Dicas para NÃO seguir na divulgação da sua história.
Um dos maiores problemas para nós, jovens escritores da internet não-remunerados-e-sofredores, está na divulgação de nosso trabalho. Criar um livro extraordinário, super bem estruturado e futuro best-seller? Puft, fácil! Mas promover ele e fazer as pessoas perceberem que estão perante um futuro best-seller pode ser um pouquinho mais complicado. Sem a fórmula certa, alguns acabam não atraindo o número almejado de leitores e perdem o estímulo na postagem e escrita de suas obras. Uma dosagem exagerada (ou escassa) de divulgação pode ser fatal para a estadia de um autor iniciante na plataforma.
Inspiradas nessa tragédia, nós do WW resolvemos reunir os erros mais comuns cometidos no processo de promoção e difusão da história — os quais você definitivamente não deve seguir. E não se preocupe caso se identifique com um (ou alguns) deles, pois ainda há tempo para reverter a situação e divulgar com sucesso seu trabalho! Pronto(a) para ter acesso a nossa listinha negra? Então pega o caderninho e anota todas essas dicas em vermelho:
Obs: Alguns desses tópicos já foram ditos, de forma sintetizada, neste outro post aqui, caso queiram dar uma olhada. De qualquer forma, estaremos retomando eles nessa postagem e acrescentando novos.
O que não fazer na divulgação da sua história:
Publicar 3001 postagens ao mesmo tempo.
Uma regra fundamental a ser seguida na hora de divulgar sua obra é possuir paciência. Se você for daqueles apressadinhos, que gostam de expor tudo que prepararam em uma só tacada, vai acabar tendo problemas. A verdade é que não adianta soltar 10 banners detalhadamente editados no photoshop no mesmo minuto e esperar que seus parceiros/outros escritores rebloguem todos — porque acredite, eles não vão. O segredo é ter calma e saber dosar a quantidade, para não exagerar, lotar a dash e terminar por apenas irritar os seguidores já alcançados. Estipule datas para postagens, tenha um cronograma organizado e bem planejado. Mantenha seus leitores interessados, não enjoados. Um post de divulgação por dia já é mais que suficiente.
Encher o saco do amiguinho para ler sua história.
Não há mal algum em convidar leitores/escritores para acompanhar sua história. Na verdade, essa é uma tática que pode ser bem útil, caso aplicada de forma correta. O problema está na insistência dela. Você chamou o @ para acompanhar sua história e ele nunca deu as caras? Desista, bola pra frente. As pessoas não são obrigadas a acompanhar o que você escreve apenas porque as convidou. Haverão bolos de todos os tipos, por todos os motivos. Alguns convidados irão ler o início e depois parar; Outros só farão uma visitinha ao blog, enquanto os demais nem sequer irão abrir a página do navegador — seja porque a história não os agrada, eles não possuem tempo ou por simplesmente você ser um pé no saco. Não dá pra saber com precisão, então apenas lide com isso e pare de incomodar o coleguinha. Se ele quiser ler o que você escreveu, ele vai ler.
Postar edições/trechos de divulgação sem revisão.
Não são apenas os capítulos da sua história que devem ser bem revisados e editados com constância; Também é fundamental que ocorra uma inspeção naquele seu banner/quote que será utilizado para divulgá-la. Como você espera atrair leitores quando há erros ortográficos na própria propaganda da obra? Você precisa, desde já, atrair o leitor, criando uma boa imagem para aquilo que está “vendendo”. Uma vez reblogado, seu post com erros pode circular por inúmeros outros blogs, e não há nada que poderá fazer em relação a isso (fora sentar, chorar e desejar a morte, claro). Então, muita atenção na hora de postar algo, pequeno gafanhoto.
Pedir divulgação constantemente para os coleguinhas, mas não retribuir o favor.
Já ouviu falar daquele ditado “uma mão lava a outra”? Pois é, ele pode ser muito bem aplicado a essa situação. Se você é do tipo que vive pedindo ajuda dos amiguinhos escritores para reblogar seus capítulos/spoilers/edições/seja lá o que for e anunciar seus novos projetos, mas quando chega na hora de retribuir o favor, ignora plenamente as postagens alheias e segue a vida feliz, tenho um aviso para te dar: Você não está passando batido(a). Os parceirinhos notam. E não gostam nada disso. A questão é que talvez eles apenas sejam educados demais para te destratar e parar de te ajudar. Então, caro autor oportunista e sem coração, é aconselhável que dê um basta nessa sua atitude e passe a retribuir o favor de seus companheiros, pois a divulgação é uma via de mão dupla. Quanto mais você ajuda, mais será ajudado (e o oposto disso também é verdadeiro).
Enviar sua história para estantes sem antes ler todas as informações e preencher corretamente as fichas.
Há muitos blogs de escrita no Tumblr que ofertam espaços exclusivos para a exposição de histórias em suas páginas, as quais chamaremos de estantes por aqui (e se pra você está errado, caguei, estou no meu cantinho). Elas são uma ótima ferramenta de divulgação, mas é preciso que você tome cuidado na hora de as aderir. Preste atenção naquilo que é exigido nas regras para envio de cada uma e siga detalhadamente cada passo. Observe o que é pedido nas fichas; Nada de enviar capas com medidas erradas, informações incompletas e/ou desnecessárias e obras inadequadas para aquele blog específico (Alguns aceitam apenas originais, como nós do WW, por exemplo). Evite transtornos bobos. Você pode ser vetado da divulgação e gerar um mal estar com o dono do blog apenas por não ler atentamente ao que era pedido.
Atualizar seu blog uma vez por mês e achar que leitores cairão do céu.
Não adianta: Se você quer ganhar seguidores, você precisa ao menos estar ativo. As pessoas não surgirão magicamente no seu blog e passarão a acompanhá-lo com uma atualização a cada 30 dias. Não é preciso, necessariamente, haver um post enorme diário na dash; Um reblog, um recadinho para dizer que está presente já faz a diferença. Estar sempre gerando movimento é fundamental para não entendiar os leitores já fixos e atrair novos. Atualize sempre, constantemente, ainda que não pareça receber resposta imediata. Não é mantendo o blog parado que você conseguirá algo, migo(a).
Fazer drama de estrela que “não possui leitores” em uma semana de postagens.
A divulgação é um processo lento. Se você acredita que, com uma semana de divulgação e posterior postagem, já vai possuir centenas de seguidores e dezenas de comentários, muito possivelmente irá se decepcionar. Não é bem assim que funciona, caro coleguinha afobado. Leva tempo para seu blog ganhar conhecimento e as pessoas passarem a acessá-lo. A suposta “fama” não é algo que cai da noite para o dia, é necessário muito trabalho e persistência. Então, se com pouquíssimo tempo de divulgação você já está fazendo dramas, chorando por “não possuir leitores” e “postar para fantasmas”, tenha certeza que as coisas não irão para frente. Dessa forma, você não irá alcançar mais seguidores, e sim afastá-los. Ameaçar parar de postar com mero um capítulo lançado não vai comover ninguém, acredite. Experimente permanecer divulgando sua história (garanto que será mais eficaz).
Achar que a divulgação da sua história acaba após a postagem do primeiro capítulo.
Esse é um ponto que, de certa forma, se conecta um pouco com o anterior. Afinal, muitos escritores acabam cessando a divulgação de suas histórias após o ínicio oficial das postagens, o que resulta em um posterior desânimo devido a fraca presença de leitores (e aí começam os surtos de abandono após a primeira postagem). A questão é que a divulgação nunca deve parar. Não importa se você ainda vai começar a postar, está no primeiro capítulo ou já liberando os agradecimentos; Divulgar sua história é algo que sempre deve fazer, independente de onde esteja nela em termos de escrita. É um trabalho constante e necessário sempre, caso almeje continuar crescendo.
E é isso, meu caro amigo escritor (ninja da divulgação)! Essas são algumas dicas que você não deve seguir ao promover sua web. E se está passando longe de todas elas: Meus parabéns, está no caminho certo! Muito possivelmente alguns pontos acabaram sendo esquecidos nessa matéria, mas esperamos que, de alguma forma, ela lhe tenha sido útil. Qualquer dúvida, basta nos chamar na ask! E se gostou desse post, não esquece de deixar um coraçãozinho e reblogar (também precisamos nos divulgar né, migos). Um beijo no heart de vocês!
Escrito por Bia (depois de séculos de total procrastinação).
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Girl Power: a importância do empoderamento feminino nas webs, fanfics e afins.
Livros tem um poder imensurável.
Sabe aquele livro que te mudou? Que fez com que ocorresse alguma revolução dentro de ti. Aquele cujo enredo te fez ver e viver a vida sob uma nova perspectiva. Sabe?
“Palavras, eu penso, são criaturas muito imprevisíveis.
Nenhuma arma, nenhuma espada, nenhum exército nem rei um dia será mais poderoso que uma frase. As espadas podem cortar e matar, mas as palavras vão golpear e ficar, enterrando-se em nossos ossos para virarem corpos mortos que carregamos para o futuro, sempre cavando e sem conseguir arrancar seus esqueletos de nossa carne.”
— Tahereh Mafi, no livro “Incendeia-me”
Diante de tal poder, é importante tirar uma boa lição de tudo que lemos, não é mesmo? Não importa se as palavras são difíceis, se o enredo é complexo ou simples, nem se o final for aquele que a gente torceu o livro todo.
Portanto, ao escrever um conto, uma fanfic ou um livro, é importante ter em mente que aquilo que você escreve tem total influência nos seus amados leitores.
Hoje, vamos falar sobre uma das coisas boas que você pode passar para o seus leitores: o empoderamento feminino. O que isso significa? Apesar de ser um assunto recorrente nos nossos dias, definir um significado especifico constitui uma tarefa difícil. Entretanto, podemos resumir em: dar poder a mulheres, poder de participação social. E não só isso, mas também dar a elas o poder de decidir o que, como e quando fazer. Mostrar aos seus leitores que uma mulher tem o poder de decidir a vida dela, inspire-os!
Sororidade também está envolvida no processo de empoderamento. Afinal, quando uma mulher respeita a outra, ela a vê como um ser humano de valor, não como uma concorrente (principalmente em relação ao sexo masculino). Mulheres não precisam odiar umas as outras, desprezá-las e criticá-las. Somos todas iguais.
Quando passamos a ideia de que uma mulher não precisa se rebaixar as vontades dos homens, bem como não precisa odiar e difamar todas as outras mulheres por apenas existirem e respirarem perto de seu namorado, marido ou ficante, estamos empoderando as nossas personagens. Mulheres não são objetos de distração, diversão masculina. Não são troféus. Não existem para ser exibidas pelos seus companheiros. E não devem, de maneira alguma, se submeter as mais diversas formas de abusos da parte deles. Entramos então no tópico mais polêmico de todos: relacionamentos abusivos.
O que é um relacionamento abusivo? Infelizmente, todos já tiveram algum caso na roda de amigos ou na família, e alguns, pior ainda, viveram um. Nesse tipo de relacionamento, normalmente, o parceiro tende a causar o afastamento dos amigos, até mesmo proibindo de falar com eles; protagoniza cenas de ciúmes extremo; tende a ser manipulador, fazendo com que a mulher se sinta culpada por estarem sempre brigando; se afasta dela quando ela obtém um reconhecimento profissional e independência financeira, ao passo que ele não; zomba ou constrange o outro em frente a familiares e amigos, entre outras atitudes deploráveis.
Infelizmente, é bastante comum romantizarem e banalizarem esse tipo de relacionamento dentro do mundo literário e televisivo. Quem acompanha de fora sabe o quão tóxico e triste é para a pessoa que passa por isso. Quando escrevemos romances que tratam de tal assunto, onde o personagem masculino apresenta as atitudes citadas acima, fazemos com que nossos leitores se envolvam em tal relacionamento, podendo muitas vezes não enxergar os perigos por trás dele. Certamente não é isso que gostaríamos que acontecesse, não é?
Finalizando, é importante empoderar nossos personagens femininos, bem como as minorias éticas e sociais. De tal forma, estaremos empoderando as reais protagonistas de nosso mundo. É seu dever como escritor tirá-los da realidade bem como dar a eles uma chama de esperança e motivação para mudar.
Parabéns a todos aqueles que empoderam seus personagens. Que criam estórias que fazem bem aos leitores, que pensam no legado que estão deixando a cada linha escrita. Vocês são sensacionais! Não parem de mudar o mundo com a sua criatividade. Você tem um talento incomparável, use-o para o bem.
Um dos objetivos principais do WW é promover a interação entre escritores e leitores da plataforma e estimular a leitura das webs. Pensando nisso, resolvemos tirar alguns antigos projetos da gaveta e realmente colocá-los em prática, dando início ao primeiro de muitos depoimentos/questionários que serão postados no blog. Sim, isso mesmo, caros leitores! A tão esperada (e misteriosa) entrevista do Wikiwebs foi enfim liberada! Sorteamos uma das histórias de nossa estante para participar da matéria, e a obra selecionada foi Dando um Tempo, de Josiane Flores. Batemos um papo com a autora sobre a sua história, suas experiências no mundo da escrita e, é claro, esclarecemos algumas curiosidades! Confira a entrevista:
Conte-nos um pouco sobre sua história, Dando um Tempo. Você se inspirou em algo ou alguém para criá-la? De onde surgiu a ideia?
Eu costumo dizer que Dando um Tempo surgiu sem pedir passagem. E cada personagem é daqueles que cresceram dentro de mim como uma parte de quem sou. Uma amiga me disse uma vez que quando queremos escrever sobre algo (seja uma história, conto ou um texto), primeiro devemos pensar se você leria o que escreveu. Daí, resolvi colocar os melhores ingredientes para que ela desse certo: um pitada de quem sou, uma dose extra de muita coisa que eu gostaria de viver e da maneira que eu gostaria que as histórias em geral fossem. Eu me inspirei em minha autora favorita que sempre pega os clichês dos romances e transforma em loucuras que qualquer pessoa faria.
Esta é a primeira obra que posta numa plataforma online? Fale um pouco sobre a sua experiência no mundo da escrita e das webs.
Sim, é a primeira pelo Tumblr, mas já postei outras no Nyah. Mas aqui, eu estou amando essa experiência. Não tenho sempre muito tempo de estar online, mas é muito bonita a união que há no mundo da escrita, sempre muito incentivo, apoio nas divulgações. Eu estou apaixonada pelo carinho que há. Uma grande família de escritores.
Você possuí outros projetos? Pretende trazê-los para o Tumblr também?
Eu possuo mais dois, um já comecei a trazê-lo ao Tumblr, mas sem pressa. O outro estou buscando aquela coragem.
Quando escrevemos uma história, sempre há aquele capítulo, cena ou trecho que nos marca mais, seja porque foi muito difícil de colocar no papel, ou porque saiu da exata maneira que queríamos. Você possui essa parte marcante? Qual é e por qual motivo é especial?
Possuo sim. Além do primeiro capítulo, que foi um dos mais difíceis de escrever, mas uma cena marcante, o clímax de Dando um Tempo, que foi fácil, inesperado e aquele que tenho prazer de reler apenas para ter certeza que está tudo certinho.
Quando está desanimada ou desmotivada, o que te ajuda a continuar escrevendo e te inspira nos momentos de bloqueio?
Quando isso acontece, geralmente leio os livros que mais gosto, ou assisto filmes que nunca assisti antes. Coisas novas sempre ajudam, são maneiras de inovação. Minha amiga, Raquel, que sempre me ajuda com ideias inesperadas e criativas.
Você tem alguma rotina na hora de escrever? Alguma mania ou ritual que sempre realiza?
Tenho nada (Hahahaha…) Muita gente me diz que eu deveria ter, mas eu sou muito distraída e cheia de afazeres por dia, daí sempre tenho que ter um bloco de notas e caneta do meu lado para quando a inspiração real vir, eu escrever tudo de uma única vez.
E por último, aquela pergunta que não pode faltar: Por que as pessoas deveriam ler Dando um Tempo?
Sou péssima nisso, mas vamos lá.
Dando um Tempo foi escrita para pessoas que, assim como eu, sempre acreditaram que lutar pelo que acredita é a uma das melhores maneira de viver; e que fugir pode não ser a solução, mas às vezes é necessário. Embora a história seja um romance adolescente, espere por aventuras, momentos de muita intensidade, amizade, risos e que família não é apenas aquela que nos cria, mas a que construímos. Acho que mesmo com os altos e baixos que Jessie e Oliver viverão, acho que eles passarão um pouco de tudo o que as pessoas querem viver.
Perguntas rápidas:
Um livro: A Mentira Perfeita (Carina Rissi)
Uma música que lembre a história: It’s You – Griffin Peterson – Maybe Someday
Dia ou noite: Noite
Um filme: (500) dias com ela
Uma frase: “Ninguém sabe realmente porque está vivo até que saiba pelo o que morreria”. - Martin Luther King Jr
Um autor: Carina Rissi
Para saber mais sobre a história, clique aqui ou confira o Tumblr da web.
Nossa entrevista termina por aqui! Esperamos que tenham gostado da matéria (e caso sim, não esqueçam de curtir e reblogar o post, pois é algo que nos ajuda bastante). Quer ser entrevistado pelo Wikiwebs também? Então envie sua história para nossa estante! Esse é apenas um dos muitos privilégios que as obras do WW possuem.
Mas atenção: Essas atividades apenas são válidas para as histórias postadas no Tumblr. Webs de outras plataformas não são inclusas no sorteio.
Meu desejo sobre a escrita se desenvolveu quando eu tinha 16 anos e cursava o 2º ano do ensino médio. Isso foi há 5 anos.
2. O que te traz inspiração?
Tudo um pouco, mas principalmente, imagens. Isso me inspira muito!!!
3. Qual o melhor lugar para escrever?
Qualquer lugar, basta ter inspiação.
4. Fale curiosidades sobre a sua história.
Vish, são muitas histórias, não conigo escolher uma história e uma curiosidade sobre ela. Então vou falar uma curiosidade sobre eu escrever elas: Eu não consigo planejat toda a história antes de começar a escrever, muitas vezes não tenho nem final e vou escrevendo a apartir do que eu sinto no momento.
5. Como surgiu a sua história?
Minhas histórias surgiram de alguns delírios que tive ao longo do tempo.
6. Fale o nome e informe três características do seu personagem preferido (criado por você).
Sensível, intensa, confiante.
7. Já escreveu em lugares ou em situações inusitadas?
Não.
8. Fale em apenas três palavras o que diria se encontrasse o seu escritor favorito com um livro de sua autoria nas mãos.
Eu te Amo!
9. Tem alguma mania/ritual que sempre acontece no momento da escrita?
Só sinto e escrevo
10. Você largaria tudo e iria viver da escrita sem olhar pro que deixou pra trás?
Se o que deixei para trás me deixava infeliz, sim.
1. Quando desenvolveu o interesse pela escrita?
2. O que te traz inspiração?
3. Qual o melhor lugar para escrever?
4. Fale curiosidades sobre a sua história.
5. Como surgiu a sua história?
6. Fale o nome e informe três características do seu personagem preferido (criado por você).
7. Já escreveu em lugares ou em situações inusitadas?
8. Fale em apenas três palavras o que diria se encontrasse o seu escritor favorito com um livro de sua autoria nas mãos.
9. Tem alguma mania/ritual que sempre acontece no momento da escrita?
10. Você largaria tudo e iria viver da escrita sem olhar pro que deixou pra trás?
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