Primeiramente, Ă© muito difĂcil de me aproximar de vocĂȘ, meuzeus, nĂŁo seja tĂŁo difĂcil. VocĂȘ Ă© uma pessoa tĂŁo incrĂvel, qual o problema de deixar as outras pessoas verem isso tambĂ©m?
Segundamente, para de fugir de mim; para de sorrir do nada na minha frente para outras pessoas, para de chamar a minha atenção, para de atrair o meu olhar, para de parar da minha frente, de desviar o olhar, de atravessar meu caminho
Terceiramente, vocĂȘ nĂŁo pensa em mim nem um pouquinho? Tipo? Nem um pouco? VocĂȘ sequer sabe meu nome? Como salvou meu contato? VocĂȘ me reconhece na multidĂŁo? Sabe onde me sento? Sabe qualquer coisa?
Quartamente, meu zeus, de onde vocĂȘ surgiu? Queria ter estudado com vocĂȘ, teria ter tido desculpa para falar com vocĂȘ mais vezes, deixar claro mais vezes, nĂŁo precisar de desculpa para poder falar algo. Eu queria. Queria...
Quintamente, temos tantas coisas em comum, tantas coisas para conversar, tantas coisas que pensamos em igual, por que vocĂȘ nĂŁo sente vontade nem de me dizer um bom dia, sem que eu te chame primeiro? Eu sou mesmo assim tĂŁo desinteressante? Ă tĂŁo assim necessĂĄrio, colocar todos esses tijolos que vocĂȘ coloca ao meu redor, como se eu fosse a ultima pessoa para a qual vocĂȘ poderia olhar?
Sextamente, desconsidere todo o restante que escrevi, foque apenas no prĂłximo item, ele Ă© muito importante, Ă© tudo o que sinto e vou ser por fora, tudo o que vou dizer, tudo o que vou demonstrar, vocĂȘ nĂŁo precisa saber de nada alĂ©m disso, alĂ©m de a
SĂ©tima mente, nĂŁo precisa se preocupar, eu estou desistindo de vocĂȘ.
Série: o lado platÎnico