Little cream pie.
Onde Louis Ă© um alfa acanhado nerd, fĂsico teĂłrico e tem um novo vizinho, e Harry Ă© um ĂŽmega simpĂĄtico, bonitinho e confeiteiro que muda de apartamento.
avisos!: Ă minha primeira oneshot entt pode n estar muito boa! Foi reescrita mas pode haver erros.
âąÂ°.* Bellybulge, creampie, hbottom, ltops, palavras de baixo calĂŁo, nudez, conteĂșdo totalmente sexual, omegaverse (abo), louis!alfa, harry!omega. Provavelmente esqueci algo mas Ă© o principal.
De todas as formas, aquela era, de fato, a primeira vez deles.
Harry vestia uma daquelas camisas de turnĂȘ, de um tecido fino que abraçava suas curvas e possuĂa uma abertura estratĂ©gica atĂ© a cintura. Por baixo, apenas um short curto â que jĂĄ havia sido descartado em algum canto do quarto â e suas meias. Louis, fiel ao seu estilo, usava nada mais que uma camiseta oversized do Lanterna Verde e uma calça de moletom cinza.
O contraste era hipnotizante. O peito do ĂŽmega, sutilmente marcado pelo tecido justo da blusa, fazia a libido de Louis atingir nĂveis astronĂŽmicos. Harry jĂĄ estava entregue sobre a cama do mais velho, os cachos espalhados pelo travesseiro, em um estado de quase ĂȘxtase. Louis havia sido meticuloso: beijos no pescoço, mordidas precisas na glĂąndula odorĂfera e uma atenção devota aos mamilos de Harry por cima do tecido, enquanto sua coxa pressionava com a força exata o centro das pernas do ĂŽmega.
Para um nerd, ele era perigosamente bom com a boca... e com as mĂŁos.
Mas espere um pouco. VocĂȘ sabe como eles chegaram aqui?
Deixe-me fazer as honras e narrar o desenrolar improvĂĄvel entre um fĂsico introvertido e um confeiteiro de mĂŁo cheia.
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Harry mudou-se para o novo apartamento em um dia ensolarado, cercado por pilhas de caixas de papelĂŁo que pareciam se reproduzir sozinhas. A mudança foi exaustiva; a noite jĂĄ havia caĂdo e ele ainda lidava com o caos, ciente de que, no dia seguinte, a rotina na padaria seria pesada, com tortas, bolos e encomendas esperando por ele.
Exausto, Harry aguardava seu jantar na porta quando dois rapazes saĂram do apartamento da frente. Eles pareciam tĂmidos, quase envergonhados, como se tivessem sido interrompidos em algo importante. O ĂŽmega sorriu, observando-os, atĂ© que seus olhos pousaram em um rosto familiar. Era Zayn! Seu amigo de infĂąncia, de quem a vida e a faculdade haviam acabado por afastar.
â Zayn Malik? â Harry exclamou, surpreso.
â Harry? â O rosto de Zayn iluminou-se. â Zee! Meu Deus, quanto tempo!
O abraço foi apertado, carregado de nostalgia. O outro alfa, que acompanhava Zayn em silĂȘncio, ficou momentaneamente em segundo plano, observando a cena com uma curiosidade contida.
â Harry, este Ă© o Louis â Zayn os apresentou. â Ele Ă© fĂsico teĂłrico e meu melhor amigo.
â Prazer, Louis. Sou confeiteiro â Harry estendeu a mĂŁo, fixando o olhar nos olhos azuis intensos do alfa. Ele o achou inegavelmente atraente; uma mistura de intelecto e uma aura "quente" que nĂŁo esperava encontrar em um acadĂȘmico. â Acho que jĂĄ sabe que me chamo Harry. Vai ser um prazer ter vocĂȘ como vizinho.
â O prazer serĂĄ todo meu... em ter vocĂȘ por aqui â Louis respondeu, e o peso da palavra "prazer" pareceu vibrar no ar, instaurando uma tensĂŁo instantĂąnea entre os dois.
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Harry recebeu seu sushi, pagou o entregador e, num impulso de gentileza, convidou os dois para entrar. Embora tenham recusado a comida â para o alĂvio secreto de Harry, que estava faminto â, eles o ajudaram a carregar as Ășltimas caixas pesadas para dentro, garantindo que nada fosse deixado no corredor.
â Muito obrigado pela ajuda. Eu nĂŁo saberia como retribuir â Harry disse, recostado na porta.
â VocĂȘ poderia aparecer no nosso apartamento amanhĂŁ â Louis sugeriu rapidamente. â Ă sexta, dia de pizza. O Zayn vem sempre, e acho que o Liam e o Niall iam adorar te conhecer.
â Oh, eu nĂŁo queria incomodar...
â NĂŁo seria incĂŽmodo nenhum, Harry â Zayn reforçou. â NĂłs realmente queremos que vocĂȘ vĂĄ.
Harry pensou por um segundo, abrindo aquele sorriso de covinhas que fez o coração de Louis errar uma batida.
â Tudo bem. VocĂȘs me convenceram.
Na noite seguinte, o cenĂĄrio era composto por quatro alfas e um ĂŽmega, este Ășltimo vestindo um vestido leve que atraĂa olhares discretos. ApĂłs a pizza, a atmosfera relaxou e, por sugestĂŁo de Zayn e Harry, o grupo começou a jogar "Eu Nunca" regado a doses generosas de ĂĄlcool.
â Eu nunca tive dois paus me fodendo! â AlguĂ©m soltou, e o som dos copos batendo na mesa foi imediato.
A essa altura, trĂȘs coisas eram certas:
Ninguém mais sabia quantas doses jå tinham tomado.
O ĂĄlcool estava ditando as regras.
A conversa tinha tomado um rumo irremediavelmente sexual.
â Eu nunca usei, ou fiz algum parceiro usar, fantasias de super-herĂłis no sexo! â disse Niall, o astrofĂsico irlandĂȘs, entre risos.
Apenas Harry nĂŁo bebeu. Ele nunca tinha explorado esse fetiche. Todos o olharam com uma mistura de surpresa e interesse, especialmente Louis, que sorria como um golden retriever levemente embriagado. As confissĂ”es continuaram: dildos, recordes de orgasmos, preferĂȘncias na cama... atĂ© que Harry tentou trazer o jogo de volta para ĂĄguas mais calmas.
â Eu nunca deixei a toalha molhada em cima da cama â ele tentou.
Mas o destino â ou o ĂĄlcool â tinha outros planos.
â Eu nunca recebi uma creampie â Harry soltou, quase num sussurro.
O silĂȘncio foi imediato. Ele falou tĂŁo baixo que os outros pediram para repetir. Entrando em pĂąnico e com as bochechas ardendo, ele reformulou rapidamente:
â Eu... eu nunca recebi um buquĂȘ de flores!
Apenas Liam bebeu, explicando que sua mĂŁe sempre lhe dava uma flor no Dia dos Pais e que, "tecnicamente, se juntasse tudo, dava um buquĂȘ". Harry suspirou aliviado, embora soubesse que a primeira frase ainda pairava em algum lugar da mente de Louis.
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Um mĂȘs se passou. A amizade entre Harry e Louis floresceu entre trocas de correspondĂȘncias e jantares casuais. Louis, movido pela curiosidade cientĂfica e por uma vontade genuĂna de agradar, ficou com aquela palavra na cabeça: creampie.
Em sua mente literal de fĂsico teĂłrico, ele associou com o termo da culinĂĄria: torta de creme. Ele procurou na padaria de Harry e nĂŁo encontrou. Questionou o ĂŽmega, que ficou vermelho como um tomate e disse que ainda estava "se aperfeiçoando na torta".
Decidido a fazer uma surpresa, Louis foi para a internet pesquisar receitas. Foi entĂŁo que a internet o levou por um caminho... diferente. TrĂȘs links de sites de pornĂŽ apareceram nos resultados. Curioso, ele abriu uma guia anĂŽnima e pesquisou âcreampie pornĂŽâ. Sua visĂŁo pareceu embaçar ao descobrir o verdadeiro significado.
O choque inicial foi substituĂdo por uma compreensĂŁo sĂșbita do porquĂȘ de Harry agir de forma tĂŁo tĂmida. Mas Louis, apesar de nerd e introvertido, tinha seus 25 anos e uma dose considerĂĄvel de audĂĄcia.
Harry o convidou para um chĂĄ em sua casa naquele sĂĄbado. Louis decidiu levar uma torta de creme real, da padaria local, mas com um plano B em mente. Se Harry estivesse falando da torta, ele seria apenas um vizinho gentil. Se ele estivesse falando de outra coisa... bem, Louis estava pronto para a aula prĂĄtica.
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Harry estava adorĂĄvel em sua blusa de alcinhas branca e shorts folgados. Ele havia arrumado a mesa com biscoitos e chĂĄ de camomila quando a campainha tocou.
â Trouxe uma torta de creme â Louis anunciou, entrando no apartamento com uma sacola.
Harry quase engasgou com a prĂłpria saliva. Ele nĂŁo sabe, ele com certeza nĂŁo sabe, pensou o ĂŽmega, tentando manter a compostura enquanto Louis o observava atentamente.
â Quer experimentar? â Louis sugeriu, cruzando os braços e se aproximando. â VocĂȘ disse que estava se aperfeiçoando, pode usar essa como referĂȘncia.
Harry cortou uma fatia, sentindo o olhar do alfa queimar em sua pele.
â Ă boa... â Harry começou, a voz um pouco trĂȘmula. â SĂł tem um pouco de chantilly demais e a massa estĂĄ um pou...
â Eu sei o que Ă© uma creampie, Harry.
O tempo pareceu parar. Louis se aproximou, tirando o prato das mĂŁos de Harry e o colocando sobre o balcĂŁo, com o ĂŽmega o acompanhando no olhar.
â Louis...
â No começo, eu realmente achei que era a torta â Louis confessou, ficando frente a frente com o ĂŽmega, cujos feromĂŽnios de vergonha e excitação começavam a inundar a cozinha. â Mas depois eu pesquisei. E, para ser sincero... eu fiquei muito interessado no conceito.
Os cheiros de pinheiro, lavanda, baunilha e morango se fundiram em um coquetel inebriante.
â VocĂȘ tem interesse... nisso? â Harry perguntou, os olhos verdes fixos nos de Louis.
â Tenho â Louis afirmou, a voz se tornando mais grave.
Harry olhou para baixo, notando o volume na calça de moletom cinza de Louis. Ele era um alfa atraente, inteligente e estava ali, confessando um desejo mĂștuo. Por que nĂŁo juntar o Ăștil ao agradĂĄvel.
â Quer saber como que faz?... â Harry desafiou, com um sorriso audacioso.
Agora foi a vez de Louis perder o fĂŽlego. Sem palavras, ele apenas assentiu, deixando que seus prĂłprios feromĂŽnios de desejo respondessem por ele.
â Vem para o meu quarto. â Harry segurou sua mĂŁo, guiando-o com pressa.
Louis observou o balanço dos quadris de Harry e sentiu o sangue latejar. Puta merda, ele pensou, eu vou mesmo foder o Harry.
Louis agarrou os quadris de Harry, fazendo-o deitar-se na cama. Ao retirar o shortinho branco, revelou-se um membro jĂĄ desperto sob a calcinha confortĂĄvel. Um rosnado baixo escapou da garganta de Louis com a visĂŁo.
Ele uniu seus lĂĄbios aos de Harry, lĂĄbios cheios, em formato de coração, um convite irresistĂvel. Suas mĂŁos apertavam as coxas pĂĄlidas e macias, subindo pelos quadris de curvas suaves atĂ© a cintura definida. A blusinha justa, ainda presente, tornava tudo mais provocante ao marcar o peito do ĂŽmega.
Harry soltava suspiros deleitosos, sentia falta de ser tocado com aquela intensidade. Seu corpo jĂĄ respondia ao toque, liberando o prĂ©-gozo que começava a umedecer a peça Ăntima, acompanhando a lubrificação que jĂĄ encharcava sua entrada.
Louis focou sua atenção no pescoço e na glùndula de Harry, mordendo e lambendo cada pedaço de pele que exalava o aroma inebriante da excitação. O lobo dentro do alfa rugia em aprovação ao cheiro doce que dominava o quarto.
â Louis, eu quero agora... entra, por favor â Harry gemeu de forma arrastada quando os dedos do alfa brincaram com seus mamilos por cima do tecido. O atrito era delicioso, o fazendo arquear o corpo cheio de desejo. â Lou⊠Alfa!
Louis rosnou, tocando a pele leitosa com uma possessividade descomunal. Ele observou o ĂŽmega por alguns instantes, ele quer tanto tomĂĄ-lo com a roupa e tudo, manter a blusinha seria o toque final de luxĂșria que ele tanto precisava.
Libertando-se da sua calça de moletom, Louis pouco se importou com a camisa do Lanterna Verde que ainda vestia. Seu foco era total no ĂŽmega de Ăris brilhantes e verdes que o devorava com o olhar. Ele se abaixou, beijando cada lado do quadril de Harry antes de puxar a calcinha pelas pernas pĂĄlidas. Ao ver o fio de lubrificação se romper entre o tecido e a entrada avermelhada, Louis sentiu a prĂłpria boca salivar.
â Alfa! Por favor, me preencha... â o cheiro de pinheiro de Louis se intensificou, mergulhando Harry em um estado de necessidade absoluta, seu corpo pulsando sĂł por sentĂ-lo.
â Calma, ĂŽmega. Vou te dar exatamente o que vocĂȘ precisa â Louis murmurou. Ele desceu a boca atĂ© a base do membro de Harry, distribuindo beijos Ășmidos enquanto massageava o que estava ao redor. â VocĂȘ Ă© delicioso, Harry.
Os dedos de Louis desceram para a entrada, que pulsava em expectativa. O aroma ali era tĂŁo forte que quase se podia sentir o gosto na sua lĂngua. Louis usou sua boca para explorar o local, enquanto dois dedos preparavam o caminho, fazendo Harry segurar seus cabelos lisos e implorar por mais.
â Consegue chegar ao ĂĄpice apenas com minha boca e meus dedos, ĂŽmega? Quero sentir o seu gosto em mim â Louis questionou, enquanto uma mĂŁo apertava a coxa grossa de Harry e a outra trabalhava ritmadamente em sua entrada.
â Consigo, alfa... Sim! â Harry soltou um gemido alto. A mistura de sensaçÔes era avassaladora. Quando os dedos de Louis pressionaram o ponto certo, o estopim foi inevitĂĄvel, e Harry atingiu seu primeiro orgasmo, rĂĄpido demais atĂ©, mas o cheiro, os dedos grossos de Louis, tudo era tĂŁo bom que nĂŁo conseguiu se conter.
Louis saboreou o momento, limpando cada vestĂgio com a lĂngua antes de se posicionar. Harry, ainda envolto na nĂ©voa do prazer, sentiu quando Louis finalmente afundou seu membro, grosso, com 17 cm e uma glande grossa, dentro dele. O movimento foi lento e firme, permitindo que Harry se acostumasse com o preenchimento. A cabeçinha do pau do alfa entrando com resistĂȘncia, abrindo o ĂŽmega aos poucos, era tĂŁo bom que fez ambos soltarem um xingamento em unĂssono.
Harry sentia cada centĂmetro de si sendo expandido. Louis levou os dedos, ainda Ășmidos, atĂ© a boca do ĂŽmega, que os chupou ansiosamente enquanto tentava processar a sensação de ter Louis tĂŁo fundo. O alfa pega as pernas de Harry entrelaçando as coxas ao redor de sua cintura, intensificando o contato, finalmente chegando atĂ© a base, com as bolas de Louis batendo na polpa da bunda do outro.
Pela sua posição, Louis conseguia ver o relevo de sua própria cacete contra o abdÎmen de Harry. A visão de um montinho feito por causa da cabeça grossa de seu pau, junto do seu membro pulsando dentro do Îmega o deixou ainda mais excitado.
â Lou... eu,... uh! Eu sinto vocĂȘ tĂŁo fundo â Harry murmurou com gemidos, abrindo os olhos para ver a silhueta protuberante em seu ventre. â TĂŁo grosso... vocĂȘ Ă© tĂŁo bom⊠minha nossa.
â Puta merda, Harry â Louis rosnou, vendo a mĂŁo pequena do ĂŽmega tocar a superfĂcie onde o membro o pressionava por dentro.
â NĂŁo Ă© pra ter dĂł de mim, alfa.
Atendendo ao comando, Louis começou a estocar com força e precisão. O ritmo era frenético, a pele se chocando e o som da lubrificação densa preenchendo o ambiente. Harry jå choramingava de prazer, chamando pelo nome do alfa enquanto seus corpos se moviam em perfeita sincronia.
Harry solta um gemido baixo, quase como um miado, suas mãos agarrando o pescoço e os ombros de Louis arranhando-o enquanto sentia cada estocada forte. O Îmega tinha certeza que iria ficar muito abertinho, sua lubrificação descia entre suas pernas e melava Louis, tão escorregadio, quente, molhado.
Arqueou as costas quando o alfa achou sua prĂłstata, gemendo alto, arranhando as costas do alfa que tremeu inteiramente sob si depois de apertar todo o membro grosso depois de uma estocada.
â VocĂȘ vai acabar comigo⊠Porra. â cada vez que Louis retirava e colocava o cacete grosso dentro de si, era como se estivesse sendo partido ao meio de uma forma tĂŁo gostosa que nĂŁo se importaria de deixar Louis o usar como um brinquedinho. Pensando bem, Harry queria isso. â Lou! Alfa! Hum! minha nossa, e-eu quero vir.
â Eu tambĂ©m â Louis respondeu, focando toda a sua energia em levar Harry ao limite. Ele diminuiu o ritmo por um segundo, apenas para forçar a glande mais fundo, buscando fuder o colo do Ăștero do ĂŽmega.
Toda vez que metia ele sentia a pequena barreira batendo contra sua glande, ele sentia pequenos espirros de pré-porra saindo de si em cada estocada que batia. O alfa queria mais, muito mais, e se ele tinha como fazer, ele vai tentar.
O ĂŽmega tremeu inteiramente, sentindo a glande dentro de si pressionando mais e mais, sua respiração descompassada, seu corpo inteiro formigando, trĂȘmulo, ele nĂŁo sabia o que Louis estava tentando fazer, mas a sensação era terrivelmente deliciosa, mesmo que doesse.
AtĂ© Louis finalmente conseguir o que queria, meter a cabecinha do seu pau sendo sugado pelo colinho do Ăștero do ĂŽmega, era tĂŁo fodidamente apertado, era quente, molhado. Seu corpo inteiro arrepiou-se, tremendo levemente. A visĂŁo de ver Harry tentando arquear o corpo, suas mĂŁos empurrando o ventre de Louis de tantos estĂmulos que quase pedia para parar, sua barriga lisinha conseguindo mostrar o quĂŁo cheio estava foi o fim da sanidade de Louis.
â Veja o quĂŁo fundo eu consigo chegar, babe. Sente o meu pau te abrindo, te deixando pronto sĂł pra ele te foder. â Ele passa a mĂŁo por cima do relevo pequeno no ventre de Harry, o vendo com a cabeça arqueada, tremendo, soltando murmĂșrios baixos, respiração ofegante.
Harry volta sua atenção em Louis, piscando lento, sendo torturado pela pequena dor gostosa de ser totalmente preenchido, seus cachos totalmente bagunçados enquanto viu o pau de Louis dentro de si. Nunca se sentiu tão cheio em sua vida, tremia de excitação.
Olhou para o alfa, que não parava de acariciar seu corpo, sua cintura, uma de suas mãos agora estimulava seu mamilo durinho, enquanto a outra apertava sua coxa branquinha. Num flash de rapidez, a pupila de Louis dilata, o cheiro se intensificando, o Îmega por um momento achando que era o hut do alfa, mas simplesmente o seu lobo tomou as rédeas, falou mais alto.
Com uma estocada final forte e profunda, saindo do encaixe e voltando de uma vez, arrombando o colinho, o nĂł de Louis começou a se formar exatamente onde deveria. As pernas de Harry tremeram violentamente, lĂĄgrimas de puro ĂȘxtase rolaram por suas bochechas enquanto ele gritava o nome de Louis. Harry atingiu o ĂĄpice novamente pintando seu peitoral com as gotas de porra, ao mesmo tempo sentindo o Ăștero jorrar seu melzinho contra o cacete grosso do alfa no instante em que Louis o preenchia com sua prĂłpria porra quente.
O nós prendendo-os um ao outro. O ventre de Harry estava visivelmente inchado, preenchido pelo alfa. O Îmega estava exausto, com a boca aberta em um 'O' silencioso, sentindo cada pulsação de Louis dentro de si. Sentindo tudo, seus peitos agora sendo chupados por um alfa que arrancou sua blusinha.
â Vai aguentar tudo aqui dentro? Veja como sua barriguinha estĂĄ, hmm... tĂŁo cheia de mim â Louis sussurrou, tremendo enquanto o nĂł finalizava o processo.
â Uhm⊠uhum⊠â Harry respondeu com um murmĂșrio baixinho, mal conseguindo abrir os olhos, mas quando os faz, brilhavam de satisfação. â E-eu⊠hmm.
Louis sorriu, beijando-o com carinho, sendo retribuĂdo de maneira desajeitada por Harry, que ainda estava absorvendo tudo
â Eu sinto cada jato seu⊠em mim, uh alfa⊠â Harry confessou, jĂĄ quase sendo tomado pelo sono. â NĂŁo sai⊠por favor, nĂŁo⊠nĂŁo tira.
Harry lutava fortemente para não dormir, mas seu corpo não o ajudava, choramingando, lågrimas caindo pelo seu rosto quando Louis se movimentou tentando procurar uma posição confortåvel.
â Prometo, meu bem. Eu cuido de vocĂȘ â o alfa deixa um Ășltimo selinho antes que o ĂŽmega se entregasse ao descanso. Se arrumou levemente contra o corpo do ĂŽmega, ficando numa conchinha. Mesmo seu nĂł jĂĄ desinchando, ele continuou dentro do outro, caindo em um sono junto do cacheado.












