– “No topo da Pirâmide Negra que está localizada bem no centro do Deserto Amazônico, habita a deusa: uma mulher, se é que se poderia chamá-la de mulher, com longos cabelos encaracolados e ruivos como sangue dos mortos, que lhe caem sobre a testa e emanam vida e energia própria. Seu rosto aparenta jovialidade e ‘perfeição’; seus olhos são profundos e brilhantes e sua boca sorri com malícia.”
– “Sobre a pele pálida, trajava um vestido translúcido que esvoaçava ao vento.”
– “Isso porém, nem era o mais chamativo sobre sua aparência, e sim o enorme par de asas de penas negras, com um leve reflexo arroxeado quando banhadas pelo Sol.”
– “Sem dúvida, era uma presença elegante e marcante, apesar de demoníaca e aterradora!”