❤️🔥♡ྀི ₊ Spank me, please
"Louis nunca imaginou que sua melhor amiga pudesse lhe dar alguma chance. Até descobrir todas as coisinhas que Harry gostava de fazer escondida."
(está é a parte 2 da one Pick me, please)
> Parte 1
Inspiração de uma ask anônima!
tags:
- Spanking (muito)
- Humilhação (leve, eu acho?)
- Daddy kink
- Gagging + Cum
- Harry fetus&louis frat
- Dacrifilia
- aftercare (de lei)
- Não chega a ser um CNC, mas tem algumas coisinhas...
palavras: bucetinha, grelinho, xoxota, cacete, rabinho, putinha, papai, etc...
ᥫ᭡
POV LOUIS
Já tinham alguns dias que Harry andava me evitando.
Não saberia dizer se é proposital, e muito menos o que se passa naquela cabecinha. Mas eu percebi que isso começou em algum dia que ela voltou mais cedo do balé sem eu precisar ir busca-la. Desde então, ela vem agido... diferente.
Não tenho mais a oportunidade de abraçar sua cinturinha fina e cheirar os cachinhos arrumados, por algum motivo, ela sempre arruma uma desculpa para se afastar quando tento toca-la e me aproximar. Não se deita comigo no sofá para vermos algum filme agarrados por baixo do cobertor, e muito menos me deixa deslizar a mão pela sua coxa enquanto a acomodo do meu lado.
Os beijos doces de despedida que eu recebia na bochecha toda vez que ela saia também pararam, suas manhas e necessidade de esconder o rosto na curva do meu pescoço de repente viraram algo absurdo.
Eu não sou nenhum pouco idiota, sei que a forma como nos tratamos é estranha e diferente demais para dois melhores amigos. Mas Harry nunca pareceu se importar em me deixar acariciar sua cintura, cheirar seus cachos e beijar sua bochecha por tempo demais. A iniciativa de mudar nosso comportamento também jamais iria partir de mim. Não quando tudo que eu mais queria era arrancar aquelas roupas do corpo dela e experimentar o quão apertada sua bucetinha gulosa deve ser.
Eu sempre acreditei que minha melhor amiga era doce e inocente demais para ter essas segundas intenções, então me contento em aproveitar o máximo que posso de sua inocência, e claro, busco outros métodos para aliviar meu tensão por Harry.
A ideia de gravar vídeos íntimos surgiu da minha mente ardilosa quando Harry me contou que adorava se gravar enquanto dançava. Com sua voz doce e mansa, ela não notou a forma que meu pau endureceu no moletom quando ela disse que estava mais flexível e conseguia abrir mais as pernas.
Claro que ela obviamente falava sobre alguma posição do balé, e em dias comuns eu prestaria atenção em cada detalhe que ela me contava, mas acontece que naquele dia ela estava absurdamente gostosa vestindo um conjuntinho de academia e tudo que eu consiga pensar era segurar suas coxas e comer sua xoxota bem gostoso.
Nunca neguei que Harry era o meu tipo ideal, e sempre buscava garotas um tanto parecidas com ela para foder de vez em quando. Acontece que depois que eu passei a postar vídeos meus na internet, eu passei a ser um pouco conhecido para quem prestasse atenção, principalmente quando eu dava o azar de acabar na cama de alguma garota que reconhecia as minhas tatuagens. Em um desses péssimos dias, uma das garotas ficou interessada e perguntou se podia participar. Incrivelmente, isso me viciou.
Não posso dizer que já estive totalmente satisfeito alguma vez na cama, sei que só iria me sentir assim com Harry - o que eu também estava conformado que nunca iria acontecer. Então tinha os meus métodos, eu focava constantemente nos cachos castanhos e as vezes nos seios cheios que lembravam os que eu sempre quis. Todas as garotas com quem eu fodi, eu imaginava Harry naquela situação. Somente assim para eu gozar, infelizmente.
Eu pensava em como seria enfiar meu pau todinho na sua bucetinha gorda, nos peitinhos gostosos roçando no meu rosto, nos gemidinhos manhosos que ela soltaria. Na forma como ela iria implorar e ronronar no meu colo desesperada por um orgasmo. Eu não seria nada delicado, e eu sei que ela iria gostar.
Porra, eu me lembro bem de como aquela bucetinha pequena era gostosa. No dia que encontrei ela se empinando todinha, toda peladinha e exposta, apenas com aquela toalha minúscula que ela usava. Era quase insuportável conviver com ela e seu jeito provocante.
Minha boca salivou e meu pau fisgou na minha cueca apenas por olhar a xoxota carnudinha e extremamente vermelha. Eu tive que me masturbar três vezes depois que ela saiu de casa até me aliviar por imaginar o quão apertadinha ela deve ser. A imagem dela nunca saiu da minha mente. Eu não tinha certeza se ela tinha me escutado, ou se sabia o que eu estava fazendo naquele dia. Mas, de qualquer forma, eu venho notado um comportamento peculiar vindo de uma gatinha tão inocente.
Harry anda me evitando, sim, mas quando acaba que eu consigo pega-la desprevenida e a agarrar por trás, eu sinto o corpo inteiro dela se estremecer. Ela passa horas no quarto, trancada, e quando sai, está com as bochechas coradas, os cachos molhados depois de um banho quente e sua pele avermelhada. E eu noto o quanto ela anda sensível - muito mais do que ela já, se é que isso é possível.
Me parece sujo demais deduzir o que Harry anda fazendo as escondidas, e por isso fica tão envergonhada quando me vê e eu pergunto se esta tudo bem. Mas é excitante demais a ideia que minha gatinha esteja fazendo coisas inapropriadas, e se aliviando sozinha.
Na quarta-feira a noite acontece algo que me prova quase tudo que eu estou pensando. Harry saia de um banho quente e demorado, suas bochechas estão coradas, pele avermelhada e vejo que ela esta ofegante e sonolenta. Ela já esta de pijama, vestindo um conjuntinho rosa. Minha mente traçando possibilidades do que ela poderia estar fazendo dentro daquele banheiro. A observo se dirigir para a cozinha alheia a qualquer coisa ao seu redor. Ela não percebe quando eu me aproximo dela e agarro sua cintura, a fazendo pular de susto e tentar de afastar. Mas eu não deixo, a puxando mais para mim, e abraçando sua cintura.
- L-Lou! - ela morde os lábios apreensiva e se vira para mim. Suas mãozinhas pousando no meu peito e seus cachos na altura do meu queixo. - V-você me assustou...
- O que você tem, Haz? - Aperto sua cintura de propósito, somente para vê-la estremecer e morder os lábios enchidinhos. - Parece que anda vendo o bicho-papão
- N-não! Não é nada, Lou. O que você esta dizendo?
Ver ela gaguejar e sorrir nervosa faz a minha mente viajar por tantos cenários impróprios. Me sinto um merda por deixar meu olhar escapar pros seus seios gostosos subindo e nascendo na minha frente, por ela estar ofegante. A ideia de que eu posso ter deixado ela molhada me tira o juízo.
- Só estive pensando... - aproximo nossos rostos e sinto sua pele por cima do pijama queimar no meu toque. - Você tem sido uma gatinha tão manhosa, fiquei preocupado que algo tivesse acontecido. Não tem nada pra me contar?
Vejo os olhinhos verdes se arregalarem levemente, sua bochecha queimar e pequenas lágrimas se acumularem no canto dos seus olhinhos. Harry nega sutilmente com a cabeça e sua reação só deixa meu pau mais duro na minha cueca.
- N-nao... Lou, não t-tenho. - ela engole seco e eu passo alguns segundos a encarando, me deliciando da sua expressão toda chorosa e dengosa nos meus braços.
- Ótimo, gatinha. Vou ir deitar. - digo por fim, finalmente soltando seu corpo e não resisto em apertar suas bochechas antes de ir para o quarto, a deixando sozinha na cozinha.
ᥫ᭡
É sexta-feira novamente, então, apesar do afastamento de Harry e de como as coisas andam mais intensas, é nosso costume eu vir buscá-la no balé e irmos para casa assistir filmes enquanto tenta me convencer de comer a pipoca doce de caramelo que ela sempre faz.
Por isso, me encontro caminhando pelos corredores do estúdio de dança que ela tem aula, indo em direção a sala de ensaio. Já passa um pouco mais das sete e meia, então sei que sua aula já acabou e ela provavelmente está se trocando.
Não pretendo provocá-la me intrometendo em sua aula somente para vê-la vestindo seu conjuntinho de balé com suas coxas roliças se apertando tão deliciosamente naquela meia calça rosa. Ela fica absurdamente gostosa e eu adoraria rasgar aquela meia de tecido delicado. Harry me tira completamente o juízo e eu preciso me controlar para não ficar de pau duro no meio do corredor.
- Louis! Que surpresa.... - Não evito um suspiro pesado ao ouvir a voz melodramática me chamando e me viro lentamente para encarar a garota parada no batente da porta.
- April. Oi. - Não tento ser agradável e nem um pouco educado, sei que Harry não esta por perto para eu ter que me forçar uma simpatia que não tenho.
Sei muito bem que April tenta flertar comigo em todas as oportunidades possíveis, e se fosse qualquer outro cara já teria caído nos encantos dela, mas não comigo. Desde o dia que Harry me confessou o quanto a loira é antipática com a minha gatinha, eu não faço muita questão de tentar simpatia. Loiras não fazem meu tipo de qualquer forma.
Cachos são o meu tipo. Cachos castanhos, lábios gordinhos e covinhas e olhos verdes.
- O que faz aqui? - ela morde os lábios e se aproxima de mim, sorrindo de um jeito que me dá tédio.
- Estou procurando a Harry. - digo rápido e observo seu sorriso mudar para um mais sarcástico e isso me irrita. - Já são sete e meia.
April me olha um pouco confusa por alguns segundos e depois murmura um som de entendimento e ri baixinho. Me controlo para não revirar os olhos e sair andando atrás da minha gatinha.
- Sim, mas... não teve ensaio hoje, nossa professora precisou se ausentar. - ela diz como se fosse óbvio e balança a cabeça. - Harry não te avisou?
A informação me atinge como uma água fria e eu esfrego os dedos nos meus olhos fechados com força. As lembranças de hoje pela manhã chegando na minha mente. Harry em uma camisola pequena demais. Seus cachos estão bagunçados e bochechas coradas. Ela esta sonolenta e caminha na minha direção esfregando os olhinhos. Ela diz alguma coisa sobre consulta médica, ensaio adiado e morango no café da manhã.
Mas tudo que eu consigo prestar atenção é em suas coxas grossinhas expostas, no contorno dos seus peitinhos gostosos no decote e no seu bumbum arrebitado rebolando de volta para seu quarto quando ela nota meu olhar nada discreto no seu corpo.
- Droga... eu esqueci disso. - April ainda esta me olhando de um jeito estranho e eu aceno para ela. - Certo, eu já vou indo, então.
- Esta... tudo bem, Louis? - Ela diz novamente com intenção na sua voz. - Digo, entre você e Harry...
- Como assim? - franziu o cenho e a expressão da loira agora é como se ela estivesse preocupada. - Claro que estamos bem.
Sei que minha frase soa mais como se estivéssemos em um relacionamento, mas eu não me importo.
- Ah, você sabe... Lou, eu fiquei preocupada se Harry tivesse se incomodado com o que eu disse. - Ela ri baixinho e passa os olhos pelo meu corpo.
- Do que você está falando? - digo impaciente pela possibilidade dessa garota ter magoado minha gatinha de novo e por seu olhar em mim.
- Eu sei que ela é toda tímidazinha e tal, mas eu disse que ela não precisava ter ciúmes, não é? - ela se aproxima devagar e sua mão se ergue para tocar meu braço. - Afinal, vocês são melhores amigos e... são apenas alguns vídeos.
O entendimento cai em mim e fecho os olhos com força.
Harry descobriu.
Estou fodido.
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Sempre pensei na possibilidade de simplesmente contar a Harry tudo que eu sinto por ela. Abrir meu coração e meus sentimentos. Ser totalmente sincero. Já planejei inúmeras vezes como abordar o assunto e comentar sutilmente sobre, mas, todas as vezes que as palavras estavam quase saindo de mim, algo me para.
Seja no dia em que ela me contou em ligação que teve seu primeiro beijo com um garoto da sala de biologia - eu estava em semana de provas da universidade, então não pude dirigir até nossa cidade e quebrar a cara do garoto. Sorte dele, acredito. Ou quando éramos crianças e ela me chamava de irmão-de-alma enquanto segurava minha mão e deitava sua cabeça no meu ombro. Sempre parecia que tinha algo impedindo que eu pudesse falar sobre como me sentia.
Sempre que deitamos juntos no sofá, Harry em cima de mim enquanto eu mexo no seus cachinhos bagunçados, e penso que talvez seja a oportunidade perfeita, mas, todas as vezes, nossos olhos se cruzam por alguns segundos e então ela se afasta com alguma desculpa de que precisa ir ao banheiro ou buscar água. Depois de todas as tentativas falhas de demonstrar meus sentimentos, eu coloquei na minha cabeça que talvez Harry não tenha tanto interesse em mim, então eu tentei seguir em frente. Mas claro, isso nunca deu certo. Nem mesmo todas as garotas iguais a Harry que existem no mundo, poderiam se igualar a minha Harry. A minha gatinha.
A minha gatinha que agora eu descobri que anda vendo meus vídeos fodendo com outras garotas escondida. Tento ficar irritado, desconfortável ou até mesmo chateado com a situação. Mas tudo que me vêm na mente a imagem da Harry toda excitadinha me vendo foder com outras. Meu pau endurece na calça jeans enquanto em ando apressadamente o corredor do nosso prédio, em direção ao nosso apartamento.
A medida que me aproximo da porta eu checo os bolsos da minha jaqueta e solto o ar pela boca ao perceber que esqueci a chave. Mesmo com os meus pensamentos sobre Harry, meus vídeos e ela excitada ainda claros em minha mente, eu pego o celular e mando uma mensagem perguntando se ela esta em casa. Bato algumas vezes na porta e sem resposta, aguardo alguns minutos.
É estranho que ela esteja demorando para visualizar as mensagens e não tenha escutado a porta bater. Ela não estar em casa não é uma possibilidade também, considerando que é uma sexta a noite e ela não teve aula de balé, não teria motivos para minha gatinha estar em outro lugar que não seja seu quarto uma hora dessas.
Sem paciência e ansioso para encontrá-la agora que sei seu segredinho, disco seu número e escuto chamar algumas vezes. Na terceira, ela atende e eu posso jurar sentir meu pau endurecer só de ouvir a voz dela.
- Lou? - ela suspira audivelmente na ligação e sua voz sai fraca.
- Gatinha, onde você tá? - questiono e ouço ela se mexer do outro lado da linha.
- Ahn... E-em casa. Por que?
- Pode vir abrir a porta pra mim? Eu esqueci minhas chaves.
Ouço um suspiro surpreso e ela murmura algo apressada e desliga. Mais alguns segundos e porta se abre revelando a imagem mais pecaminosa da minha vida. Harry está vestindo mais um dos seus pijaminhas que me deixam maluco; um shorts curtinho rosa e uma blusa de botão branca marcando o biquinho dos seus peitos subindo e descendo a medida que eu percebo que ela esta ofegante. Minha menta dá um estalo ao constatar o que ela fazia sozinha no quarto. Seus cachos bagunçados e bochechas rosadas só reforçam minha teoria.
- Não me ouviu bater, gatinha? - questiono quando entro fechando e trancando a porta atrás de mim.
Observo a minha gatinha tentar ajeitar os cabelos para trás e cruzar os braços enquanto suspira com os lábios vermelhos.
- D-Desculpa, Lou... eu estava, hum, estava... vendo série. - ela morde os lábios e me olha com uma carinha pidona, que ela só faz quando esta mentindo e quer me convencer de algo.
- Série, é? - riu baixinho e ela assente murmurando, caminho pela sala deixando minhas coisas na móvel sob o olhar atento dela. - Estava no estúdio agora. Fui te buscar pensando que tinha aula.
- Louis! Não acredito, eu te avisei hoje... - ela finalmente ri baixinho desacreditada e se encosta na lateral do sofá.
- Eu sei, fui no automático e nem me lembrei do que você falou hoje cedo. - Volto para ela e não sou nada sutil quando meus olhos descem por todo seu corpo. - Acho que estava distraído com outras coisas.
Demoro um pouco mais meu olhar em suas coxas roliças e expostas, pensando no quanto eu gostaria de tocá-las. Harry percebe meu olhar e a vejo pressionar uma perna na outra, enquanto fica vermelha de vergonha. Ela esta molhada, e eu sei disso.
- Q-que coisas?
A observo engolir seco e ignoro sua pergunta enquanto me aproximo, nossos corpos alguns centímetros de distância e agora ela parece ter mais dificuldades para respirar. Não sei o que se passa nessa cabecinha, mas eu sei que estou causando alguma coisa nela, e isso já basta pro meu pau latejar nos meus jeans.
- Sabe... encontrei a April e ela comentou umas coisinhas... - deixo a frase morrer no ar, só pra ver a reação da minha gatinha.
Harry trava. O corpo inteiro dela dá um micro choque, como se eu tivesse encostado um fio elétrico na sua espinha. Os dedos apertam o tecido do short rosa, os olhos descem, sobem, descem de novo. Ela sabe. Eu sei que ela sabe. E ela sabe que eu sei. Eu dou um passo pra frente e ela, como sempre, dá um pra trás. Só que dessa vez, ela fica presa entre mim e o braço do sofá. Perfeitinha. Quente.
Eu encosto uma mão na lateral da sua cintura bem ali, onde ela sempre treme e deixo meu polegar deslizar pra cima e pra baixo, devagar, devagarinho, só pra torturar.
- Me vai contar porque anda tão manhosa ultimamente? - minha voz sai baixa, rouca, quase um ronronar. - Me evitando e fugindo de mim?
Harry abre a boca, mas nada sai. Só um suspiro quebradinho que me deixa duro num nível absurdo.
- N-não tô te evitando...
- Não tá, não? - rio, mas é um riso curto, quente, perigoso. - Então por que você some toda vez que eu encosto em você? Por que as bochechas ficam assim... - toco com o indicador, só pra vê-la fechar os olhos - tão vermelhinhas?
Ela engole seco. Eu abaixo um pouco a cabeça, e nossa respiração cola. Meu nariz encosta nos cachinhos úmidos dela.
- Andou fazendo muitas coisinhas escondida, não andou, minha gatinha? - sussurro contra o ouvido dela. - Hum?
O corpo dela quase desmonta. A respiração vacila. As mãos sobem, como se quisesse me empurrar... mas param no meu peito, sem força nenhuma. Só tremendo. Tocando meus músculos.
- Louis... - ela murmura, chorosinha e toda manhosa. - Eu... eu não... não sei do que você tá falando...
- Sabe sim. - seguro o queixo dela, fazendo-a olhar pra mim. - Eu ouvi sua voz no telefone, assim... molinha. Ofegante. - passo o polegar no lábio inferior dela, que abre sem ela perceber. - Você acha que eu não sei reconhecer minha gatinha quando ela tá se tocando?
O gemidinho engasgado que ela faz quase me mata. Harry solta outro suspiro, como se o ar ficasse pesado demais pra segurar. Ela tenta virar o rosto, mas eu acompanho.
- Me diz, bebê... - minha boca roça na dela, sem beijar - o que você tava vendo no seu quarto antes de eu chegar, hein?
- N-nada... Lou.
Ela solução sob meu toque, e aperto sua cintura instintivamente, deixando meu corpo um pouco mais coladinho no dela.
Eu sorrio. Lento. Sujo. Meus lábios tocam a lateral do seu rosto e meu corpo prende o dela entre o sofá.
- Não mente pra mim, minha gatinha...você sabe que eu não gosto. Você viu todos. - afirmo, não pergunto. - E ainda ficou molhadinha por minha causa.
O corpo dela treme inteiro. E eu encosto minha testa na dela, respirando contra sua boca.
- Gatinha... você não faz ideia do quanto isso me deixa maluco.
Harry tá presa entre mim e o sofá, o peito subindo rápido, como se cada respiração fosse um pedido de socorro e um convite ao mesmo tempo. Eu baixo um pouco o rosto, deixando minha boca a milímetros da dela.
Quase toca. Quase. Só pra matar ela de nervoso.
- Me conta uma coisa... - murmuro, e minha voz sai tão baixa que parece pecado. - Você... gostou de assistir, não gostou?
O corpo dela reage antes da consciência. Um arrepio inteiro percorre sua pele. Ela tenta virar o rosto, mas eu seguro de leve o queixo dela, guiando de volta pro meu olhar.
- Lou... - ela sussurra, perdida. - Eu... eu não...
- Gostou sim. - interrompo, suave, mas firme. - Eu vi nos seus olhos. Do jeitinho que você não consegue esconder nada de mim.
Ela aperta os lábios, as bochechas fervendo, a respiração toda torta. Parece prestes a chorar de vergonha e gemer ao mesmo tempo. Eu a encosto mais no estofado, meu corpo fazendo sombra no dela e minha ereção toca suas coxas nuas. Ela arregala os olhinhos verdes e boquinha gostosa abre em um gemido mudo.
- Me diz... - minha testa encosta na dela, nossa respiração vira uma só - assistir eu fodendo outras garotas te deixou molhada?
Ela solta um som quase inaudível.
Um "ah" que é pura entrega. E eu sorrio. Lento. Cruel de tão doce.
- Você gostou, então? - minha voz arranha no ouvido dela. - Que gatinha atrevida... ficou molhadinha assistindo eu tocar alguém parecia com você.
Harry fecha os olhos forte, como se isso fosse apagar a verdade da pele dela.
- Lou... eu...
- Shh... - calo ela com o dedo em seus lábios, me deliciando com a visão dela toda chorosa nos meus braços, roçando o nariz no dela - tudo aquilo que você viu... tudo aquilo que te deixou tremendo... eu sempre quis fazer com você.
Ela abre os olhos devagar, como se o chão tivesse sumido.
- Sempre. - repito, numa confissão murmurada, quente, perigosa. - E você nunca me deixou. Sempre me afastando. Me chamando de melhor amigo... mas agora você não tem para onde fugir, gatinha.
A mão dela sobe instintivamente até meu peito, mas ela não me empurra.
Ela só segura minha camisa, como se fosse a única coisa impedindo o mundo de desabar. Eu aproximo de novo, mais ainda, minha boca quase tocando a dela - quase, quase - só pra torturar. Meus olhos descem até a boca dela, depois voltam. Ela fecha os olhos brevemente e depois os abre, encarando meus lábios.
- Você... sempre quis?
Eu quase rio quando ela pergunta aquilo, como se ainda tivesse alguma dúvida.
Mas não tem humor em mim. Só ela. Só essa porra de necessidade que eu venho enterrando há tempo demais.
- Sempre quis - repito, e minha voz sai baixa, rasgando por dentro. - Desde que eu me entendo por gente, eu te quero. Você não tem ideia.
Harry aperta minha camisa. Não pra me afastar. Pra se segurar.
Como se eu fosse o único ponto fixo num quarto que tá girando. Eu seguro o queixo dela, faço ela levantar o rosto pra mim. Gosto de ver o medo e o desejo misturados nos olhos dela - é bonito. É cruel. É tudo que eu imaginei quando me toquei pensando nela pela primeira vez.
- Me conta... - eu provoco, roçando o polegar nos lábios dela. - Vai mentir pra mim agora? Vai dizer que não apertou as coxas vendo meus vídeos? Que não enfiou a mãozinha na calcinha imaginando que era eu te fodendo?
Ela fecha os olhos, respiração presa, peito subindo rápido.
Caralho... ela tá derretendo na minha frente.
- Eu... eu fiquei com vergonha - ela murmura. - Eu não devia ter visto...
Eu rio baixinho, encostando a boca na pele quente do pescoço dela.
- Não devia... ou não conseguiu evitar, gatinha?
O corpo dela treme. Ela solta um som tão suave que quase me ajoelho ali mesmo.
- Me diz - sussurro no ouvido dela, minha voz quase um toque. - Você se tocou pensando em mim?
Nada. Só o silêncio dela, denso, quase pornográfico.
E então ela levanta os olhos - grandes, brilhantes, implorando pra eu não parar.
- Eu... pensei - ela admite, e a voz quebra. - E eu... gozei.
Fecho os olhos. Respiro fundo. Tento não gemer.
- Puta que pariu, Harry...
Aperto a cintura dela porque, se eu não segurar, minha perna vai falhar. É isso que ela faz comigo sem nem tentar.
- Você vai me matar - eu digo contra a boca dela, quase rindo, quase chorando.
Ela tenta falar alguma coisa, mas eu encosto a testa na dela e corto qualquer tentativa de fuga.
- Escuta bem - falo baixo, firme, sem espaço pra mal-entendido. - A partir de agora, eu não vou fingir que não te quero. Não vou ignorar o fato de que você goza pensando em mim. Não vou ser seu "melhor amigo" enquanto você treme desse jeito na minha mão.
Minha mão sobe pelas costas dela, lenta, reclamando cada centímetro como se fosse meu por direito. Chego perto da boca dela. Tão perto que eu sinto o suspiro dela na minha língua. Mas não beijo. Não ainda. Quero ela desesperada. Ela abre a boca, mas nada sai. É tão bonitinha assim, toda quebrada, tremendo entre as minhas mãos... que eu quase esqueço de respirar.
Quase.
Eu passo o polegar na boca dela de novo, bem devagar, só pra ver o lábio inferior tremer.
- Sabe o que eu tô pensando agora? - murmuro, minha voz arranhando na garganta. Ela engole seco. - Que você foi uma gatinha muito atrevida.
Aperto mais a cintura dela, trazendo o corpo dela pro meu como se eu tivesse todo o direito. E, por Deus, ela deixa. Ela cede.
- Muito atrevida mesmo - repito, mais perto, roçando minha boca na dela, sentindo o suspiro quente bater no meu rosto. - Assistir meus vídeos escondida... gozar pensando em mim... e depois olhar pra minha cara como se nada tivesse acontecido.
Ela solta um som baixinho, quase um pedido de desculpa. Eu rio. Baixo. Perigoso.
- Má - digo, encostando minha testa na dela. - Você foi muito má comigo, Harry.
Minha mão sobe pro pescoço dela, segurando de leve, só o bastante pra ela sentir o comando, não o aperto. O olhar dela fica vidrado, hipnotizado, molhado. Ela respira fundo, o peito subindo rápido, e então a voz sai... quebradinha, toda do jeito que destrói qualquer resto de autocontrole que eu ainda tinha.
- Lou... - ela soluça, baixinho, chorosinha - eu não quis... eu juro que eu não...
Ah, mas quis sim. E o pior (ou melhor) é que eu vejo nos olhos dela: ela tá dizendo não com a boca, mas o corpo dela tá gritando sim pra mim desde o primeiro momento. Eu seguro o rosto dela entre as minhas mãos, acariciando as bochechas quentes, sentindo cada tremor, cada pedacinho de vergonha que ela tenta esconder.
- Ei... - murmuro, com um sorriso lento, quase cruel - você sabe que não adianta mentir pra mim, né?
O lábio dela treme. Ela fecha os olhos, quase se encolhendo contra mim. Minha boa gatinha confusa. Eu aproximo mais, meu nariz deslizando pela bochecha dela até chegar na orelha.
- Eu vou te ensinar a ser uma boa gatinha pro seu Lou agora - sussurro, bem quente, bem baixinho, sentindo ela arrepiar inteira. - Você quer isso?
Ela fica imóvel por um segundo. Presa. Engolindo seco. Lutando consigo mesma. E então, finalmente, cede. Sua voz vem tão fraquinha, tão manhosa, tão envergonhada... que eu sinto meu corpo inteiro reagir.
- S-sim... - ela respira, contra o meu peito - Eu quero... Lou, por favor.
Eu puxo o queixo dela pra cima, fazendo-a olhar pra mim. Os olhos grandes, brilhando, implorando sem perceber.
- Fala direito, gatinha - digo, roçando minha boca na dela sem beijar. - Fala como eu gosto de ouvir.
Ela geme baixinho, a voz falhando, mas saindo:
- Eu quero ser boa, Lou...
- Eu quero ser sua gatinha boa...
E eu sorrio contra os lábios dela, finalmente deixando meu hálito misturar com o dela.
- Assim que eu gosto.
Eu deixo o "gatinha boa" dela pairar no ar por um segundo, saboreando cada sílaba. O corpo dela tá grudado no meu, quente, tremendo, respirando como se estivesse aprendendo a viver pela primeira vez. Aí eu me inclino, pego o lábio inferior dela entre os meus dentes e puxo - lento, provocando, maldoso. Só o suficiente pra ela soltar aquele gemidinho que me arranca o chão.
Ela se inclina pra frente, buscando a minha boca, quase me beijando. Eu seguro o rosto dela com firmeza e me afasto só o bastante pra vê-la desabar de frustração.
- Não. - digo, baixo, quente. - Você não vai me beijar ainda.
Os olhos dela se abrem devagar, enormes, surpresos, manhosos. Ela tenta se aproximar mesmo assim, como se não tivesse ouvido. Eu seguro o queixo dela de novo e faço ela parar.
- Só vou te beijar quando você aprender a sua lição, gatinha. - deixo um sorriso lento, arrogante, bem de propósito. - Até lá, minha boca é proibida pra você.
Ela solta um suspiro choroso, quase um reclaminho, e eu quase cedo. Mas não. Não agora. Eu passo o dedo pelo canto da boca dela, limpando a lágrima que nem chegou a cair.
Meu olhar desceu para os peitinhos grandes, avantajados no tecido fino da camiseta, quase estourando aqueles botões tão delicados. Harry morde o lábio inferior e olha para mim enquanto balança levemente seu corpo. Um gesto tímido mas que carregava grande malícia por trás. Ela estava se insinuando. Como uma verdadeira putinha.
Sorrio levemente e puxo sua cintura ate ter seu corpinho inteiro colado no meu. Os montinhos gostosos roçando no meu peitoral.
- Seja uma boa gatinha e me deixa ver seus peitinhos.
- Você.... quer que eu tire a minha blusinha, Lou?
Ela suspira manhosa e um pouco insegura, mas pressiona mais ainda seu corpo no meu, se esfregando em mim. Como a porra de uma gata no cio. Eu assinto e vejo ela se afastar um pouco para ter espaço. Seus dedinhos sobem trêmulos pros primeiros botões da blusa e ela começa a desabotoar lentamente. Sua pele vai sendo exposta e eu acompanho com o olhar atento enquanto ela tira a blusinha dela para mim.
Deixa o tecido cair sobre os ombros e eu prendo a respiração ao encarar os biquinhos rosados daqueles seios deliciosos. Vejo Harry ficar vermelha e abaixar a cabeça, totalmente envergonhada e tímida com meu olhar no seu corpo. Eu sorrio levemente e acaricio sua cintura, guiando seu corpo até ela estar sentadinha no braço do sofá.
- Olha pra mim, gatinha. - peço e ela levanta o olhar atento ao meu, seus cachos um pouco bagunçados caem em sua rosto graciosamente e seus olhos verdes me hipnotizam. - Eu posso?
Coloco uma mexa de cabelo atras da sua orelha e me inclino para sussurrar perto da sua bochecha, deslizando a ponta do meu nariz na pele avermelhada, a ouvindo suspirar e então sinalizar com a cabeça uma autorização tímida. Sem esperar muito, minha mão sobe instintivamente pra sua cintura e eu agarro seu peitinho gostoso entre os dedos.
- Lou... - ela geme baixinho e fraca, as perninhas abrindo para me acomodar entre elas.
A minha gatinha geme como uma verdadeira putinha enquanto eu aperto seus seios e minha ereção toca suas coxas roliças.
- Sensível aqui, gatinha? - sussurro contra sua boca, puxando de leve o biquinho durinho.
Um arrepio visível corre por ela, dos ombros até a ponta dos dedos. As perninhas se fecham por um segundo por puro reflexo - e depois se abrem de novo, me chamando.
Meu olhar sobe do corpo dela até encontrar o rosto corado, os olhos grandes demais pra fingir qualquer coisa. Eu me sinto no céu. Seus seios estão na minha mão e ela geme desesperada para eu fazer mais alguma coisa.
- Você é tão gostosa. - digo baixo, controlado. - Eu imagino o quão apertadinha você deve ser aqui em baixo.
Meus dedos apertam seu biquinhos com força, para então descer minha mão lentamente até seu shorts. Minha palma alcança o tecido molhado, sentindo sua xoxota latejar enquanto se baba inteira. O peito sobe e desce rápido demais e estremece no lugar.
- Lou... - ela agarra meu braço e para meus movimentos. - Lou... não...
Ela choraminga pra mim com um biquinho choroso nos lábios e sua voz manhosa como uma gatinha no cio. Ela pede para eu parar, mas ao mesmo tempo, força minha mão para sua xoxotinha novamente. Meu dedos se encaixam no seu grelinho inchado por cima do tecido e não perco tempo em começar a acaricia-lo
- Boa gatinha. - murmuro sentindo o molhado entre suas pernas. - Tão boa.
Harry ronrona parecendo satisfeita com o elogio, enquanto seu quadril inclina na minha direção e se esfrega na minha mão. Sinto sua xotinha pingar e molhar todo o tecido do shorts fino, quando meus dedos aumentam a fricção, ela treme e arreganha as pernas. Uma mancha escura se acumula no tecido enquanto eu seguro seu grelinho e torço entre os dedos, a fazendo gritar e se contorcer tentando afastar minha mão.
- L-lou... a-ah, assim n-não - seus gritinhos saem meio desesperados, mesmo que seus movimentos não demonstrem tanto esforço pra me afastar. Ao contrário, sinto ela se molhar mais.
- Minha gatinha não gosta de ser judiada? - minha voz sai doce e mansa, enquanto ainda aperto seu grelinho inchado por cima do shorts. Ela nega lentamente com um biquinho choroso nos lábios, suas pernas permanecem abertas pra mim. - Pensei que quisesse ser boa.
- E-eu quero... quero ser boa, papai.
Ela continua a gritar e repetir que quer ser uma boa garota, e eu observo seus peitinhos gostosos balançarem enquanto ela treme nos meus braços. Paro com os movimentos na sua xotinha, somente para segurar seus cachinhos bagunçados e atrair sua atenção pra mim.
- Seja uma boa garotinha do papai e vira pra mim.
Sua resposta vem um gemidinho alto e manhoso, ao mesmo tempo que arregala os olhinhos pela forma que eu chamei. Mesmo assim, como uma boa gatinha, ela desce do estofado e se vira lentamente. Seu bumbum arrebitado roçando no meu pau enrijecido ainda dentro da calça, ela morde o lábio inferior enquanto se empina timidamente melhor pra mim. Eu agarro seus cachos e a faço deitar o tronco inteiro no braço do sofá, seus seios pressionados no estofado claro e seu rabinho totalmente encaixado no meu quadril.
- Agora o papai vai te ensinar a ser uma boa gatinha. - puxo levemente seus cachos, a fazendo gemer baixinho, enquanto encaixo meu pau na sua bucetinha, me esfregando levemente ali.
Ela geme como uma verdadeira putinha desesperada, gritando e pedindo por mais. Largo ela deitada ali e meus dedos correm pela sua silhueta, a cintura fina, o quadril avantajado e finalmente sua bunda gordinha. Agarro o cós do seu shortinho e começo a descer o tecido e deixando cair nos seus pés, expondo seu bumbum e enfim a bucetinha gorda que eu tanto sonhei experimentar.
Ela esta exatamente na posição que eu a vi a primeira vez, empinadinha e bem molhada, totalmente vermelha de tanto se esfregar. Sinto Harry ficar mais agitada a medida que me aproximo da sua buceta exposta, acariciando suas coxas grossas para acalmá-la.
- Papai... por favor!
- Desesperada, gatinha? - zombo da sua expressão dengosa e meu hálito quente bate contra seu grelinho todo inchadinho. Ela choraminga mais um pouco, como se implorasse por algo. - Quer saber o que vai acontecer agora?
Ela assente desesperadinha, suas perninhas agitadas e a bucetinha gulosa pingando. Não me contenho em morder com força suas coxas grossinhas, a fazendo espernear novamente. Aliso sua pele leitosa e seu bumbum imaculado, apertando a carne gostosa e imaginando o quão deliciosa ela ficaria vermelha.
- Sabe como o papai ensina minha gatinha a ser boa? - ela nega e eu intensifico o aperto em sua bunda. - Levando uns tapas.
Harry franzi a testa sutilmente, a expressão cansada e manhosa se transformando em confusão para então ela finalmente entender o que iria acontecer. Não demora para ela começar a chorar e negar desesperada, mas quando eu volto a apalpar seu rabinho, ela se mistura em uma confusão entre rebolar nas minhas mãos e negar chorando.
- Papai, não, por favor...
- Você é um putinha mal comida. - ela chora mais e eu dou o primeiro tapa forte nas suas coxas, arrancando um grito esganiçado dela. - Quer ser boa pro papai Lou? Então vai obedecer e contar todos os tapas que eu der. E se voce errar alguma vez, eu vou dobrar seu castigo. Me ouviu bem?
- S-sim, papai, ouvi. - ela choraminga desesperada, eu paro meus movimentos para me erguer e tirar minha jaqueta. Não falo em voz alta, mas observar minha Harry vulnerável e peladinha pra mim enquanto eu ainda estou completamente vestido me tira do eixo. Minhas mãos vão para sua bunda novamente e eu abro as bandas gordas, expondo sua xoxota melada.
Observo buraquinho guloso piscar enquanto jorra mais do seu melzinho pra fora e a visão me faz gemer rouco, desejando meter a língua nela. Mas sei isso é algo que ela nao merece ainda, então me contenho em apertar a pele ate ficar avermelhada e então pesar a mão ao estalar um tapa forte no seu rabinho. Ela grita desesperada para então gemer alto como uma puta.
- U-um... - a ouço murmurar baixinho, lembrando que ainda precisa se concentrar nas minhas ações. Dou outro tapa e ela grita. - Dois!
Harry grita e geme desesperada quando meus tapas vêm fortes e certeiros, sua pele branquinha e sensível lentamente se transformando em um tom vermelho com a marca dos meus dedos.
- Sete, oito! AH! - Continuo espancando sua bunda gorda, e chega a ser cômico como nem no décimo tapa a sua pele ja esteja totalmente vermelha.
Não paro com o seu castigo e quando a contagem chega nos trinta, a bunda dela ja se aproxima em um tom escuro de vermelho, quase roxo. A voz dela ja esta fraca e suas pernas perderam a força, mas mesmo assim, minha gatinha se esforça em continuar sendo obediente contando. Percebo que, quanto mais eu espanco sua bunda, mais alto e mais manhosa ela geme. A minha gatinha esta adorando sentir dor.
- Trinta e dois, hum! - ouço seu gemidinho manhoso e ela empinar sua bundinha mais na minha direção. - Trinta e... quatro...
Automaticamente, paro com meus movimentos ao ouvir suas palavras. Harry parece perceber instantaneamente o que fez e paralisa também e, lentamente, ela vira o rostinho na minha direção. Seus cachinhos bagunçados, as bochechas vermelhas e a boquinha inchada quase me fazem esquecer seu erro por um momento, mas quando ela soluça e começa a chorar, meu pau volta a latejar dentro da minha cueca.
- L-lou... D-Desculpa...
Ela choraminga desesperada quando eu a interrompo, mas nao me importo com suas desculpas, puxo seus cachos com força e ergo seu corpo. Suas costas encostam no meu peitoral e minha mão livre segura suas bochechas vermelhas, ate formar um biquinho nos seus lábios.
‐ Sua vadia inútil, eu avisei o que aconteceria se errasse.
– D-desculp-
Um tapa forte acerta sua bocheca esquerda e Harry chora desesperada com minhas palavras rudes, seu corpo borbulhando ela lentamente se esfrega em mim. Seu bumbum vermelho encaixado no meu pau enrijecido eu só penso em comê-la propriamente logo.
— Cala a boca, eu nao mandei voce falar. To vendo que vou ter que deixar de ser bonzinho com voce. – acerto outro tapa forte em seu rosto, a fazendo gemer alto e chorar mais ainda. — Tão gostosa... mas uma gatinha tão má.
Desço meus dedos pelo seu corpo e agarro os seios gostosos, torcendo os biquinhos rosados, ate chegar na sua xoxota melada, sinto seu buraquinho guloso piscar e jorrar mais do seu melzinho na minha mão.
— De joelhos. — sussurro contra seu biquinho choroso enquanto meus dedos apertam o grelinho inchadinho. Harry arregala os olhinhos verdes na minha direção e os lábios gordinhos se abrem devagar, ate ela assentir inebriada quando a solto do meu aperto.
Vejo minha gatinha se virar lentamente e então, começar a se ajoelhar aos meus pés. Perco o ar com a visão que eu tenho. Harry esta ajoelhada na minha frente, as coxas roliças levemente abertas, sua xoxota pingando no piso de madeira e seus cachinhos cobrindo parcialmente seu rosto corado. Ela me olha de cima, com os olhos grandes e manhosos, a boquinha gostosa e abertinha quase esperando para que eu enfie meu pau ali.
Desabotoo meus jeans acompanhado pelo olhar dela, meu pau faz um volume considerável na cueca e eu aperto por cima do tecido, nunca quebrando nosso contato visual. Mas Harry parece bem mais interessada no meu volume, sorrio canalha e me aproximo dela, minha ereção coberta quase tocando seu rosto enquanto a seguro no lugar pelos seus cachos. Ela esta toda vermelhinha de vergonha e tesão.
— Vamos, gatinha, papai esta esperando. Põe a boquinha.
Ela coloca a língua pra fora e lambe lentamente o tecido umido por cima do meu cacete. Harry ronrona e esfrega a bocheca no meu pau, lambendo e tentando sugar tudo que conseguia por cima do tecido elástico da cueca. Esfrego meu pau mais algumas vezes no seu rosto, ate que perco a paciência naquele joguinho sujo e coloco minha ereção pra fora. Harry se assusta levemente quando o pau pesado encontra seu rosto, mas nao não espero e começo a empurrar para dentro da boquinha gostosa.
— Eu sei que quer ser boa pro papai, então me mama direitinho.
Harry tenta acomodar todo meu cacete em sua língua e quanto sinto a cabecinha do meu pau tocar sua garganta fundo, nao espero seu comando para comecar a meter na sua boca. Os lábios inchadinhos se arrastam por todo meu comprimento, sua boquinha molhada e bem quentinha acomoda meu pau inteiro. Seguro seus cachos com força quando começo a meter mais forte e nesse momento Harry volta a gemer abafada.
— Boquinha gostosa. — Gemo rouquinho quando os dentinhos de coelho raspam no meu pau. — Que delicia, gatinha. Voce é tao boa.
Barulhos molhados ecoam pelo apartamento junto aos seus gemidos excitadinhos e abafados. A visao do meu pau entrando e saindo da sua boca é demais para mim.
— Vai deixar o papai gozar na sua boca, meu bem? — Ela revira os olhos excitada e mexe com a cabeça, me fazendo aumentar os movimentos. A ouço engasgar algumas vezes e em seguida encho sua boca com toda a minha porra. — Engole tudo...
Me afasto brevemente enquanto ela engole tudo, com algumas gotinhas escapando pela lateral dos seus lábios. Sua boca esta molhada e ela respira ofegante olhando para mim.
– Tudo bem? — Toco de leve a bocheca vermelha, passando o dedo carinhosamente pela pele marcada. Harry concorda com a cabeça e fecha os olhos, suspirando talvez cansada.
Estou tão focado no nosso momento que não percebo as horas passando e muito menos que talvez a minha gatinha esteja ficando exausta, apesar de estar gostando, não sei o quanto ela esta acostumado a isso — e pela minha saúde mental, espero que pouco.
– Vem, gatinha.
Pensando nisso, ajudo a levantar e agarro sua cintura, trazendo seu corpo mole ate mim e nos guiando até cairmos sentados no sofá. Harry vem automaticamente para o meu colo, suas coxas gostosas se acomodando em cima de mim e seu rosto encontrando caminho para se esconder entre a curva do meu pescoço, assim como ela sempre faz.
Sorrio satisfeito ao perceber que ela voltou a agir normal comigo, acrescentando o fato dela estar nua sob meu corpo e ter acabado de me chupar, isso só melhora meu humor. Abraço sua cintura com força e beijo seus ombros, seus dedos estao nos fios soltos da minha nuca e sinto sua respiração batendo contra minha pele.
Traço pequenos beijos até a curva do seu pescoço, mordendo e chupando a pele quente. Harry estremece no meu colo, murmurando e gemendo baixinho perto do meu ouvido.
– Você foi muito boa... — Sussurro beijando a lateral do seu rosto e agarrando seus cabelos. — Gatinha do papai... vou dar o que voce quer.
Harry geme afetada e eu guio seu rosto para ela me olhar nos olhos, nossas respirações quentes batendo uma contra a outra, seus lábios inchadinhos e vermelhos roçando nos meus, ela esta começando a ficar agitada em cima de mim e para acabar logo com a sua tortura eu dou a ela o que ela quer, e o que eu sempre quis.
Nossos lábios se chocam com uma iniciante calma, seu quadril se encaixa no meu e meu pau fisga na sua coxa. Sinto Harry desesperada enquanto ataca os meus lábios, ela tenta me acompanhar, mas meu aperto firme em seus cachos nao permite que ela faça muito. Minha língua invade a boca dela e tudo se torna uma bagunça de pequenos gemidinhos e saliva. Aperto suas coxas quando ela suga minha língua da mesma forma que sugava meu pau minutos atrás.
– Papai... – Harry choraminga manhosa quando nós afastamos um pouco, se encaixando em mim e meu pau tocando sua bunda gordinha. – Por favor.
— Ainda não está satisfeita? — agarro a carne gorda do seu rabinho, pressionando minha ereção entre as bandas. Eu sei o que ela quer, e é obvio que eu estou louco para meter nela como sempre quis, mas não me contenho em fazê-la implorar por isso. — O que a minha gatinha quer? Fala pro papai....
Ela chora mais, negando levemente e ficando vermelha como um tomate. Sorrio para ela e não me contenho em estalar um tapa forte na bunda gorda, a fazendo se espernear.
— Papai!
— Estou achando que minha gatinha não aprendeu a lição corretamente...
— Eu aprendi! Papai, eu sou uma boa gatinha... — choraminga desesperada. — Por favor, papai, eu sou uma boa gatinha.
— Não esta parecendo... a minha gatinha claramente precisa de alguma coisa e não quer me falar. — Puxo seus cabelos e meus lábios vão para seu pescoço, beijando e lambendo a pele. — Papai odeia não dar o que minha filhote quer.
— E-eu... Ah!
— Hum?
— E-eu quero que o papai toca a minha bucetinha. – Sua voz finalmente sai e meus dedos correm lentamente pelo seu corpo ate tocarem o montinho molhado, sentindo o grelinho inchadinho. A ouço gemer alto.
— E o que mais, gatinha? Só isso? — faço uma massagem gostosinha no grelinho sensível, a ouvindo suspirar e chorar perto do meu ouvido. – Só as mãos do papai na sua xoxota?
— Dentro, papai... — Harry geme baixinho e bem manhosinha. — Eu quero o dedos do papai dentro da minha florzinha.
Sinto minha ereção doer de tanto tesão que eu sinto no momento, ver Harry implorar toda manhosa me pedindo para foder sua buceta virou meu som favorito. Me sinto viciado em seu corpo e no seus gemidos, meus dedos entram no seu buraco apertado, molhando minhas mãos e apertando as juntas. Harry geme mais desesperada, gritando e se contorcendo em cima de mim, e eu sequer usei meu pau nela ainda.
— Assim, amor? — Indago, torcendo minhas digitais no seu interior molhadinho. — Gosta assim? Gosta dos dedos do papai dentro do seu buraquinho?
Fodo sua bucetinha gulosa com minha mão, minha palma batendo contra seu grelhinho sensível e as mãos delicadas de Harry seguram meus biceps com força.
— S-sim, sim, papai, gosto muito! AH!
Quando sua xoxota começa a piscar desesperadamente e meus dedos se apertam no seu interior, eu afasto minha mão rapidamente.
— Ah! Não! — Agora lágrimas grossas escorrem pelas bochecas coradas da minha gatinha, seus olhos verdes brilham no molhado e um biquinho insatisfeito enfeita seus lábios gostosos. — Papai, não! Por que parou?
Suas unhas pintadas de rosa arranham meus braços e ela tenta puxar rudemente meus dedos para dentro dela novamente. Ela esta agindo agora como uma gatinha arisca, somente porque eu tirei o que ela queria. Não gosto nada de sua reação, e não é difícil segurar seus braços e então virar nossos corpos no sofá. As costas de Harry batem contra o estofado e ela parece acordar da sua pequena birra ao se assustar com o movimento brusco.
— O que pensa que está fazendo? – seguro sua cinturinha fina, puxando seu quadril ate de encontro no meu, pressiono meu pau em sua barriga. — Você nao aprendeu nada com a sua lição? É tão desesperada assim?
— Lou... — ela soluça e eu minha mão preenche seu rosto em um tapa forte.
— Cala a boca. Só foi receber um pouco de atenção que voltou a ser essa vadia desesperada. — Seguro seu rosto entre meus dedos, formando um biquinho nos seus lábios. — Não dá para ser bonzinho com você. Viu o que você fez?
Me ergo brevemente somente para mostrar meu antebraço para ela, as pequenas marcas das suas unhas curtas se formando em linhas avermelhadas agora na minha pele. Seus olhinhos se enchem de lágrimas novamente, e ela começa a murmurar desculpas desengonçadas, tentando tocar os ferimentos.
— Fica quieta. — Me ergo no sofá, ficando de joelhos e afasto sua mãos atrevidas do meu corpo.
Harry esta jogada no estofado, os cachinhos bagunçados pelo tecido claro e as pernas abertas, sua xoxota melada ja se econtrava em um vermelho escuro. Seu rosto está inteiro vermelho e repleto de lágrimas, as bochechas quentes e seu biquinho manhoso nos lábios, tentando me persuadir.
— Me perdoa, papai....
— Você vai ter que fazer mais que isso. Papai ficou muito chateado. — Arqueio as sobrancelhas, terminando de desabotoar minhas calças e arrancando ambos tecidos do meu corpo. Meu movimento faz Harry morder os lábios trêmula.
— O senhor vai me perdoar? — Ela me olha com aqueles olhinhos verdes que eu sou completamente apaixonado, sua voz doce e dengosa saindo tão naturalmente me tira do eixo. Ela sabe exatamente como me dobrar inteiro.
— Minha gatinha vai ter que se esforçar pra me agradar.
— Eu vou... eu faço o que você quiser, papai. — Sua voz sai fraca, e ela nem ousa se mexer. Meus dedos agarram seus cabelos pela nuca e eu ataco seus lábios.
Sinto meu gosto misturado ao seu em sua língua, Harry tenta tocar meus ombros, mas eu puxo seus pulsos e prendo com a minha mão acima da sua cabeça. Ela está quase totalmente imóvel quando volta a gemer entre meus lábios e tenta tocar nossos quadris.
— Mandei você ficar quieta. — Cravo meus dedos no seu quadril, a fazendo choramingar, e viro seu corpo no sofá. Harry se assusta com o movimento brusco, soltando um gritinho alto.
Ela olha pra mim por cima dos ombros, seu rabinho agora esta todo empinadinho na minha direção. É confusão estampa seu rosto.
— O que o papai vai fazer? - Ela pergunta confusa, e eu agarro o bumbum arrebitado, apertando a carne toda vermelhinha. Alguns pontinhos roxo estampando a pele sensível.
— Minha gatinha não queria desculpar?
— Sim! Sim, papai... eu quero ser boa.
— Ótimo.... Porque agora eu quero meter bem fundo na sua bucetinha. Coloca as mãos para trás. — Ela segue minhas ordens automaticamente, jutando os pulsos nas costas. Eu puxo seu corpo, a fazendo ficar de joelhos e com a cabeça deitada no sofá.
Olho ao meu redor e pego seu shortinho esquecido jogado no tapete, o tecido esta mole e bem maleável, então é facil usá-lo para amarrar suas mãos para trás do corpo. Harry tenta protestar e me olha confusa.
— Papai, não. — Ela chora mais, tentando se soltar, mas eu ignoro seus pedidos irritado, dando um tapa forte em sua coxa.
— Se reclamar mais uma vez eu vou te largar aqui sozinha e insatisfeita. — Dou outro tapa em sua bunda, abrindo as bandas gordas e meu olhar cravando na sua xoxota melada. — Você acha que eu não posso encontrar alguém melhor para foder? Você mais do que ninguém sabe que eu tenho boas opções...
Minha voz sai rude para a persuadir, o que funciona pois mais lágrimas grossas escorrem pelo seu rosto bonito.
— Não! Papai, por favor, não faz isso...
— De repente a minha gatinha não gosta mais da ideia de me ver fodendo com outras? — Meu riso sai debochado, com uma mão segurando minha bunda e com a outra punhetando meu pau lentamente. — Você acha que é boa o suficiente para me satisfazer?
— Sim! Eu sou, papai! — Teima com a voz irritada agora. Ela está com ciúmes e isso me faz aumentar a velocidade da minha mão no meu pau. — A minha bucetinha ta toda meladinha, papai... Só para você.
Gemo rouco com suas palavras, aproximo meu pau da sua entradinha apertada, forçando para meter dentro.
— Papai vai meter bem gostoso no seu buraquinho guloso.
Quando meu pau entra inteiro dentro dela, Harry estremece, pressionando seu rosto contra o estofado e tentando abafar seus gemidos. Sua xoxota melada pressiona o meu pau de forma deliciosa, mais alguns segundos e eu começo a movimentar meu quadril.
— Awn papai... – sua voz sai abafada, nosso quadris batendo um contra o outro fazendo um barulho erótico que ecoa por todo o apartamento.
Seguro seu pulso preso entre os dedos e apoio meu pé no chão e o joelho no sofá para começar a foder mais forte. Sua bunda gorda balança no ar, fazendo pequenas ondas quando da de encontro comigo. Minhas bolas pesadas batem contra suas coxas, deixando tudo mais sensível e avermelhado. Sinto sua bucetinha gulosa toda molhadinha e deslizando pelo meu cacete.
— Porra, tão apertadinha e gulosa. — Fixo meu olhar no meu pau saindo e entrando do seu buraquinho, a visão me faz estremecer.
— Mais, papai... mais! Isso! — geme alto arqueando as costas quando eu moldulo meu quadril na sua direção.
— Que bucetinha gostosa, amor. — Me inclino na sua direção, o movimento fazendo meu pau se afundar mais nela. — Você é tão linda e ainda mais deliciosa assim, deixando o papai comer sua xoxota bem gostoso.
— Papai pode fazer o que quiser comigo, eu sou só sua. — Sussurro fraca, os lábios gordinhos roçando nos meus quando voltamos a nos beijar. Sua língua agora invadindo minha boca em um beijo molhado e desengonçado pela nossa posição. — Papai ta gostando?
— Muito, meu amor. Papai está muito satisfeito. Minha gatinha merece gozar. — Peço quando aumento as estocadas e levo meus dedos até seu grelinho, a estimulando enquanto fodo sua buceta. — Você foi muito bem. Uma boa garota do papai.
Harry se aperta no meu pau e goza forte, molhando toda minha ereção. Ela geme e se contorce inteira e eu sinto sua xoxotinha sensível. Quando estou para sair de dentro dela, ela começa a se agitar.
— Não, papai! Dentro, faz dentro de mim. — pede com carinho e manha em sua voz. Parece inacreditavelmente ela estar pedidno para eu gozar dentro dessa forma.
— Minha gatinha quer que o papai encha ela de leitinho? — ela concorda prontamente, rebolando o bumbum arrebitado. — Boa menina.
Volto a meter rápido e forte, seu aperto me fazendo gozar e explodir dentro dela com algumas estocadas. Minha porra preenche seu buraquinho apertado, vazando pelas laterais. Harry geme necessitada e toda manhosa. Me afasto lentamente e vejo minha porra escorrer por entre suas coxas.
O corpo mole e cansado da minha gatinha despenca no sofá, suas pernas estão dobradas e seus cachos jogados de lado. Ela respira ofegante e trêmula. Solto suas mãos e meu coração aperta quando a vejo com os braços moles e sem força.
Meu corpo ainda ferve e eu estou me recuperando dos meus dois melhores orgasmos, mas me concentro em cuidar da minha Harry agora.
— Gatinha. — chamo com cuidado, acariciando seu corpo docemente, meus dedos fazem um carinho leve em seus cabelos a observando com os olhos fechados e respiração profunda. – Meu bem, fala comigo.
— Hum... — ela murmura manhosa, me arranca um risinho. — Lou...
— Vêm cá, vamos cuidar de você. — Puxo seu corpo com delicadeza, passando um braço pelas suas pernas e outro no seu ombro. A ergo no meu colo e caminho pelo nosso apartamento completamente nu e com o meu mundo nos braços.
Já no banheiro, a coloco sentada no balcão da pia e ligo o chuveiro. Harry esta sonolenta e não fala muito, mas se mantem agarrada ao meu corpo e eu não a deixo afastada nem por um segundo, tanto por necessidade tanto quando eu temer que ela vá cair se eu soltá-la.
Lavo seus cabelos cuidado e deixo a agua escorrer pelo nosso corpo pelo o que parece horas. Não falamos mais do que o necessário mas sei que em algum momento teremos que conversar propriamente sobre tudo.
Por ora, deixo os minutos passarem e quando vejo necessidade de voltar para o mundo real eu desligo o chuveiro nos enrolo em toalhas novas. Harry finalmente parece acordar quando entramos no seu quarto, enrolei ela numa das minhas toalhas limpas para ajudá-la a se secar.
A vejo procurar algumas roupas no guarda roupa, para finalmente pegar uma blusa qualquer jogada na comoda e vestir. É uma blusa minha, e eu não faço ideia de como veio parar nas suas coisas.
Quando ela se vira para mim com os fios molhados e uma escova de cabelo na mão, ela parece finalmente perceber que eu ainda estou com a toalha enrolada na cintura. Suas bochecas coram automaticamente e a desvia o olhar.
— Ah, sério, gatinha? — Rio desacreditado, tentando me aproximar. — Vergonha?
— Lou! Fica quieto. — ela murmura mal humorada, de costas para mim tentanto se distrair enquanto penteia os cabelos.
A surpreendo ao abraçar sua cintura e cheirar seu pescoço cheiroso. Não deixo ela tentar se afastar enquanto ri envergonhada e com o sorriso mais lindo do mundo.
— Para, Lou! — gargalha alto quando passo a fazer cócegas no seu pescoço e quadril.
— Você não tem ideia do quanto me deixa maluco. – Digo sincero, deixando beijos molhados pela sua pele. — Eu quero ter você para sempre. De corpo e alma. Eu não aguento fingir que só sou seu amigo, gatinha. Me deixa ter você por inteira, por favor.
Minha voz é sincera e eu sei que ela sabe que não me refiro a parte sexual, mas quero deixar isso claro. Ela me olha sobre os ombros e então se vira, ficando na ponta dos pés para alcançar e abraçar meu pescoço.
— Lou... eu sempre gostei de você. Eu quero mais... Quero mais do que ser só sua amiga. Eu sempre quis.
Meu coração palpita forte dentro do meu peito, um sorriso enorme rasga meu rosto e eu abraço seu corpo firmemente, a girando no ar. Harry gargalha e eu sinto o tipo de felicidade que somente ela consegue me arrancar.
Sei que teremos muito o que conversar e resolver ainda. Sei que tudo que aconteceu não chegou nem perto de tudo que ela merece para aceitar que eu seja o seu namorado. Mas também sei que, por ora, é tudo que nos basta.
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