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oozey mess

Origami Around
trying on a metaphor
Stranger Things

❣ Chile in a Photography ❣
we're not kids anymore.
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Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
almost home
Cosimo Galluzzi
occasionally subtle
cherry valley forever

"I'm Dorothy Gale from Kansas"


if i look back, i am lost
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macklin celebrini has autism

Discoholic 🪩

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“no estado do viver, as coisas vão enqueridas com muita astúcia: um dia é todo para a esperança, o seguinte para a desconsolação”
~ Guimarães Rosa
Grande Sertão: Veredas, 70 anos.
Capa da primeira edição de Grande Sertão: Veredas, de 1956, design gráfico do artista paranaense Poty Lazzarotto.
Grande Sertão: Veredas, 70 anos.
Grande Sertão: Veredas, 70 anos.
"Como vou achar ordem para dizer ao senhor a continuação do martírio, em desde que as barras quebraram, no seguinte, na brumalva daquele falecido amanhecer, sem esperança em uma, sem o simples de passarinhos faltantes?"
João Guimarães Rosa
Grande Sertão: Veredas, 70 anos.

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“Já tenteou sofrido o ar que é saudade?”
— ROSA, João Guimarães. Grande sertão: veredas. 20. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. p. 52-53.
Grande Sertão: Veredas, 70 anos.
"Aquela travessia durou só um instantezinho enorme."
João Guimarães Rosa
Grande Sertão: Veredas, 70 anos.
Ele tentou tanto...
Grande Sertão: Veredas, 70 anos.
João Guimarães Rosa em Grande Sertão: veredas.
Grande Sertão: Veredas, 70 anos.
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Tem uma verdade que se carece de aprender, do encoberto, e que ninguém não ensina: o bêco para a liberdade se fazer. Sou um homem ignorante. Mas, me diga o senhor: a vida não é cousa terrível ?
O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.
Guimarães Rosa, Grande Sertão Veredas
Grande Sertão: Veredas, 70 anos.
14/10/2024
"Life is a continuous journey through the unknown."
— ROSA, João Guimarães. From "Grande Sertão: Veredas"
Grande Sertão: Veredas, 70 anos.
No dia 16 de julho, comemora-se os 70 anos da publicação do clássico "Grande Sertão: Veredas", de João Guimarães Rosa, lançado originalmente em 1956.
Grande Sertão: Veredas, 70 anos.
“(...) O real não está no início nem no fim, ele se mostra pra gente é no meio da travessia.”
— Guimarães Rosa, em “Grande Sertão: Veredas”.
Grande Sertão: Veredas, 70 anos.

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Do que de uma feita, por me valer, eu entendi o casco de uma coisa. Que quando eu estava assim, cada de-manhã, com raiva de uma pessoa, bastava eu mudar querendo pensar em outra, para passar a ter raiva dessa outra, também, igualzinho, soflagrante. E todas as pessoas, seguidas, que meu pensamento ia pegando, eu ia sentindo ódio delas, uma por uma, do mesmo jeito, ainda que fossem muito mais minhas amigas e eu em outras horas delas nunca tivesse tido quizília nem queixa. Mas o sarro do pensamento alterava as lembranças, e eu ficava achando que, o que um dia tivessem falado, seria por me ofender, e punha significado de culpa em todas as conversas e ações. O senhor me crê? E foi então que eu acertei com a verdade fiel: que aquela raiva estava em mim, produzida, era minha sem outro dono, como coisa solta e cega. As pessoas não tinham culpa de naquela hora eu estar passeando pensar nelas. Hoje, que enfim eu medito mais nessa agenciação encoberta da vida, fico me indagando: será que é a mesma coisa com a bebedice do amor?
João Guimarães Rosa, Grande Sertão: Veredas
Grande Sertão: Veredas, 70 anos.
É assim que se começa?
Grande Sertão: Veredas, 70 anos.