L'autonomia scolastica sempre più soggetta alla centralizzazione ideologica di Viale Trastevere: l'abuso delle ispezioni ingiustificate
6 giugno, ultimo giorno di scuola al liceo classico Vincenzo Monti di Cesena: due studenti della quinta calano da una finestra un lenzuolo con la scritta “L’Italia agli italiani”. Il gesto, che i due hanno sempre derubricato a goliardia, costa loro un sei in condotta e la conseguente tesina di approfondimento da portare all’esame di Stato sulle leggi razziali e sul saggio di Guido Barbujani Gli…
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La scuola della tradizione: l'ennesimo feticcio ideologico di Valditara
Gazzetta del Mezzogiorno di oggi, Loredana Perla, la pedagogista barese che ha presieduto la commissione ministeriale incaricata di riscrivere le Indicazioni Nazionali per i Licei, ci spiega con tono entusiasta le quattro grandi novità della riforma degli ordinamenti ministeriali. Il testo è lì, disponibile per la consultazione pubblica da aprile, e destinato a entrare in vigore nel 2027-28.…
Il paradosso di Pavese: come la Maturità ha scelto la fatica e si è dimenticata di "Lavorare stanca"
Le tracce della prima prova del nuovo Esame di Maturità 2026 sono uscite con un filo tematico abbastanza esplicito, tanto che il ministro Valditara lo ha rivendicato lui stesso in conferenza stampa, parlando di “messaggi” lanciati ai maturandi: il confine tra adolescenza ed età adulta (Furedi), la meraviglia perduta (Husmann) e, soprattutto, la fatica, “un tema disprezzato” che secondo il…
Me parece bastante "atractiva" la idea de una sociedad/comunidad sin alguna forma de autoridad, y que aún sin ninguna autoridad dicha comunidad pueda ser autosuficiente y cooperativa.
Me decepciona y hasta cierto punto entristece un poco el hecho de que es básicamente imposible que esto suceda (por algo es un modelo de utopía), y meramente por problemas/errores humanos....
Para empezar, aunque se elimine el estado, siempre habrá algún tipo de jerarquía: personas más fuertes, más carismáticas, con más recursos, etc, etc, etc.
Además de esto, está el problema de que los conflictos son inevitables en cualquier sociedad, el anarquismo confía en la resolución voluntaria pero en la práctica siempre quedarán rencores, habrá intereses opuestos o de plano la gente no querrá cooperar. De esto surge otro problema: al no haber autoridad o forma de "seguridad" dichas comunidades son susceptibles a agresiones por parte de terceros.
Además está el problema de la gente que no coopera. La anarquía depende demasiado de la cooperación colectiva, más sin embargo siempre habrán personas las cuales no trabajan, no aportan y/o se aprovechan del esfuerzo ajeno. Cosa la cual es lo contrario a lo que se busca en el anarquismo.
Y por último, y lo que considero como el peor problema: NO TODOS COMPARTEN LOS MISMOS VALORES. El anarquismo asume una ética compartida, en la que todos cuenten con solidaridad, empatía, responsabilidad, etc. Pero en realidad la gente no siempre cuenta con esos valores, algunos priorizan el beneficio propio por encima del de los demás/del colectivo e incluso algunos (si no es que la mayoría) querrán dominar.
Supongo que una comunidad anarquista funcional es posible, más solo si es pequeña... Que desgracia.
Si me pudieran conceder un deseo, muy probablemente elegiría que me dieran la oportunidad de participar en una comunidad anarquista, funcional de preferencia.
Fogo na Mente dos Homens: O Livro de James Billington que Dissecou a Mentalidade Revolucionária e Expôs o Comunismo Como Religião Política e Fé Escatológica
Há livros que mudam a forma como se enxerga o mundo. Há outros que mudam a forma como se enxerga a história inteira do mundo ocidental. Fire in the Minds of Men: Origins of the Revolutionary Faith, publicado em 1980 pelo historiador americano James Hadley Billington (1929-2018), pertence a esta segunda categoria — e ainda assim permanece espantosamente pouco lido fora de círculos acadêmicos especializados, quase como se uma força invisível preferisse que ele continuasse assim.
O título vem de Dostoiévski. Em Os Demônios — romance de 1872 que é ao mesmo tempo uma profecia e um diagnóstico da alma revolucionária —, o escritor russo emprestou ao espírito destrutivo da revolução a imagem do fogo: uma chama acesa nas mentes dos homens que não ilumina, mas devora. Billington pegou essa metáfora dostoievskiana e a transformou em 677 páginas de historiografia densa, erudita e profundamente perturbadora. O resultado é a obra mais completa já escrita sobre a psicologia, a teologia oculta e a genealogia espiritual das revoluções modernas.
Fire in the Minds of Men traça as origens de uma fé — talvez a fé do século. Os revolucionários modernos são crentes, não menos comprometidos e intensos do que os cristãos ou muçulmanos de uma era anterior. O que há de novo é a crença de que uma ordem secular perfeita emergirá da derrubada forçada da autoridade tradicional. Essa ideia inerentemente implausível energizou a Europa no século XIX e tornou-se a exportação ideológica mais pronunciada do Ocidente para o resto do mundo no século XX.
Esta é a tese central do livro, enunciada já na abertura, sem rodeios e sem condescendência para com o leitor. E ela é, em sua aparente simplicidade, devastadora.
Billington não está dizendo que os revolucionários são fanáticos no sentido pejorativo banal. Ele está dizendo algo muito mais preciso e muito mais perturbador: que a revolução moderna é, estruturalmente, uma religião. Com seus dogmas, seu clero, seus mártires, sua escatologia, suas heresias e suas guerras santas. Com sua promessa de salvação — não no além, mas neste mundo, por meio do derramamento de sangue dos inimigos da nova ordem.
Billington argumenta, com evidências consideráveis, que as ideologias revolucionárias foram moldadas tanto pelo ocultismo e pelo proto-romantismo da Alemanha quanto pelo racionalismo crítico do Iluminismo francês. A conversão da teoria social em prática política foi essencialmente obra de três revoluções russas: em 1905, março de 1917 e novembro de 1917.
Aqui reside o ponto mais original e mais incômodo do livro: a revolução não nasceu da razão, mas do ocultismo. Não foi filha do Iluminismo — foi filha das trevas iluminadas, do romantismo alemão, das sociedades secretas, do hermetismo e da maçonaria radical. A Revolução Francesa não foi um triunfo da razão sobre a superstição — foi a irrupção de uma nova superstição, mais perigosa porque se vestia com roupas racionais.
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Fogo na Mente dos Homens: O Livro de James Billington que Dissecou a Mentalidade Revolucionária e Expôs o Comunismo Como Religião Política e
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L'influenza dell'ideologia è forse l'elemento a cui Ginzburg più si oppone
Carlo Ginzburg sviluppa una critica partendo proprio dall’importanza della “prova” all’interno del lavoro storiografico, smontandone prima di tutto l’idea di inequivocabilità e di univocità: la prova, il documento storico hanno sempre bisogno di essere interpretati dallo storico attraverso ad un confronto con le fonti. Il lavoro storiografico sulla prova è tutt’altro che lineare e, per…
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