"La piel es de quien la eriza".
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"La piel es de quien la eriza".

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Eu nĂŁo entendo quase nada dessas coisas, mas acho que deve ser isso o que chamam de amor. SĂł pode ser. Essa vontade de te ter sempre comigo. Esse abraço que me causa calafrio. Essa saudade quando nĂŁo estĂĄ aqui pertinho. O nosso sexo depois daquela taça de vinho. O seu abraço apertado quando estĂĄ se despedindo. Aquela mordida no lĂĄbio e aquele fogo subindo. Aquela paz na alma por nĂŁo me sentir mais vazio. Acho que gosto mesmo disso. De te beijar vendo a cor dos seus olhos e o seu brilho. De te abraçar e sentir o seu perfume me invadindo. De te acariciar e notar em seu corpo um arrepio. De me declarar e te ver sorrindo. De me perder e te encontrar pelo caminho. De ter vocĂȘ para nunca mais me sentir sozinho.
( Rafa MagalhĂŁes )
Fonte: facebook.com
â NĂŁo lembro exatamente a Ășltima vez que alguĂ©m mexeu comigo, e confesso que teu toque me causou um certo arrepio. Com os anos eu esfriei, eu assumo, mas pela primeira vez na vida com vocĂȘ eu quis um futuro.â
â ApĂłs anos âą Igor Ruzo

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Participei no "ArrepĂo!" de Demo Editorial cunhas pĂĄxinas ambientadas no castelo de Vimianzo, nas que ilustrei un poema de Evaristo Martelo, escritor que viviu entre os seus muros alĂł polo 1894. Polo que conta o home pasaba as noites cagadiño de medo! đ»đ»đ» Portada de VĂctor Rivas.
O meu corpo também fala assim.