ataque
Ela me era porra-loka Sem regras Sem prazo Sem remédio Sem perdão Até borbulhar novos planos No pano de fundo que viesse na telha Boteco, tomar uma Cerveja, conhaque Cowboy, baby Indagar os sentimentos Só pra experimentar sentir A reação, o punch, a pachorra A cara de pau e o brilhar na tua boca Assim que o sangue sobe Tua veia e confins Provando por que sim Me ligou no telefone fixo Marcando ponta comigo E encontrou todos os meios De parar na minha porta Cheia de prosa, sei Cheia de aposta E de si E é claro que te arrastei Pelo pescoço até meus Mais sinceros Apuros.
Eixo Noir













