đ đ đ Onde Tomlinson trabalha como profissional em body piercing em um estĂșdio reconhecido e recebe a visita de um coelhinho com as bochechas rosadinhas e um olhar de falsa inocĂȘnciaÂ
Ltops/ Hbottom
Mistico/ mysticismÂ
HarryInter/ Harry com bucetinhaÂ
Lemon gay.
Uso de ambos pronomes tanto quanto de ambas genitĂĄlias. (Na parte 2)
â NĂŁo enche, Payne. â o moreno revirou os olhos azuis com um sorriso ladino. Retirava as luvas de silicone azuis, buscando um esterelizate e cuidando da bancada de trabalho onde deixava posicionado seus materiais, jogando fora alguns pedaços plĂĄsticos e bolinhas de algodĂŁo sujos na pele jĂĄ utilizados.Â
â Terceiro ano seguido que o coitadinho vai aparecer, Tommo. Igual a porra do papai ou mamĂŁe Noel. - Tomlinson ri mais uma vez com um biquinho nos lĂĄbios ao se recordar da insistĂȘncia do garoto, que talvez realmente aparecesse no estĂșdio pelo terceiro ano consecutivo se buscasse contabilizar, levando em consideração de que nunca estava ali nas pĂĄscoas.Â
â Sou eu que recepciono ele porque sou sozinho no estĂșdio, idiota. Talvez seja o Ășnico momento livre para ele fazer.
â Na manhĂŁ de PĂĄscoa? Conta outra, Lee. â Riu novamente apertando os olhos azuis. Apesar da crescente curiosidade acerca do garoto em questĂŁo. Por nunca ter visto o rostinho dele ou ao menos entender o motivo de apenas aparecer esporadicamente no seu estĂșdio para agendar algo, o qual Liam diz ser uma perfuração muito particular para nĂŁo conversar diretamente com o bodypiercing. Tomlinson.
No entanto, a ĂĄrea de trabalho estava neste ponto superlotada, o que levou os dois amigos Ă necessidade de buscar especializaçÔes no campo para que se destacassem em modelos e estilos especĂficos e pouco feitos por ali. Uma maneira alternativa de nĂŁo cair num limbo de um empreendimento falido e um sonho pela metade. Eles tentaram.
NĂŁo foi tĂŁo difĂcil, no entanto. Louis Tomlinson se deu conta de que apesar da certificação como tatuador, sua maior habilidade era realizando as perfuraçÔes. Muitas vezes chamadas pelas suas clientes de mĂŁos de fada. Soava engraçadinho, mas era reconfortante saber que seu trabalho tem crescido pela eficiĂȘncia, alem de ser um dos Ășnicos da regiĂŁo que realizava perfuraçÔes Ăntimas. Payne lidava com tatuagens no estilo aquarela, um estilo que ainda estava crescendo na regiĂŁo e tinha um lucro relativamente alto. Tanto pelo estilo escasso dos tatuadores do Reino Unido, tanto quanto a estranheza que causa, mas definitivamente fascinante.Â
âAmanhĂŁ estĂĄ tĂŁo cheio assim? â Louis encostou do lado do amigo, observando a pequena planilha com os agendamentos e o calendĂĄrio de abril ao seu lado para observar os trabalhos a serem feitos.Â
â Tenho um trabalho de 3 cm Ă s 9 horas da manhĂŁ. Um trabalho maior de 8 cm na costela, e um nĂŁo definido para as 17 horas da tarde, provavelmente divido em duas seçÔes porque serĂĄ free hand nas costas.Â
â Eu nĂŁo sei. Eu nĂŁo sei para as duas respostas, entendeu? VocĂȘ poderia ver quais os possĂveis trabalhos para mim?Â
â Piercings na orelha, clĂĄssicos, dois pares de piercing nos mamilos. Duas perfuraçÔes Ăntimas, um umbigo. No total sĂŁo 12 perfuraçÔes agendadas, Louis. Na porra de um feriado. VocĂȘ vai tirar grana pra caralho.Â
Tomlinson ficou quietinho por um instante, repensando a ideia agora que sabia da dimensĂŁo, o simples pensamento se tornara tentador. Mas Payne continuou a falar.Â
â Olhe quem estĂĄ nos agendamentos, Tommo. â Apontou com a pontinha do dedo para um dos contatos que aparecia na tela com sus foto de perfil reluzente. Um conjunto perfeito da blusa de seda rosinha que deixava suas clavĂculas a mostra, as covinhas e os cachos chocolate junto com o sorriso que cobria os dentinhos. âO coelhinho.Â
â Coelhinho?
â VerĂĄ os dentinhos dele. â Empurrou o ombro do amigo, ajeitando o casaco no cabideiro prĂłximo Ă porta e piscando mais uma vez para o melhor amigo, enquanto o outro batia a pontinha dos dedos na mesinha pensando sobre.Â
Liam pendurou o cachecol junto, jĂĄ moreninho na grande sala para iniciar a organização para seu primeiro atendimento.Â
â Quase oitocentas libras por um dia, tommo boy.Â
â Eu nĂŁo estou pobre, porra.Â
â E o coelhinho.Â
O azulado se deu por vencido, respirando fundo e sorrindo ladino mais uma vez desde que nĂŁo deixava os olhos de fixarem a tela com a foto do garoto.Â
Quem sabe uma perfuração em seu umbigo ou um pequeno brinquinho. Parecia combinar com o rostinho da foto.
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A manhĂŁ de PĂĄscoa havia se iniciado de maneira leve. Tomlinson morava sozinho e apesar de soar deprimente passar feriados sozinho, era algo que vocĂȘ se habitua. E o moreno estava acostumado com isto hĂĄ algum tempo. Ainda que se lembrasse das tentativas de esconder os ovos de PĂĄscoa que tem certeza que mamĂŁe fazia, mas o pequeno garotinho sempre a pegava de cantinho com os dedos enrugados de tinta replicando as patinas de um animal, se lembrava com carinho.Â
E desta vez, realizaria aquele trabalho durante o feriado de para enviar muitos presentes e doces para as garotinhas e a mamĂŁe que ainda nĂŁo tiveram a oportunidade de se mudar para a capital.Â
O m0letom que o homem usava se parecia mais como um cardigan fininho num tom verde militar e com sua gola alta para lidar com o ambiente climatizado do estĂșdio, junto com sua calça jeans um pouquinho mais larga e com um girassol bordado no ponto externo de um dos bolsos.Â
O sininho da porta tocou, quando puxou as mangas para dar maior liberdade em seus movimentos e sussurrando um pequeno "bom dia" com um biquinho sonolento para Payne, que o recebeu com um sorriso convencido.
Louis passou a pontinha dos dedos tatuados bagunçando um pouco os fios castanhos e parando no meio do caminho que fazia para sua prĂłpria sala buscando seu tablet para iniciar e pensar em como organizaria o primeiro atendimento.Â
Apesar de depender unicamente do cliente, sempre fazia o bĂĄsico da higiene e limpeza preparatoria. Olhou para Liam, apertando os olhos azuis e formando ruguinhas como um cardigan um semblance desacreditado.Â
âTomlinson, eu sempre faço isso â Apontou para o par de orelhas branquinhas em cima da cabeça. â Para combinar com nossos clientes e descontrair. VocĂȘ quem nunca viu porque nunca trabalhou em uma PĂĄscoa, querido. Â
Estalando os dedos um pouco caleijados, conseguiu finalmente chegar Ă sua sala com porta protegida, a encostando. Se sentou no sofa de couro no cantinho do estĂșdio observando os primeiros agendamentos do dia, listados apenas como um conjunto de helix, conch e trĂĄgus para um Ășnico cliente as nove horas da manhĂŁ.Â
Olhou o cantinho da tela notando que seria dali trinta minutos, iniciando a preparação higiĂȘnica da maca, enquanto escutava alguma musica de Guns N' Roses que ressoava baixinho pela sala.
O dia pareceria passar rĂĄpido na sua visĂŁo. Apesar de nĂŁo trabalhar em um feriado como este, pois nĂŁo sentia necessidade financeira, feriados costumavam passar rĂĄpido e estĂĄ decidido em terminar todos os trampos que precisa realizar o mais ĂĄgil possĂvel. Sorri pequenininho e gentil para a primeira garota de cabelo azul que entrou em seu estĂșdio junto com o sininho da porta ressoando.Â
Ela possuĂa cabelos curtos e o tom de azul tĂŁo clarinho como reflexo em uma piscina cristalina, os olhos castanhos curiosos que estavam buscando por Tomlinson para iniciar suas perfuraçÔes.Â
Mas a garota sentiu o medo ir embora rĂĄpido ao olhar o outro homem de porte musculoso Ă frente com a orelha de coelho em uma tiara. Louis instantaneamente decidiu que aquela fora uma ideia muito boa.
A garota foi muito gentil e se entrosou råpido com o homem mais velho, aparentemente. Louis era charmoso naturalmente e ainda que não estivesse tentando a encantar ou ser paquerador com a mais jovem, qualquer um com Tomlinson falando tão pertinho do seu ouvido ainda que a situação em questão era o azulado com luvas de silicone e um cateter enfiado em sua cartilagem, talvez, este fosse o segredo do homem em ser tão bom em tudo que fazia. Costumava distrair tanto os clientes, que estes mal sentiam qualquer dorzinha adjacente dos furinhos feitos, independente do lugar.
âIrei apenas passar a Ășltima jĂłia agora, sim? Respire fundo e aperte a bolinha anti estresse que te entreguei caso precise de apoio. Passar a jĂłia tende a ser um pouco mais doloroso.
A garota apertou a boca em um biquinho e murmurou algo que fez Louis fingir nĂŁo ter escutado um "sim, senhor", decidido que levaria aquilo apenas como um apelido respeitoso. NĂŁo pareceria qualquer outro tom em nenhuma circunstĂąncia saindo da boca da menina nova.Â
O sorriso do rosto de Tomlinson se dissipou rĂĄpidamente quando escutou o sonzinho do sino ao que o outro cliente entrava. A porta da sua sala estava ainda fechada e os materiais devidamente higienizados.Â
A vozinha delicada e ainda masculina ressoava por coma da mĂșsica baixinha que tocava entre as parades escuras do estĂșdio.Â
Tomlinson riu baixinho com a animação que a voz do garoto transbordava ao falar animadamente com Liam da parede. Mas, antes que pudesse interromper a conversa animada dos dois homens do lado de fora ou checar o horårio do seu próximo cliente no tablet, ouviu batidas ritmadas na porta e ela abrindo devagarinho.
â O coelhinho estĂĄ aqui. Posso manda-lo entrar?
Louis se mexeu intrigado, se sentando direito no pequeno sofĂĄ, coçando a barba ralinha a e ruiva com a ponta dos dedos e assentindo em um murmuro distraĂdo ao que tentava lembrar se o horĂĄrio do garoto era tĂŁo cedo desta forma ou ele nĂŁo havia dado atenção o suficiente a sua agenda, apesar de ser algo inusitado, levando em consideração o profissionalismo do moreno com seu trabalho. De qualquer forma, ele provavelmente colocaria sua falta de atenção no feriado.
â Bom dia, senhor Tomlinson. â A voz baixinha e doce demais para seus ouvidos soou quando a porta abriu. Louis nĂŁo teve tanto tempo para que pudesse se importar com o tom que ele julgaria ser sedutor.Â
Mas ao ouvir a voz melodiosa que agraciaram seus ouvidos, o fez virar um pouquinho a cabeça para o lado como um cachorrinho intrigado, interessado naquilo como se houvesse lançado um feitiço no moreno apenas com o jeitinho de falar, ele virou-se para a porta.Â
E foi quando o mundo de Louis talvez tenha despencado junto com seu estĂŽmago. TĂŁo sorrateiro que nĂŁo notou os passos levinhos do garoto ao entrar no cantinho do estĂșdio e encostar a porta novamente, estalando baixinho ao fecha-la completamente. O garoto apertava os nĂłs dos dedos branquinhos em frente do corpo ao olhar com os olhinhos verdes brilhantes para o mais velho.
Mas Tomlinson pode dizer com todas palavras que sua visĂŁo embaçou e fez seu estado declinar drasticamente quando se deparou com um par de covinhas e os dentinhos de coelho. O garoto usava orelhinhas de coelho cinzas por cima dos cachinhos chocolates e sorria doce enquanto esperava qualquer resposta do profissional. Um sorrisinho que soava sapeca. Harry sabia exatamente o que estava fazendo.Â
â Deve ser o Harry. Prazer, sou Louis. â Entendeu a mĂŁo para o garoto, gentil, apesar de um pouco perdido pela mordidinha de lĂĄbio na boca carnudinha que o cacheado deu para ele ao que retribuĂa o ato de modo meigo, que contradizia completamente os sentimentos que Tomlinson sentiu hĂĄ alguns segundos atrĂĄs.Â
â Styles. â Piscou um dos olhos verdes para o outro, deviando um pouco o olhar do homem bonito Ă sua frente enquanto Tomlinson travava a mandibula intrigado. â Abriu sua agenda essa PĂĄscoa ou sou sua excessĂŁo, senhor Tomlinson?
â Eu abri minha agenda hoje. Acho que nĂŁo estĂĄ ansioso para colocar seu brinco, jĂĄ que vem ao studio uma vez ao ano. â Sorriu ladino, continuando a clara provocação do cacheadinho, divertido e confortĂĄvel com a forma que o cacheado retribuĂa com bom humor.
â Para ser sincero, estava Ă procura de um lugar na sua agenda em meu dia de folga. â Enrolou a ponta dos dedos nos cachos que caiam em seu pescoço branquinho e exposto apesar do cardigan azul que cobria seu peitoral e a calça de um tecido grosso, mas que caiam direitinho em seu quadril bonito e gordinho.
â Onde estĂŁo as jĂłias para perfuração Ăntima?
Louis espera nĂŁo ter tossido tĂŁo alto quando limpou a garganta para a pergunta do garoto. NĂŁo o leve a mal, mas Harry tinha uma aparĂȘncia tĂŁo inocente e simplĂłria que a ideia de um piercing Ăntimo o fez sentir um pequeno arrepio percorrendo seu corpo. AliĂĄs, o moreno estĂĄ acostumado com tal tipo de perfuração, no entanto, nĂŁo agir como um maldito virgem que era se tornava quase impossĂvel com qualquer coisa que Harry havia lançado nele. Qualquer magia de coelho ou algo assim.
Notou pelo cantinho do olho o garoto voltando para onde a maca com o tecido rosinha descartĂĄvel estava, como se nĂŁo estivesse realmente escolhido a jĂłia, se sentando na pontinha dela e balançando as pernas junto com as orelhas ao observar Louis calçar as luvas cirĂșrgicas nas mĂŁos e andar mais pertinho de si. As costas largas, apesar do cardigan verde do mais velho aparentes ao que ele buscava as pedrinhas, murmurando baixinho ainda de costas para o coelhinho e desconcentrado.
â Para a primeira perfuração, fazemos sempre com a jĂłia padrĂŁo. Infelizmente, nĂŁo hĂĄ muito como escapar dela. Usamos a Barbell curvo de titĂąnio por ser mais seguro a cicatrização. Ainda se tratando de uma regiĂŁo muito delicada como a pele da glande. â Se virou mostrando a jĂłia curva com bolinhas opacas nas pontas na intenção de mostrar ao garoto. â Em todo processo da perfuração eu vou te deixar ciente das etapas e o que estou fazendo para nĂŁo assusta-lo, sim?
â Vai doer muito? â A voz bonitinha ressoou como mĂșsica para seus ouvidos novamente. Algo que definitivamente nĂŁo combinou com a cena que se deparou a seguir.Â
Harry havia se despido completamente para ficar em cima da maca, ao menos quase completamente.Â
Com os cachinhos chocolates espalhados pela elevação do acolchoado que simulavam um travesseiro, as orelhinhas descansando juntamente que quase pareciam ser reais aquele ponto. O cardigan estava levantado o suficiente para que pudesse expor a jĂłia de coração rosinha em seu umbigo, mas ainda tampando os seios em baixo, e a parte mais avassaladora.Â
Sua calça clarinha estava completamente jogada no chão, juntamente com uma calcinha de renda cinza, como um maldito garoto que saiu de uma revista da playboy, expondo sua bucetinha com os låbios inchadinhos pelas pernas abertas que mal escondiam sua vulva e seu clitoris pequenininho, apenas com alguns pelinhos aparados que faziam um caminho delicioso por toda sua intimidade.
Tomando liberdade de retribuir as olhadas de Tomlinson para ele. Styles nunca se enganava quando se certificava de ter entrega da mesma forma que se entregava. E os olhares pecaminosos que Tomlinson lançava para si, mesmo que inconscientemente, não negavam isso.
Louis arregalou os olhos surpreso. Os olhos azuis brilhando e deixando suas pupilas dilatadas mais do que jå esteve, se sentindo envergonhado imediatamente pela reação tão descarada ao olhar o corpo bonito e estirado ali e os olhos verdinhos brilhantes em sua direção com as covinhas mais fundas que jå esteve, sorrindo sapeca para o azulado.
â Eu- certo. Me perdoe. â Engoliu em seco. â Nesse caso, hĂĄ mais de uma perfuração que podemos fazer, veio com alguma em mente?
â Eu pesquisei um pouquinho durante esse tempo e pensei que gostaria de colocar um no meu clĂtoris, um vertical, mas nĂŁo tenho certeza se tenho a anatomia pro piercing. O senhor pode dar uma olhadinha para mim?â Fez um biquinho que quase, quase se assemelharia com uma tentativa falha de expor inocĂȘncia, mas que desviava da sua intenção descarada quando se juntava com a mordidinha nos lĂĄbios gordinhos do garoto e o olhar devorador por todo o corpo que o cacheado o dava.Â
Um sorrisinho malicioso surgindo nos lĂĄbios jĂĄ vermelhinhos por serem tĂŁo maltratados ao olhar a protuberĂąncia grossa e longa marcadinha para a esquerda, ainda nĂŁo completamente duro, o fazendo imaginar o tamanho que seria quando estivesse com o cacete completamente durinho na sua mĂŁo e pensar se a glande seria vermelhinha e grossa na pontinha da sua lĂngua.
â Quer que eu abra para vocĂȘ? âO cacheado perguntou delicadinho, movimentando as orelhas delicadamente e balançando os pelinhos em torno dela todinha.Â
Antes que Louis pudesse responder com veemĂȘncia sobre poder fazer aquilo por conta prĂłpria, o garoto estava prontamente com os dedos das suas duas mĂŁos abrindo os lĂĄbios gordos da bucetinha para Louis, devagarinho e observando cada mĂnimo gesto de Tomlinson para seu prĂłprio que poderia ser considerado depravado naquele ponto.Â
As pontas dos dedos mal conseguiam segurar os lados da sua bucetinha daquela forma, fazendo um pouquinho mais de esforço para mantĂȘ-las separadas e deixar sua vulva e os pequenos lĂĄbios expostos, com o clitoris ainda pequenininho mas um pouco menos escondidinho ali.
âConsegue ver, senhor?
Louis torceu o nariz, ajeitando um pouquinho mais as penas e não querendo de maneira alguma que Harry o achasse um pervertido se estivesse prestando atenção o suficiente nas suas açÔes ou na glande grossinha que aparentava mais firme e molhava a pontinha da calça, apesar de ter um tecido grosso. Não gostaria que o garoto o levasse como um assediador, mesmo que as intençÔes de Harry fossem completamente claras e objetivas. Louis era apenas muito profissional para isso.
Louis tem certeza que perderia a cabeça com a visĂŁo deliciosa do garoto aberto e praticamente a sua mercĂȘ enquanto fazia seu trabalho, fazendo o que supostamente deveria fazer.Â
O caralho completamente durinho e grosso em baixo da boxer, pingando como uma torneira mal fechada, expondo toda sua vulgaridade pela mancha deliciosa no tecido e como sua glande grossa se mostrava maior perto do cĂłs da calça.Â
A pinça cirĂșrgica apertou a pontinha do clĂtoris novamente, o puxando um pouquinho para cima e manuseando perfeitamente com uma mĂŁo sĂł ao que apertava um pouquinho mais. Styles soltou um muxoxo manhoso pelo aperto delicioso e a dor gostosinha que se alastrava por todo seu corpinho sensĂvel.
âVou fazer a perfuração agora. Preciso que vocĂȘ respire fundo, tudo bem?
âEu nĂŁo me importo com a dor, senhor Tomlinson. â sorriu.
Tomlinson observava a cena anestesiado enquanto passava rapidamente a jĂłia e rosqueava direitinho para que nĂŁo se desprendesse com a fricção.Â
Com uma respiração profunda e observando as reaçÔes do cacheado, que ainda revirava os olhinhos, e tremendo de prazer pela dorzinha deliciosa que sentia, quando finalmente notou.Â
Notou as orelhinhas mexendo de uma maneira que nĂŁo parecia ser algo artificial naquele ponto.
âA porra de um coelho.
âNunca viu um coelhinho de verdade, Lou? â Sorriu sapeca, se levantando um pouco mais, e desta vez, apoiando as mĂŁos no acolchoado, ainda com as coxas abertas para o homem que estava agora posicionado na sua frente.
âA porra de um coelho de verdade. âLouis sentiu o queixo prestes a cair. Eram simplesmente muitas situaçÔes para lidar de uma vez apenas. O garoto delicioso na sua frente, a bucetinha com a joia perfeita e gordinha pingando em frente dos seus olhos faziam o caralho grosso latejante em baixo do tecido de Tomlinson completamente dolorido como o maldito virgem que era.
A pontinha do dedo rodeou o clĂtoris de uma forma deliciosa por um tempinho, ainda sentindo a dor do furo recente e gemendo mais altinho enquanto mantinha contato, para que o mais velho soubesse que estava assim apenas por ele. Levou a pontinha do indicador para a pontinha da lĂngua ao que a colocou para fora, enfiando e esfregando o seu melzinho para sentir o prĂłprio gosto delicioso e delirando de prazer com tĂŁo pouquinho e sendo sensĂvel do jeitinho que era.
âPor que nĂŁo faz nada, Lou. NĂŁo quer? âFormou um biquinho quase persuasivo. â NĂŁo me achou bonito?
âPorra, nĂŁo, e-eu â Passou o punho na testa, recolhendo um pouquinho do suor. âNĂŁo acho que isso seja adequado, Harry. Na verdade, nada adequado, que porra eu estou fazendoâŠ
âNĂŁo acha ser adequado ou nĂŁo sabe o que fazer, meu bem? â Mordeu novamente o lĂĄbio inferior com os dentinhos de coelho, a ponto de que suspeitava começar a machucar de tanto fazia para nĂŁo se tornar mais escandaloso. âVem aqui, vem. â O puxou com o mesmo dedinho molhado, fazendo com que Tomlinson encostasse as coxas na ponta de onde o coelhinho estava deitado, deixando o quadril acima da marcação.Â
Tomlinson o seguia como um maldito cachorrinho, obedecendo suas ordens e ele faria qualquer coisa que o coelhinho pedisse para fazer.
O coelhinho se sentou mais na pontinha da maca, aproximando ambos quadris e descendo os dois tecidos em conjunto deliciosamente, deixando apenas a pontinha do cacete grosso para fora.Â
Recolheu um pouquinho mais da lubrificação da sua bucetinha com o polegar, levando na fenda ensopada do mais velho enquanto enquanto fazia movimentos circulares delicadinhos e observava a respiração descompassada dele, soltando gemidos timidozinhos naquele ponto.Â
âHarry, caralho â Tomlinson respirou entre-cortado com a pressĂŁo deliciosa e extremamente tĂmido por nĂŁo conseguir se segurar por tanto tempo. â M-me desculpa, eu- Oh â Revirou os olhos azuis, ainda que mantivesse contato visual. â Eu nĂŁo vou durar muito, m-me desculpa. Me desculpa, p-por favor, oh, cacete.Â
â NĂŁo tem problema, gatinho. Vem aqui mais pertinho, vem. â O puxou com a outra mĂŁo livre pela barra da boxer que estava um pouquinho mais baixa, o deixando mais pertinho da sua bucetinha e trazendo o caralho grosso e extremamente avermelhado para pertinho da sua bucetinha.
Mesclava entre manusear a cabecinha do pĂȘnis que segurava para passar entre seu buraquinho, esfregando com mais força em cima do clĂtoris em movimentos circulares.
âEsporra na minha bucetinha toda, Lou. Me deixa melado com a sua porra gostosa, por favor. â Fez um biquinho manhoso, apertando a cabecinha rubra na pontinha dos dedos e dedilhando ao esfregar mais forte em cima do seu clĂtoris durinho e fazendo barulhinhos molhados soarem pela lubrificação dos dois garotos juntos.
E, porra, Louis amou sentir aquela dorzinha o arranhando em um ponto tĂŁo sensĂvel como aquele. Revirando os olhinhos azuis e sentindo esporrar em toda bucetinha bonita e gostosa. TĂŁo rĂĄpido e desesperado de maneira vergonhosa, nĂŁo parava de gozar com o jeitinho que Harry falava com ele e o dominava completamente mesmo com seu cacete grosso na mĂŁo. Tomlinson quem estava sendo dominado pelo coelhinho.Â
E ele adorava isso.
âCaralho, coelhinho. â O moreno gemia enquanto gozava o que parecia horas a fio, sem parar. Intercalando entre observar o jeitinho que Harry abria a boca lindamente e gemia alto o suficiente para o estĂșdio inteiro escutar.
Quando sentiu a sua porra parar de esguichar com tanto afinco, perdeu o ar novamente observado o cacheadinho gozar lindamente e levar toda a porra de Tomlinson para dentro da sua bucetinha com a ponta do dedo, manhosinho e sensĂvel.Â
Com a mesma mĂŁo, ainda satisfeito vendo o estado que Louis se encontrava, praticamente acabado como se tivessem fodido horas seguidas, o cacheadinho guardou o membro de Tomlinson dentro da calça novamente, se levantando com um Tomlinson acabado ao seu lado, que respirava descompassado e tinha as mĂŁos ainda enluvadas penduradas ao lado do seu corpo, com um pouquinho de suor escorrendo por sua testa bronzeada e grudando um pouquinho dos fios castanhos, Styles sorriu ladino se vestindo com a calcinha novamente, se virando de costas para o moreno e empinando bem o bumbum, expondo o fio fininho da renda que estava enfiado na sua bucetinha gorda enquanto fazia com as costas curvadas, para entĂŁo vestir sua calça.Â
â Espero que tenha outro horĂĄrio proâ seu coelhinho, senhor Tomlinson. â Balançou as orelhinhas de coelho novamente e parando um pouquinho mais perto dele.Â
O coelhinho entĂŁo piscou um dos olhinhos verdes, sapeca.
â Bate uma pra mim enquanto sente meu gostinho na sua boca, Lou. Se for bonzinho, amanhĂŁ tem mais. â E saiu da sala tĂŁo devagarinho e charmoso como entrou.
Louis estava fodido.Â
Mas, porra, cancelaria todos agendamentos do dia seguinte se significasse ficar a mercĂȘ do que o cacheadinho quisesse fazer consigo. Qualquer coisa.Â
Humiliation kink; Bellybulge + creampie; Masoquismo; Edging; Dirty talk, como em todas minhas obras ;)
đ° àłàŸàż ËË-Espero que tenham gostado! Aceito sempre crĂticas construtivas e ideias para novas ones ou long fics no wattpad ;) amo vocĂȘs, beijinhos, mwa!
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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ăHarriet uma jovem e doce menina, nĂŁo esperava que a volta de Louis, um ex-militar e melhor amigo de seu irmĂŁo, despertasse tantas emoçÔes novas dentro dela. O garoto que brincava com ela na infĂąncia agora era um homem irresistĂvel, e ela luta para esconder sua atração pelo mais velho, temendo que ele descubra.
Mal sabia Harriet que o desejo era mĂștuo, e a tensĂŁo entre eles pode se tornar algo impossĂvel de se conter. ă
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O sol da manhĂŁ invadia o quarto com uma intensidade cĂĄlida, derramando-se pelas frestas da cortina como fios dourados. A luz acariciava o chĂŁo de madeira, destacando a cor rosa do quarto. O calor era palpĂĄvel, envolvente, e carregava consigo o aroma da terra aquecida e das flores do lado de fora. O ambiente parecia suspenso em uma tranquilidade quase mĂĄgica, onde cada raio de sol transformava o espaço em um refĂșgio dourado, acolhedor e preguiçoso.
A coelhinha fica imĂłvel, os olhos fechados enquanto mexe o fucinho a cada vento que bate em seu rosto. A mais nova solta um risinho com a visĂŁo amĂĄvel, continuando a escovar.
â VocĂȘ tem a alma tĂŁo tranquila e pura, coelhinha. Talvez eu devesse aprender com vocĂȘ. â a jovem sussurra.
đàŸàœČàŸàœČ
Harriet estava na cozinha, ajudando sua mĂŁe a organizar a mesa para o jantar, quando a notĂcia chegou. O som da porta sendo aberta anunciou a chegada do irmĂŁo mais velho, Caleb, que entrou com um sorriso animado e um brilho nos olhos. Ele estava sempre com aquele entusiasmo que fazia qualquer notĂcia parecer ainda mais importante.
â Louis? Mas⊠ele vai voltar agora? â Harriet perguntou, tentando esconder a surpresa que sentia. Ela nĂŁo sabia por que, mas uma sensação de ansiedade se apoderou dela. NĂŁo era apenas a volta de Louis. Algo mais estava ali, algo que ela nĂŁo conseguia definir.
â Sim! Ele chegou hoje, depois de seis anos no exterior. Eu estou tĂŁo animado para vĂȘ-lo novamente. â Caleb respondeu, sem perceber o turbilhĂŁo de emoçÔes que começava a tomar conta de Harriet.
Ela forçou um sorriso, tentando esconder a confusĂŁo que sentia. Louis. O garoto que brincava de cavaleiro com ela quando tinha 10 anos, o mesmo que fazia dela sua princesa nas brincadeiras de infĂąncia. Agora ele voltava, e ela nĂŁo era mais uma criança. E de repente, a lembrança das tardes passadas correndo pelos jardins da casa, com ele dizendo que a protegeria de tudo, parecia distante, quase irreconhecĂvel.
â Eu⊠nĂŁo sabia que ele voltaria tĂŁo derrepente. â Harriet disse, a voz um pouco trĂȘmula. â Eu acho que vai ser⊠estranho.
Caleb não percebeu nada estranho em sua reação e continuou a falar sobre a visita que Louis planejava fazer naquela tarde. Mas, enquanto ele falava, Harriet ficou quieta, seus pensamentos correndo mais råpido que suas palavras. Louis voltava, mas não mais como o garoto travesso e protetor de antes. Ele voltava como um homem. E, de alguma forma, Harriet não sabia como lidar com essa nova versão dele.
O ronco grave de uma moto ao longe quebrou o silĂȘncio da tarde, arrancando Harriet de seu devaneio. Seu coração acelerou antes mesmo de ela compreender o porquĂȘ.
Louis desceu da moto casualmente, tirando o capacete, revelando os cabelos castanhos com a franja ligeiramente bagunçada em sua testa de um jeito charmoso. Ele parecia maior, mais alto, com a postura ereta de quem carregava o peso de experiĂȘncias que ela nem imaginava.
Ele ergueu o olhar na direção da varanda, e ao vĂȘ-la, seus lĂĄbios se curvaram em um sorriso fĂĄcil. Ela sentiu uma onda de calor subir pelo peito enquanto ele se aproximava, o que a deixou sem saber como reagir.
Harriet sentiu o peso do comentĂĄrio e forçou um sorriso tĂmido. â NĂŁo sei se mudei tanto assim. As coisas por aqui continuam as mesmas. SĂł o tempo que passou rĂĄpido, eu acho.
Louis arqueou uma sobrancelha, cruzando os braços enquanto a observava. â Eu diria que mudou sim. Cresceu. Ficou diferente. â ele disse, a voz baixa, mas com um tom diferente que ela nĂŁo soube identificar, enquanto a encarava com intensidade.
Ela desviou os olhos para o livro em seu colo, sentindo o peso daquele olhar.
â Ah, o tempo, sim. â ele respondeu com um sorriso melancĂłlico. â Mas o que realmente muda uma pessoa sĂŁo as experiĂȘncias. Algumas boas, outras nem tanto.
Harriet levantou os olhos para ele, sentindo que havia algo nĂŁo dito em suas palavras.
â Tem sim. â Harriet respondeu, sentindo um alĂvio sĂșbito por poder mudar de assunto. â Ela praticamente fez a receita pensando em vocĂȘ. Quer entrar?
â Se vocĂȘ me acompanhar. â ele disse, piscando para ela com aquele sorriso charmoso que a derretia.
Louis olhou para Caleb com um sorriso descontraĂdo, mas seus olhos, com um brilho distante. Harriet sentiu um leve nĂł na garganta e mexia distraidamente na xĂcara de chĂĄ, tentando ignorar os olhares furtivos de Louis que pareciam pousar nela com mais frequĂȘncia do que ela gostaria.
â Ah, mas vocĂȘs precisam ouvir essa. â Caleb começou, a voz carregada de entusiasmo, jĂĄ com o tom provocativo que Harriet conhecia bem. Ela imediatamente sentiu um alerta acender em sua mente. Quando Caleb usava aquele tom, nada de bom estava para ser dito.
â VocĂȘ nĂŁo vai acreditar, Louis. â ele continuou, segurando o riso enquanto Harriet começava a corar sem nem saber o que estava por vir. â Uns meses atrĂĄs, eu cheguei mais cedo em casa e, adivinha sĂł? Encontrei a doce Harriet no quarto dela, aos beijos com um garoto! E ela ainda tentou disfarçar quando me viu, mas estava tĂŁo vermelha que parecia um tomate maduro!
â Amigo? â Caleb riu, levantando uma sobrancelha. â Bom, se era sĂł um amigo, vocĂȘ tem uma forma bem peculiar de cumprimentar os amigos por aqui.
â VocĂȘ precisa parar de invadir meu quarto sem avisar, Caleb. â Harriet retrucou, soando atrevida para mascarar o desconforto. â NĂŁo que vocĂȘ entenda, mas existem coisas chamadas privacidade e respeito.
Louis, por sua vez, nĂŁo conseguia disfarçar o interesse pela situação. Ele pigarreou levemente e perguntou, com um sorriso quase imperceptĂvel: â E esse⊠amigo? Ele ainda estĂĄ por perto?
Harriet levantou os olhos rapidamente para ele, tentando decifrar o tom na pergunta, mas o olhar dele era indecifrĂĄvel, como sempre. Ele parecia casual, mas algo na forma como a observava a fazia sentir que havia mais por trĂĄs da pergunta. â NĂŁo, nĂŁo estĂĄ. â ela respondeu de forma curta, torcendo para que o assunto morresse ali.
Mas Louis nĂŁo parecia satisfeito. â Bom, pelo menos ele teve sorte de conhecer vocĂȘ. â ele disse, a voz baixa e quase gentil.
Havia algo no jeito que ele falou que fez o coração de Harriet disparar. Era um elogio? Uma observação casual? Ela não sabia, e isso só a deixava mais nervosa.
A conversa seguiu, com Caleb rindo das próprias provocaçÔes e mudando de assunto para aliviar o clima, mas Harriet mal conseguiu acompanhar. Seu rosto ainda estava quente, e ela sentia o olhar de Louis em si de tempos em tempos, como se ele estivesse analisando cada uma de suas reaçÔes. Harriet tentou manter a compostura, mas a tensão no ar parecia crescer a cada segundo.
Quando Louis falou novamente, sua voz era calma, mas carregava um peso que Harriet nĂŁo conseguia ignorar.
Louis apenas sorriu, mas o sorriso nĂŁo era tĂŁo despreocupado quanto antes. Era como se ele estivesse pensando em algo que nĂŁo dizia em voz alta. Harriet sentiu o peso do momento e tentou se concentrar no chĂĄ em sua xĂcara, mas sabia que a tensĂŁo entre eles estava longe de desaparecer.
A mĂŁe de Harriet, sempre gentil e curiosa, aproveitou o momento para quebrar o silĂȘncio constrangedor que pairava no ar. Enquanto colocava mais chĂĄ na xĂcara de Louis, ela perguntou com um sorriso caloroso.
â Foi desafiador, sim, Anne. No inĂcio, foi mais difĂcil me adaptar Ă rotina. Acordar antes do sol nascer, os treinamentos intensos, as missĂ”es que pareciam interminĂĄveis. Mas com o tempo, tudo isso se tornou parte de quem eu sou. Aprendi a importĂąncia de manter a calma, mesmo em situaçÔes extremas. Claro, houve momentos em que foi assustador, mas acho que evolui muito como pessoa.
NĂŁo era pela histĂłria em si, mas pela forma como Louis falava. Sua voz firme e o brilho nos olhos mostravam o homem que ele havia se tornado.
â VocĂȘ deve ter algumas recordaçÔes desses momentos, nĂŁo? â perguntou a mĂŁe de Harriet, curiosa.
Louis sorriu e pegou o celular do bolso. â Tenho algumas fotos, sim. Sempre que podia, registrava algo. â Ele deslizou o dedo na tela por alguns segundos antes de virar o aparelho para a mesa.
â Essa foi durante um dos nossos treinamentos finais. â disse ele, mostrando uma foto de si mesmo.
Harriet, que estava tomando um gole de chĂĄ, quase engasgou ao ver a foto. Sentiu um calor sĂșbito subir por seu corpo, seguido por uma sensação estranha, como se sua pele estivesse formigando.
â Uau. â Caleb comentou, impressionado. âVocĂȘ realmente parece um cara durĂŁo aĂ, hein!
Harriet, no entanto, não conseguiu dizer nada. Seu olhar estava fixo na imagem por mais tempo do que deveria, e seu coração batia tão råpido que ela temia que todos à mesa pudessem ouvir. Cada detalhe da foto parecia intensificar a atração que ela sentia, e isso a assustava profundamente.
â Harriet, o que vocĂȘ acha? â A voz de Caleb a puxou bruscamente de seus pensamentos.
â E-Eu⊠ah, Ă uma foto b-boa. â ela respondeu, gaguejando, enquanto tentava desviar o olhar. Mas a imagem de Louis parecia gravada em sua mente, e o calor que tomava conta dela se direcionava diretamente para sua florzinha.
Ela se levantou abruptamente, derrubando a cadeira no processo. â Com licença, e-eu esqueci que tinha que⊠pegar algo no meu quarto!
Sem esperar por uma resposta, Harriet saiu quase correndo da cozinha, deixando todos na mesa olhando para ela com expressÔes confusas.
Quando chegou ao quarto, fechou a porta e encostou-se contra ela, tentando recuperar o fÎlego. Seu coração ainda batia descontrolado, e ela levou as mãos ao rosto, sentindo o calor que tomava conta de si.
Harriet estava no quarto, tentando acalmar a confusĂŁo de sentimentos que borbulhava dentro dela. Sua xotinha ainda estava quente e melada por baixo da calcinha. Ela nunca se sentiu desse jeito, nem quando beijou alguns meninos da escola.
â Respira, Harriet, respira. â ela sussurrou para si mesma, segurando as prĂłprias mĂŁos para tentar parar de tremer. â Foi sĂł uma foto. VocĂȘ sĂł estĂĄ impressionada. Ă isso. Nada demais.
Depois de alguns minutos, ela finalmente se obrigou a se recompor. Arrumou o cabelo rapidamente no espelho, respirou fundo e decidiu sair do quarto. Quanto mais tempo ela ficasse ali, mais suspeitas levantaria. Precisava voltar para o andar de baixo e agir como se nada tivesse acontecido.
No entanto, ao abrir a porta, Harriet deu de cara com Louis saindo do banheiro, a franja um pouco bagunçada e as mangas de sua camisa dobradas, revelando os antebraços fortes. Ele parou assim que a viu, os olhos encontrando os dela com intensidade.
Por um momento, o tempo pareceu congelar. Harriet sentiu o rosto esquentar de novo, o silĂȘncio entre eles se tornando insuportavelmente palpĂĄvel. Ela tentou desviar o olhar, mas nĂŁo conseguiu.
â Harriet. â Louis disse com um leve sorriso nos lĂĄbios, aquele tipo de sorriso que parecia saber mais do que deveria. Ele deu um passo em direção a ela, e ela automaticamente recuou.
â Sim? â ela perguntou, a voz saindo um pouco mais alta do que o esperado.
â VocĂȘ saiu da mesa tĂŁo rĂĄpido que fiquei pensando, tudo bem com vocĂȘ? â Ele inclinou a cabeça de leve, como se realmente estivesse curioso, mas havia algo em seu tom que a fez desconfiar que ele estava se divertindo com a sua cara.
â Ah, claro! Claro que sim â Harriet respondeu apressadamente, forçando um sorriso. â Eu sĂł lembrei de algo que precisava fazer. Nada importante.
Louis arqueou uma sobrancelha, claramente não acreditando. Ele deu mais um passo em sua direção, diminuindo a distùncia entre eles, o sorriso nos låbios se alargando levemente.
Harriet sentiu o coração acelerar de novo. Ele sabia. Ou, pelo menos, desconfiava. Mas ela não podia, de jeito nenhum, admitir o que estava sentindo. Não para ele.
â VocĂȘ estĂĄ implicando comigo, nĂŁo estĂĄ? â ela retrucou, tentando parecer desafiadora, mas sua voz tremia levemente.
Louis riu baixinho, cruzando os braços enquanto a observava com atenção. â Eu? Implicando com vocĂȘ? Nunca.
â Talvez. â ele admitiu, com um brilho divertido nos olhos. â Mas vocĂȘ nĂŁo respondeu minha pergunta.
Harriet sentiu que estava prestes a entrar em pĂąnico novamente. Ele estava encurralando-a de forma tĂŁo Ăłbvia, que ela precisava sair dali antes que dissesse algo que nĂŁo deveria.
â Eu nĂŁo sei do que vocĂȘ estĂĄ falando, Louis. â ela disse rapidamente, dando um passo para trĂĄs em direção Ă escada. â E, sinceramente, nĂŁo tenho tempo para isso agora. Minha mĂŁe deve estar me esperando lĂĄ embaixo.
Sem esperar por uma resposta, Harriet se virou e praticamente desceu correndo as escadas, sentindo o olhar de Louis queimando em suas costas enquanto ela fugia mais uma vez. Ao chegar ao andar de baixo, ela tentou parecer calma, mas por dentro ainda estava um caos.
Harriet se sentia aliviada. Com a atenção de todos voltada para Louis, ela finalmente pĂŽde relaxar um pouco. Ele estava sempre ocupado conversando, rindo ou compartilhando fotos de suas experiĂȘncias.
Ă noite, a famĂlia se reunia para jantares animados, e Harriet se escondia entre as conversas dos outros, mantendo a cabeça baixa e participando apenas quando necessĂĄrio. Sempre que seus olhos cruzavam com os de Louis por acaso, ela desviava rapidamente, sentindo o calor subir pelo rosto, mas ele nĂŁo parecia notar.
Apesar disso, algo dentro dela ainda estava inquieto. Mesmo sem a provocação direta, a simples presença de Louis era suficiente para deixĂĄ-la desconcertada. Ele parecia ainda mais carismĂĄtico, mais confiante e mais tentador, impossĂvel de ignorar. Mas Harriet estava determinada a manter sua distĂąncia.
A sala de estar estava cheia de risos e conversas animadas. A famĂlia de Harriet se reunia novamente, e o centro das atençÔes, como sempre, era Louis. Ele estava sentado em uma das poltronas, com a postura relaxada e o sorriso charmoso que parecia atrair todos Ă sua volta.
Harriet, que tentava passar despercebida sentada no canto oposto da sala, observava de longe enquanto uma de suas primas, Lily, fazia um esforço evidente para monopolizar a atenção dele. Lily era um pouco mais velha que Harriet e conhecida por seu jeito encantador, sempre se destacando em qualquer reunião familiar.
Louis sorriu de um jeito que Harriet reconhecia muito bem, aquele sorriso sacana e quase provocador que ele costumava usar quando era mais novo e seduzia as garotas do bairro. â Ă, tem seus momentos emocionantes. Mas nĂŁo sei se seriam interessantes o suficiente para vocĂȘ, Lily.
â Oh, tenho certeza que seriam, qualquer dia desses vocĂȘ poderia me falar ou mostrar. â ela retrucou, tocando levemente o braço dele, uma risada suave escapando de seus lĂĄbios.
Ela apertou o punho contra o braço da poltrona, tentando manter a compostura. Mas quando Louis olhou para Lily novamente com aquele mesmo sorriso provocador, algo dentro dela estalou.
Sem perceber, Harriet lançou um olhar fulminante na direção dos dois, o ódio evidente em seus olhos. Foi só quando Louis virou a cabeça e encontrou o olhar dela que Harriet percebeu que havia se entregado. Ele a encarou por um momento, a sobrancelha levemente arqueada, como se estivesse tentando decifrar sua reação.
Depois de alguns segundos, o canto da boca de Louis se curvou em um sorriso divertido. Ele sabia.
Mais tarde, quando todos estavam espalhados pela casa e Harriet finalmente pensou que tinha escapado da cena embaraçosa, Louis apareceu do nada na cozinha, onde ela estava tentando se ocupar cortando uma fatia de bolo.
â VocĂȘ estĂĄ estranhamente quieta hoje, Harriet. â ele disse, encostando-se casualmente na bancada, os braços cruzados. â Algo errado?
Ela nem olhou para ele. â Nada. Por que teria algo errado?
â NĂŁo sei. â ele disse, em um tom que soava inocente, mas o brilho nos olhos denunciava sua verdadeira intenção. â Ă que lĂĄ na sala vocĂȘ parecia⊠incomodada com alguma coisa. Achei que talvez tivesse algo a ver com Lily.
Harriet parou de cortar o bolo por um instante, sentindo o coração disparar. Mas ela rapidamente se recompĂŽs. â A idade avançada estĂĄ fazendo vocĂȘ imaginar coisas, Louis.
â SerĂĄ? â Ele deu um passo em direção a ela, abaixando a voz. â Porque, para mim, parecia que vocĂȘ estava com ciĂșmes.
Harriet girou para encarĂĄ-lo, chocada, seu rosto ficando vermelho instantaneamente. â CiĂșmes? NĂŁo seja ridĂculo!
Louis riu, um som baixo e divertido que sĂł a irritou ainda mais. â Ah, claro. Ă ridĂculo. Deve ter sido impressĂŁo minha, entĂŁo.
â Exatamente. â ela retrucou, tentando soar firme, mas sua voz vacilou levemente. Ela virou as costas, voltando sua atenção ao bolo, mas sentia o olhar dele a queimando.
â Talvez. â ele disse, dando de ombros, o sorriso divertido ainda nos lĂĄbios. â Mas pelo menos sou honesto.
Antes que ela pudesse responder, ele se afastou, saindo da cozinha com a mesma confiança provocadora que a deixava sem saber como agir. Harriet ficou parada ali, com o bolo esquecido na bancada, o coração batendo tão råpido que parecia que ia explodir.
Ela levou as mĂŁos ao rosto, respirando fundo, enquanto o medo crescia em seu peito. Louis havia percebido. Ele sabia. E Harriet nĂŁo tinha ideia de como esconder seu segredo agora que ele parecia determinado a provocĂĄ-la.
Harriet ficou alguns minutos na cozinha, tentando recuperar o controle. Passava as mĂŁos pelo rosto, respirava fundo, mas nada parecia aliviar o turbilhĂŁo que Louis tinha causado dentro dela. Ele sabia, e isso a deixava completamente vulnerĂĄvel.
Ela pegou uma fatia do bolo que cortara e se apoiou na bancada, tentando convencer a si mesma de que tudo nĂŁo passava de uma brincadeira sem graça dele. â Ele sĂł quer me provocar⊠SĂł isso. NĂŁo significa nada. NĂŁo pode significar.
Mas, no fundo, Harriet sabia que não era tão simples assim. Louis parecia se divertir demais com as reaçÔes dela, como se estivesse testando seus limites. E o pior? Ele parecia estar sempre um passo à frente.
De repente, passos soaram pelo corredor. Antes que Harriet pudesse sair ou se recompor, Louis entrou na cozinha novamente, como se fosse a coisa mais natural do mundo.
â Ah, vocĂȘ ainda estĂĄ aqui. â Ele parecia surpreso, mas o tom em sua voz entregava que estava longe de ser um acaso. Ele encostou na bancada novamente, cruzando os braços, os olhos fixos nela.
â E onde mais eu estaria? â Harriet respondeu, tentando soar casual, mas sua voz saiu mais irritada do que queria.
Louis sorriu de canto, aquele sorriso que fazia seu coração tropeçar. â Achei que jĂĄ tivesse fugido. VocĂȘ parece fazer isso muito bem ultimamente.
Ele se aproximou alguns passos, reduzindo ainda mais a distĂąncia entre eles. â E por que vocĂȘ acha que nĂŁo consigo te deixar em paz, Harriet?
Ela ficou sem resposta. As palavras pareciam presas em sua garganta enquanto os olhos de Louis a prendiam no lugar. Ele era intenso, confiante, e isso a desestabilizava por completo.
â Talvez vocĂȘ sĂł goste de implicar comigo porque nĂŁo tem nada melhor pra fazer. â ela disse finalmente, tentando soar desafiadora.
Louis soltou uma risada baixa, inclinando-se levemente, ficando perigosamente perto de seu corpo. â Ou talvez eu tenha minhas razĂ”es.
Harriet sentiu o ar faltar. Suas mĂŁos apertaram o balcĂŁo atrĂĄs de si, e seu coração batia tĂŁo rĂĄpido que ela achou que ele poderia ouvir. â RazĂ”es? Que razĂ”es?
Ele abriu um sorriso enigmĂĄtico, como se soubesse exatamente o que estava fazendo. â Acho que vocĂȘ sabe, Harriet.
Antes que ela pudesse responder, um som de passos vindo do corredor interrompeu o momento. Harriet aproveitou a chance para escapar, passando por ele apressada e sem olhar para trĂĄs.
Quando chegou Ă sala, sentou-se rapidamente no sofĂĄ, tentando parecer natural enquanto sua mente ainda girava com as palavras de Louis. Ele a estava testando, provocando ou havia algo mais? Harriet nĂŁo sabia, mas uma coisa era certa: ela nĂŁo podia esconder para sempre o que sentia. E, pelo jeito, Louis sabia disso tĂŁo bem quanto ela.
Ela respirou fundo, apertando as mãos contra o tecido de seu vestido. Pedir ajuda a ele seria embaraçoso, mas não havia alternativa. Harriet entrou na casa rapidamente, encontrando Louis casualmente escorado no balcão da cozinha, mexendo no celular, com aquele sorriso despreocupado que sempre a desarmava.
â Louis⊠âEla hesitou, a voz baixa.
Ele ergueu o rosto em sua direção, as sobrancelhas arqueadas em curiosidade. â O que foi, Harriet?
â Ă sĂł isso? â ele provocou, inclinando a cabeça para tentar captar sua expressĂŁo.
Harriet parou abruptamente, virando-se para encarĂĄ-lo. â O que mais seria, Louis? Por que vocĂȘ sempre tem que implicar comigo?
Ele deu um passo Ă frente, reduzindo a distĂąncia entre eles. Seus olhos encontraram os dela, e o sorriso em seus lĂĄbios se tornou mais intenso, quase perigoso.
â VocĂȘ realmente acha que nĂŁo percebo? â ele disse baixo, a voz rouca, carregada de malĂcia.
Harriet piscou, confusa. â Percebe o quĂȘ?
Louis deu mais um passo, e agora estavam tĂŁo prĂłximos que Harriet podia sentir o calor e o cheiro mĂĄsculo dele. â O jeito que vocĂȘ me evita. Como vocĂȘ fica tensa quando estou por perto. E, principalmente, como vocĂȘ nunca consegue me olhar nos olhos por muito tempo.
O coração de Harriet começou a bater mais råpido, e ela deu um passo para trås, mas Louis avançou na mesma medida, mantendo-a presa entre ele e uma årvore próxima.
â E-Eu nĂŁo sei do que vocĂȘ estĂĄ falando. â ela disse, tentando soar firme, mas sua voz saiu mais como um sussurro.
Ele inclinou a cabeça, examinando-a como se estivesse tentando decidir se acreditava ou nĂŁo. âVocĂȘ pode mentir pra si mesma, mas nĂŁo pra mim. Eu sei que vocĂȘ ficou excitada quando viu minha foto, aquilo te deixou molhadinha, Princesa?
As palavras dele a atingiram com força, deixando-a completamente sem chĂŁo. Harriet ficou em silĂȘncio, a mente girando, tentando processar o que acabara de ouvir.
â VocĂȘ estĂĄ zombando de mim. â ela finalmente conseguiu dizer, embora sua voz estivesse trĂȘmula.
Antes que ela pudesse responder, ele ergueu uma das mĂŁos, segurando-a pelo queixo com firmeza. Seus olhos estavam fixos nos dela, e Harriet sentiu como se o mundo ao redor tivesse parado.
â Eu quero vocĂȘ, Harriet. â ele disse, a voz baixa, quase um sussurro. â Eu quero tanto te foder, desde o dia em que eu cheguei e coloquei os olhos em vocĂȘ na varanda.
Sem dar tempo para que ela respondesse ou fugisse, Louis se inclinou e tomou seus lĂĄbios em um beijo desejoso, pressionando-a contra o tronco da ĂĄrvore. O toque dele era firme, em sua cintura, mas deslizou mais um pouco para baixo, acariciando a poupa da sua bunda por de baixo do vestido, e Harriet sentiu todo o calor que a mĂŁo dele transmitia, um calor que parecia irradiar toda a sua xotinha.
As lĂnguas se esfregavam lentamente, causando um arrepio no corpinho da mais nova. Quando ele finalmente se afastou, Harriet estava sem fĂŽlego, o rosto corado e o coração batendo como se fosse explodir. Louis olhou para ela com um sorriso satisfeito, antes de descer os beijos para o seu pescoço branquinho, lambendo a pele sensĂvel e chupando.
A mais nova se assustou quando entre um chupĂŁo e outro, ela sentiu sua bucetinha se melar inteira, do mesmo jeito de quando ela viu a foto de Louis vestido com aquele uniforme militar.
â Louis e-espera â harriet empurrou suavemente ele pelos ombros, completamente nervosa.
â O que foi? â ele perguntou lambendo os lĂĄbios molhados, enquanto encarava fixamente os lĂĄbios gordinhos da mais nova.
â Eu acho melhor pararmos, eu to me sentindo estranha. â ela falou e o mais velho soltou um riso pelo nariz.
Sem forças para responder, a garota apenas acenou frequentemente com a cabeça enquanto se pendurava no mais velho pela diferença de altura, e se agarrava nos ombros fortes em apoio, gemendo descontroladamente.
â Eu sei um jeito de fazer parar, vocĂȘ quer que o Lou te ajude?
â S-sim Lou. E-eu â sem conseguir terminar a frase, a garota joga a cabeça para trĂĄs, seus olhos rolando enquanto Louis chupava o seu pescoço e acelerava os movimentos por cima da calcinha.
O tatuado espalhava o melzinho que saia aos montes da sua entradinha por seu clĂtoris, deslizando os dedos com mais facilidade. Sentindo as pernas branquinhas tremerem com força quando escorregou um dedo para a entrada molhada sem dificuldades.
â Abre mais as pernas, amor. â Louis disse baixinho em seu ouvido, a garota obedecendo no mesmo segundo, levantando e apoiando uma de suas pernas no quadril largo, dando espaço para o dedo que entrava com força em sua grutinha. â Porra, vocĂȘ tĂĄ tĂŁo molhada que seu melzinho tĂĄ espirrando nos meus pulsos.
Harriet leva seus olhos brilhantes para a cena, soltando um gemido manhoso ao avistar o pulso tatuado totalmente molhado, enquanto impulsionava os dedos para dentro. Louis sentia seu cacete formigar ainda preso na cueca, entĂŁo com a mĂŁo livre, abriu o zĂper da calça, puxando seu pau dolorido para fora da boxer.
Ao ver o membro imenso em sua frente, Harriet se assustou, nunca tinha visto um pessoalmente antes jĂĄ que era sua primeira vez com um homem, viu somente por vĂdeos na internet. Nervosa, ela tenta abaixar suas pernas, mas Louis a segura firmemente, enquanto punhetava seu pau com firmeza.
â Eu nĂŁo vou machucar vocĂȘ, nĂŁo precisa ter medo. â ele deixou um selinho em seus lĂĄbios, lubrificando o pau com seu melzinho. â Eu sĂł vou esfregar um pouquinho, por isso vocĂȘ tem que deixar as pernas bem abertinhas, tĂĄ bom?
NĂŁo tinha como voltar atrĂĄs, sua xotinha estava doendo tanto, entĂŁo ela apenas ficou ali, com as pernas abertas enquanto Louis puxava sua calcinha e encaixava a cabecinha gorda do seu pau, prendendo ela ali dentro.
Harriet soltou um gritinho com a sensação nova, nunca sentiu nada assim antes, a cabecinha molhada esfregando deliciosamente em seu grelhinho. Ela apenas não conseguia mais conter seus gemidos e Louis estava adorando, vendo a mais nova se deliciar conforme ele esfregava o comprimento na xotinha macia dela, sentindo as mãos pequenas dela puxarem os cabelos de sua nuca, em busca de algo para se apoiar conforme ele acelerou os movimentos do quadril.
â Porra vocĂȘ tĂĄ tĂŁo molhada com tĂŁo pouco, como vocĂȘ vai ficar quando eu comer vocĂȘ gostoso?
A mais nova gemeu baixinho com a fala, arranhando a nuca de Louis, sentindo seu corpo alavancar para cima a cada estocada do maior. O barulho molhado que fazia toda vez que ele estocava com força sua cabeça na grutinha encharcada o deixava insano.
Os olhos de Louis desceram para os peitinhos que balançavam levemente, dependendo da força que ele colocava nos movimentos. Levantando a mão em direção a alça da regata da mais nova, ele puxa suavemente para baixo, deixando os peitinhos a mostra, sua boca salivando ao olhar para eles, por que eram tão lindos. Grandes e cheinhos na medida certa.
Louis aumentou a velocidade e a força que esfregava seu pau totalmente babado na xota da garota, agarrando e puxando com força um punhado dos cabelos encaracolados para trås, apenas para ver os peitinhos rosadinhos dela balançando perto do seu peitoral.
â L-lou e-eu nĂŁo consigo segura-r, acho q-que vou faz-er xixi⊠â a mais nova chora dengosa, era muito estĂmulo para sua bucetinha virgem e seu corpo sensĂvel. Os olhos de Louis desviaram dos seus seios apenas para encarar seus olhos encharcados de lĂĄgrimas.
â Tudo bem, Meu Doce. VocĂȘ pode gozar, goza gostoso no meu pau, vai.
E ela gozou. Gozou forte enquanto gritava alto e seu corpo convulsionava. Sua xotinha ardendo de tanto tesĂŁo conforme a pegada de Louis em seu cabelo ficou mais forte, o pau continuando a estimular seu grelhinho sensĂvel, mesmo ela se acabando em lĂĄgrimas.
Ela sentiu Louis esporrar em sua entradinha, o mais velho abafando o gemido grosso ao enfiar e sugar um de seus peitinhos na boca. A porra jorrada se misturando junto com seu melzinho
Se Louis nĂŁo tivesse a segurado, ela definitivamente tinha caĂdo no chĂŁo, suas pernas ainda tremelicavam, e conforme ela chorava sensivelmente, Louis ajustava no lugar a roupa dos dois, enquanto deixava beijinhos carinhosos em seu rosto molhado.
â VocĂȘ foi incrĂvel.
Harriet sentiu as palavras dele aliviar parte de sua tensão, mas seu coração ainda estava acelerado. Ela não sabia como lidar com tanta informação, mas, de algum modo, o carinho de Louis fazia tudo parecer menos preocupante.
â Agora vamos encontrar sua coelha. â ele disse, com um tom mais leve, recuando um pouco para dar espaço a ela. Eles continuaram caminhando em busca da coelhinha. A pernas de harriet um pouco trĂȘmulas, enquanto ela sentia a porra de Louis escorrer entre suas pernas a cada passo que dava.
Durante o jantar, os olhares entre os dois foram constantes, e nenhum dos dois fez esforço para disfarçar. Harriet se esforçava para agir normalmente, mas cada vez que seus olhos cruzavam os dele, um arrepio subia por sua espinha, e ela se lembrava vividamente de tudo que fizeram no campo.
Quando os risos e as conversas familiares finalmente terminaram, Harriet achou que teria paz. Mas, ao sair da mesa de jantar em direção ao corredor, ela sentiu uma presença logo atrås de si.
â Fugindo de mim, Harriet? â A voz rouca de Louis soou perto de seu ouvido, e antes que ela pudesse reagir, ele a encurralou contra a parede do corredor, o olhar intenso fixo no dela.
â Louis, o que vocĂȘ estĂĄ fazendo? â ela sussurrou, sua voz falhando enquanto o coração disparava.
Ele se inclinou mais perto, o rosto a centĂmetros do dela. â VocĂȘ sabe exatamente o que estou fazendo.
Ela engoliu em seco, sentindo o calor subir por suas bochechas. Acompanhando com o olhar as mĂŁos de Louis irem para baixo do seu vestidinho, os dedos adentrando a calcinha e dedilhando os lĂĄbios de sua bucetinha, ainda molhada de porra.
â Ă mesmo? â ele provocou, os olhos brilhando em diversĂŁo. Ele recolheu com as pontas do dedo e levou aos lĂĄbios, lambendo seu melzinho em uma provocação que a fez estremecer. â Sabe, Harriet. Ainda podemos continuar de onde paramos, se quiser.
â Boa noite, Harriet. â ele respondeu com um sorriso que sabia que a mais nova mais cedo ou tarde iria atrĂĄs dele.
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JĂĄ passava da meia-noite, mas Harriet nĂŁo conseguia pregar os olhos. Virava de um lado para o outro na cama, sentindo-se inquieta. Cada vez que fechava os olhos, a imagem de Louis surgia em sua mente. Ela respirou fundo, sentando-se na cama. Talvez, se resolvesse aquilo agora, pudesse finalmente dormir.
Sem pensar muito, antes que a coragem a abandonasse, Harriet levantou-se, seu corpo coberto por uma camisola de seda e saiu do quarto. O corredor estava escuro e silencioso, cada passo ecoando levemente enquanto ela se aproximava do quarto de hĂłspedes onde Louis estava.
Quando finalmente chegou à porta, hesitou por um momento, o coração disparado. Mas, reunindo toda a coragem que tinha, bateu suavemente.
A porta abriu-se quase imediatamente, revelando Louis, que parecia ter acabado de sair do banho. Ele estava descalço, vestindo apenas uma calça de moletom cinza, o cabelo ligeiramente bagunçado. O sorriso presunçoso que surgiu em seus låbios quando a viu fez Harriet desejar ter voltado para o quarto.
â Harriet. â ele disse, nenhum pouco surpreso com visita, sabia que em algum momento ela iria trĂĄs dele. â O que estĂĄ fazendo aqui a essa hora?
Louis encostou-se ao batente da porta, cruzando os braços, o sorriso provocador crescendo. â A essa hora?
â Eu nĂŁo conseguia dormir. â ela confessou, a voz quase inaudĂvel.
Ele riu suavemente, abrindo mais a porta. â Quer entrar?
Harriet hesitou, mas acabou entrando, sentindo-se incrivelmente nervosa. O quarto parecia ainda menor com os dois ali, e ela mal sabia onde colocar as mĂŁos ou o olhar.
â Sim! Por que mais eu viria? â ela respondeu apressada, mas sua voz vacilou no final, a entregando.
Louis inclinou a cabeça, a observando como se estivesse lendo cada pensamento dela. âSabe, Coração. Acho que vocĂȘ estĂĄ mentindo pra mim.
â Eu nĂŁo estou! â ela retrucou, embora seu tom estivesse afetado pelo modo em que ele a chamou.
Ele riu, parando a poucos passos dela. â VocĂȘ podia ter me agradecido amanhĂŁ de manhĂŁ, mas veio aqui agora, no meio da noite, no meu quarto, com essa camisola curtinha. Sabe o que eu acho?
Harriet engoliu em seco, incapaz de desviar o olhar. â O quĂȘ?
Louis se inclinou levemente, seu rosto prĂłximo ao dela. â Acho que vocĂȘ nĂŁo veio sĂł pra agradecer. Acho que vocĂȘ veio me dar algo mais.
O coração de Harriet parecia que ia sair do peito. â Louis, vocĂȘ estĂĄ delirandoâŠ
â Estou? â ele provocou, a voz baixa e carregada de luxĂșria, que fazia a pele dela se arrepiar. Ele deu mais um passo, e Harriet recuou instintivamente, mas a cama atrĂĄs dela impediu que fosse longe.
Louis ergueu uma das mĂŁos, tocando suavemente o rosto dela. â Se quiser voltar para o seu quarto, pode ir agora. Mas, se ficarâŠ
Louis não lhe deu tempo para fugir. Assim que seus låbios tocaram os dela, Harriet sentiu o mundo girar. A pegada dele era firme e intensa em sua cintura, puxando-a para mais perto, enquanto ela sentia o calor de seu corpo contra o dela. Ela tentou resistir ao turbilhão de emoçÔes, mas seu corpo parecia agir por conta própria.
Louis inclinou-se novamente em sua direção e tomou seus lĂĄbios fortemente. Ela correspondeu sem hesitar, fechando os olhos e se entregando enquanto sentia a lĂngua dele se esfregar na sua deliciosamente.
O rosto angelical jå estava banhado de lågrimas, fungando chorosa conforme se colocava de joelhos. Louis nunca soltando o agarre em seus cabelos enquanto puxava a barra da calça moletom, colocando somente o seu pau completamente duro e babado para fora. Harriet lambou os låbios, sentindo sua boca salivar ao ver o maior punhetando o pau deliciosamente em seu rosto.
â Agora vocĂȘ vai abrir a boquinha e me chupar gostoso.
E ela obedeceu rapidamente, seus olhos brilhando em ansiedade enquanto via Louis aproximar seu pau de seus lĂĄbios. Ela sugou a cabecinha lentamente, se familiarizando, sentindo mais do comprimento grosso entrar em sua boca. Harriet era inexperiente mas nĂŁo inocente, teoricamente ela sabia como fazer um boquete, ja tinha visto vĂdeos na internet quando era mais nova.
Ela soltou um pouco de saliva na cabecinha, antes de abrigĂĄ-la em sua boca, rodopiando a lĂngua Ășmida em volta dela, friccionando constantemente na linha da glande, sentindo o mais velho contrair o quadril para trĂĄs, gemendo surpreso pelo estĂmulo intenso, apertando mais forte seu cabelo.
Harriet tentou levar mais do comprimento em sua boca, os cantos dos lĂĄbios se esticando para receber mais do comprimento grosso, nunca deixando de acariciar a lĂngua pelos lados. Em algum momento a cabecinha pressionou em sua goela, fazendo a mais nova engasgar com força, se afastando do comprimento e tossindo.
Mas não teve muito tempo para se recompor jå que Louis levantou sua cabeça para cima e enfiou seu cacete com tudo na boca encharcada novamente, a mais nova apoiando as mãos nas coxas musculosas do mais velho, tentando relaxar a garganta enquanto gemia abafado, enviando vibraçÔes para o cacete entalado em sua garganta.
â Porra isso, se engasga gostoso no meu pau. â Louis proferiu gemendo rouco, enquanto puxava grosseiramente os cabelos da nuca garota, a forçando a enfiar mais do seu caralho na boca.
Tentando de algum modo aliviar a pulsação entre suas pernas, ela separou as pernas, levando a mão por baixo da camisola curtinha, seus dedos esfregando timidamente seu grelhinho, a sensação de prazer fazendo ela soltar um grito entalado enquanto ainda sentia o pau indo e voltando na sua goela.
Os gemidos que Louis soltava acima de si fizeram ela levantar o olhar, a visĂŁo do rosto mĂĄsculo contorcido em prazer e a franja grudando em sua testa fez a mais nova esfregar furiosamente seu grelhinho sensĂvel, seu corpinho tremendo com tanta estĂmulação.
Tudo isso era muito para ela, então ela levou a mão livre para o pulso que ainda segurava firmemente seu cabelo, apertando e arranhando tentando chamar a atenção de Louis. Ela sentiu o momento em que ele se retirou da sua boca, ao mesmo tempo em que sentiu o tapa forte em sua bochecha, em seguida pegando sua franja e puxando com tudo para trås.
â O que foi, hm? A vagabunda sedenta nĂŁo aguenta levar um pau na garganta? â ele grunhiu irritado, vendo o momento em que a garota franziu as sobrancelhas e gemeu chorosa.
â D-desculpa, Lo-ou. E-eu â harriet tentou falar, mas sua voz falhou, totalmente rouca pelo esforço que fez ao chupar o pau. â Minha florzinha e-esta doendo Lou, eu âto mui-muito m-molhada.
Para comprovar sua fala, ela se afastou um pouco para trås, abrindo bem as pernas e levantando a camisola, dando a visão para o mais velho da poça molhada no chão. Os olhos azuis analisaram a bagunça que ela fez no chão, antes de levantar em direção ao seu rostinho angelical totalmente corado e banhado de lågrimas.
â Levanta. â Louis mandou irritado, a voz mais grave do que antes. A garota tentou se equilibrar e reunir forças nas pernas bambas, suas pernas tremendo ao fazer esforço para cima. â Anda logo, caralho!
Harriet grunhiu dolorida ao sentir as mãos do mais velho puxar seus cabelos para cima, a jogando na cama, seu corpo pulando ao cair sentada no colchão. Sua bucetinha se melando ainda mais ao ver o pau vermelho rubro totalmente ereto em sua frente, não balançando em nenhum momento de tão duro que estava.
â Coloca esses peitinhos para fora, hm? â o maior pediu excitado, punhetando seu membro e acompanhando as mĂŁos da mais nova abaixando as alças da camisola, seus peitinhos cheinhos e empinadinhos pulando para fora, totalmente expostos.
Com a mĂŁo livre ele apertou o seio direito, a pele transbordando entre seus dedos. Ele escutou o gemidinho dengoso da mais nova com o estĂmulo e soltou um riso quando avistou ela separar as pernas e tentar se aliviar no colchĂŁo.
â A minha garotinha estĂĄ tĂŁo desesperadinha para gozar, vocĂȘ quer que eu te ajude? â harriet assentiu freneticamente, seus olhos verdes encarando fixamente seu pau.
â Como vocĂȘ quer? Que eu use os meus dedos? Ou quem sabe o meu pau?
â Eu quero tudo, Lou. T-tudo que vier de V-vocĂȘ. â harriet gemeu baixinho, mordendo seus lĂĄbios ansiosa.
Louis rapidamente a empurrou contra a cama, a fazendo se deitar, levantando e embolando rapidamente a camisola na sua cintura. Ele apoiou as mĂŁos por trĂĄs das suas coxas, as levantando e fazendo seus joelhos pressionarem seus peitinhos, a deixando totalmente a sua mercĂȘ.
Harriet gemeu escandalosa, nunca teve nenhum tipo de contato na sua bucetinha virgem, e agora ter a lĂngua quente massageando seu grelhinho inchado e sensĂvel fez a mais nova se espernear na cama, alto demais. Estava tĂŁo presa nas sensaçÔes que seu corpo estava sentindo que nĂŁo viu quando Louis se aproximou de seu rosto e deu um tapa ardido em sua bochecha, arrancando um gemido surpreso dela.
â NĂŁo Lou p-por favor eu irei me c-comportar â ela gemeu chorosa, temendo que Louis realmente a deixasse daquele jeito.
Louis deixa um beijinho na lateral de suas coxas, murmurando um âmuito bemâ antes de voltar a esfregar a lĂngua quente e molhada no seu grelhinho, para cima e para baixo, a barba rala raspando na sua entradinha molhada.
Harriet tremeu as pernas em desespero, mordendo um pedaço do travesseiro, obedecendo Louis ao tentar gemer baixinho. Ela nĂŁo podia fazer mais nada a nĂŁo gemer contido no travesseiro, as vezes escondendo seu rosto, enquanto levava uma das mĂŁos no cabelo do mais velho, apertando toda vez que o estĂmulo era muito.
Harriet tentou se conter, tentou mesmo, mas no momento em que Louis abriu mais da sua bucetinha e esfregou a lĂngua molhada freneticamente no nervinho do seu grelhinho, ela nĂŁo aguentou. Ela soltou o travesseiro e agarrou violentamente com as duas mĂŁos o cabelo do mais velho, seu gemido surpreendentemente baixo mas ainda sim esganiçado, enquanto ela abria mais as pernas e se contorcia com o orgasmo avassalador que estava sentindo.
E mesmo assim Louis nĂŁo parou de esfregar sua grutinha sensĂvel, indo mais rĂĄpido com a lĂngua, levando dois dedos para o buraquinho sensĂvel, sentindo mais do melzinho escorrer direto nos seus dedos, sua barba rala toda molhada de gozo.
Ele sĂł parou quando levantou o olhar para o rostinho rubro e viu a mais nova se tremendo inteira, seus peitinhos tremelicando junto com o corpo, a boca totalmente aberta enquanto o queixo estava todo babado de saliva. Os olhos verdes estavam sendo revirados para trĂĄs. E Louis nĂŁo deixou de pensar em como ela ficaria quando levasse todo o seu pau.
Ficando entre as pernas moles dela, ele puxou o cabelo que estava grudado no rosto suado da garota para trĂĄs, vendo o momento em que ela começou a chorar devido aos estĂmulos intensos que sentiu. Louis nĂŁo resistiu ao esfregar seu comprimento na xotinha gorda, ficando satisfeito ao ver a garota soltar mais lĂĄgrimas ao tentar se esquivar da sua cabecinha esfregando no clĂtoris inchado dela.
Louis voltou sua atenção ao rosto angelical, vendo os olhos verdinhos brilhantes encarando fixamente os seus olhos azuis. Ele apoiou um dos antebraços do lado de seu rosto, dando selinhos no seus olhos molhados e låbios conforme colocava uma das pernas apoiadas na beira da cama, a outra continuando plantada no chão.
Ele a incentivou a abrir um pouco mais as pernas, em seguida segurou na base do seu pau, direcionando a cabecinha na entradinha. Harriet gemeu baixinho quando sentiu a cabecinha tentar a alargar, a dor dilacerante fazendo ela recuar o quadril pra trĂĄs, desfazendo o contato. Ela olhou para baixo, se assustando ao ver a glande manchada com um pouquinho de sangue, e sem pensar tentou fechar as pernas, sabendo que foi um grande erro quando sentiu os dedos grandes apertarem suas bochechas rudemente.
â Eu mandei vocĂȘ se afastar? â Louis proferiu rouco, as sobrancelhas franzidas em irritação.
â Doeu m-muito, eu prom- â Ela nĂŁo foi capaz de terminar, no momento seguinte ela sentiu o tapa ardido em sua bochecha, gemendo baixinho com a ardĂȘncia.
Harriet se encolheu ao ouvir as palavras proferidas, se surpreendendo ao que sua xotinha se molhou ainda mais ao ser humilhada daquele jeito e o mais velho percebeu isso, dando um sorriso ladino que a fez soltar um gemidinho.
â E-eu juro que serei b-boa dessa vez, s-senhor. â ela proferiu em um sussurro, esfregando os peitinhos no peitoral suado, tentando o amansar ao ver que ele continuava irritado.
â Senhor, hum? â ele deixou um beijo no seu queixo antes de fechar os dedos na sua garganta, a pegada fazendo a mais nova revirar os olhos e agarrar o pulso tatuado a sua frente. â EntĂŁo vocĂȘ serĂĄ boa para mim? Vai deixar o seu senhor foder a sua bucetinha?
â Sim senhor, eu i-irei.
Após a afirmação, ele ajeitou sua posição entre as pernas dela novamente, esfregando seu pau entre os låbios molhadinhos de sua bucetinha.
â SĂł vai de-devagarzinho Lou, por favor. â harriet pediu enquanto olhava fixamente no rosto mĂĄsculo, que estava com os olhos direcionados para o que fazia mais abaixo.
â Eu prometo, Doce.
Depois de posicionar a cabecinha rente ao buraquinho, ele apoiou uma das mãos atrås da coxa dela incentivando-a a se abrir um pouco mais, enquanto com o outro ele apoiou o antebraço no colchão, passando a mão por baixo da sua cabeça, fechando os dedos nos cabelos macios e firmando a pegada ali.
Louis deixou um selinho nos låbios carnudinhos dela, olhando fixamente nos olhinhos verdes enquanto empurrava o quadril lentamente, avistando quando ela abriu a boca e soltou um ofego engasgado, estirando a cabeça para trås deixando seu pescoço a mostra aonde Louis deixou mordidinhas conforme empurrava para frente.
Ele sentiu quando a bucetinha fez pressĂŁo no seu pau, tentando o expulsar para fora. Ele tentou entrar novamente, mas harriet fechava as pernas em dor, impossibilitando o comprimento de continuar o caminho para dentro.
â Porra, princesa. Abre mais as pernas para eu conseguir entrar. â Louis grunhiu abafado, sentindo a pressĂŁo forte ao redor da cabecinha do seu pau. Ele abriu as pernas dela rudemente, abaixando seu tronco para baixo a impedindo de fechar as pernas. â Se vocĂȘ fechar as pernas vai doer mais.
Após abrir as pernas e conseguir mais acesso para se movimentar livremente, Louis voltou a tentar empurrar mais do seu comprimento para dentro, começando a estocar lentamente somente a cabecinha para frente e para trås, acariciando seu grelhinho inchado com o polegar facilitando a entrada do seu cacete mais para dentro.
Quanto mais Louis acariciava o clĂtoris sensĂvel, mais molhada a entrada ficava, facilitando os movimentos. Sem excitar ele empurrou completamente tudo para dentro, o calor envolvendo-o como uma luva de veludo, as bolas inchadas pressionaram o cuzinho molhado.
A mais nova gemeu baixinho, não sabendo reagir diante de tanta estimulação em seu corpo, sentindo quando o aperto em seu cabelo ficou mais forte, ela agarrou o braço musculoso que estava do lado do seu rosto quando sentiu o cacete a alargar de uma vez.
Louis nĂŁo conseguiu evitar o rosnado na garganta, a buceta o apertando fortemente. Ele continua a massagear o clĂtoris totalmente inchadinho, movendo-se lentamente para dentro para ajudĂĄ-la a se ajustar.
â TĂĄ gostoso? â ele perguntou ofegante, seus quadris aumentando a velocidade conforme via a garota acenando com a cabeça freneticamente. Rindo baixinho quando ele percebeu ela arreganhar as pernas, dando ainda mais espaço para as estocadas.
Mas chegou uma hora em que só suas mãos não estavam sendo o suficiente, ela se assustou quando ele se retirou rapidamente do seu interior e a virou grosseiramente de bruços. Os seus peitinhos pressionados no lençol, gemendo ao sentir o agarre das mãos grandes empinar sua bunda para cima e abrir mais suas pernas.
Os gritinhos abafados deixaram o mais velho louco, que colocou ainda mais força e velocidade nos movimentos, arregaçando sua bucetinha.
â Eu nĂŁo quero escutar a sua voz, entendeu? Eu quero escutar somente os seus gemidinhos enquanto eu usufruo dessa buceta. â Louis falou rouco. Ela virou o rosto a tempo de ver ele apoiar a outra perna que estava no chĂŁo junto com a outra na beira da cama, colocando os joelhos por fora das suas pernas trĂȘmulas a impossibilitando de se abrir ou se esquivar.
Louis abaixou o tronco e se aproximou de seu rosto, ela gemeu dengosa a partir do momento em que sentiu o abdĂŽmen forte encostar em suas costas suadas, o mais velho afastando os cabelos grudados de seu rosto antes de beijar sua bochecha molhada pelas lĂĄgrimas.
Ela soltou vårios gemidinhos finos, tentando abafå-los no colchão. Os seus peitinhos sendo friccionados na colcha da cama conforme seu corpo impulsionava para cima, sentiu Louis passar as mãos por baixo do seu corpo, agarrando os seus peitinhos e os apertando enquanto pegava impulso para meter com mais precisão, usando o agarre para trazer seu corpo em direção as estocadas.
â NĂŁo cara, eu fui descer para beber ĂĄgua e acabei escutando uns barulhos, vim conferir se tava tudo bem.
â Eu estava vendo vĂdeo no meu celular, acho que me empolguei no volume, foi mal. â ele respondeu alto, voltando a estocar o quadril na bucetinha quente da garota, sentindo o gemidinho abafado que ela deu. Os olhos azuis revirando pelos estĂmulos que o buraquinho tenso fazia no seu pau.
Ao escutar os passos se distanciando, Louis se afastou do corpinho tremulo, puxando seu pau vermelho do interior quente e retirando as pernas que estava em volta das pernas dela, alisando a bunda macia enquanto olhava a bucetinha judiada e vermelha piscando, manchada com um pouco de sangue. Louis viu o momento em que o corpo fraquejou completamente fraco, ele pegou na cintura dela e a fez deitar de ladinho, a bundinha completamente empinadinha em sua direção.
â VocĂȘ vai continuar sendo boa para mim? Vai deixar o papai gozar dentro da bucetinha que o pertence? â ele proferiu rouco, levantando a perna esquerda dela para encaixar mais fĂĄcil a glande na xoxotinha molhada. Ela gemeu baixinho ao escutar Louis se chamando daquela forma.
â Segura a perna para mim, huh? â ele pediu baixinho, vendo quando a mĂŁo delicada da garota segurou por trĂĄs da perna esquerda, a erguendo e pressionando o joelho na lateral de seu busto, ficando abertinha para Louis que voltou a meter o cacete na sua bucetinha.
Ela sentiu dois dos dedos dele esfregarem seu grelhinho furiosamente, causando um barulho molhado. A nova posição fazendo ela gemer alto, sentindo sua grutinha queimar enquanto recebia as estocadas potentes de Louis.
Louis deu uma risada com a ingenuidade da garota, provavelmente ela estava sentindo vontade de esguichar e confundia isso com a vontade de fazer xixi. â TĂĄ tĂŁo gostoso assim que vocĂȘ quer esguichar, bebĂȘ?
A expressĂŁo de Harriet se tornou confusa, nĂŁo compreendendo o que Louis quis dizer, mas nĂŁo teve muito tempo para pensar nisso quando no momento seguinte ele pĂŽs a mĂŁo em cima da sua que estava segurando sua coxa, a fazendo abrir mais a perna enquanto metia diretamente no seu pontinho doce, ele voltou a esfregar rapidamente seu grelhinho agora com os quatro dedos e tudo isso foi demais para ela.
â O papai sĂł vai enfiar um pouquinho para gozar, princesa. Fica quietinha. â ele sussurrou, os olhos brilhando de excitação ao ver as lĂĄgrimas molharem a bochecha corada, voltando a meter com força, os movimentos lisos conforme o gozo da garota molhava seu cacete, facilitando no deslizar.
Os gemidinhos dengosos e sensĂveis que harriet soltava foi o estopim para Louis. O gemido grosso ecoando pelo quarto quando ele gozou em jatos longos e grossos na xoxotinha quente, seu quadril metendo lentamente no buraquinho que pulsava freneticamente ao redor do seu pau para prolongar a sensação gostosa, vendo o rosto angelical destruĂdo abaixo de sĂ.
Se retirando com cuidado de dentro dela, ele se sentou nas panturrilhas vendo a xotinha completamente vermelha. O clĂtoris e os lĂĄbios da bucetinha completamente esfoladinhos, o buraquinho usado pulsava compulsivamente e completamente molhado com o gozo branquinho escorrendo do interior. A visĂŁo fez Louis apertar o pau com força, vendo o estrago que causou na garota.
ApĂłs ter ajeitado harriet, ele mesmo se limpou e colocou outra calça moletom, se posicionando ao lado da garota, o colchĂŁo afundando levemente sob seus corpos. Ele apagou a luz do abajur, deixando o ambiente iluminado apenas pela luz fraca da lua que entrava pela janela. Louis a puxou delicadamente para mais perto, envolvendo-a em um abraço Ăntimo.
Louis não demorou a adormecer, os corpos entrelaçados, o calor um do outro mantendo-os próximos durante a noite inteira.
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Na manhã seguinte, Harriet foi a primeira a acordar. Ela piscou os olhos lentamente, sentindo o sol matinal tocar sua pele. Foi só quando tentou se mover que percebeu que Louis estava com um braço em volta de sua cintura, mantendo-a firmemente junto a ele. Ela olhou para trås, encontrando-o ainda adormecido, a expressão tranquila e serena.
Quando Louis começou a se mexer, ainda meio sonolento, ele a apertou mais contra si, murmurando algo inaudĂvel antes de abrir os olhos devagar. Ao perceber que ela estava acordada, um sorriso preguiçoso curvou os lĂĄbios dele.
â Bom dia. â ele disse, a voz rouca e grave, tĂŁo irresistĂvel quanto o prĂłprio.
â Bom dia. â Harriet respondeu, sentindo o coração bater mais forte.
Louis afastou uma mecha de cabelo do rosto dela, ainda com aquele sorriso tranquilo. â Espero que vocĂȘ saiba, Harriet, que depois disso eu nĂŁo vou te deixar fugir de mim.
Ela riu baixinho, encostando a testa na dele. â Eu nem quero fugir.
Ele sorriu, a puxando para um selinho suave, e Harriet soube, sem sombra de dĂșvida, que estava exatamente onde deveria estar.
No entanto, em um local escuro, no ponto alto da cidade, havia uma presença que observava a movimentação das pessoas, Ă procura de sua prĂłxima vĂtima. Olhando minuciosamente, ele notou uma mulher distraĂda no celular, usando fones de ouvido. A poucos metros atrĂĄs dela, um homem movia-se estranhamente veloz, vestindo um moletom preto com capuz que cobria boa parte do seu rosto, olhando para os lados, certificando-se de que estavam sozinhos.
Quando estava prestes a executar seu plano, algo o puxou para cima com uma força inexplicåvel, rapidamente impedindo-o de gritar quando sentiu sua boca ser bloqueada por uma mão grande e pesada. Ele tentou descobrir quem estava o prendendo pela gola, mas, devido à escuridão da noite, sua visão era inferior e isso o deixou aterrorizado.
â P-por favor, deixe-me ir⊠â o homem implorou. â Juro que nada direi a outra pessoa!
â Tsc, tsc. Realmente pensas que sou ignorante a ponto de nĂŁo saber o que estava tramando? â indagou uma voz rouca. â Perseguindo a jovem, e agora implorando por misericĂłrdia?
Harriet sabia desde a infĂąncia que seria jornalista ou algo do gĂȘnero. Sua mĂŁe sempre a incentivou a perseguir seus sonhos, e apĂłs muitos anos esforçando-se e obtendo boas notas na escola, ela conseguiu ingressar em uma faculdade prestigiada. Entre tantas dificuldades e horas sem dormir, ela finalmente se graduou. E atualmente, aos 24 anos, trabalhava em uma emissora como jornalista investigativa, apresentando seu prĂłprio programa em horĂĄrio nobre.
Enquanto discutiam sobre a viagem, ela organizava suas malas, dispondo o que era mais importante para os dias que visitaria, priorizando agasalhos, meias e botas, pois havia a possibilidade de nevar.
Ao terminar de arrumar a mala, ela verificou se nĂŁo havia esquecido de nada e, ao confirmar que nĂŁo, fechou a mala com grande facilidade e rapidez.
Harriet partiria para o aeroporto Ă s 9h do dia seguinte, sentindo-se extremamente ansiosa, nĂŁo entendendo se era por estar viajando sozinha ou por seu lado investigativo, ansiando por desvendar mais uma histĂłria. Apesar desse sentimento, ela seguiu sua noite como podia, pediu comida e assistiu um filme, permitindo que o tempo avançasse. Ao verificar o relĂłgio, jĂĄ passava das 23h. Revisou sua bolsa, certificando-se de que possuĂa seus documentos e passaporte. Pouco tempo depois, ela estava deitada em sua cama, preparando-se para dormir, e aproveitou para carregar seu celular, apagando o abajur durante o processo.
â Sabe⊠desde pequena eu ouço a respeito da lenda da criatura que ataca Ă noite, mas nunca tive a coragem de me aproximar daquele local â a idosa aparentava estar amedrontada. â Por isso, peço encarecidamente que nĂŁo vĂĄ Ă noite e tome muito cuidado com o Monstro da Noite.
â Uau⊠â foi tudo o que conseguiu dizer, boquiaberta com o cenĂĄrio daquela sala. Era um cĂŽmodo extenso, pouco iluminado, exceto pelo sol refletido pelas janelas, com enormes prateleiras que atingiam o teto, repletas de diferentes cores e tamanhos.
Ela depositou o âlivroâ sobre a mesa e arrastou a cadeira para mais perto do mĂłvel, acomodando-se em seguida. Soltou um suspiro profundo ao abrir o âlivroâ e confirmou que de fato nĂŁo possuĂa um tĂtulo. Aquilo pareceu-lhe incomum, mas tirou as conclusĂ”es quando percebeu que se tratava de um diĂĄrio.
Enquanto folheava o diĂĄrio, ela descobriu que pertencia a um homem chamado Louis Tomlinson, nascido em 24 de dezembro de 1902, portanto, 26 anos a partir da data da Ășltima pĂĄgina do caderno.
Ela parou para raciocinar apĂłs atingir a metade do diĂĄrio, sentindo-se muito curiosa e confusa ao mesmo tempo com o desenrolar da histĂłria.
Ao olhar para a janela, assustou-se ao ver que estava totalmente escuro lĂĄ fora. Ela pĂŽs o diĂĄrio em sua bolsa e caminhou pela casa, verificando novamente se estava completamente sozinha, pois ainda sentia como se estivesse sendo vigiada.
Como uma boa curiosa, ela resolveu investigar a origem do ruĂdo, nĂŁo sem antes ligar a lanterna que estava na bolsa. Em passos lentos, ela voltou novamente Ă biblioteca, examinando minuciosamente cada recanto do cĂŽmodo, terminando por nĂŁo encontrar nada. No entanto, ao se aproximar da porta, um ruĂdo se fez presente outra vez no local e, rapidamente, guiou a luz na direção do som, suspirando aliviada ao perceber que era um dos enfeites que havia caĂdo de uma das estantes.
Com um movimento lento, virou apenas a cabeça e seus olhos se prenderam ao rosto dele, examinando cada detalhe como se buscasse decifrĂĄ-lo. E foi entĂŁo que notou algo estranho â um brilho vermelho. Sutil, perigoso, dançando em suas Ăris azuis como uma faĂsca prestes a incendiar.
Harriet piscou, o coração martelando em seus ouvidos.
Eu vi aquilo... ou foi apenas coisa da minha cabeça?
No entanto, a dĂșvida se desfez em um instante, quando ela voltou a olhĂĄ-lo por completo e se deparou com algo que fez seu estĂŽmago despencar. O homem encontrava-se agora perigosamente prĂłximo, a apenas trĂȘs passos dela. NĂŁo havia som de movimento, nem sombra que denunciasse como ele havia cruzado a distĂąncia entre eles tĂŁo rapidamente. Ele estava simplesmente ali, como se tivesse se materializado.
â Curiosa e destemida... â o homem murmurou, exibindo um sorriso que era tudo menos reconfortante. Sua voz possuĂa um peso hipnĂłtico, como se cada palavra tivesse sido cuidadosamente esculpida para prender sua atenção. â Ou seria apenas teimosia?
Ele avançou devagar, quase arrastado, as mãos nos dois bolsos de sua calça social, como se saboreasse o desconforto que provocava.
â A coragem pode ser tĂŁo perigosa quanto a ignorĂąncia, minha cara jornalista â falou o homem, as palavras pingando como veneno. â E aqueles que se inclinam demais sobre o abismo correm o risco de serem consumidos por ele.
Harriet sentiu o peso de sua presença intensificar-se. A distùncia entre eles parecia se estreitar ainda mais, apesar de ele não ter se movido.
Ele inclinou levemente a cabeça, como se analisasse a pergunta, seus olhos cintilando com algo que ela não conseguia identificar.
Poder? Divertimento? Fome?
â Talvez eu seja a faĂsca... â murmurou o homem, sua voz tĂŁo baixa que parecia fundir-se ao ambiente. â Ou, quem sabe, algo muito pior. Deixo-lhe a sorte de descobrir.
Harriet nĂŁo recuou, mesmo quando ele avançou mais um passo. Agora estavam tĂŁo prĂłximos que apenas trĂȘs passos dela seriam suficientes para que seus corpos se tocassem. A curiosidade pulsava em suas veias, superando qualquer temor. Ainda assim, era impossĂvel ignorar a sensação de estar Ă beira de algo maior e mais ameaçador do que poderia compreender.
Era intrigante como ele, um completo estranho, despertava nela algo tão visceral e intenso. Nem mesmo nos primeiros encontros com seus ex-parceiros sentiu tal curiosidade ou atração imediata.
â Se estĂĄ tentando me assustar, sinto lhe dizer, mas vocĂȘ terĂĄ que se esforçar mais â Harriet provocou, mesmo que a adrenalina percorresse seu corpo como um aviso.
â NĂŁo preciso assustĂĄ-la, Harriet... â ele disse, a voz como um sussurro mortal. â O que reside em ti jĂĄ cumpre este papel por mim.
Ela sentiu o peso de suas palavras como uma bofetada. Ele sabia. Sabia que ela estava em conflito entre a racionalidade e o instinto, entre o desejo de fugir e a atração inexplicåvel que a mantinha aprisionada ali como nunca antes.
Harriet foi a primeira a se mover, a sensação esmagadora pressionando seu peito, sua consciĂȘncia deixando-a surda por um instante. Por fim, suas botas ressoaram pelo chĂŁo como um aviso silencioso, ela parecia curiosa ao explorar mais o local.
O perfume do sangue de Harriet atingiu o homem como um golpe inesperado. Era um aroma singular, impossĂvel de ser descrito por palavras mortais â uma mistura de doce e selvagem, pulsando com a energia vital que ele hĂĄ muito tempo deixara para trĂĄs. Aquele aroma o envolvia, invadia sua mente como uma melodia hipnĂłtica que insistia em tocĂĄ-lo em ĂĄreas que ele acreditava estarem esquecidas para sempre.
Ele observou enquanto ela caminhava pelo cÎmodo, cada movimento dela parecia intensificar aquele perfume, deixando-o ainda mais inebriado. Seus olhos fixaram-se na delicada curva do pescoço, onde a pulsação dela chamava sua atenção como um farol na vasta escuridão.
A mandĂbula dele se contraiu, os caninos pressionando suavemente sua lĂngua enquanto ele tentava controlar o desejo crescente de reivindicar o que o instinto indicava ser seu.
O homem riu baixinho, o som reverberando como um trovĂŁo contido. Ele deu um passo Ă frente, e a maneira como sua silhueta parecia crescer na obscuridade fez o coração de Harriet bater mais rĂĄpido â ele podia ouvir, claro como um tambor em meio ao silĂȘncio.
â Francamente, senhorita... â a voz dele era como um sussurro que parecia ecoar por todas as direçÔes. â Quem, em perfeito discernimento, desejaria residir em um lar âamaldiçoadoâ como este?
Harriet virou-se para encarå-lo de frente, os olhos desafiando o brilho inumano nos dele. No entanto, ela ainda sentiu a tensão no ar, como se o espaço ao seu redor estivesse sendo moldado pela vontade dele.
â Eu â a palavra saiu firme, mas o coração dela falhou uma batida, e o homem exibiu um sorriso, satisfeito.
Harriet mal teve tempo para reagir quando o homem se aproximou. Em um instante, ele estava diante dela, tão perto que o espaço entre eles parecia inexistente. A presença dele envolvia-a como uma sombra viva, e o frio sobrenatural que emanava de sua pele parecia cortar o ar quente do ambiente.
Ele inclinou a cabeça, seus olhos traçando o contorno do rosto dela antes de se dirigirem ao pescoço exposto. A pele dela parecia resplandecer sob a luz suave, convidativa. Seus olhos fixaram-se na delicada clavĂcula que escapava da blusa sem alças. Ele sorriu, mas nĂŁo era um sorriso afĂĄvel, havia algo predatĂłrio naquele gesto, algo que fez Harriet corar violentamente.
Ela tentou se recompor, desviando o olhar, mas sua voz saiu hesitante, trĂȘmula.
â VocĂȘ⊠nĂŁo estĂĄ necessariamente preocupado por eu ter entrado aqui? â ela perguntou, sem ter clareza sobre o que queria ouvir. Parte dela tinha consciĂȘncia de que deveria estar receosa, mas o magnetismo dele desarmou-a completamente.
O homem soltou um riso baixinho, um som profundo e rico que parecia vibrar dentro dela.
O toque dele era suave, mas devastador. A pele de Harriet parecia arder sob a pressĂŁo dos dedos dele, e cada centĂmetro que ele percorria provocava um rastro de arrepios. Quando os dedos do homem finalmente tocaram a curva de seu pescoço, ela nĂŁo conseguiu evitar fechar os olhos por um instante, absorta naquela sensação intoxicante.
â VocĂȘ nĂŁo devia... â ela tentou falar, mas a voz morreu quando ele deslizou as pontas dos dedos pela pele macia de sua garganta.
O homem curvou-se ainda mais, o rosto quase tocando no dela, e Harriet prendeu a respiração.
â NĂŁo devia? â ele sorriu contra o ouvido dela, e o calor de sua respiração, tĂŁo contrastante com o frio de sua pele, a fez estremecer. â Diga-me, senhorita, qual razĂŁo a impede de se afastar?
Harriet nĂŁo respondeu. NĂŁo podia. Seus pensamentos estavam confusos, enevoados pelo efeito que ele exercia sobre ela.
â DĂȘ-me â ele sussurrou, a voz saindo quase como um gemido, tĂŁo repleta de desejo que Harriet sentiu as pernas vacilarem novamente. â Anseio pelo seu consentimento.
EntĂŁo, ele pousou os lĂĄbios a poucos centĂmetros da curvatura do pescoço dela. Quando ele suspirou profundamente, ela sentiu o calor de seu ar, misturado com algo mais â uma fome palpĂĄvel, quase tangĂvel. Por um momento, a mĂĄscara controladora dele pareceu escorregar, revelando uma intensidade que a deixou atordoada.
â Para lhe provar... â ele murmurou, a voz rouca, enquanto suas mĂŁos escorregavam pela cintura dela, segurando-a firmemente.
Harriet arqueou levemente o corpo, inclinando-se em direção a ele, como se estivesse sob algum tipo de encantamento. Seu pescoço parecia ansiar pelo toque dele, mesmo que sua mente tentasse gritar um alerta que ela não conseguia ouvir.
â Eu⊠nem sei seu nome â ela disse, a voz fraca, enquanto olhava para ele com os olhos desfocados. â Como posso confiar em vocĂȘ?
O sorriso que se formou nos låbios do homem era avassalador. Não havia gentileza nele, apenas uma confiança esmagadora e um poder antigo que Harriet mal conseguia compreender.
Ele deslizou os lĂĄbios pela pele dela, sem morder, apenas provocando, como se estivesse no limite de sua capacidade de controle. Harriet soltou um suspiro involuntĂĄrio, seus dedos agarrando a camisa dele, como se o equilĂbrio que buscava dependesse de segurĂĄ-lo firmemente.
E entĂŁo ele parou, seus olhos ardendo como uma luz carmesim enquanto fitava-a.
â Diga-me, Harriet... â ele se inclinou novamente, o tom agora era um comando delicado. â Deseja que eu pare agora?
O homem se posicionou atrĂĄs dela, unindo seus corpos, proporcionando-a automaticamente uma sensação de segurança e familiaridade, como se jĂĄ tivesse sentido esse abraço anteriormente, ao mesmo tempo em que a mistura de medo e prazer fazia-se presente. Ele segurou-a pela cintura e virou-a novamente, mantendo os rostos a centĂmetros de distĂąncia.
â Confesso que almejava sentir o gosto dos teus lĂĄbios⊠â ele passou o polegar no lĂĄbio inferior.
Sem perder tempo, ele finalmente selou os lĂĄbios, beijando-a intensamente, soltando vĂĄrios suspiros ao sentir a maciez da boca dela. Ao aprofundar o beijo, ele introduziu a lĂngua, iniciando uma busca por dominĂąncia que ele alcançou rapidamente sem muito esforço. Era incrĂvel como a jovem estava sensĂvel aos toques. Para ela, o toque e o aperto dos dedos tatuados dele eram como chamas que, ao entrarem em contato com seu corpo, acendiam um fogo dentro de si.
â Ainda melhor do que ousara imaginar⊠â ele terminou o beijo, depositando um selinho no final.
â Permita-me levĂĄ-la a outro lugar⊠â o homem a pegou no colo com uma facilidade incomum, e a jovem deitou-se em seu ombro, fechando os olhos por alguns segundos. Quando os abriu, eles jĂĄ estavam adentrando um cĂŽmodo com uma cama grande e um armĂĄrio requintado no canto. Provavelmente pertencia a ele.
O quarto era grande mas ao mesmo tempo tão acolhedor, atraindo a atenção de Harriet, então ele acomodou-a cuidadosamente na cama.
â E qual seria, entĂŁo, o tipo de quarto que âcombinaâ comigo? â o homem indagou, cruzando os braços. â Um quarto onde as cores escuras dominam e correntes pendem das paredes? Ou serĂĄ que caveiras tomariam o lugar dos livros nas prateleiras? Ă assim que me vĂȘ? â Harriet riu com a indignação dele.
â Mm⊠â sem perder tempo, ela arrastou-o para outro beijo, mas desta vez foi diferente, parecia mais intenso, mais emocional, como se as bocas jĂĄ se conhecessem hĂĄ muito tempo.
Ele aproximou a mĂŁo tatuada do seio e o segurou firmemente, admirando como se encaixavam perfeitamente entre os dedos. Em seguida, o homem fechou os lĂĄbios sobre o mamilo sensĂvel, rapidamente provocando um gemido alto em Harriet, que instintivamente levou as mĂŁos entre os fios lisos do cabelo dele, apertando-os.
Harriet viu-se desorientada quando o homem começou a maltratar o outro mamilo com a mão livre, sem perceber como suas pernas se afastaram para acomodå-lo no meio delas. Ela apenas se deu conta disso ao sentir o membro duro dele pressionando sua xotinha que estava coberta pela calça.
Sem timidez alguma, ela começou a se esfregar nele, que repetiu os mesmos movimentos, sem interromper o ato de maltratar a pele jå vermelha.
â TĂŁo suscetĂvel aos meus toques⊠â ele afastou a boca para ver como a pele estava, sorrindo satisfeito em admiração como se aquilo fosse a porra de uma obra de arte, o que realmente era.
â Hum⊠mais⊠â disse Harriet, perdida entre as sensaçÔes.
Ele se afastou lentamente, puxando-a para a ponta da cama, sem enrolar para remover suas vestes e a calça dela.
Harriet percorreu os olhos pelo corpo forte coberto por belas tatuagens e, ao voltar seu olhar para o homem, pĂŽde perceber novamente a mistura de cores azul e vermelho conforme ele a encarava com desejo.
Ele se ajoelhou no chĂŁo, colocando o rosto entre as pernas dela, e passou o braço sob as coxas grossas, puxando-a para perto, ficando a centĂmetros da calcinha que jĂĄ estava completamente arruinada pelo melzinho.
O homem inspirou profundamente, sentindo o cheiro inebriante dela que estava enlouquecendo-o, necessitando desesperadamente de controle para nĂŁo acabar extravasando.
â Abra bem as pernas â ele exigiu, encarando-a fixamente antes de voltar sua atenção para aquele local. â Ou serei forçado a mantĂȘ-las no lugar. â Concluiu.
Harriet nĂŁo pĂŽde negar que se encantou com a ideia de ser amarrada e subjugada por aquele homem. A ideia lhe agradou, e muito.
Não levou muito tempo para que ele introduzisse mais um dedo, sentindo a cavidade quente apertar em torno deles, na tentativa de expulså-los. Com satisfação, ele observou as reaçÔes da jovem e aproximou o rosto da xotinha, inspirando profundamente, dando um leve sopro que quase a fez fechar as pernas.
Ela tinha a sensação de que poderia quebrar a qualquer momento, mesmo com os mĂnimos toques que aquele homem lhe proporcionava. Era como se seu corpo clamasse por ele, pelos seus toques, pelo seu olhar. O olhar. Harriet sentia arrepios ao ser observada. Aqueles olhos se tornaram escuros, exibindo uma fĂșria que a fez engolir em seco.
O homem a virou na cama, colocando-a de joelhos, o rosto colado nos lençóis macios que a mantinham bem empinada, revelando um pano fino e transparente que cobria uma pequena tatuagem com a escrita âbit meâ. Ele apenas se afastou, observando a jovem naquela posição.
â SenhorâŠ? â Harriet sentiu sua voz falhar, hesitante, como se um simples som pudesse fazĂȘ-lo avançar.
Nada.
Ela sentia o coração martelar forte dentro do peito, como se anunciasse que algo grande estava prestes a acontecer. No entanto, ele apenas continuava ali, observando-a. E ela o encarava, esperando uma reação, mesmo que mĂnima.
â Eu⊠â ela tentou novamente, com um Ășnico fio de voz.
O homem não respondeu de imediato. Ele simplesmente inclinou a cabeça, analisando-a, tal como um predador que observa sua presa prestes a recuar.
Ele levou a mão ao belo rosto dela, tocando o queixo, indicando para que se levantasse. Agora, em posição de quatro, os olhares se conectaram novamente.
Harriet olhou para o homem ao ouvir um gemido rouco, sentindo seu interior se aquecer ao perceber que estava agradando-o. Sem qualquer paciĂȘncia, ele deu uma Ășnica estocada que a fez engasgar e se afastar rapidamente.
â NĂŁo lhe concedi o direito de recuar â os dedos tatuados dele apertaram os fios encaracolados, provocando um pouco de dor. â Quero estes lĂĄbios entreabertos, ou terei de fazĂȘ-lo Ă minha maneira.
Aos poucos, as estocadas começaram, permitindo que ela se acostumasse antes que ele acelerasse o ritmo, ouvindo os barulhos molhados que aquela ação produzia. Ele tombou a cabeça para trås, aproveitando a sensação da boca quente e carnuda envolvendo seu pau.
Finalmente, o homem voltou seu olhar para a jovem abaixo, observando como ela se dava prazer. Aquilo o enfureceu. Harriet percebeu quando ele se afastou de sua boca e, simultaneamente, um tapa foi desferido em sua bochecha.
O homem empurrou-a na cama e posicionou-se em cima dela. Ele afastou completamente as pernas, revelando a xotinha toda babada Ă mostra, observando como o melzinho escorria abundantemente pelo colchĂŁo.
â Hum⊠e-eu⊠â ela sussurrou, perdida no momento.
O homem punhetou o cacete ereto enquanto seus olhos estavam pregados na jovem, observando como estava necessitada. Como ondulava o corpo Ă procura de contato.
Mais contato dele.
Mais dele.
Mas, ele nĂŁo cedia.
â O que desejas? â ele se acomodou entre as pernas dela e esfregou a extensĂŁo dura e rĂgida na vulva, contemplando como ela tremia com os toques. Como a buceta liberava mais mel doce, servindo como lubrificante para o pau do homem, que contraĂa em busca de mais contato, de estar em contato com a carne macia e aquecida.
â Aaaah⊠â Harriet deixou escapar um longo gemido, a cabeça pendendo para trĂĄs enquanto a frustração se acumulava em seu ventre.
Ela estremeceu, um gemido preso na garganta. A lĂngua passou pelos lĂĄbios secos, o desejo fervendo, consumindo, transformando tudo em uma necessidade pura. Harriet tentou mover os quadris, buscando por um contato maior, mas ele segurou seu quadril com força, imobilizando-a com facilidade.
â Por⊠favor⊠â ela implorou com um sussurro.
Harriet arfava, seu peito subindo e descendo em expectativa, e os quadris rolando em busca de mais. Suas unhas cravaram no lençol. Ele agarrou seu pĂȘnis, alisando a cabeça nos lĂĄbios grossos do sexo dela, lambuzando com o lĂquido.
â Mas antes⊠â ele se curvou sobre ela, o peito colando no dela, o calor se espalhando entre os corpos. O hĂĄlito quente roçou na boca de Harriet, mas ele nĂŁo a beijou. NĂŁo ainda. â Antes, diga-me o que realmente desejas⊠anseio por ouvir de teus lĂĄbios. Quero ouvir-te suplicar. Desta forma, serei bonzinho e te usarei como meu depĂłsito de porra, hm?
A pressĂŁo no pescoço aumentou um pouco, obrigando Harriet a manter os olhos fixos nele. Ele desejava ouvi-la, desejava ver sua rendição completa estampada em cada sĂlaba que escapasse de sua boca.
â O que desejas, Harriet?
O coração ressoava, sua mente estava turva pelo desejo avassalador. No entanto, no meio daquela confusão de sensaçÔes, uma certeza era evidente: ela desejava tudo dele. E desejava agora.
â Pensei que vocĂȘ soubesse o que eu queria, senhor⊠â a voz dela saiu baixa, um fio de provocação entrecortado pelo prazer. Harriet exibiu um sorriso, os olhos brilhando em desafio. â Contudo, parece que eu estava enganada.
Harriet arqueou os quadris, esfregando-se contra ele, sentindo aquele volume rĂgido pressionando seu clitĂłris inchado. Um arrepio percorreu sua espinha ao sentir o toque puro, o atrito perfeito que enviava ondas de prazer por todo o seu corpo.
Os dedos do homem apertavam sua cintura com força, um rosnado baixo vibrando em seu peito. O mĂșsculo do maxilar travou, e a tensĂŁo era evidente na maneira como seus olhos a devoravam no escuro. Ele odiava perder o controle â e Harriet sabia disso.
â Aaaah⊠ah⊠â ela apertou novamente os seios, seus quadris trabalhando com mais precisĂŁo e força, fazendo com que o homem soltasse um palavrĂŁo baixo. Ele estava tenso, o controle se dissipando a cada roçada Ășmida contra seu pau jĂĄ sensĂvel, e Harriet podia sentir isso. Ele tinha chegado ao limite.
E ela estava amando cada segundo.
Contudo, no instante seguinte, o homem se moveu. Ele introduziu o pau dentro de Harriet, preenchendo-a completamente. Com um Ășnico impulso que a fez gritar, o orgasmo a rasgou sem aviso, uma onda quente e devastadora, fazendo-a arquear as costas, agarrando-se a ele como se ele fosse sua Ășnica Ăąncora no mundo.
Ele nĂŁo parou. Ele continuou se movendo, entrando e saindo, os mĂșsculos se contraindo ao senti-la se desfazer ao seu redor â quente, apertada, pulsando sem controle.
Os olhos dela estavam abertos, vidrados, e sua boca entreaberta enquanto o prazer fazia seu corpo tremer em espasmos.
â Tua teimosia te custarĂĄ caro â ele murmurou, antes de investir nela com o dobro de intensidade. O impacto a fez se afundar no colchĂŁo, contorcendo-se, delirando, enquanto seus gritos de prazer e gemidos de pura excitação ecoavam pelo quarto e se espalhavam por toda a residĂȘncia.
Movida pelo instinto, ela tentou alcançå-lo, ansiando pelo contato, mas ele se moveu rapidamente. O homem segurou os pulsos dela e os prendeu contra o colchão, dominando-a com facilidade. Harriet soltou um gemido choroso, um som que misturava frustração e desejo, um apelo silencioso para que ele lhe permitisse tocå-lo.
Os olhos dela estavam marejados, um brilho Ășmido refletindo a luz amena do quarto, enquanto lĂĄgrimas escorriam pelo seu rosto jĂĄ ruborizado pelo ĂȘxtase. Todo o seu corpo tremia, vulnerĂĄvel e entregue. Seus seios subiam e desciam com os movimentos intensos, e ele, incapaz de se conter, inclinou-se e abocanhou um deles, sugando vigorosamente antes de mordĂȘ-lo, deixando a pele marcada pelo contorno dos seus dentes.
Ela arfou, um gemido alto escapando de seus lĂĄbios. O ardor da mordida se fundiu ao prazer insuportavelmente doce que pulsava entre suas pernas. No entanto, ele nĂŁo parou.
Ele queria marcĂĄ-la.
Sua.
Inteira.
Queria que, ao amanhecer, cada centĂmetro de seu corpo recordasse a intensidade daquela noite.
â Quero⊠por favor⊠por favor⊠â a voz dela era um lamento desesperado, carregado de desejo e necessidade. Seus dedos se flexionam, buscando alcançar qualquer parte dele, qualquer mĂsero pedaço de pele que possa ser agarrado.
Harriet se contorcia sob ele, puxando as amarras invisĂveis que a mantinham subjugada. Precisava tocĂĄ-lo. Almejava senti-lo. Necessitava puxĂĄ-lo para perto, fundir-se ainda mais a ele.
â Me deixe te tocar⊠por favor⊠â a voz da jovem saiu trĂȘmula, um fio suplicante. Seus olhos, brilhantes e Ășmidos, buscaram os dele, implorando silenciosamente, uma prece muda que se enroscou no peito do homem como uma corrente invisĂvel, atraindo-o ainda mais perto.
Ele a observou por um momento, sentindo o peito subir e descer com a respiração acelerada, notando o poder que exercia sobre ela. Seu controle. Seu domĂnio. E o quanto ela ansiava por ele.
â PersistirĂĄ em desafiar-me, tal como outrora? â sua voz saiu baixa, arrastada, repleta de algo denso e perigoso.
â SeguirĂĄ respondendo-me com tua teimosia, Harriet? â ele pressionou, seus lĂĄbios se curvando em um sorriso carregado de malĂcia.
EntĂŁo, ele parou.
O calor do corpo dele ainda a envolvia, o peso delicioso ainda a mantinha presa contra o colchĂŁo, contudo, seus movimentos haviam cessado. O vazio imediato a fez arfar, o prazer interrompido se transformando em um tormento insuportĂĄvel.
â Senhor⊠â ela choramingou, tentando se mover, buscando qualquer tipo de fricção para aliviar o desespero em sua pele.
No entanto, ele simplesmente a segurou, seus dedos apertando os pulsos ainda presos contra o colchĂŁo, mantendo-a exatamente onde ele queria.
O homem soltou um suspiro rouco ao notar o corpo dela reagindo daquela maneira. TĂŁo entregue, necessitada, tĂŁo Ă beira do abismo, e ainda assimâŠ
â TĂŁo impaciente⊠â ele murmurou, seus lĂĄbios roçando o ouvido dela. â Entretanto, fiz-lhe uma pergunta, Harriet. E desejo uma resposta tua.
Ela mordeu o lĂĄbio com força, tentando conter um gemido de frustração que estava prestes a escapar. Seu corpo tremia sob ele, os mĂșsculos tensionados pelo desejo insuportĂĄvel.
â Eu⊠â a frase saiu falha, quebradiça. Harriet sentiu as lĂĄgrimas de prazer e desespero escorrerem pelo seu rosto.
â ContinuarĂĄ sendo teimosa?
Harriet apertou os olhos com força, sentindo seu peito subir e descer rapidamente, os pulmĂ”es lutando para absorver o ar enquanto o prazer e o desespero se fundiam em seu interior. Ela sabia que estava exatamente onde ele desejava â submissa, necessitada, Ă beira de um abismo do qual somente ele poderia salvĂĄ-la. E, naquele momento, nĂŁo havia nada que ela desejasse mais do que ceder.
â NĂŁo⊠eu⊠eu prometo que nĂŁo â a voz dela saiu trĂȘmula, desesperada, um gemido quebrado entre soluços de puro desejo. â Por favorâŠ
O homem não hesitou. Logo após ouvir as palavras que tanto desejava, ele soltou os pulsos dela e voltou a tomå-la com força.
O impacto a fez arfar, o prazer imediato arrancando um gemido alto de sua garganta. Ele se movia com uma intensidade avassaladora, os quadris chocando-se contra os dela, preenchendo-a completamente, cada investida produzindo sons incontrolĂĄveis que ressoavam pelo quarto.
No entanto, ele queria mais.
Sem aviso, ele deslizou as mãos pelo corpo de Harriet e virou-a de costas, puxando-a para que ficasse na posição de quatro. A jovem mal teve tempo para assimilar antes que ele voltasse a tomå-la, dessa vez de maneira ainda mais profunda e intensa, cada estocada enviando ondas de prazer diretamente para o ventre.
A nova posição fez com que ela soltasse um suspiro, seu corpo tremendo enquanto se ajustava à invasão deliciosa. As mãos do homem agarraram fortemente a cintura dela, puxando-a para perto dele. Cada investida era acompanhada pelo som de peles se chocando, as bolas dele colidindo contra as nådegas dela, provocando uma fricção esmagadora, fazendo-a se contorcer.
Harriet gritou, a sensação era insuportavelmente boa, queimando internamente, deixando-a totalmente Ă mercĂȘ dele. Seu corpo estava tĂŁo sensĂvel, tĂŁo Ă beira do limite, que cada movimento a empurrava ainda mais fundo naquele prazer insano.
Ele agarrou os pulsos de Harriet e puxou-a para trĂĄs, imobilizando-a completamente. O gesto a fez arquear as costas, deixando seu corpo ainda mais exposto a ele, tornando-a ainda mais vulnerĂĄvel â e isso intensificou sua excitação.
E entĂŁo, aconteceu.
O orgasmo a atingiu como uma explosĂŁo, rasgando-a profundamente, arrancando dela um grito tĂŁo alto que preencheu o quarto, atravessou as paredes e tomou conta da propriedade isolada. Seu corpo contraiu-se violentamente, os mĂșsculos pulsando em espasmos incontrolĂĄveis enquanto ela se desfazia ao redor dele, seu prazer inundando os lençóis.
O homem soltou um gemido rouco ao sentir o aperto irresistĂvel ao seu redor, o prazer expandindo dentro dele sem controle. Ele segurou firmemente os quadris dela, enterrando-se uma Ășltima vez antes de se derramar, seu corpo inteiro estremecendo quando longos jatos quentes de porra a preencheram.
Harriet gemeu, sentindo cada contração e cada pulsação do corpo dele dentro do seu, o calor do prazer espalhando-se pelo seu ventre. Seus olhos reviraram para trås e seu corpo ainda tremia, sugando todo o gozo do homem.
Incapaz de conter a sede, a gengiva dele começou a incomodar ao sentir o cheiro daquele belo pescoço, rente aos seus lĂĄbios. Sua pupila dilatou, o azul profundo dos olhos mudou para um vermelho brilhante â perigoso, sedento. A fome se intensificou, e antes que pudesse se afastar, ele olhou para a clavĂcula dela, observando as veias suculentas que transportavam aquele lĂquido vermelho pelo corpo.
Os caninos cravaram o belo pescoço, sugando o lĂquido espesso, sentindo o gosto adocicado no paladar do homem. Os apertos na cintura da jovem aumentaram, como se ele precisasse prendĂȘ-la a si mesmo.
Harriet soltou um grito prolongado, uma dor invadiu seu corpo, mas rapidamente se converteu em um nĂvel extremo de dopamina que ela nunca tinha sequer experimentado. Aquilo provocou um tremor violento por todo o seu corpo, mas em poucos segundos, de forma mĂĄgica, ela relaxou. Sua mente se perdeu no mais profundo limbo. Ela sentiu seus olhos pesados e, sem muito esforço, fechou-os, entregando-se Ă escuridĂŁo.
Os olhos de Harriet se abriram lentamente, completamente desorientados, tentando focar a visão embaçada em algum ponto e recordar-se de onde estava. Vagarosamente, ela apoiou o cotovelo no colchão, buscando um apoio para se acomodar. Sentia seu corpo fraco, como se ainda precisasse descansar.
Ela olhou em volta e percebeu que ainda era noite, o relĂłgio na mesinha ao lado indicava que eram 4h da madrugada.
â Vejo que, enfim, estĂĄ desperta, senhorita â a cabeça dela girou rapidamente em direção Ă voz rouca, identificando aquele homem parado na janela â totalmente nu â com um meio cigarro entre os dedos tatuados.
â O que⊠aconteceu? â a pergunta de Harriet foi tĂŁo baixa que seria quase impossĂvel de ouvir.
â Ah, tu desmaiaste, meu bem â ele deu uma tragada, soltando a fumaça pela boca.
As lembranças de algumas horas retornaram Ă mente de Harriet. Seu corpo e mente totalmente entregues a ele, as provocaçÔes, a aura totalmente dominante â o forte orgasmo e a dorâŠ
â O queâŠ? â ela se perguntou baixinho para si mesma, notando o sangue seco.
â EstĂĄ ciente da histĂłria deste lugar, Harriet? â ele indagou com uma voz curiosa. â Como o povo local se vĂȘ aterrorizado por uma presença que espreita na escuridĂŁo, Ă espera de sua prĂłxima vĂtimaâŠ
â Penso que deverias ouvir mais os conselhos de uma mulher mais velha, pois sĂŁo bem sĂĄbias.
Como ele sabia?
â ComoâŠ? â a voz dela saiu trĂȘmula, apesar de tentar manter a neutralidade.
â Minha querida, Blodros â a voz firme do homem invadiu o cĂŽmodo, provocando um tremor na jovem. Ele tinha esse efeito sobre ela. â Estou sempre Ă frenteâŠ
O coração de Harriet batia fortemente dentro do peito, enquanto seu semblante refletia o medo e a tensão.
â Algum dia, jĂĄ contaram-te sobre vampiros, minha cara, Harriet? â ele segurou o cigarro entre os dedos.
â Sim... â Harriet mordeu o lĂĄbio inferior. â Afinal, sou jornalista investigativa.
â Isto me agrada, pois ficaria encantado em me apresentar como se deve... â e aquela aura autoritĂĄria dele retornou. â Sou Louis Tomlinson, um dos primeiros vampiros que a humanidade conheceu. â Um pequeno sorriso surgiu em seus lĂĄbios. â E, para muitos, sou o Monstro da Noite.
Se vocĂȘ chegou aqui, muito obrigada por ter lido. Essa one foi muito difĂcil de se escrever, passei por muitos bloqueios criativos mas finalmente te consegui terminar. Se quiserem mandar alguma crĂtica construtiva ou alguma ideia de plot, podem me chamarâ€ïž
- Me desculpe, docinho. Tive um imprevisto com minha mĂŁe, foi de Ășltima hora. - Ele se desculpou, parando no ponto e entĂŁo se virando para o garoto. - Vou estar aqui para te levar todos os dias. Prometo que nĂŁo vai mais acontecer.Â
- Espero que, Lou. Minhas manhĂŁs sĂŁo melhores com vocĂȘ.Â
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Louis e Harry estĂŁo separados a mais de 4 anos, e eles decidem - pelas crianças - fazerem uma viagem de famĂlia para um resort. E as coisas mudam completamente em uma noite.
[Avisos: harry intersex, breeding, leve humilhação, espanhola, e muita cena fofa com as crianças.]
â„ïž
O garotinho de 6 anos de idade soltava uma risada gostosa toda vez que o pai o pegava e o jogava no ar, o deixando no chĂŁo novamente e correndo atrĂĄs dele em seguida.
â O papai vai te pegar! â Louis dizia em voz alta enquanto corria atrĂĄs do seu filho, sem contar a risada quando o mesmo tropeçou e caiu de bunda no chĂŁo, soltando uma risada infantil gostosa.
â Tudo bem garotĂŁo? â Louis perguntou ao garotinho, levantando-se e o pegando no colo rapidamente, ajeitando sua blusinha com um desenho do hulk na frente.
â Sim papai eu tĂŽ bem. â Isaac o respondeu, ganhando um beijinho na bochecha gordinha. Suas pequenas mĂŁozinhas segurando com força na camisa preta de Louis enquanto seguiam para a cozinha.
As coisas nĂŁo estavam exatamente boa entre os dois. Era difĂcil ouvir os filhos perguntando repetidamente se "o papai vai voltar a morar com a gente mamĂŁe?" Ou entĂŁo "papai, o senhor vai voltar morar lĂĄ em casa?" Enfim.. eram apenas crianças que queriam ver os pais juntos novamente.
Louis e Harry tinham terminado a uns 4 anos atrĂĄs, quando a filha mais nova do casal nasceu. Pra falar a verdade eles nĂŁo estavam exatamente juntos quando a garota estava perto de nascer, mas ainda moravam juntos.
Então depois de muitas noites de discussÔes e reconciliaçÔes com sexos brutos e sujos, Ivy nasceu. Bom, aconteceram muitas coisas depois disso, e depois de um tempo Harry não aguentava mais aquele clima tenso e pesado que ficava em casa, e ela não conseguia lidar com tudo aquilo estando gråvida e tendo que cuidar de uma criança.
â Quero mamĂŁe.. â Isaac resmungou no colo de Louis, quando ele entrou na cozinha vendo Harry sentada na mesa enquanto alimentava Ivy. Ela olhou pra si por cima do ombro, aquele olhar que Louis conhecia muito bem.
â VocĂȘ caiu amor, se machucou? â Harry perguntou cuidadosa.
â Cai mas papai me pegou, tĂŽ bem mamĂŁe. â Ele respondeu olhando para a irmĂŁzinha que tinha a mĂŁozinha direita nos seus cabelinhos cacheadinhos enquanto a outra apoiava no peito da mĂŁe enquanto bebia sua vitamina no seu copinho da moana.
Isaac chegou perto do pai tocando nas suas pernas e tendo os olhos dele sobre si em seguida.
â Ăgua papai. â Louis acenou pegando o copo do homem aranha do filho no armĂĄrio e colocando ĂĄgua em seguida, dando nas pequenas mĂŁozinhas do garoto vendo-o beber. Ele entregou o copo ao pai quando bebeu tudo e correu de volta para a sala, para brincar com seus diversos brinquedos.
Louis se aproximou de Harry, vendo quando ela colocou a filha sonolenta no colo enquanto limpava a boca da garotinha com um paninho.
â Fala logo eu sei que vocĂȘ tĂĄ doida pra reclamar. â Louis começou cruzando os braços sob o peito, se encostando na parede.
â Essas suas brincadeiras vĂŁo acabar machucando o Isaac. Eu jĂĄ te disse isso. â Harry reclamou, a irritação era palpĂĄvel na sua voz.
â VocĂȘ que sabe Louis. â Harry disse revirando os olhos, indo em direção Ă sala.
Louis bufou passando as mĂŁos nos cabelos, estava irritado e tudo o que queria era que as coisas fossem como antes, ele sentia falta de Harry, falta de ser uma famĂlia com ela, com as crianças.
Ele esperava que as coisas mudassem naquela viagem.
(...)
â Onde pensa que vai assim? â Foi o que Louis perguntou quando viu Harry sair do banheiro. Ele estava sentado na cama do casal - Louis nĂŁo dormia ali pra falar a verdade - enquanto observava os dois filhos brincando em cima dela, quando Harry saiu apenas de biquĂni e um shortinho curto praiano.
â Vou tomar um sol na piscina, cuida das crianças pra mim? â Ela perguntou nĂŁo parecendo muito interessada em dar satisfaçÔes ao ex-marido.
Harry franziu o cenho, observando a feição irritada e ciumenta de Louis. Ela o conhecia tão bem. Se aproximou do ex-marido vendo quando ele abaixou o olhar para os seus seios.
â VocĂȘ nĂŁo decide se eu saio ou nĂŁo sozinha Louis, e nĂŁo, nĂŁo vamos sair todos juntos. Eu preciso de um tempo pra mim. â Ela disse levemente irritada pela atitude ciumenta de Louis.
â Olha isso.. â Louis disse olhando pros peitos grandes de Harry â Todos vĂŁo olhar para vocĂȘ, e vocĂȘ sabe muito bem que eu odeio isso Harry.
â Caralho vocĂȘ tĂĄ me irritando. â Ele disse virando o rosto pros seus filhos que brincavam, sem se importar com os pais discutindo ali â Por favor.. vamos todos juntos sim? â Ele pediu, vendo Harry revirar os olhos.
â NĂŁo, eu vou sozinha. Cuide das crianças, eu nĂŁo vou demorar. â Ela se afastou de Louis indo na direção dos filhos, se despedindo com beijinhos e cheiros.
As coisas nunca iam mudar pelo visto, e mesmo que Harry tentasse não cair no charme cafajeste e sedutor de Louis, ela nunca conseguia, seu coração sempre falava mais por si do que a sua mente.
Quando ele se aproximou Louis automaticamente colocou seus olhos no menino, tirando seus fones de ouvido para ouvir o que filho estava dizendo.
â Brinquedo papai? â Ele perguntou apontando para a esteira, se aproximando curioso. Louis rapidamente diminuiu a velocidade e desligou o aparelho, mandando o filho se afastar.
â VocĂȘ tem que ficar andando filho, o papai vai te segurar pra vocĂȘ nĂŁo cair tudo bem? â Ele disse segurando os dois braços de Isaac que concordou com a cabeça, sorrindo ao ver a esteira andando sob seus pezinhos.
â Mais rĂĄpidooo! â O garotinho pediu animado, Louis sorriu colocando na velocidade 3 sem deixar de segurar o filho com cuidado, enquanto a criança corria na esteira.
â Eu sou mais rĂĄpido que o papai â O menino disse alto, seus pequenos pezinhos correndo sem parar na esteira. Seu cabelinho jĂĄ colando na testa devido ao suor.
â Ae moleke? Quero ver se corre mais que isso. â Louis disse divertido aumentando a velocidade para 7. O garotinho gritou sorrindo e antes que ele caĂsse Louis parou a mĂĄquina pegando-o no colo e o jogando pra cima, a risada infantil e gostosa ecoou pela academia vazia, fazendo o coração do pai babĂŁo esquentar.
â Mais, mais, mais!!! â Isaac gritava quando Louis o colocou no chĂŁo, pegando sua garrafa de ĂĄgua e bebendo para se hidratar.
â Ă melhor nĂŁo filho, eu tĂŽ cansado e se sua mĂŁe souber...
â Souber do que Louis William? â Ele se engasgou com a ĂĄgua virando o rosto e vendo Harry parada na entrada da academia, segurando a mĂŁozinha de Ivy que parecia muito entretida no seu pirulito.
â MamĂŁe! MamĂŁe! Papai me deixou brincar de correr no chĂŁo que anda. â Foi o que ele ouviu ao sentir o olhar cortante de Harry na sua direção, ele engoliu a seco, sabendo que vinha mais uma reclamação.
Ă, as vezes Louis parecia uma criança, com medo da mĂŁe (Harry).
Horas mais tarde e todos eles estavam em um restaurante luxuoso perto do resort. Todos bem vestidos. Ivy estava com um vestidinho branco e no seus cabelinhos loiros um lacinho adoråvel da mesma cor, suas mãozinhas com a unhas pintadas de rosa. Isaac estava com uma calça preta e uma blusinha da burberry, suas pequenas perninhas balançando na cadeira enquanto comia.
Harry estava elegante em um vestido da cor vinho, suas belas pernas lisas e grossas a mostras e seus peitos grandes em destaque pelo decote, que era devorados pelo olhar de Louis.
E Louis estava perfeito como sempre. Uma calça preta simples e uma camiseta de gola alta preta, elegante e um total gostoso na opinião de Harry, que se segurava para não soltar um suspiro a cada minuto, ela amava quando ele usava gola alta..
â TĂĄ gostoso princesa? â Harry a perguntou, limpando a boquinha suja de molho.
â Sim mamĂŁe, eu quero suco. â Ela pediu, seus lindos olhos verdes brilhando na direção da mĂŁe, que atendeu seu pedido a ajudando a beber o suco de limĂŁo. Sem conter o sorriso quando a garota fez uma careta.
â E entĂŁo, contem para a mamĂŁe como foi o dia de hoje, se divertiram? â Harry perguntou aos filhos, sem deixar de notar o olhar de Louis sobre si, pra falar a verdade ela nunca ia se acostumar com aqueles olhos azuis mirando com tanta atenção seus detalhes, era uma coisa que Harry sempre amou em Louis.
â Simm o papai me deixou brincar na academia e depois andou de bicicleta comigo! â Isaac disse animado, suas covinhas como toda sua boca suja de molho. Louis sorriu carinhoso.
â Muita cansada de hoje meu bem? â Louis a perguntou limpando a boca de Isaac. A meninha piscou os olhos verdes pesados, sorrindo.
â Sim papai, mamĂŁe e eu tivemos um dia de belza â Ela disse confiante arrancando uma risadinha dos pais, pela forma que falava as palavras emboladas por conta do sono.
â Beleza? â Ela confirmou, Louis se aproximou da garotinha pegando a mĂŁozinha dela e vendo as unhas pintadas.
â Ficou lindo filha. VocĂȘ estĂĄ tĂŁo linda quanto a sua mĂŁe.. â Ele disse desviando os olhos para Harry que sorriu de lado expondo uma covinha.
â Com certeza amor.. com certeza. â Louis acenou mandando um olhar safado a Harry que sorriu negando com a cabeça, ajudando o filho a comer.
Depois de algumas horas, eles decidiram voltar para o resort. As crianças estavam cansadas e não demoraram muito a pegar no sono, então assim que chegaram e as trocaram os pais colocaram elas no quarto.
â Boa noite amores da minha vida. Eu amo vocĂȘs. â Louis disse dando um beijo demorado na cabecinha dos dois filhos sonolentos. Observando Harry fazer o mesmo antes de sair do quarto.
â MamĂŁe ama vocĂȘs. Durmam bem. â Foi o que Harry sussurrou para os filhos, ajeitando eles direitinho na cama e deixou mais beijinhos carinhosos por todo o rostinho deles e saiu do quarto deixando a porta entreaberta.
â Muito cansada? â Ele perguntou cruzando os braços.
â Muito.. vocĂȘ nĂŁo tem ideia. â Harry disse no tom irĂŽnico, quando revirou os olhos e seguiu para seu quarto, pronta para tomar um banho e aliviar a sua tensĂŁo sexual. Antes que entrasse no quarto sentiu seu braço ser agarrado sem força por Louis, que lhe virou de frente pra si, agarrando sua cintura em seguida, Harry arfou colocando as mĂŁos no peitoral malhadinho do ex-marido.
â Aonde pensa que vai hm? â Ele perguntou, seu sorriso ladino sem sair do rosto.
â Descansar.. sabe relaxar. â Harry aproximou-se da orelha de Louis sussurrando baixinho: â Eu tĂŽ com tanto tesĂŁo, acho que preciso me aliviar.
â TĂŁo convencido.. â Harry sorriu, mordendo os lĂĄbios.
â Ah vocĂȘ sabe que sim, e sabe ainda melhor que sĂł eu sei cuidar de vocĂȘ babe. â Ele abaixou a voz â SĂł eu sei te fazer gozar bem gostoso no meu pau. â Harry deixou um gemido escapar dos seus lĂĄbios, ela nĂŁo conseguia evitar, sempre amou a forma que Louis a tratava no sexo, as coisas que ele falava a deixava tĂŁo molhada. E ela sabia que ele gostava disso.
â P-por favor.. â Ela pediu suspirando, Louis sorriu tirando a mĂŁo do rosto de Harry e descendo para a cintura, sentindo logo depois os braços dela nos seus ombros.
â Minha putinha. â Louis sussurrou, deixando um selinho molhado nos lĂĄbios de Harry, ela abaixou a gola da camiseta de Louis arranhando sua nuca de leve e sem aguentar mais a provocação, colou suas bocas juntas.
O gosto do vinho que tinham pedido mais cedo era palpĂĄvel nos lĂĄbios dos dois, e Harry grunhiu durante o beijo sentindo a lĂngua habilidosa de Louis chupar a sua com força. Ela sentiu saudade daquele beijo e daquela pegada.
Louis puxou o lĂĄbio inferior devagarinho, passando a lĂngua em seguida para aliviar a dor, deixando um selinho demorado em Harry antes de mergulhar a lĂngua na boca dela novamente, ela que apertava sua nuca e arranhava enquanto Louis apertava a sua cintura com força. Ele empurrou Harry para a parede que afastou a boca da sua para respirar, abrindo os olhos verdes e vendo a boca vermelha e o sorriso ladino de Louis. Sentindo sua xotinha piscar a visĂŁo.
â TĂŁo deliciosa.. que saudade eu estava da sua boquinha gostosa amor. â Ele sussurou fazendo os pelinhos dos braços de se Harry arrepiarem, ele se aproximou de si de novo deixando um beijo no canto dos suas lĂĄbios vermelhos e falando baixinho perto do seu ouvido: â Eu quero muito te comer bem forte no chuveiro, o que acha?
â Sim.. eu quero tudo de vocĂȘ Louis â Harry confessou suspirando sentindo a respiração quente de Louis que beijava todo seu pescoço com devoção â Me come hm? Daquele jeitinho que sĂł vocĂȘ sabe amor. â Ela disse baixinho passando as mĂŁos nos cabelos de Louis que se afastou sorrindo.
Ele segurou na sua mĂŁo e abriu a porta do quarto, a trancando em seguida. Depois seguiriam para a suĂte grande do quarto luxuoso, Harry se apoiando na pia com um sorrisinho safado vendo Louis fechar a porta, quando se aproximou de si de novo começando uma nova sessĂŁo de beijos.
Harry puxava a camiseta de Louis para cima durante o beijo, ele que logo se afastou a tirando e a jogando longe. Ela nĂŁo conseguiu evitar descer o olhar pelo corpinho malhadinho, as tatuagens em um contraste perfeito no corpo dourado, e o volume do pau grande jĂĄ bem visĂvel na calça preta.
â Gostando da vista? â Louis perguntou convencido, Harry concordou com a cabeça mordendo os lĂĄbios.
â Gostoso.. â Ela falou baixinho. Louis sorriu, subindo a mĂŁo para as coxas grossas de Harry, abaixando o olhar e vendo os peitos que tanto amava na sua frente.
â Sente saudades de quando eu mamava nos seus peitos bem gostoso? â Ele pergunta baixinho, continuando a subir a mĂŁo para dentro do vestido de Harry, que por onde sentia a mĂŁo de Louis molhava-se ainda mais. â Ou melhor.. â Ele chega na calcinha de renda de Harry sem conter o sorrisinho quando ela fecha os olhos e joga a cabeça pra trĂĄs, sentindo sua mĂŁo tocando no grelinho duro â De quando eu fodia eles com o meu pau?
â Awn Louis.. â Harry geme necessitada, ela apoia as mĂŁos nos ombros firmes do ex-marido, sentindo o dedo dele roçando gostosinho no seu clitĂłris sensĂvel.
â Impressionante Harry.. nĂŁo importa quanto tempo passe, vocĂȘ sempre vai ser tĂŁo sensĂvel aos meus toques. â Ele passou o nariz na clavĂcula cheirosa de Harry subindo pelo pescoço e se deliciando com a respiração ofegante dela no seu ouvido â Uma vadia tĂŁo necessita por um pau. â E Harry abre os olhos quando ele se afasta, tirando a calça. Harry faz o mesmo começando a tirar o seu vestido, ansiosa.
Quando os dois estĂŁo nus, Harry lança um olhar safado a Louis que envolveu seu pau grande com uma mĂŁo se masturbando vendo a xotinha gordinha de Harry, ele levantou o olhar pros olhos verdes falando autoritĂĄrio: â Pro chuveiro. Agora.
Harry nem exitou em ir rapidamente, entrando no box grande e espaçoso, ela ligou o chuveiro sentindo o jato forte de ågua bater no seu corpo quente, fechando os olhos e aproveitando, sabendo que Louis a observava.
Harry mordeu o låbio se virando e empinando sua bunda molhada na direção de Louis, ouvindo ele suspirar pesado. Ela sorriu safada rebolando devagarinho enquanto a ågua molhava seu corpo, uma cena quente pra caralho.
â Gosta assim amor? â Ela passou a mĂŁo pela bunda dando um tapa forte na pele molhada. Louis aumentou a velocidade da punheta gemendo baixinho com a visĂŁo.
â VocĂȘ vai rebolar assim no meu pau? â Ele perguntou ofegante.
â Primeiro baby.. â Ela disse tocando nas coxas fortes â Eu quero que vocĂȘ foda meus peitos. â Deu uma lambida na glande vermelha, vendo Louis travar o maxilar. â E depois.. eu vou rebolar e vocĂȘ vai me comer bem gostoso contra o box. â Harry sorriu sentindo um tapa de leve na bochecha, Louis segurou nos seus cabelos molhados masturbando o pau bem prĂłximo do seu rosto e batendo com ele na bochecha rosada de Harry.
â Fique quieta e abra a porra da boca. â Ele mandou vendo Harry acenar. Ela fez o que foi pedido e abriu a boca para Louis, que enfiou seu pau dentro pra deixĂĄ-lo bem molhadinho. Depois ele saiu posicionando o pau no meio dos peitos de Harry, ela que o apertou entre eles.
â Porra.. â Ele gemeu começando a estocar pra cima, tudo deslizava facilmente por causa da pele molhada de Harry que tinha os olhos vidrados em Louis que mordia os lĂĄbios gemendo baixinho.
Louis apoiou uma mão do lado do pescoço de Harry, começando a estocar com mais força pra cima. Ela que com uma mão apertava suas bolas e a outra apoiava em sua cintura, olhando pra si com tesão.
â Vai amor, fode meu peitos hm.. â Harry disse quase em um gemido, o que fez Louis revirar os olhos e dar um tapa com força na sua bochecha rosada. Harry choramingou com a ardĂȘncia, sorrindo em seguida para o ex-marido.
â Porra sua puta, me olha assim de novo que eu vou gozar nesse seu rostinho lindo. â Louis gemeu quando Harry deu uma lambida na cabecinha sensĂvel do seu pau, lhe encarando daquele jeitinho de novo.
â Oh caralho.. â Ele jogou a cabeça pra trĂĄs tirando seu pau do meio dos peitos de Harry, se masturbando rĂĄpido na lĂngua quente da putinha gulosa. Gozando minutos depois na boquinha de Harry e nos peitos grandes molhados.
â Sempre delicioso.. â Harry falou depois de um tempo, se levantando e sendo empurrada pra debaixo do chuveiro, onde Louis a beijou com vontade sentindo seu prĂłprio gosto.
Harry alcançou o pau de Louis o masturbando levemente para deixå-lo duro, o que não demorou muito. Logo em seguida ela subiu arranhando o abdÎmen saradinho de Louis que se afastou lhe lançando um olhar cafajeste, Harry sentiu sua xotinha contrair com isso.
â Me fode vai. â Ela pediu manhosa, Louis apenas virou Harry com brutalidade sob o vidro do box. Ela apoiou as mĂŁos atrĂĄs das costas como se estivesse algemada, Louis se masturbou abrindo a bunda molhada de Harry e esfregando seu pau duro e molhado na entradinha que se contraia ansiosa.
â Owwn Louis! â Harry gemeu quando ele entrou de vez, começando a estocar. Louis segurou nos seus braços, enquanto Harry tinha a bochecha escorada no box molhado do banheiro, sua respiração ofegante batendo contra o vidro junto com o barulho dos corpos se chocando sob a ĂĄgua do chuveiro.
â Sim Louis.. fode a sua puta vai own! â Harry contraiu a xotinha no pau de Louis que grunhiu excitado estocando com força e sem parar enquanto gemia rouco.
Os corpos molhados se chocavam com força em baixo do chuveiro, a ågua caia no peitoral de Louis e na bunda grande de Harry que batia com força na virilha dele, enquanto os dois gemiam entregues demais ao momento.
â Porra â Louis gemeu â Boa pra caralho. â Harry se molhou ainda mais gemendo. Ela apoiou uma mĂŁo no vidro descendo a outra pro seu grelinho onde esfregou com força.
â Goza pra mim que eu vou te encher de porra. â Ele disse rouco â VocĂȘ quer isso? Quer que eu te engravide de novo sua puta? â Perguntou beijando as costas de Harry.
â S-sim porra.. me enche de porra Lou, goza bem gostoso dentro de mim awwn â Harry falou gemendo alto quando Louis estocou com força mais trĂȘs vezes gozando dentro de si fortes jatos de porra quente. Harry gozou em seguida rebolando no pau de Louis quando esguichou sentindo suas pernas tremerem e o pau de Louis pulsando dentro de si.
â Preto papai! Eu quero preto!! â Â A voz de Isaac ecoou no quarto do casal. Estavam todos ali na cama, eram umas oito da noite e enquanto Louis pintava as unhas de Harry, Isaac e Ivy entraram no quarto querendo brincar com os pais, entĂŁo todos decidiram pintar as unhas.
Louis sorriu para o filho acenando. Tinha se passado trĂȘs noites do ocorrido com Harry e as coisas estavam boas. Eles ainda nĂŁo tinham conversado sobre o que aconteceu, mas em algum lugar dentro deles os dois sabiam que jĂĄ estavam juntos novamente.
â Pra combinar com a mamĂŁe! â Ivy sorriu olhando pras suas unhas pintadas de vermelho.
â Isso mesmo, minha princesa. â Harry alisou os cachos da filha desviando os olhos pro filho e Louis que pintava a unha de Isaac com dedicação. Seu coração apaixonado aquecendo pela cena.
â Pronto filho, gostou? â Louis perguntou quando terminou. Isaac sorriu banguela concordando depois se aproximou da mĂŁe e irmĂŁ, Louis fez o mesmo.
Independente de tudo eles eram uma famĂlia, e tanto Louis quanto Harry iriam lutar para fazer dar certo. E conseguiriam, porque o amor sempre vence no final.
â as chaves de acessoâ falou entregando os cartĂ”es pro homemâ eu saio desse turno as 20:00â falou se inclinando na mesa e o homem sorriu
â espero te ver depois das 20 entĂŁoâ falou e a garota mordeu o lĂĄbio inferiorâ eu preciso de uma chave mestra, dessas que eu sei que vocĂȘ tem aĂ nessa gavetaâ falou e a garota o olhou de soslaio
era de longe a mais bonita entre todas elas, o rosto angelical, o cabelo cheio de cachos, a boca cheinha, os olhos verdes, a cintura fininha, a bunda empinadinha e dois grandes seios quase escapando do biquĂni pequenininho
louis queria reparar em todos os detalhes daquele corpo mas quando viu o piercing no umbigo ele decidiu desviar o olhar por que sabia que aquele seria um jogo perigoso
a bunda redondinha no biquĂni cavado deixando pouco pra imaginação
Louis queria ver o que o biquĂni escondia, ele queria aquela mulher
ĂĂĂĂ
Louis bocejou saindo do elevador, era quase duas da manhĂŁ e ele estava voltando da boate que foi com os seus parceiros de banda
ele nĂŁo estava bĂȘbado, nĂŁo podia se dar o luxo de uma ressaca, mas estava um pouco alto
preferiu voltar pro hotel sozinho, sabia que podia ter uma garota amanhĂŁ e aĂ nĂŁo teria que lidar com ter que fazer ela sair do seu quarto jĂĄ que ele teria que ir pra outra cidade
pegou a chave do seu quarto colocando na porta de nĂșmero 369 mas a trava digital nĂŁo funcionou fazendo ele franzir o cenho e bufar
a droga da chave estava com defeito, pegou a chave mestra e colocou contra a fechadura que destravou com um clique
ele entrou no quarto fechando a porta em silĂȘncio e tirando os sapatos antes de acender a luz e arregalar os olhos
â que porra?â falou ouvindo os gemidos manhosos que ficaram ainda mais altos quando a garota o viuâ Harry? o que vocĂȘ tĂĄ fazendo no meu quarto?â falou olhando pro teto tentando se focar em qualquer coisa que nĂŁo os gemidos e o barulho molhado da mĂŁo da garota trabalhando
Louis baixou o olhar rapidamente vendo a dois dedos entrando e saindo rapidamente da buceta gordinha que estava babando um monte
â porraâ falou baixinho apertando seu caralho por cima da calça jeans
com um olhar breve ele percebeu que aquele quarto nĂŁo era o seu mas ele nĂŁo poderia se importar menos quando ouviu seu nome por entre os lĂĄbios maltratados
â loueh me ajuda, eu nĂŁo consigoâ gemeu frustrada e o homem engoliu em seco vendo agora ela beliscar o prĂłprio clitĂłris enquanto massageava um dos seios com a outra mĂŁo
â porraâ falou voltando os dedos pra bucetinha gulosaâ eu pensei tanto nisso, seu pau parece tĂŁo gostoso e tĂŁo grande, eu teria dado pra vocĂȘ lĂĄ em cima na piscina se vocĂȘ tivesse pedido, eu deixaria vocĂȘ me comer na frente de todo mundoâ falou e Louis gemeu abrindo o zĂper da calça e massageando o pau por cima da cuecaâ me deixa ver ele, me deixa sentir por favorâ falou e Louis revirou os olhosâ me fode loueh, acaba comigo papai
e entĂŁo em um piscar de olhos louis estava encima da garota, a mĂŁo dele foi ĂĄgil em levantar as duas mĂŁos da garota na altura do rosto
ele chupava como se sua vida dependesse disso e talvez dependesse, talvez o Ășnico jeito da sua vida ter sentido fosse mamar naqueles peitos deliciosos
ele massageou ao redor enquanto chupava e mordia o peitinho, ele intercalava entre os dois as vezes apertando forte as vezes mamando de vagar
â tĂŁo molhada, olha que bucetinha mais gostosa, toda babando pelo meu pauâ falou passando o dedo indicador por toda a abertura dos grandes lĂĄbios sorrindo a cada suspiro
abriu a grutinha com os dedos sorrindo quando viu o grelinho saltado e a fendinha vermelha pela brincadeira que a garota fazia a pouco tempo
assoprou o grelinho logo mordendo fraquinho e a garota tremeu sem parar de gemer
â p-papai por f-favorâ implorou choramingando e Louis riu
â o que vocĂȘ quer filhote? pede que o papai te dĂĄâ falou e a garota choramingou levantando o quadril tentando algum contatoâ nĂŁo seja uma garotinha caprichosa, pede pro papaiâ falou deixando pequenos selares na virilha da garota
â papai por favor me chupa, cai de boca na minha bucetinha, tĂŽ toda molhadinha pra vocĂȘâ falou e Louis sorriu ladino
harry gemia alto apertando os prĂłprios peitos enquanto sentia a lĂngua de Louis trabalhar na sua grutinha
â p-papai preci-ciso de maisâ falou e Louis sorriu colocando mais um dedo ali
tomlinson mantia um ritmo forte e rĂĄpido que deixava a garota louca, ela rebolava contra os dedos no seu interior sempre indo de encontro com eles
a boquinha aberta com um mantra de maismaismais saindo enquanto os olhos verdes mal podiam ser vistos por trĂĄs do escuro da pupila
â p-papai eu v-vou gozarâ falou empurrando o rosto do homem contra a bucetinha sufocando Louis daquela forma e o mais velho nem ao menos se importava
Louis aumentou a velocidade dos dedos chupando aquele pontinho com gosto mas foi quando ele puxou o grelinho entre os dentes mordendo ali que a garota gozou
ela esguichou contra o rosto do garoto tremendo o corpo inteiro e prendendo o rosto de Louis entre as coxas, o corpo espasmando de tanto prazer, os olhos revirados e a boca aberta
Louis sorriu tomando cada gota da libertação da garota, lambendo bem o lugar e deixando a buceta limpinha
ele colocou as duas mãos na cinturinha da garota virando ela e trocando a posição deixando ela de bruços
â vocĂȘ rebolando essa bunda gostosa enquanto saia da piscina quase me colocou em problemas, tudo que eu conseguia pensar era em vocĂȘ rebolando no meu pauâ falou apertando ambos os lados da bunda farta dando visĂŁo do cuzinho da garota
â nĂŁo papaiâ falou olhando por cima do ombro vendo o sorriso cheio de intençÔes do mais velho
â papai pode comer seu cuzinho? vai ser tĂŁo gostoso, vou te fazer sentir tĂŁo bemâ falou manso tentando fazer a garota aceitar
â a-acho melhor nĂŁo, dĂłiâ falou sentindo o dedo de Louis brincar com a bordinha do seu bumbum
â nĂŁo quer ver o papai feliz? achei que era uma boa garotaâ falou com um ar decepcionadoâ e se eu comer sua bucetinha e te fazer gozar bem gostoso e depois vocĂȘ deixar o papai brincar com seu rabinho?â falou fazendo sua carinha de pidĂŁo, as sobrancelhas juntas, os olhinhos azuis implorativos, um biquinho manhoso
â sim, boa garota do papaiâ falou hipnotizada na aura de Louis, ela faria qualquer coisa
Louis tombou a cabeça arqueando a sobrancelha e metendo de uma vez
a garota gemeu alto sentindo toda sua buceta se alargar ao redor daquele pau
ele nĂŁo deu tempo pra garota se acostumar entrando e saindo rapidamente indo fundo e forte fazendo a garota gritar a cada investida
Louis grunhiu levantando os quadris da menina e colocando alguns travesseiros embaixo antes de voltar a foder ela com toda sua força
harry mantia a boca aberta gritando e babando por todo o travesseiro, as mãozinhas apertando o lençol e os olhos revirados
â vocĂȘ nĂŁo pediu? agora aguenta sua putaâ praticamente rosnou puxando os fios da nuca da garota pegando impulso pra foder ela cada vez mais forte
o barulho molhado daquela buceta gordinha engolindo seu pau sĂł incentivava Louis a ir mais forte dando tudo de si em acabar com aquela mulher
ele sorriu pra marca arroxeada dos seus dentes em contraste com a pele branquinha e deu um tapa forte na região fazendo a garota soluçar de tesão e inconscientemente tentar se afastar
â nĂŁo se mexe porra, vocĂȘ pediu e agora eu sĂł vou parar quando vocĂȘ tiver chorando e me implorandoâ falou segurando a garota e batendo de novo no mesmo local
â mais papaiâ chorou e Louis riu com escĂĄrnio
â goza pro papai, goza no meu pauâ falou no ouvido da mais nova enquanto uma mĂŁo brincava com o clitĂłris inchado e a outra massageava o peitinho dela
e como se louis fosse dono do seu orgasmo ela revirou os olhos gemendo alto e gozando por toda a cama
â uma garota tĂŁo boaâ Louis grunhiu ouvindo os soluços escaparem da boca bonita, nada o deixava mais excitado do que aquela vadia chorando no seu pau