Um personagem com poder de fazer as coisas que escreve se tornarem realidade (no estilo daquele livro poderosa). Mas sĂł funciona se escrever com uma das mĂŁos em especĂfico ou em uma caligrafia especĂfica. Tudo que ele escreve para estudos ou algo assim precisa ser digitado porque imagina se ele causa um desastre por acidente? (por favor cause um desastre por acidente, ia ser incrĂvel!)
Um personagem do clique Doubles que por algum motivo decidiu que sĂł pode haver um deles nesse mundo e agora estĂĄ em missĂŁo de matar os outros sem que as pessoas saibam que foi ele, incorporando o tĂtulo do clique Kill your doubles.Â
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â Eu decidi que nĂŁo vou deixar nenhuma opiniĂŁo alheia me afetar hoje â olho de relance para o garoto de cabelos castanhos aparentando estar inabalĂĄvel.
â Talvez a Mari possa descobrir, jĂĄ que toda hora ela e o loiro de olhos azuis estĂŁo conversando â Bella empurra a morena com o ombro e a mesma cora.
â Humm. â eu e a Bea brincamos.
â E eu nĂŁo sabia disso? â olho para a Mari fingindo estar ofendida.
â Apenas uma amizade colorida, nunca passou disso, Bea â reviro os olhos rindo, mas logo fico pensativa. â Por que ele nĂŁo me falou antes da festa? â resmungo.
â VocĂȘ checou seu celular nos Ășltimos 10 minutos? â minha prima pergunta e eu nego. â Respondido entĂŁo. JĂĄ pedi para ele colocar todos os nossos nomes na lista.
â VocĂȘ vai mesmo comer isso tudo? â Pedro pergunta surpreso ao ver meu prato cheio. Mas dessa vez ele estava exagerando, nĂŁo era como se eu tivesse feito uma montanha de comida.
â Agradeça ao Daniel. â ele ri fraco. â Mais alguma coisa que eu deva saber? â ele me olha e começa a comer.
â Bom, sua ex estĂĄ olhando aqui e eu tenho quase certeza que ela estĂĄ me queimando com os olhos â aceno para provocĂĄ-la e ele olha na direção que estou acenando.
â Esquece a Camy. Um dia ela supera. â ele dĂĄ de ombros rindo e volta a olhar para frente.
â Okay â começo a comer e ficamos em silĂȘncio por um tempo. Acho que a respiração dele nĂŁo me irrita mais como antes.
â Melissa? â ele quebra o silĂȘncio quando acaba de comer.
â Estamos em 9, certo? â Raff para na nossa frente contando. â Eu nĂŁo vou beber hoje, entĂŁo Pedro, Brad, Bea e Julie vĂȘm comigo?
â Eu levo as outras 3 malucas â Dan destrava seu carro.
â VocĂȘ me respeita, Parrish! â aponto o dedo, mas acabo rindo.
â Vem logo! â sou puxada pela Mari.
Durante o caminho ligamos o som bem alto e fingimos estar com microfones, no banco de trås estava eu e a Mari abraçadas fingindo sermos uma dupla enquanto os outros dois conversavam e riam.
â Cozinha? â pergunto para as duas assim que ele sai.
â Achei que vocĂȘ nunca ia perguntar. â Bella nos puxa sem se importar em esbarrar nas outras pessoas.
SaĂmos de lĂĄ com seis copos, dois para cada e entĂŁo começamos a procurar nosso pessoal, o que foi uma missĂŁo falha, jĂĄ que os meninos sumiram. Desistimos e quando chegamos na pista de dança improvisada, encontramos a Bea e a Julie.
â Ainda bem que vocĂȘs apareceram. VocĂȘs acreditam que aqueles trĂȘs idiotas sumiram? â Julie fala indignada e eu rio.
â NĂŁo surpresa, no momento que a gente entrou o Daniel fez a mesma coisa.
â Vamos dançaaaar?! Eu adoro essa mĂșsica! â a loira começa a dançar e fazemos o mesmo.
Uma mĂșsica se tornou vĂĄrias e mesmo sem usar saltos, minhas pernas pediam descanso. Eu nem vi o Alex ainda, eu sinto saudades dele. Deixo as meninas lĂĄ e começo andar pela casa.
â Oi gata estĂĄ procurando boa companhia? â um garoto aleatĂłrio para na minha frente.
â Estou, mas com vocĂȘ por perto vai ficar muito mais difĂcil encontrar. â sorri falso e continuo andando, mas ele volta a falar comigo.
â Ei espera gata, vamos conversar. Eu queria te conhecer. â respiro fundo para ter um pouco de paciĂȘncia.
â Posso te fazer uma pergunta? â pergunto sem nenhuma emoção transparecendo.
â Claro â ele sorri.
â VocĂȘ sabe qual a diferença entre ir a uma festa e ir a um circo?
â O que essa garota linda estĂĄ fazendo sozinha? â reviro os olhos com o tom sedutor e nĂŁo me dou nem o trabalho de olhar.
â Olha, eu nĂŁo estou com paciĂȘncia para aguentar mais um idiota mexendo comigo, entĂŁo antes que eu me irrite, por favor sai daqui. â bebo um gole de vodka e continuo a olhar para frente.
â Pensei que estava com saudades de mim. â ele fala enquanto me segue.
â E eu pensei que gostava quando eu dançava com vocĂȘ â paro e coloco meus braços entorno de sua nuca.
â NĂłs podemos fazer as duas coisas. â ele beija meu pescoço enquanto fala e embora eu adore quando ele faz isso, prefiro acabar logo com essa distĂąncia beijando-o, mas sem parar de dançar.
â Eu nĂŁo acredito que vocĂȘ vai ficar comigo a festa inteira â ri apĂłs ter se passado mais de uma hora e ainda estarmos juntos.
â Eu falei que ia ficar com vocĂȘ a festa inteira. â ele sorri e pega na minha mĂŁo.
â InacreditĂĄvel. â ri e abraço a cintura dele, depois olho ao redor e sĂł entĂŁo vejo a Mari e o Raff ficando.  â Quando isso aconteceu? â pergunto surpresa e o Brad que estĂĄ encostado no carro com a Bea na sua frente responde:
â HĂĄ uma hora atrĂĄs quando vocĂȘ ainda estava sumida.
â Ă... Depois que eu achei o Brad e a Julie começou a ficar com um menino X, ela cansou de segurar vela e foi te procurar. â a loira completa. â Mas acho que ela achou ele primeiro.
â Eles sĂŁo fofos. â sorri ao olhar para eles trocando carĂcias.
â Okay, mas pelo menos chama o Pedro. â ela dĂĄ de ombros.
â Por que ele? â pergunto confusa.
â Por que nĂŁo? VocĂȘs almoçaram juntos hĂĄ alguns dias.
â VocĂȘ tem razĂŁo. â dou de ombros. â Vou tomar um banho rĂĄpido e vou lĂĄ falar com ele. â me levanto e procuro alguma roupa leve jĂĄ que estava calor.
â Te encontro no refeitĂłrio entĂŁo. â ela acena e sai.
â Olha sĂł quem aprendeu a bater na porta. â Pedro aparece sem camisa e se encosta no batente da porta. Acabo encarando seu corpo mais do que deveria e murmuro um âuauâ. â Meus olhos ficam aqui sabia? â ele brinca apontando para seus olhos e eu volto Ă realidade.
â Engraçadinho, mas eu vim aqui para te convocar a almoçar comigo. â sorri de forma meiga.
â E por que eu iria? â ele arqueia as sobrancelhas.
â Porque eu nĂŁo quero ficar de vela sozinha. â falo o real motivo para eu ter ido lĂĄ.
â E eu tenho cara de castiçal por acaso? â ele cruza os braços e franze as sobrancelhas.
â Depois de ontem? â faço uma expressĂŁo pensativa. â Sim! â ele revira os olhos e suspira.
â O que te faz pensar que vocĂȘ vai ganhar algo? Eu sĂł estava tentando de te poupar de almoçar sozinho. â dou de ombros.
â VocĂȘ que nĂŁo quer almoçar sozinha. â ele arqueia uma sobrancelha me provocando.
â Ok, vocĂȘ venceu! Agora pode colocar uma camiseta e ir comigo? â ele me encara com um sorriso ladino. â Por favor? â praticamente imploro e ele ri saindo da porta.
â Entra aĂ. â faço o que ele diz e vejo o quarto vazio.
â Dan nĂŁo estĂĄ aqui? â me sento na cama arrumada e vazia.
â NĂŁo, ou ele saiu bem cedo ou nĂŁo dormiu aqui. â ele diz enquanto procura algo no guarda roupa;
â Ele deve estar com a Bella. â dou de ombros e o garoto de olhos castanhos me olha confuso.
â Os dois ficam?
â NĂŁo! â começo a rir. â Eles sĂŁo amigos de infĂąncia, assim como eu e o Dan. NĂłs trĂȘs crescemos juntos. Se fosse para acontecer algo jĂĄ teria acontecido.
â Se vocĂȘ diz⊠â ele veste uma camiseta azul marinho e vem na minha direção. â Vamos?
â Claro, eu estava quase dormindo aqui com a sua demora. â brinco e saio com ele.
(...)
â Eu nĂŁo vou assistir esse. â Pedro faz uma careta e eu reviro os olhos me jogando na cama.
â VocĂȘ que me chamou para assistir filme com vocĂȘ, entĂŁo acho justo eu escolher qual a gente vai ver. â cruzo meus braços.
â VocĂȘ estĂĄ sendo ignorante. Mas eu tive uma ideia melhor: Vamos decidir em trĂȘs rodadas de pedra, papel e tesoura. â sugiro e ele aceita. â Pedra papel tesoura â Pedro ganha e me mostra a lĂngua. â Quantos anos vocĂȘ tem? â questiono sua maturidade.
â Pedra papel tesoura â ele nĂŁo me responde e jogamos de novo, mas dessa vez eu ganhei.
â Quem ganhar agora vence. TĂĄ com medo? â provoco. â Pedra papel tesoura. â começo a fazer uma dançinha ridĂcula quando ganho. â Eu ganhei, vocĂȘ perdeu! â fico repetindo isso e ele se joga na cama.
â Okay! Eu entendi. â ele puxa meu braço e me fazendo deitar na cama.
â Quanta delicadeza. â murmuro com ironia e dou play no filme.
â SĂł assiste. â o garoto de cabelos castanhos resmunga e eu sorri levemente.
(...)
â Admite! â quando o filme acaba ajoelho na cama ficando de frente para o Pedro com um sorriso divertido no rosto.
â Admitir o que? â ele pergunta despreocupado.
ApĂłs horas volto cansada para o dormitĂłrio e quando abro a porta me deparo com uma cena que me surpreendeu um pouco: Melissa e Pedro dormindo abraçados com a televisĂŁo ligada. Era algo fofo de se ver, entĂŁo decidi tirar uma foto para colocar de Ăcone no grupo que fizemos e troco o nome do grupo para âSe odeiam?â. Eu sabia que uma hora ou outra eles iam acabar se entendendo e deixar as implicĂąncias de lado. Sorri satisfeita, pego uma troca de roupa e vou ao banheiro tomar um banho para ir ao dormitĂłrio do Raff. Melhor deixar os pombinhos a sĂłs.
â Se vocĂȘ nĂŁo tivesse tirado a foto eu juro que nĂŁo teria acreditado. â o loiro de olhos azuis fala assim que me encontra no corredor.
â NĂŁo me larga. â o loiro fala manhoso e eu me derreto.
â Desse jeito eu vou me apaixonar. â abraço sua nuca e inclino minha cabeça para olhĂĄ-lo.
â Pode se apaixonar, porque eu estou na mesma situação. â escondo meu rosto em seu ombro envergonhada e ele dĂĄ uma pequena risada.
â Te deixei constrangida? â olho para o Raff negando e sorrindo. â TĂĄ com fome? â concordo com a cabeça. â Vamos Ă cantina, entĂŁo. â ele me solta e segura na minha mĂŁo.
Se isso for um sonho, eu nĂŁo quero acordar.
Melissa narrando...
Seguro uma mecha do meu cabelo e fico passando no rosto do Pedro que ainda estava dormindo. Tento ao mĂĄximo nĂŁo rir dele fazendo biquinho e tentando se afastar, mas falho e solto uma gargalhada que o acorda.
â OlĂĄ Belo Adormecido. â encosto na cabeceira ficando sentada.
â Mas eu acordei com o meu celular. AliĂĄs, olha isso. â estendo meu celular que estĂĄ aberto na conversa do grupo.
â Nos flagaram. â ele ri e olha para mim.
â Yeah, vamos mandar uma foto como resposta. Faz uma cara fingindo que me odeia. â abro a cĂąmera.
â Mas eu ainda te odeio. â olho para ele mostrando a lĂngua. â Okay. â fazemos caretas e depois enviamos a foto com a legenda âSimâ em resposta ao tĂtulo do grupo. â Agora posso fazer uma coisa jĂĄ que te odeio? â franzo as sobrancelhas confusa.
E nĂłs terĂamos ficado mais tempo juntos se nĂŁo fosse a Mari chegando meia hora depois expulsando o Pedro porque amanhĂŁ era segunda-feira e todo mundo teria que acordar cedo. TĂpico dela fazer isso.Â
Ainda assim, bastava a velha abrir a boca para toda a pena que eu sentia de sua condição solitĂĄria se dissipar. E isso ocorria em todas as festas que a encontrava, pois, sabe-se Deus porque, ela insistia em grudar em mim. Vai ver meu charme rompia as barreiras da idade.Â
â Estou, mĂŁe. O que foi? â Perguntei, encarando a senhorinha de Ăłculos redondos e cabelos tĂŁo loiros quanto os meus parada diante de mim.Â
â Sua tia lhe fez uma pergunta, nĂŁo seja mal-educado!
Eu desviei o olhar dela para tia Beth, e precisei fazer um certo esforço para disfarçar minha repulsa. BetĂąnia era da mesma estatura de MamĂŁe â as duas beiravam 1,50m e batiam praticamente em meu ombro â, mas sua coluna era curvada e seus cabelos jĂĄ estavam grisalhos.
â Sim, estou â Assenti, retribuĂndo seu sorriso sem muito Ăąnimo. â EstĂĄ tudo indo super bem.
â EntĂŁo parou de se envolver em brigas? â Suas sobrancelhas se arquearam. â Eu sempre disse para LĂșcia que essa histĂłria de boxe iria deixar o filho mais violento, mas ela insistiu em manter...
Antes que pudesse terminar a frase, senti um beliscĂŁo forte em meu ombro. Grunhi, surpreso, e notei o olhar de minha mĂŁe pesando sobre mim. Um olhar quase mortal, que dizia claramente âmais uma palavra e vocĂȘ estĂĄ mortoâ. Calei-me no mesmo instante.
â Lara â A corrigi, cruzando os braços. â E ela vai bem, mas nĂŁo somos mais namorados.
â Como assim? â Seus olhos azuis arregalaram-se.
â NĂłs terminamos â Dei de ombros.
â Mas vocĂȘs homens sĂŁo todos iguais mesmo! â Ela bradou, elevando sua voz de forma repentina. Franzi o cenho, confuso. â VocĂȘ nĂŁo tem vergonha nĂŁo?
â Desculpe, nĂŁo estou entendendo... Vergonha de quĂȘ?
â De deixar um chifre na cabeça da garota, ora! â O julgamento e ira em sua voz era quase palpĂĄvel.Â
â VocĂȘ acha que eu nasci ontem, Felipe? â Seu tom permanecera estupidamente alto. â VocĂȘs sĂŁo assim. Ficam com uma mulher, usam ela, e depois quando enjoam, a jogam fora e arrumam outra. NĂŁo sabem valorizar o que tem em casa.Â
â Tia Beth, eu posso assegurar que meu filho nĂŁo faria algo assim... â Minha mĂŁe afirmou de forma doce, tentando tomar partido, mas a senhora irritante colocou a mĂŁo em sua face e nĂŁo a deixou prosseguir.Â
â Sinceramente, eu nĂŁo vou perder meu tempo aqui ouvindo isso â Rolei os olhos, impaciente. â Tenho mais o que fazer.
Sem olhar para qualquer uma das duas, eu me encaminhei em direção a sala. NĂŁo iria ficar ali servindo de saco de pancada para uma velha mal amada e frustrada sexualmente. Tia Beth parecia sentir prazer em me irritar.Â
SerĂĄ que ela tinha uma paixĂŁo secreta e doentia por mim? Sempre achei que ela demorava demais tocando em meus braços quando ia me cumprimentar. SĂł porque era idosa, nĂŁo significava que nĂŁo pudesse sentir essas coisas. Ela nĂŁo era cega, afinal.Â
Qualquer que fosse o motivo, eu estava pouco me fodendo. Aquela mulher era doida.Â
â Vai atrĂĄs do rabo de saia que destruĂu o seu namoro? Eu bem que avisei a Lara para manter distĂąncia de vocĂȘ. Sabia que nĂŁo prestava â Tia Beth gritou, e sua fala final me fez interromper o percurso e virar-me novamente em sua direção.Â
â Felipe Vieira, calado agora! â MamĂŁe gritou novamente meu nome, dessa vez num tom muito mais agressivo. Eu me calei no mesmo instante, chocado, e sĂł entĂŁo notei que toda a famĂlia assistia nosso pequeno show da sala. E todos os olhos estavam especificamente focados em mim.Â
â A Tia Beth estĂĄ passando mal! â Meu tio Carlinhos fora o primeiro a gritar, fazendo-me voltar a encarar a velha com quem acabara de brigar.Â
Ela estava roxa. Quase da cor de uma uva. Suas mĂŁos pressionavam seu peito e minha mĂŁe a acudia enquanto ela tossia sem parar. Eu me adiantei em sua direção, tentando socorrĂȘ-la, mas dois tios entraram em minha frente e a carregaram as pressas para fora do corredor.
â Ă melhor levar ela pro hospital no carro mesmo â Outra rebateu.
â Peguem um copo de ĂĄgua! â Berrou um primo.
E enquanto isso, eu assistia aquela cena petrificado, pensando em como aquele seria o Ășltimo natal que passaria com aquela famĂlia. Eu seria deserdado por matar minha tia-avĂł.Â
â Cara, vocĂȘ estĂĄ muito fodido â Uma mĂŁo apertou forte meu ombro e, ao me virar, deparei-me com Henrique ao meu lado. Ele sorria, parecendo se divertir com a situação, enquanto remexia em seus cabelos loiros.
Eu ri, tentando acreditar em suas palavras. Eu não gostava de Tia Beth, mas não queria ser o responsåvel por mandå-la ao caixão. Pelo menos, não queria que todos soubessem que fora eu. De qualquer forma, com ela viva ou morta, assim que as coisas se acalmassem, eu iria ter que lidar com a ira de meus pais. E a encarada quase assassina que minha mãe me dera naquele instante era a maior prova disso. Eu estava realmente muito fodido.