dia ruim, e nada mais alĂ©m disso, sendo que a consideração de uma das partes, Ă© muito alĂ©m de um âescapeâ comum, Ă© uma verdade dura e necessĂĄria. PorĂ©m, ainda assim, Ă© difĂcil ter que lidar com tudo isso. NinguĂ©m percebe isso logo de cara. Ă um processo duro, que na sua maioria, requer tempo e espaço.Â
Respeitar seu processo, e nĂŁo fazer mediçÔes com outras rĂ©guas sĂŁo de suma importĂąncia. Sei que nenhuma frase de efeito ou mĂ©todo, irĂĄ te arrancar de lugares assim. Parece clichĂȘ afirmar isso, mas o sentimento quase sempre nos cega. A ponto de ignorarmos que ao âpularmos a janelaâ, sem ser convidado, embora tenhamos a melhor intenção possĂvel, Ă© perda de tempo.
Notar o vazio que é permanecer em relaçÔes do tipo, é fundamental para a valorização que é seu amor próprio.
Se priorize.Â
â Wolp Farias.
Para vocĂȘ, eu consigo.
NĂŁo consigo de forma constante, normalizar a palavra âamo vocĂȘ.â Talvez isso seja consequĂȘncia de acontecimentos do passado. Banalizava essa palavra? Talvez sim, ou simplesmente a utilizava para pessoas que nĂŁo mereciam meu amor. Com isso, me endureci para muitas coisas, entre elas, utilizar essas simples palavrinhas que consegue te curar apĂłs um dia horrĂvel, ou atĂ©, no caso atual, te aliviar e doer ao mesmo tempo. Mas nĂŁo se culpe. Essa Ă© outra consequĂȘncia: a de se apaixonar sozinho. Quando isso acontece, eu simplesmente escancaro meus portĂ”es. Ă meio contraditĂłrio, nĂŁo Ă©? Porque, se nĂŁo costumo normalizar essa palavra, devido o passado, como utilizo nessas situaçÔes, que talvez seja Ă s piores? Bom, nĂŁo conseguirei explicar, afinal, amar Ă© colocar a razĂŁo em terceiro plano, entretanto, evidentemente hĂĄ compreensĂŁo da minha parte sobre tudo isso. Sobre nĂłs, sendo mais claro. Isso Ă© bom, mas se encerra logo na terceira pĂĄgina do livro. O fato Ă© que irei normalizar essa palavra para vocĂȘ, atĂ© minha chama apagar, porque vocĂȘ merece ouvi-la, lĂȘ-la e senti-la. NĂŁo simplesmente soltarei essa palavra constantemente para vocĂȘ. Soltarei acrescentando: amo seu jeito de se sentar, de andar em minha direção, amo sua voz angelical, amo a forma que mexe seus cabelos longos morenos, amo quando me olha nos olhos, amo ouvir ou ler quando vocĂȘ fala meu apelido carinhoso a cada final de frase, amo quando sorrir e seus olhos ficam pequenininhos, enfim, te amo em cada detalhe. Talvez por isso, escancaro meus portĂ”es para vocĂȘ entrar de corpo e alma em mim.
Fonte: @wolpex
E eu ainda te amo, apesar dos desacertos, dos desencontros, das brigas, das lĂĄgrimas, das noites mal dormidas. Eu ainda te amo mesmo sabendo que o amor nĂŁo Ă© tudo. Ainda te amo por saber que nas entrelinhas da vida, vocĂȘ ainda Ă© o meu detalhe favorito.
Sabrina Santana
Me deu uma saudade do tamanho da muralha da China, agora dela viu.
ApĂłs fazer a besteira de ver uma foto dela.Â

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Orgulho separa mais do que distĂąncia.
Clarice Lispector.  (via renovador)
A saudade e o tempo. â
Palavras nĂŁo serĂŁo suficientes, eu sei, para te trazer de volta. JĂĄ fiz de tudo, tendo elas como aliadas. VocĂȘ sabe como ninguĂ©m, a quantidade de textos e poemas, que construĂ, sendo o principal pilar, vocĂȘ como inspiração.Â
EntĂŁo, sim, tenho ciĂȘncia, que esse texto, nĂŁo vai mudar sua decisĂŁo. Mas quero reafirmar algo, que certamente, depois desses meses sem nos falarmos, deva imaginar: tenho muitas saudades suas, querida. Lembro de vocĂȘ, constantemente, sempre que observo a lua. JĂĄ atĂ© sonhei, te buscando uma pedrinha de lĂĄ, criando um cordĂŁo e te dando de presente. Chega a ser, digamos assim, irĂŽnico, porque, como alguĂ©m sente falta de outro alguĂ©m, que nĂŁo te quer na vida dela? O motivo, Ă© compreensivo, e o arrependimento me corroĂ.Â
TĂnhamos tantos planos, nĂŁo Ă©? A velha listinha que nunca saiu, ou sairĂĄ, do papel.
De qualquer forma, te guardo no coração, na esperança de um dia, ou pode ser uma noite, ter vocĂȘ de volta.Â
Irei deixar o tempo agir, pois, sĂł ele cura. â
Mais um dia.
O sol jĂĄ raiou, e me encontrei pensando em vocĂȘ. De novo, para variar. Mais um dia, sem trocar nenhuma palavra contigo. Olha, te confesso que sinto falta, alĂ©m das nossas conversas diĂĄrias, tambĂ©m daquela sua preocupação sincera, dizendo âjĂĄ se alimentou?â, e ao final, meu apelido carinhoso, que tanto amei durante o nosso tempo.
Espero que esteja bem.Â
Mesmo sabendo, que vocĂȘ, nĂŁo sente mais minha falta.
â Wolpex
Numa noite qualquer, fui ao bar e pedi quatro doses do whisky mais caro e mais forte que tinha. Achei que isso resolveria todos os meus problemas. Voltei para casa com a visão distorcida e o coração cheio de saudades suas. Esse negócio de amar uma hora ou outra sempre acaba com a gente.
LetĂcia Amanda. (via retalhejar)
Triste realidade da atualidade.

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