Preguntas que tengo atravesadas en la garganta - Parte 1:
-ÂżAcaso yo no valĂa la pena?-
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Preguntas que tengo atravesadas en la garganta - Parte 1:
-ÂżAcaso yo no valĂa la pena?-

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Mas se depender de mim eu sei que vou te amar pra SEMPREEEEEEEEE
Sempre achando uma saĂda SEMPREEEEEE
Até o final da nossa vida
ahora si.. jaja parte 1
Dolor parte I
Por un grisáceo casi azulado paisaje urbano caminaba un hombre sin rostro, un joven hombre apagado sin voces, sĂłlo cortos suspiros colmados de vapor en invierno, caminaba como cansado, aunque apurado sus ojos templados podĂas seguir viendo. La mĂşsica en su cabeza y quizás sĂłlo una idea, atrapada en un mar de pensamientos que explotaban sin salir de su tarea. La concentraciĂłn es extraña, más si tu objetivo es fijo, caminaba con un pedazo de muerte punsantes entre sus bolsillo. Ya en el lugar un grito y todos al suelo, parecĂa que estallaba pero sĂłlo era un señuelo, el robo, el banco, el niño y el dinero, todo fue rápido asĂ que saliĂł por atrás primero. Un robo de pelĂcula en la realidad, no demasiado dinero era solo por apostar, era por solo sentir el fuego. La adrenalina quemaba y llenaba más que una droga, la marihuana estaba pero ya no era más que una soga, un salto al vacĂo, un robo y un canje de un ángel por muertos bien frĂos.
Un profesional, amigo de pocos, lejano por siempre se partĂa el coco, pensando en que no habĂa nada. No habĂa nada pensaba en su cama mirando al techo, nada de nada mientras pensaba como romperse el cuello, el era un Crack en cuanto al sonido, tres costilla y un brazo, dos veces los tobillos, dolores sin tanto color ni sentido. El dolor no era, pero si la adrenalina, para el era natural como en la mañana la cafeĂna. Un cigarro y tranquilo caminaba por el borde de un edificio cuadrado que se perdĂa en el horizonte.
Todos los dĂas lo mismo, caminaba otra vez cuando vio pasar a la muerte pero con piel, era el invierno pensaba, era la noche, era una estrella, era, era, y pasĂł sin más, como una estrella fugaz, como es que el amor me puede doler más?
#30 - Harry Potter e as RelĂquias da Morte - Parte 1

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• worldofagirll: ♥ Faz um com o Harry, baseado em a Pequena sereia? ♥♥ Obg
— ESTAMOS AFUNDANDO! — ouço alguém da tripulação gritar.
Dentro da minha cabine era possĂvel notar o transtorno que as ondas agitadas do mar causavam, uma terrĂvel tempestade estava se aproximando de nĂłs, e certamente causaria um desastre.
— Alteza, preciso que me acompanhe, imediatamente. — anunciou o capitão ao adentrar.
— Mas e quanto aos outros? Eu não posso permitir que eles afoguem! — protestei.
— Não temos barcos o suficiente, a sua segurança é o que importa, alteza! Venha, não temos muito tempo.
Sem escolha, obedeço suas ordens e o sigo para o lado de fora. A ventania soprava tão forte que quase nos arrastava para o mar, as gotas de chuva de tão grossas quase impediam minha visão, e em alguns momentos assustava-me com as trovoadas, estava um completo caos.
Em meio ao tumulto entre os marujos, o capitĂŁo me guia para o barco a frente, junto com outros homens que eram considerados importantes.
— Ainda cabe mais um! — pronunciei quando vi o capitão recuar. O que ele estava fazendo?
— Infelizmente nĂŁo poderei ir, alteza. Esse Ă© o limite de peso, eu irei no outro barco com os outros. — devido ao som estridente da tempestade, tĂnhamos que gritar para nos comunicar.
— CUIDADO!
Aconteceu tudo em um piscar de olhos, o mastro de madeira onde estava a bandeira do nosso navio, caiu em chamas ao ser atingido pelo raio, fazendo com que todos os sobreviventes que estavam no barco caĂssem no mar. Minha visĂŁo se fechou em uma escuridĂŁo, entĂŁo eu caĂ no vazio das profundezas do oceano.
{...}
Um som tão melódico quanto os cantos dos pássaros ecoou em meus ouvidos, uma vibração estranha nunca sentida por mim antes, era como se aquela voz me acolhesse por inteiro e despertasse em mim o desejo de permanecer continuamente apreciando-a.
Abro meus olhos vagarosamente, os raios de sol aqueceram-me causando uma certa inquietação, e aos poucos minha visĂŁo ganhara nitidez e eu tive a certeza que estava nos cĂ©us. Uma mulher de longos cabelos vermelhos e de olhos verdes extremamente vibrantes me olhava intensamente, era a visĂŁo do paraĂso, com certeza eu morri afogado.
— Você é um anjo? — digo perplexo. A garota a minha frente apenas sorrir com meu comentário e acaricia meu rosto.
— O ENCONTRAMOS! — Alguém grita ao longe.
A mulher assustada se afasta de mim e mergulha no mar, e sĂł entĂŁo dou conta que possuĂa caudas no lugar das pernas, fico admirado com extraordinária descoberta, mas angustiado por vĂŞ-la desaparecer.
— Por favor, espere! — pedi mas era tarde, eu a perdi.
— PrĂncipe Harry! Oh graças aos cĂ©us, vossa alteza está vivo.
Eu não enxergava mais nada ao meu redor, eu só conseguia pensar na minha salvadora e na minha imensa vontade de entrar no mar para encontrá-la.
— Venha alteza, está gelado! Vamos cuidar de você. — sai do transe quando uma das criadas do palácio me guiou ao caminho de volta pra casa.
Sem conseguir desligar-me do mar apenas um pensamento martelava em minha mente; Eu precisava encontrá-la.
{...}
— PrĂncipe Harry, Ăşnico sobrevivente do naufrágio. — comentou meu tio Hans. — É realmente um milagre está entre nĂłs.
— Você não sabe o quanto estamos felizes por esta a salvo alteza. — disse a governanta.
NĂŁo dirigir nenhuma palavra, por mais que seja indelicado da minha parte, estava em choque por ter a consciĂŞncia do meu acidente e pelo fato de estar em transe, ainda com a visĂŁo da sereia presa em minha mente.
— Venha Harry, preparamos um banho quente pra você. — assento com a cabeça e sou guiado até o banheiro.
{...}
ApĂłs está devidamente limpo, observo o mar agitado da janela imensa do meu quarto, distraĂdo em meus pensamentos, ouço batidas na porta e permito que entre.
— Vim saber como está, alteza. — pronunciou Hans. — Está tão distante desde que chegou, mas o que me deixa ainda mais curioso é; como conseguiu voltar?
— Não consegui, ela quem me encontrou.
— Perdão? De quem estamos falando?
— A sereia que salvou a minha vida. — respondi olhando em seus olhos. — Eu preciso voltar pro mar, preciso encontrá-la!
— Sereias? Em nosso reino? — diz surpreso. — Sereias são demônios do mar! Ela enfeitiçou você, por isso está agindo indiferente.
— Não seja cético, ela me salvou, não condiz com o que está dizendo. — desfiz seu discurso.
— Você sabe o que dizem sobre as sereias? — neguei com a cabeça. — São as criaturas mais belas deste mundo, assim como as mais vulneráveis, atrair uma sereia é como assinar sua sentença de morte.
— O que está insinuando? — pergunto curioso.
— As sereias se alimentam dos viajantes do mar, elas sĂŁo atraĂdas pela mĂşsica, como os pescadores costumam fazer. — interesso-me por cada detalhe que dizia. — Ouvir dizer que o beijo de uma sereia salva do afogamento, e quem beber de sua lágrima ganha anos de vida, como uma eterna fonte para juventude.
— Não me importo com seus poderes, eu só gostaria de vê-la novamente. — respondi atônito.
— Então, se quer tanto vê-la sabe o que deve fazer. Com licença alteza.
Ao ficar sozinho absorvo as palavras do meu tio e decido agir por conta prĂłpria. Meia noite enquanto todos dormiam no palácio, peguei um candelabro para iluminar meu caminho atĂ© a saĂda. Do lado de fora, com o meu violĂŁo começo a cantar, na esperança de que ela viesse para a superfĂcie.
Doce criatura
Onde quer que eu vá
VocĂŞ me leva para casa
Doce criatura
NĂŁo sabemos onde estamos indo
Mas sabemos aonde pertencemos
Dois corações em um lar
E lentamente eu a vi surgindo, aproximando-se e apreciando a canção, por um momento pensei que a qualquer minuto ficaria sem ar. Aos poucos vou em sua direção até a pequena rocha, mas ela recua.
— Por favor não vá, não quero machuca-la. — receosa a sereia cedeu ao meu pedido e continuou sobre a pedra. — Como se chama?
— (S/N). — responde tĂmida.
— É um lindo nome, eu sou Harry. — estendo minha mão porém acabo assustando-a. — Me desculpe, está tudo bem, não precisa ficar com medo.
— Poderia cantar outra vez? — pediu serenamente.
— Claro que posso, fiz especialmente para você.
— Fez uma música pra mim? — diz empolgada, com os olhos brilhantes.
— Sim. — sorri.
— Ninguém nunca fez isso antes, sua voz é tão encantadora, eu poderia ouvi-lo cantar a noite toda e não me cansaria. — comentou e minhas bochechas se aquecem.
— Talvez se nos aproximássemos, poderia apreciar melhor, não acha? — assentiu nadando em minha direção, indo para areia.
Ouço um som estrondoso e me assusto, homens surgiram atirando e capturaram (S/N) com redes, a machucando sem piedade.
— Hans? O que está fazendo? — digo alterado.
— Pra trás insolente, ela é minha e ninguém vai me impedir. — apontou a arma em minha direção.
— (S/N)! — gritei ao vê-la sendo levada brutalmente.
— Fez um ótimo trabalho Harry, irei conseguir uma boa recompensa por essa raridade.
— Seu imundo! — levanto furioso mas sou empurrado ao chão.
— Não tente lutar Harry, você não tem como vencer.
Ainda desnorteado vejo eles a levando para o castelo, o seu sofrimento era angustiante pra mim e o pior era eu ter sido o culpado por isso.
Continua...
Meu primeiro imagine aqui espero que gostem, meu tumblr Ă© @thicyhs
DiscriminaciĂłn por estatus social.
“Hasta en los perros hay razas.” Este tipo de comentarios son los que nos hacen creer que por tener poder adquisitivo, un grado más alto de estudio, vivir en cierto lugar o simplemente por el apellido que nos haya tocado tenemos derecho a insultar, menospreciar o denigrar a las personas.
Es un hecho que en Argentina a las villas se las tenga muy mal vistas, ya que en ellas se tiene un cuidado Ănfimo o inexistente por parte del estado y suelen ser bastante precarias, y además están dejadas a un lado por la sociedad en la que vivimos.
A los villeros se los tiene muy estigmatizados llegando a tildarlos de delincuentes, es una realidad que existe cierto grado de delincuencia en las villas, pero el que delinque puede ser como de La Oculta como tambiĂ©n puede ser de Palermo o San Isidro, la delincuencia es un acto aborrecible y reprochable pero peor es el clasismo de los chetos que no tienen idea del orgullo que deberĂa ser levantar a base de sudor tu propio hogar. Chorro es el que votás cada cuatro años no un pibe de la villa.
1: ÂżSabes?, Chile parece tener una situaciĂłn bastante complicada
2: Pero algunos dicen que es un malentendido, ¿estás seguro?
1: Ese es el problema… no se sabe mucho…
2: Lo de los desastres se sabe bien, pero no se a confirmado sobre su Gobierno
1: Me preocupa un poco… espero no le pase algo como a Vene…
2: A mà no me agrada mucho la verdad…
Mesero: ÂżVas a salir hoy?
?: AsĂ es, no me esperes esta noche
Mesero: Oh, Âżte vas por mucho tiempo?
?: Algo asĂ, gracias por haberme alojado
Mesero: No hay problema… vuelve cuando quieras LUIS, te estaré esperando
"Sólo espera y verás, ya voy hacia ti Chile… sólo espera…"
Chile: Agh… mierda
México: Chile, ¿estás bien?
Chile: s-si México…
México: ¿Seguro?
Chile: Bueno…
Chile: La verdad ya no estoy tan SEGURO…
México:…Chile…