Amoras Azuis deadman
O fruto da flor que foi arrancada floresce com força outra vez. A semente que regamos juntos foi abandonada. No escuro, inseguro, eu grito até que o meu corpo seque... Dias vazios cheios de sofrimento... Não tenho para onde ir.
Eu implorei uma e outra vez... âNĂŁo leve o que Ă© importante para mimâ Suplico mais uma vez ao Sol, a Lua, a Terra ao cĂ©u e as coincidĂȘncias.
Estou buscando na multidĂŁo de gente que flui mas nĂŁo consigo encontrar a nĂłs dois. Se isso for uma piada, eu jĂĄ estou farto dela.
Eu não posso me mexer. Palhaço miseråvel.
Ă sĂł isso e sinto que nĂŁo posso fazer nada. Renunciei a tudo. SĂł nĂŁo leve minha amada. Eu nĂŁo preciso do fruto do conhecimento.
Desde o carrossel no cĂ©u que tremeu com o vento e desapareceu Corrompido carrossel O vento te varreu e vocĂȘ desapareceu.
Ă sĂł isso e sinto que nĂŁo posso fazer nada. Renunciei a tudo. SĂł nĂŁo leve minha amada. Eu nĂŁo preciso do fruto do conhecimento.
Se afastando do brilho do Sol Dando brotos atĂ© o cĂ©u onde vocĂȘ estĂĄ.














