Eu preciso cuspir as rosas Para fabricar perfumes E descongestionar estômagos Os outros dois estão em período de queda Dou-lhe meus ouvidos meu amor, E depois vendo ao caldeirão Beijo-te amada com dedicação E por fim, esqueço meus lábios em ti Cozinhe a língua matricídio Vadia e insossa Anti cirrose e fiel à corvos Fidedigna ao enigma de besouro O coração carrossel Com seus dilemas infantis Acolhe meu púbis Para come-lo em escárnio O monstro amorfo Era conhecido hoje como anjo A cabeça rolha fora espanada O garrote matara seu ímpeto O saiote social saciava por ternos de ombros largos E os ternos sonham com frescores italianos E todos queriam e nada atraíam, pois pouco desejaram segundo a lógica do mercado Economia mártir: Serra os olhos E da como brincos novos À sua filha, o almoço sua carne refogada O romance busca um suspiro Uma confissão inédita para chamar de sua Mesmo que seja tríade autoajuda, culto consultório Quanto mais confortável e menos infame for, melhor!
Garrote, Pierrot Ruivo













