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Metade das demissões em 2024 foi causada por questões comportamentais
Um levantamento feito para 6º Observatório de Carreiras e Mercado realizado pelo PUCPR Carreiras, setor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), revelou que 50% das demissões em 2024 foram causadas por questões comportamentais. Em seguida aparecem a automação das atividades (25%), a redução de custos e os cortes de despesas (25%). A pesquisa contou com a participação de 3.631…
PUCPR e o IV Congresso Humanitas: Explorando as Interseções entre Inteligência Artificial e Humanidades
Um Evento que Une Tecnologia e Reflexão Humanística É com grande entusiasmo que compartilho com vocês uma iniciativa que promete enriquecer o debate sobre o papel da tecnologia em nossas vidas: o IV Congresso Humanitas, promovido pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). Este evento, que ocorrerá de 16 a 20 de setembro em Curitiba, se propõe a discutir um tema cada vez mais…
This conclusion project aims to present the knowledge acquired with the Deep Learning through Transformative Pedagogy course.
The constructivist methodology understands that the main function of the classroom is to stimulate student learning and encourage their active participation -- either through interventions or exposition of their respective opinions on a given topic. Constructivism is a relatively recent
teaching methodology has as its main objective to encourage the development of critical thinking, logical thinking and individual autonomy.
The learning process is profound because the structure of artificial neural networks consists of several layers: input, output and concealment. Each layer contains units that transform the input data into information that the next layer can use to perform a given predictive task.
Learning is linked to creating meaningful long-term memories. More than memorizing certain content, neuroscience states that learning occurs when the brain is able to access the knowledge acquired to solve everyday problems. For the area of education, neuroscience allows educators to understand how the brain is impacted by the environment and, thus, can adopt the most appropriate stimuli to drive learning processes in the classroom.
In relation to all this knowledge, there comes a time when the teacher also needs to give some feedback on research and homework -- The teacher must make it clear what motivates the meeting. It is essential to expose all the points and be as complete as possible so that the student understands what needs to be improved.
Feedback is like a two-way street: the teacher offers feedback, but must also open up opportunities to receive suggestions for improvement. The student must feel comfortable to suggest and present their reasons. Both must work together to improve learning.
For conversation to be effective, teachers must have empathy. After all, this will help to understand the students' point of view and understand the possible reasons that led them to make the mistakes. It is also crucial to understand the difficulties that the student may have with the learning theory, but its historical origins can be traced as far back as Socrates.
The constructivist teaching methodology. This serves as feedback to the teacher so that he can improve his work as well.
Empathy also helps to choose the words that will be used and the way of speaking. The goal is not to make the student feel bad, but to make the student recognize their limitations and want to evolve. It is worth noting that the ideal is that the professional does not limit himself to mentioning only the mistakes, but balances with the successes.
One of the most important aspects to be considered in the classroom is realizing that each student has their own learning paths, and everyone learns in their own time, within their limitations. From the moment the look is turned towards this direction, the teacher identifies the student as a learner in the educational environment, allows him to recognize himself as a human being and helps him to understand that mistakes and successes are normal.
In this way, it is possible to build strategies that welcome everyone and the idea of teaching and learning only in one way is deconstructed, that is, if one way does not work out, it will be much more subtle to change that way a little, based on the details you know of your student.
Get close to them and seek to provide higher flights with your stimuli as an educator, as this makes it much easier to get right and build a welcoming, satisfying and motivating environment, from the moment they feel welcomed the way they are, without judgments.
Therefore, the course helps in deep pedagogy and how the teacher should also behave in the classroom, not just the students. Place and encourage the student as a protagonist in the classroom and not just a listener.
SOURCES:
UQx LEARNx Deep Learning through Transformative Pedagogy: https://courses.edx.org

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Reconhecer e nominar as emoções - é importante?
O nosso "ser humano" é impactado ao não reconhecer ou aceitar, avaliar as próprias emoções e as respostas mais hábeis e equilibradas e acertadas nascem e dependem da atitude escolhida.
Nossas “precisões” estão no alicerce de nossas emoções básicas, se fazem presentes e, na maioria das vezes, são inegociáveis. Não reconhecê-las, e consequentemente não atendê-las de modo assertivo, pode conduzir a um processo de adoecimento.
Pensando um pouco mais sobre isso....
Se experimento a emoção da Raiva- Nojo tenho necessidade de escuta, de tranquilidade, de alívio, de calma, de equilíbrio , de afeição, de um ambiente de paz;
E se estou vivendo um momento de Tristeza necessito de ânimo, de ser fortalecido (a), de ser confortado (a), estimulado(a), encorajado (a) ,preciso de energia...
Ao sentir Medo preciso de companhia, de apoio, de sentido de segurança, de proteção, de relaxamento....
Ao identificar que estou Alegre é importante ter um pouco de atenção, apreciação poder compartilhar, celebrar, acessar espaços de comunhão;
Ao me deparar com situações de Surpresa, anseio por estabilidade, tranquilidade, suporte, clareza, ordem....
E quando não consigo sequer reconhecer ou aceitar, avaliar minhas próprias emoções e definir o que estou sentindo como buscar a satisfação das necessidades básicas para poder atender aquela dada emoção e minimizar o risco de adoecer?
Adoto decisões mais saudáveis em benefício de mim e dos outros, quando treino perceber o que sinto a partir das sensações físicas, dos pensamentos presentes e da identificação das emoções que estou vivendo...
EMOÇÕES & REAÇÕES AUTOMÁTICAS: ATRAPALHAM NOSSA CONDUTA E IMPEDEM A MELHOR ESCOLHA
As emoções nos levam a um movimento, exigem uma ação de aproximação ou afastamento ,de confronto ou fuga, diante de um estímulo externo (ou interno). Somos capazes de identificar algo que nos perturba, nos repele ou que nos atrai e, ao reconhecermos, assumimos um posicionamento, elaboramos uma resposta...
"... as emoções são fenômenos que ocorrem no corpo e no espaço mental quando estamos diante de algo que é significante, ou importante, para a nossa existência" (p.46 Neurociência e Mindfulness-COSENZA,Ramon, 2021).
As emoções representam um jeito de sinalizar para os outros da comunidade na qual nos encontramos, que algo importante está ocorrendo, portanto as emoções estão bem conectadas com o ato e a necessidade de se comunicar. O nosso "ser humano" é impactado ao não reconhecer ou aceitar, avaliar as próprias emoções e as respostas mais equilibradas e acertadas dependem da atitude escolhida.
Costuma-se, ainda, categorizar as emoções. Mas, na essência, elas não são nem boas, nem más, é o modo como lidamos com elas que geram consequências que as classificam como intensas ou moderadas, agradáveis ou desagradáveis, positivas ou negativas, construtivas ou destrutivas.
Muitas vezes a emoção é apresentada em contraposição com a razão. Mas, elas caminham de mãos dadas, inclusive assumem uma sobreposição no circuito neural cerebral e têm a mesma importância para definir nossa conduta e indicar a melhor escolha a ser feita.
Segundo Paul Ekman, as emoções básicas são seis: alegria, raiva medo, tristeza, surpresa e repugnância.
Como então desenvolver um portfólio emocional saudável que é único e pessoal? saindo do piloto automático, e aprendendo a reagir para alcançar a regulação emocional que pede a cada pessoa. uma postura de pausar, observar a situação emocional, verificar a atenção que está sendo mobilizada, avaliar e oferecer uma resposta focada. Essa estratégia que envolve muito a razão garante diminuir, aumentar ou manter a estabilidade de uma emoção, cfe. sugere o psicólogo James Gross, como expressão da melhor e equilibrada escolha de conduta.
Irá a máquina suplantar a inteligência humana?
Antes da Copa, o projeto Andar de Novo (Walk Again) (que envolve pesquisadores de todo o mundo e é coordenado pelo neurocientista brasileiro) anunciou que faria um feito inédito: iria mostrar ao mundo um paciente tetraplégico se levantar de uma cadeira, dar alguns passos e chutar uma bola no meio do campo
Interface homem-máquina.
Qual o futuro da vida humana na relação do ser humano com o máquina? Acreditou-se durante vários anos que o cérebro era estático e que o comportamento humano tinha correlação com áreas específicas e, assim sendo, uma lesão em uma região da cabeça poderia colocar em risco a área do corpo relacionada. Essa perspectiva é chamada de abordagem LOCALIZACIONISTA. Atualmente já se sabe que o cérebro pode ser transformado com a experiência, o que chamamos de NEUROPLASTICIDADE.
Ainda hoje se tem um embate entre posições localizacionistas e a neuroplástica. Em meus estudos constato que estas não são abordagens excludentes. Existe sim o local do movimento no cortex motor em nosso cérebro. No entanto, não é verdade, e experimentos importantes comprovam que, uma vez paralizados alguns movimentos é possível que outras regiões do cérebro façam o trabalho de remodelagem com intervenções precisas. Isso graças ao potencial de ação dos neurônios que por meio de sinapses levam mensagem a regiões afetadas. Uma prova não só de que não se pode falar apenas do localizacionismo, mas sobretudo, de que as conexões neurais estão sempre se modificando diante de novas experiências.
De acordo com o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, o cérebro é um computador orgânico, analógico, e não é o único. Qualquer órgão se conecta a nivel celular com outros órgãos, assim como um ser humano se conecta a outros seres humanos.
Considerando toda a complexidade do cérebro humano e diante de tantas pesquisas que profetizam a apropriação, ou o hibridismo, entre homem e máquina, Nicolelis afirma ser impossível a cópia do cérebro no computador digital, por apresentar este, configurações específicas diferentes da máquina. Por exemplo, não funciona em sistema binário e o sistema nervoso central não tem passos previsíveis mas age na interação contínua com o ambiente. Nesse sentido não é correto falar de Inteligencia artificial(I.A) e sim de processamentos a partir de padrões relacionados. Inteligente é o programador e não o computudor, diz Nicolelis, no curso Interface homem-máquina, da PUCPR.
É jogada de marketing e resultado de um grande empreendimento mercadológico, segundo Nicolelis, a notícia da Neuralink sobre o experimento revolucionário desta interface cérebro-máquina. Veja abaixo a notícia que está dispinível em < https://www.smartel.com.br/blog/260/neurolink-elon-musk-quer-conectar-humanos-e-maquinas-ja-em-2020>
O bilionário Elon Musk anunciou que a Neuralink, startup da qual é fundador e CEO, está "progredindo" em uma interface que conecta o cérebro a computadores por meio de chips. Este experimento, segundo ele, deve ser realizado em humanos no ano que vem.
Desde 2017, a empresa está d.esenvolvendo implantes cerebrais para permitir a comunicação entre máquinas e pessoas, algo vital para que o ser humano não seja surpreendido pela inteligência artificial no futuro, segundo Musk.
"A maioria das pessoas não percebe, mas podemos resolver isso com um chip. Podemos fazer uma interface cérebro-máquina completa. Este projeto pode alcançar uma espécie de simbiose com a inteligência artificial", disse Musk durante um evento em São Francisco, nos EUA, junto a membros da Neuralink.
Irá a máquina suplantar a capacidade neural do nosso cérebro?
Muitas coisas estão acontecendo e no lugar de olhar para esses grandes experiementos, podemos antes pensar no risco que existe para as futuras gerações a exposição viciantes às redes digitais, ação que de acordo com os estudos mais recentes da neurociência, pode trazer consequências dráticas para o desenvolvimento das habilidades neurais.
De acordo com a neurociência existe uma máxima importante sobre a capacidade neural: use ou perca. Quando fazemos continuamente uma atividade estamos redefinindo novos mapas mentais.
O interessante desta reflexão é agregar a ela o conceito de Brainet, do Nicolelis, que é a capacide de sincronia entre várias redes de comunicação, nesse sentido redes neurais. E ele afirma a sua teoria: A história da civilização humana se dá, so longo do tempo, pelo embate de Brainets que geram diferentes visõs do mundo que competem pela mente coletiva. Se toda realidade é construída por abstrações mentais ao longo da história, e as abstrações mentais seriam, para o neurocientista, a matéria prima para o verdadeiro criador de tudo, o cérebro humano, ser um consumidor passivo das possibilidades digitais pode trazer sérios danos à nossa saúde tanto psíquica quanto social.
A competição no contexto das Brainets, consolidam acordos coletivos de grande escala. Assim se explica a existência de uma multitudes de visões, da fraturação do mundo e do real, consequencia de uma briga por territórios neurais. Captura da mente. Eu poderia chamar provisoriamente de ninchos neurais.
A capacidade de fusão do tempo e do espaço, a criatividade, a intuição, a mobilidade cognitiva e social, expressões eminentes do cérebro humano jamais será copiado pela máquina (NICOLELIS, PUCPR). Teorias ou, usando um termo do autor, abstrações mentais são criadas e compartilhadas no embate pela hegemonia científica, que afirmam ser possível transceder a biologia por meio da tecnologia, modificando assim a configuração neural e comportamental do ser humano. Essa é a promesa do Transumanismo, por exemplo, que trataremos numa nova oportunidade.
Esse texto não pretende ser uma expressão científica e sim um ponto de partida para uma conversa sobre as várias mudanças que assistimos e/ou participamos enquanto nativos ou imigrantes digitais, e as consequencias para o futuro da mente humana. A vontade de me estender e levantar pontos de discussão sobre a vigilância a que todos nós estamos expostos como consumidores digitais e de certa forma somos parte de experimentos mercadológicos tendo em vista que o nosso comportamento é monitorado a cada click que damos. O que eu assisto, curto, compartilho, ouço, fotografo, enfim, estamos fornecendo de forma gratuita, dados importantes sobre o nosso comportamento que está sendo vendido e comercializado para que empresas possam, diante dos dados e da análise desses dados, não só agir de acordo com o nosso comportamento mas, sobretudo, podem investir em estratégias para mudar o nosso comportamento. Essa seria uma nova face do capitalismo, chamado Capitalismo de Vigilância, termo da cientista social, Shoshana Zuboff. Mas isso é assunto para um novo post.
Por enquanto, termino esse texto com a mesma citação de Nicolelis no final das aulas da PUCPR, no curso Interface homem-máquina, citando o poeta, T. S. Eliot:
Onde está a vida que todos nós perdemos no viver?
Onde está a sabedoria que perdemos no conhecimento?
Onde está o conhecimento que perdemos na informação?