to the principal's office, harry! đď¸
Onde Harry tem um casinho com o diretor Tomlinson e estĂĄ sempre procurando desculpas pra estar na sala dele â geralmente com ele entre suas pernas.
⚠࣪ Ë ŕťęą đŽđđśđđźđ: smut gay ; harry 19 louis 37 ; leve spanking ; cnc ; spit kink ; exibicionismo ; daddy kink ; dacrifilia (?)
⚠࣪ Ë ŕťęą đ˝đŽđšđŽđđżđŽđ đđđŽđąđŽđ: cuzinho, caralho, putinha, cacete, buraquinho, entradinha, vadia entre outras.
đ 𪜠essa one ficou parada no meu bloco de notas incompleta por dois anos, redescobri ela por acaso terminei de escrever e resolvi postar aqui, espero que gostem e ignorem qualquer erro amador pq ĂŠ a minha primeira đ¸
Harry era um garoto um pouco diferente dos outros, mais delicado as pessoas diziam. Vejamos, ele tinha dezenove anos, era um garoto magro de estatura mediana, tinha a pele leitosa, cabelos encaracolados na altura dos ombros, olhos grandes e incrĂvelmente verdes, cintura fina e covinhas adorĂĄveis.
Arrancava suspiros de todos quando passava e alguns atĂŠ se arriscavam dando olhares atrevidos para sua bunda redondinha e cheinha marcada pela saia curta que usava habitualmente.
Styles gostava de se vestir com roupas intituladas âfemininasâ como saias, blusinhas mais coladas e unhas pintadas, ele sabia bem do poder que tinha, sabia que deixava homens e atĂŠ algumas mulheres doidos pelo seu jeitinho meigo e delicado como uma flor.
Desde pequeno fora um garotinho afeminado, trocando carrinhos por bonecas e jogos de futebol por festas do pijama na sua casa com sua irmĂŁ mais velha e suas amigas.
Ao passar pela puberdade o cacheado automaticamente foi atraindo mais pessoas para sua volta com a intenção de sair com o cacheado e conquistar seu coraçãozinho tĂmido mas quem realmente o tinha era o diretor Tomlinson, e nĂŁo apenas o seu coração.
Eles mantinham esse segredinho sujo faziam alguns meses, alguns professores atÊ estranharam a mudança repentina de comportamento de Harry, deixando de ser um aluno exemplar e passando a ter alguns comportamentos mais rebeldes.
Mal sabiam eles que ele fazia isso para passar mais tempo na sala do diretor sentando gostoso no pau dele e sendo comido em todas as posiçþes possĂveis atĂŠ beirar a inconsciĂŞncia.
Hoje era um dos dias em que o de cachos planejava parar na sala do seu diretor. Faziam dias, quase uma semana da Ăşltima vez que eles tinham transado e Harry jĂĄ estava subindo pelas paredes! Eram incontĂĄveis as vezes que estava "assistindo" alguma aula e se pegava pensando no pau grosso de Louis esticando seu cuzinho atĂŠ arder e no mais velho o comendo vĂĄrias vezes seguidas sĂł pra ouvir o garoto implorando pra meter mais forte e parar ao mesmo tempo.
â Styles! â Harry se segurou para nĂŁo revirar os olhos ao ouvir a voz de Nick, um dos garotos que nĂŁo saĂam de seu pĂŠ cortando seus pensamentos. â Tem um tempinho? â Perguntou esperançoso.
A vontade de Harry era dizer que nĂŁo e mandar ele ir catar coquinho no asfalto mas ao olhar a carinha de Nick completamente nervoso chegando a suar ele desistiu e apenas acenou positivamente.
O moreno sorriu largo e ajeitou seu topete antes de falar novamente.
â EntĂŁo xuxu, sĂĄbado o Fender vai fazer uma festa na casa dele, vocĂŞ nĂŁo estavaâŚ
â Os pombinhos nĂŁo vĂŁo para a aula? â Nick foi cortado pelo diretor com uma cara nada boa encarando os dois. Styles percebeu a fuzilada que Tomlinson lhe deu e engoliu em seco, mas logo se lembrou que provavelmente iriam pra sua sala, entĂŁo levantou sutilmente as sobrancelhas em sua direção com um pequeno sorriso vitorioso nos lĂĄbios.
â E-er⌠EntĂŁo diretor Tomlinson, n-nĂłs jĂĄ estĂĄvamos indo. â O mais alto dos adolescentes disse sentindo o nervosismo ocupar novamente seu corpo.
â Deviam estar mesmo Nicholas. â Louis rebateu com sarcasmo. â Para a minha sala os dois.
Harry que atĂŠ entĂŁo nĂŁo havia pronunciado uma palavra resolveu dizer.
â NĂŁo acho que hĂĄ necessidade senhor diretor, eu e o Nick jĂĄ terminamos aqui e vamos pra sala â Provocou apertando discretamente uma coxa na outra ao que Louis lhe lançou um olhar duro.
â VocĂŞ nĂŁo tem que achar nada Styles. JĂĄ para a minha sala, ou tem mais algo a acrescentar? â ergueu as sobrancelhas.
Nicholas que jå estava suando novamente de nervosismo seguiu na frente, mal notando a movimentação atrås de si.
Harry se aproximou de Louis olhando firmemente no fundo de seus olhos.
â Talvez... vai me punir senhor? â Questionou o olhando inocente.
â Ah Harry⌠â O mais velho se aproximou, olhando pros lados antes de amassar sua cintura por cima da roupa. â Quando eu te pegar eu vou te foder tanto que vocĂŞ vai sentir a cabecinha da minha rola no pĂŠ da barriga. Vou meter no seu cuzinho com força atĂŠ ficar a marca do meu quadril na sua bundinha gostosa, vou te deixar todo cheinho com a minha porra e vocĂŞ vai guardar todinha pro papai porque ĂŠ pra isso que vocĂŞ existe. Pra me servir.
Styles sentiu seu pau babar e seu cuzinho piscar instintivamente, não conseguindo conter o gemido manhoso e baixinho no ouvido do diretor quando ele levou a mão atÊ sua bunda por baixo da saia e apertou sua bundinha com força, iria levar um dedo pro cuzinho quando ouviram uma movimentação no corredor.
â NĂŁo prometa o que vocĂŞ nĂŁo pode cumprir, Tomlinson. â Sussurrou Harry antes de se afastarem.
â Anda Styles. â Disse Louis vestindo novamente a mĂĄscara de indiferença quando trĂŞs alunas passaram por eles disfarçando os olhares curiosos.
Harry se recompôs do breve momento e seguiu atrås de Nick para a diretoria com Louis em seu encalço.
â E entĂŁo? â O diretor Tomlinson se ajeitou na cadeira dando um olhar questionador aos alunos. â O que faziam pelos corredores quase trinta minutos apĂłs o inĂcio das aulas?
â NĂłs estĂĄvamos apenas conversando, diretor. â Nicholas respondeu.
â Conversar vocĂŞ conversa em intervalos Nicholas e vocĂŞs estavam prĂłximos demais pra ser sĂł uma conversa, nĂŁo estavam? â Se remexeu na cadeira desconfortĂĄvel com o flagra desse pirralho flertando com o seu garoto, que o olhava despretensiosamente.
O silĂŞncio tomou posse da sala apĂłs o questionamento do mais velho entĂŁo ele prosseguiu com o sermĂŁo.
â VocĂŞs sabem muito bem que a tolerância de atraso nas primeiras aulas ĂŠ de apenas cinco minutos, visto que vocĂŞs tem dez para se acomodarem nas salas de aula. â Arqueou uma sobrancelha. â JĂĄ que vocĂŞs nĂŁo conseguem respeitar uma Ăşnica regra vĂŁo ficar de detenção. Nicholas por trĂŞs dias jĂĄ que nĂŁo ĂŠ a primeira vez que eu vejo o senhor perambulando por aĂ fora de hora.
Styles suspirou olhando obedientemente para Louis que sentiu o espaço nas calças ficando pequeno.
â Ah qual ĂŠ diretor? â Tomlinson arqueou a sobrancelha e jĂĄ foi motivo o suficiente para ele se recompor. â Tudo bem, eu fico. Mas e o Styles?
â Ele nĂŁo ĂŠ problema seu. Agora sai, ou quer os dias de detenção dobrados?
O aluno mais velho contrariado pela resposta grosseira bufou mas acatou a regra do superior e saiu da sala batendo a porta com força fazendo Louis revirar os olhos pela infantilidade.
â Lou? â Harry chamou.
â Hm? â Suspirou afastando um pouco a cadeira da mesa.
â VocĂŞ estĂĄ bravo comigo? â Se levantou e foi atĂŠ o mais velho parando em sua frente.
â NĂŁo, boneca. â Soprou uma risada agarrando os quadris cheinhos do mais novo, o puxando para se sentar em suas pernas. â Eu sĂł nĂŁo quero mais vocĂŞ de conversinha com esse pirralho. â Apertou suas coxas roliças e Harry choramingou em seu ouvido. â Estamos entendidos?
Perguntou agarrando com força o rostinho do cacheado que instantaneamente assentiu com a cabeça e por impulso se remexeu no colo do seu diretor sentindo um volume começando a aparecer ali.
â VocĂŞ ĂŠ realmente uma puta, Styles. â Levou suas mĂŁos para debaixo da saia que o mesmo usava sentindo as bandas cheinhas tomarem conta de suas mĂŁos, as apertando com força ouvindo um gemido do menor.
â Sou sua Lou⌠â Sussurou passando a mĂŁo pelo abdĂ´men definido do mais velho erguendo sua camiseta arranhando a pele arrancando um arfar do diretor.
â Eu sei que sim amor.
Harry desceu suas mĂŁos afoitas atĂŠ o botĂŁo da calça de Tomlinson fazendo o trabalho de desabotoar e descer o zĂper enquanto o mais velho o ajudava levantando a bunda da cadeira para escorregar a calça apertada atĂŠ o meio de suas coxas grossas.
Ao ter sĂł a cueca branca cobrindo seu membro tirou as mĂŁos de Styles de seu corpo e tirou a regata apertadinha que ele vestia. Levou automaticamente sua boca atĂŠ os mamilos amarronzados, sugando-os enquanto ouvia Harry gemer baixinho se contorcendo no seu colo.
â L-louis⌠â Sentiu o moreno chupar mais forte enquanto torcia o outro mamilo entre seus dedos e gemeu mais alto. â Que tesĂŁo, amor. â Ditou manhoso no ouvido de Tomlinson que sentiu o espaço na sua cueca diminuir ainda mais se ĂŠ que era possĂvel.
Louis escorregou novamente suas mãos grandes para a bunda redondinha de Styles e amassou a carne fazendo com que seu cuzinho necessitado se esfregasse na ereção dolorida abaixo de si arrancando suspiros de ambos.
â Eu nem fiz nada com vocĂŞ e olha o seu estado sua puta â Riu sarcĂĄstico. â Eu vou acabar com vocĂŞ caralho.
â Vai mesmo? Estou esperando senhor â provocou o cacheado abrindo as bandas da bunda para se esfregar melhor no cacete grosso do diretor. â AtĂŠ agora sĂł ouvi vocĂŞ falando, faça mais e fale menâ
â Cala a sua boca. â Tomlinson acertou um tapa na bochecha do menor que mordeu o lĂĄbio pra conter um sorrisinho e se esfregou com mais força no pau coberto. â VocĂŞ tĂĄ falando demais pra uma coisinha que sĂł me serve como depĂłsito de porra. Eu te uso quando e como eu quiser, tĂĄ me entendendo putinha do caralho? â Apertou seu rosto.
Styles jå estava molinho de tesão no colo do mais velho, o pau grosso babadinho se esfregando entre as bandas de sua bunda numa fricção gostosa e molhada estava o deixando louco. Soltou um choramingo manhoso quando o diretor soltou seu rostinho com brusquidão e agarrou sua nuca juntando suas bocas em um beijo molhado.
O beijo era råpido, quase desesperado, Louis engolia a boca de Styles com vontade enquanto enfiava a mão por baixo da saia do garoto em direção ao membro que achava estar coberto atÊ então, fazendo-o arrepiar e gemer abafado. O maior desfez o contato chupando gostoso o låbio inferior do garoto, soltando um risinho incrÊdulo.
â VocĂŞ ainda estĂĄ sem calcinha sua vagabunda? â sorriu safado apertando a ereção de Harry que sĂł conseguiu assentir sĂ´frego e enfiar o rosto no pescoço do diretor, chupando onde conseguia alcançar. â TĂ´ falando com vocĂŞ porra, me responde.
Harry gemeu franzindo o cenho tentando se afastar quando louis apertou firme suas bolas com uma mĂŁo e segurando seu quadril no lugar com a outra.
â S-sai Lou, solta â pediu com os olhos lacrimejando, assim como seu pau que jorrava prĂŠ gozo. â Me deixa sair...
â VocĂŞ nĂŁo vai a lugar algum bonequinha. â riu safado vendo o menor se contorcer no seu colo â Me diz, quem mandou vocĂŞ fazer essa porra? JĂĄ veio pra cĂĄ pensando em me dar, vagabunda?
â A-ah... sim. â o olhou com os olhos lacrimando ao sentir o dedo do mais velho massageando a glande rubra devagar â Vim peladinho pra vocĂŞ, papai. â projetou um biquinho manhoso pra fora
â Filho da puta do caralho.
Tirou o pau do aperto da cueca com agilidade e começou a esfregar a cabeça gorda no cuzinho apertado de Harry forçando levemente pra dentro gemendo rouco no ouvido do garoto e afundando a cabeça no peitoral dele devorando seus peitinhos inchados, o cacheado por sua vez acariciava os cabelos do diretor mordendo os låbios quando viu algumas cabeças passando pelo vidro, alheios a bagunça que acontecia dentro da diretoria.
Louis percebendo que os barulhos de seu garoto cessaram e os puxþes um tanto desesperados no cabelo ergueu a cabeça o olhando confuso, Harry apenas indicou a porta com a cabeça e ele viu alguns professores.
â Shh... â Sibilou Styles colocando o dedinho na boca do diretor enquanto rebolava fraquinho na sua ereção lambuzando seu rabinho com a prĂŠ-porra do mais velho.
Louis gemeu e levantou com o garoto no colo enlouquecido de tesĂŁo e empurrou os papĂŠis em cima da mesa pouco se fodendo pra qualquer pessoa lĂĄ fora antes de deitĂĄ-lo na superfĂcie, deixando a cabeça na borda. Subiu como pĂ´de em cima dele e chupou o lĂłbulo da sua orelha e sussurrou baixinho:
â O papai vai te arrebentar bonequinha. â Sorriu canalha e harry gemeu dengoso â Vou mamar bem gostoso nos seus peitinhos â Passou as mĂŁos pelos mamilos jĂĄ inchadinhos e vermelhos de tanto serem chupados â E comer gostoso esse cuzinho apertado com a minha lĂngua pra depois te arrombar com a minha piroca. Ă isso que vocĂŞ quer?
â Awn... Sim p-papai por favor. â revirou os olhos quando o maior segurou as duas ereçþes e começou a masturbĂĄ-los.
â TĂŁo educado... â Chupou seu lĂĄbio inferior mas se afastou antes que Harry pudesse prolongar o contato. â Primeiro vocĂŞ vai deixar meu pau babadinho pra entrar em vocĂŞ boneca.
antes que Harry pudesse raciocinar louis se levantou de cima dele e contornou a mesa parando em frente ao seu rosto corado, massageando lentamente a ereção enquanto esfregava o pau por todo o rosto do menino o lambuzando com a prÊ-porra.
Harry parecia um bichinho desesperado tentando abocanhar o cacete grosso na sua frente. Com a lĂngua pra fora ele tentava lamber o comprimento fazendo louis rir rouco das tentativas frustradas. Sem muita paciĂŞncia Styles virou de bruços na mesa e segurou agilmente o pau do diretor nas mĂŁos e antes que ele pudesse falar qualquer coisa começou a chupar com força a cabecinha fazendo o mais velho urrar de prazer e segurar com força seus cabelos.
â Boquinha boa do caralho... â Disse entredentes quando o aluno lançou um olhar inocente descendo a boca aos poucos no seu comprimento extenso masturbando o que nĂŁo cabia. â Vou arrebentar com vocĂŞ filho da puta gostoso. â cuspiu na sua carinha bonita e logo recolheu a saliva com o dedĂŁo levando atĂŠ sua boca enfiando-o dividindo o espaço pequeno com o seu pau fazendo Harry se sentir mais esticadinho do que nunca.
Ele sugava com devoção enchendo mais e mais a boca no caralho inchado e retirou por um segundo da boca sĂł pra cuspir nos dedos e levĂĄ-los atĂŠ as bolas pesadas e apertar gostoso descendo novamente a cabeça passando a lĂngua pelas veias pulsantes do pau gostoso.
Boquetava sem pressa tentando ser bonzinho para seu papai sem engasgar na rola dele enquanto o mais velho o olhava com um misto de tesĂŁo insano pela carinha inocente enchendo a boca no pau e paciĂŞncia esperando seu tempo de usar seu brinquedinho por ora. Acariciou sua bochecha e deu um tapa nĂŁo tĂŁo forte quando Harry o levou mais fundo raspando de levinho os dentes de coelho na piroca grossa, gemendo com o impacto.
O cacheado franziu o cenho e fechou os olhos se sentindo perto de jorrar lubrificação na mesa tentou levar sua mĂŁo atĂŠ sua ereção babadinha para ter um pouco de alĂvio quando sentiu abruptamente louis sair de sua boca e acertar outro tapa, dessa vez mais forte na sua bochecha seguido por mais um no mesmo lugar o deixando marcado.
â Tira essa mĂŁo daĂ agora se vocĂŞ nĂŁo quiser que eu faça vocĂŞ usar sua palavra de segurança hoje. â Segurou seu rostinho com a mĂŁo e apertou forte suas bochechas fazendo um bico se formar nos lĂĄbios gordinhos. â Eu deveria te amarrar nessa mesa e te comer atĂŠ deixar seu cuzinho aberto vazando minha porra o dia inteiro atĂŠ te deixar vermelho de tanto ser usado e implorar com a sua vozinha de puta pra parar. â Harry gemeu alto revirando os olhos com a ideia fazendo Louis rir incrĂŠdulo. â Vagabunda. Ajoelha.
Obediente ele desceu rapidinho da mesa e se ajoelhou no chĂŁo atrĂĄs do objeto de madeira se certificando de deixar o rabinho bem empinado com as mĂŁos entre as coxas, as bolas em um breve contato com o chĂŁo gelado deixando-o arrepiado endurecendo seus mamilinhos sensĂveis.
â Vou foder sua boca atĂŠ te deixar sem voz e vocĂŞ vai se esfregar no meu sapato enquanto isso como a cadelinha suja que vocĂŞ ĂŠ. NĂŁo vou parar atĂŠ gozar fundo em vocĂŞ, nĂŁo adianta me bater ou apertar, ouviu bem?
Harry balançou a cabeça råpido apressado pra ter o pau do papai socando forte sua garganta o sufocando enquanto esporra fundo, revirando os olhos por baixo das pålpebras só de imaginar.
â Se lembra do nosso combinado se quiser parar e nĂŁo puder falar, amor?
â Sim Lou. â Mordeu os lĂĄbios evitando um sorriso com o cuidado.
Ele apenas sorriu selando levemente os lĂĄbios gordinhos de Harry, cuspiu na palma da mĂŁo e espalhou pela extensĂŁo do pau devagar enquanto assistia os olhos grandes observando minuciosamente o movimento quase hipnotizado. O cacheado empinou bem a bunda em antecipação, juntou os cabelos enrolando com o dedo jogando com um sĂł movimento pra trĂĄs e abriu a boca sem tirar a lĂngua pra fora lançando um olhar inocente ao mais velho que sentiu a fenda expelir prĂŠ gozo em excesso.
Sem muito esperar guiou o membro pesado atÊ a boca do menor metendo metade de uma vez na garganta engatando em uma sequência urgente, gemia arrastado jogando a cabeça pra trås toda vez que sentia a cabeça se afundar no espaço apertado sentindo as unhas de Harry arranhando e apertando suas coxas o deixando insano.
Styles por sua vez tão imerso na satisfação em agradar o seu moreno gostoso sobressaltou quando sentiu algo pressionando seu pau babadinho e levantou o quadril sutilmente não se dando conta de que era o sapato de Louis se encaixando entre suas pernas roçando a ponta bem no cuzinho que piscava desesperado por algo o preenchendo.
Soltou as mãos das coxas musculosas e agarrou a perna que estava abaixo de si quando Louis empurrou o pÊ pra cima com um impacto não tão forte no seu saco, o fazendo gemer de boca cheia e os olhos lacrimejarem em prazer em ser tratado como uma coisinha, em um sinal claro para que começasse a montar no couro e ele atendeu prontamente.
Começou rebolando fraquinho espalhando lubrificação aos montes pelo sapato olhando diretamente pros olhos azuis dilatados. Descia atÊ a pontinha do pÊ e voltava atÊ tomar seu ritmo indo e vindo com rapidez sem conseguir parar de choramingar no cacete gostoso do mais velho que assistia a cena empurrando com vontade na boca do aluno se sentindo cada vez mais perto de esporrar fundo.
Tomlinson apoiou uma das mãos na mesa de mogno à sua frente e com a outra segurou a nuca de Harry o imobilizando socando com força e grunhindo cada vez que ia e vinha com o quadril jå com os movimentos erråticos pronto pra gozar fundo quando escutou batidas na porta seguida de vozes femininas do lado de fora. Revirou os olhos tão forte que sentiu que fossem sair das órbitas oculares.
Tirou o pau inchado da boca do mais novo que cruzou os braços fazendo bico como uma criança mimada. Subiu a calça e a cueca mas não vestiu, deixou apenas a extensão e as bolas pra fora e se sentou na cadeira aproximando-se novamente de Styles que o olhou confuso.
â Quietinho agora bebĂŞ, se nĂŁo quiser que descubram a putinha que vocĂŞ ĂŠ pela pica do papai. â Falou sem dar tempo do aluno rebater e agarrou seus cabelos botando tudo pra dentro de novo. â Entrem.
Quase no mesmo momento que respondeu a porta se abriu, revelando duas professoras que entraram, uma mais jovem que dava aulas de educação fĂsica e a outra um pouco mais velha, mas ainda assim jovem que lecionava matemĂĄtica. A primeira era loira, usava uma camiseta de mangas curtas e branca com calça de alfaiataria preta, a outra era morena, usava jeans e uma camisa social listrada com os trĂŞs primeiros botĂľes abertos dando uma vista parcial de seus seios.
Sempre que uma das duas iam para a diretoria se jogavam pra cima de Louis flertando discretamente, Ă s vezes nem tanto, com o diretor que nĂŁo dava trela e apenas respondia o que queriam.
â Do que precisam? â Perguntou empurrando a cabeça do mais novo pra baixo repetidas vezes, rĂĄpido o suficiente para fazĂŞ-lo ver estrelas e devagar o suficiente para ser silencioso.
â Senhor, nĂłs viemos para saber dos horĂĄrios das aulas. â Começou a loira jogando os cabelos pro lado.
â Estamos perdidinhas com toda essa confusĂŁo de aulas, senhor Tomlinson. â Prosseguiu a morena o olhando por baixo dos cĂlios. â SerĂĄ que poderia nos dar uma ajudinha?
Harry arregalou os olhos quando assimilou as vozes e parou com os movimentos do quadril no sapato de Louis de imediato sentindo a raiva o consumir. Sabia que aquelas eram as professoras que cobiçavam o seu diretor gostoso, havia ouvido algumas de suas conversas no fim do corredor da sala dos professores e desde então nutria uma antipatia enorme por elas.
Possessivamente começou por conta própria levar o caralho o mais fundo que podia na boca fazendo uma garganta profunda deliciosa em Tomlinson que tremeu na cadeira com um espasmo, desistindo de controlar sua bonequinha deixando-o levar ao limite.
â Na verdade... â Pigarreou escondendo um gemido. â E-eu vou ter uma reuniĂŁo agora e- oh... â NĂŁo conseguiu se controlar quando Styles foi mais rĂĄpido judiando da gargantinha apertada.
â O que aconteceu senhor? â A loira apoiou os braços na mesa quase esfregando os peitos no rosto de Louis que abaixou a cabeça entre as mĂŁos fingindo massagear as tĂŞmporas enquanto sentia o aluno o mamar com dedicação apertando as bolas ordenhando o cacete que parecia que ia explodir. â Precisa de alguma ajuda?
â SĂł um minuto. â Fingiu tentar se recompor quando Harry tirou o pau da boca masturbando rĂĄpido enquanto chupava as bolas fazendo o diretor vir forte na sua carinha que a essa altura jĂĄ estava uma bagunça molhada apertando a mĂŁo forte no couro cabeludo dele descontando o tesĂŁo.
Apesar de jĂĄ ter gozado, Styles nĂŁo parou de chupar, voltando a abrigar o pau meio-duro na boca subindo e descendo devagarzinho prolongando o orgasmo e assistindo as coxas de Louis tremerem pela sensibilidade.
â Minha cabeça estĂĄ me matando, sabe como ĂŠ. â Riu meio nervoso. â Como eu disse, vou ter uma reuniĂŁo agora, falem sobre isso com o coordenador.
Elas se entreolharam frustradas com a resposta mas apenas assentiram e se viraram de costas.
Harry aproveitou a deixa para provocar um pouco mais seu diretor e parou a boquinha na glande sugando repetidas vezes o que pegou Louis desprevenido fazendo-o franzir o cenho forte e gemer sobressaltando na cadeira e empurrando seu rosto pra longe. As professoras se viraram na direção do barulho assustadas e viram a feição não muito amigåvel do diretor antes dele dizer entredentes.
â Saiam. NĂŁo quero ninguĂŠm na minha sala nas prĂłximas horas, deĂŞm o recado.
Sem esperar muito elas acataram a ordem e fecharam a porta com uma batida sutil.
â VocĂŞ ĂŠ a maior vadia que eu jĂĄ vi. â Se levantou olhando Harry de cima que sorria com satisfação. â TĂĄ achando graça do quĂŞ hein caralho?
â Que agora elas sabem que vocĂŞ estĂĄ disponĂvel. â Levantou-se apoiando as mĂŁos no peito quente do maior puxando os pelinhos de leve. â VocĂŞ jĂĄ tem um bichinho que te satisfaz muito bem, nĂŁo precisa de ninguĂŠm te pedindo muito menos oferecendo "ajudinha" porque quem faz isso sou eu. â Ditou com esforço pela voz literalmente fodida.
â TĂĄ com ciĂşmes do papai boneca? â Soprou um riso. â VocĂŞ fica um tesĂŁo bravinho assim, tenho vontade de te dobrar nessa mesa e te comer atĂŠ deixar vocĂŞ ardendo. â Falou no ouvido torcendo um mamilo nos dedos ouvindo o gemido arranhado de Harry, sentindo a mĂŁo atrevida descer agarrando sua piroca em uma punheta fraquinha de novo.
O soltou apenas pra virar de costas para o diretor e segurou de novo encaixando o cacete melado entre as bandas da sua bunda rebolando gostoso quando sentiu as mãos firmes de Louis no seu quadril puxando-o pra trås pressionando mais a ereção, esfregando-se um no outro numa tortura gostosa enquanto arfavam.
â Empina pra mim Harry. â Mandou o diretor se abaixando entre suas pernas.
Prontamente obedeceu a ordem e espalmou as mĂŁos na mesa deixando as pernas um pouco separadas e o rabinho empinado pra cima esperando ansiosamente por mais algum contato no cuzinho pulsante. Sentiu mĂŁos fortes agarrarem as bandas de sua bunda separando uma pra cada lado e uma cuspida bem em cima da regiĂŁo fazendo-o morder o lĂĄbio.
Gritou quando sem esperar muito, Louis chupou com fome o buraquinho apertado linguando o cuzinho e beijando como se nĂŁo houvesse o amanhĂŁ. Styles gemia feito uma puta segurando a cabeça dele no lugar desesperado para que o contato nĂŁo cessasse de jeito nenhum, rebolando na lĂngua habilidosa do seu diretor gostoso.
â L-louis... â Gemeu abaixando o tronco atĂŠ encostar na mesa e deixou a cabeça cair entre os braços se sentindo hiperestimulado com vontade de gozar mas sem permissĂŁo. â Para. â Tentou puxar seu cabelo para interromper o contato gostoso. Ignorado pelo mais velho teve apenas suas coxas puxadas mais para trĂĄs e o rosto de afundando mais entre as bandas enquanto Tomlinson o comia com gosto.
Desesperado Harry começou a se contorcer tentando fugir da boca do diretor que metia a lĂngua habilidosamente no cuzinho guloso, sentia que gozaria a qualquer momento e nĂŁo queria desapontar seu papai descumprindo uma ordem.
â Papai chega! E-eu vou gozar se continuar. â Avisou sentindo finalmente ele se afastar, dando uma Ăşltima chupada antes de se levantar e o virar de frente em um sĂł movimento.
â VocĂŞ sĂł goza no meu pau, gracinha.
Harry arfou afetado e Louis o pegou no colo passando a mĂŁo por baixo das coxas o colocando sentado na mesa. O cacheado deitou o tronco parcialmente se apoiando nos cotovelos enquanto Tomlinson o puxou para a borda e empurrou suas coxas pra cima dando uma visĂŁo privilegiada da entradinha gostosa.
Ele lambeu os lĂĄbios e pincelou a glande gorda no buraquinho assistindo Harry franzir o cenho com expectativa. Afim de distrair o mais novo da dor de recebe-lo â afinal, ele sabia que nĂŁo era pequeno, muito menos fino â direcionou a mĂŁo atĂŠ a ereção esquecida do aluno e começou a massagear ao mesmo tempo em que forçava a cabecinha pra dentro arrancando um suspiro pesado de si e um choramingo de Styles.
â Comer esse seu rabinho no seco vai me esmagar, amor... â Sussurrou inebriado empurrando os Ăşltimos centĂmetros atĂŠ o talo revirando os olhos com o aperto ao redor do seu comprimento. â Vou arregaçar vocĂŞ, puta merda Harry.
â TĂ´ te sentindo tĂŁo f-fundo Lou... Olha... â Segurou a mĂŁo tatuada e levou atĂŠ o pĂŠ da barriga, apertou maldoso e Louis gemeu o encarando safado antes de começar a meter.
Saia atÊ deixar apenas a cabecinha pra dentro e socava de novo com tudo buscando um ritmo olhando Harry completamente entregue gemendo contido mordendo o låbio vez ou outra ao tentar ser silencioso. Começou a estocar com rudeza quando percebeu seu menino impaciente tentando se mover de encontro com o seu quadril e tirou a mão do pau do mais novo levando-a atÊ o pescoço apertando firme, o imobilizando.
Styles jå tinha os låbios maltratados de tanto morder e simplesmente desistiu de tentar fazer silêncio começando a gemer desesperadamente enquanto sentia a glande de louis esmurrando sua próstata sem descanso espalhando tremores por todo seu corpinho, fazendo-o deitar a cabeça pra trås na mesa dando gostoso pro seu papai.
â Isso, geme pra mim bonequinha. â Passou a lĂngua pelos lĂĄbios e acertou um tapa forte na bochecha voltando a apoiar a mĂŁo no pescoço imaculado. â Geme enquanto eu te deixo bem abertinho, vou gozar tanto nesse seu rabinho de puta que vocĂŞ vai andar essa escola toda pingando.
â O-oh papai sim... â Revirou os olhos vendo estrelas com o cuzinho sendo usado sem dĂł. â Me deixa vazando sua porra, me enche com o seu leitinho p-por favor. â Falou ao mesmo tempo em que puxava a mĂŁo de Louis do pescoço e levava atĂŠ a boquinha, pondo os dois dedos tatuados dentro, chupando como estava fazendo no seu pau minutos atrĂĄs deixando o mais velho insano.
â Putinha do caralho. â Riu safado e gemeu em seguida sentindo Harry se espremer em volta do seu caralho ordenhando sua porra. Ele revirou os olhos e segurou seu quadril ao que metia firme sem dar descanso pra sua bonequinha.
â Loueh... mmhn eu nĂŁo vou aguentar...
â Sabe que se gozar eu nĂŁo vou parar. â Sibilou segurando seu rosto com a mĂŁo olhando nos olhos verdes que o encaravam com fome e exaustĂŁo.
â Eu aguento- a-ah... porra! â Gritou quando ele desceu a cabeça em direção aos peitinhos chupando e mordendo os biquinhos sensĂveis. Styles tremia enquanto tentava conter o orgasmo mas nĂŁo conseguiu, gozando forte no meio dos dois sentindo a prĂłstata inchadinha ser socada com força e os mamilinhos sugados, com seu pau melado roçando entre eles.
Louis continuou em busca de mais um orgasmo gemendo alto sentindo o cuzinho apertado se contraindo violentamente no seu pau enquanto Harry começou a chorar sensĂvel tentando fechar as pernas inutilmente, jĂĄ que o diretor as segurava fortemente apertando a pele branquinha nos dedos deixando-o marcado.
â Aguenta filho da puta, nĂŁo falou que conseguia? Agora vocĂŞ vai aguentar.
â Esp-pera Lou... ahn... s-sĂł um pouquinho- Ooh, porra... â Gemia descontrolado, segurando as bandas da bunda ficando mais abertinho pro pau do papai deslizar com mais facilidade arrancando um rosnado quase selvagem de Louis que era imparĂĄvel socando toda a rola pra dentro deixando as bolas doloridas pelo impacto, mas prazeroso o suficiente para nĂŁo parar nem por um segundo.
â Que cu gostoso caralho. â Olhou para baixo tendo a visĂŁo do pau grosso alargando a entradinha e cuspiu em cima do falo deixando ainda mais meladinho facilitando um pouco mais o sexo no cuzinho estreito. â Vou deixar sua barriga estufada cheia do meu leite, vocĂŞ quer bebĂŞ?
â Sim, porra! â Arranhou as costas do diretor sentindo que poderia desfalecer. â M-mais oh... â Choramingou arrastado sentindo outro orgasmo se formando.
Tomlinson franziu o cenho de tesão vendo Harry soluçar imerso em prazer e gozou forte em jatos quentes e espessos dentro do buraquinho jå vermelho de tanto ser usado sentindo o aluno vir mais uma vez punhetando seu pau afim de prolongar o orgasmo o assistindo tremer violentamente e tentar afastar a mão do membro rubro.
â JĂĄ chega papai... â Soluçou tremendo as pernas e se levantando novamente nos cotovelos. Louis apenas sorriu e retirou sua mĂŁo, se abaixando na altura do quadril lambendo a porra do mais novo dando uma Ăşltima sugada na cabecinha do seu pau e subiu o beijando docemente acariciando a lateral do seu rostinho lindo.
â VocĂŞ foi perfeito, amor. â Sorriu dando uma mordidinha na ponta do nariz afilado, assistindo os olhos verdes brilhando de satisfação. â O melhor que eu poderia querer.
Harry selou seus lĂĄbios duas vezes seguidas antes de beijar a boquinha fina novamente. Ficaram por uns bons minutos em seu prĂłprio mundinho trocando carĂcias e beijos. Louis o segurou com delicadeza pelo queixo antes de deslizar seu nariz pelo dele e entĂŁo dizer sussurrando:
â Eu te amo minha bonequinha.
Harry riu de forma adorĂĄvel exibindo a covinha bonita vendo os olhos do diretor se tornarem pequenos devido ao sorriso que estampava seu rosto.
â Eu tambĂŠm te amo, Lou. Muito.
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