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Hedy Lamarr, circa 1945.

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Carole Lombard
Elísabeth Zacharíæ magnum virum génuit. Joánnem Baptístam, præcursórem Dómini.
Elizabeth, the wife of Zacharias, was the mother of a mighty man. Even of John the Baptist, the Fore-runner of the Lord.
Elísabeth Zacharíæ magnum virum génuit. Joánnem Baptístam, præcursórem Dómini.
Elizabeth, the wife of Zacharias, was the mother of a mighty man. Even of John the Baptist, the Fore-runner of the Lord.
GUSTAVE DORÉ. The Road to Jerusalem, 1877.
Benedict XVI is dead.

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HOLA N.º 1331 -- 1970
O primeiro estudo sobre o Sudário que se tornou público foi a análise médico-científica feita pelo Dr. Pierre Barbet, em 1932. As conclusões, descritas no livro A paixão de Cristo segundo o cirurgião (Ed. Loyola, São Paulo, 1976), foram impressionantes:
‒ na face havia sinais de contusões, o nariz estava fraturado e a cartilagem descolada do osso; ‒ no corpo foram contados 120 sinais de golpes de açoite, produzidos por dois flageladores, um de cada lado da vítima; ‒ o flagelo utilizado foi o que se usava no Império Romano, composto de duas ou três correias de couro, terminando em pequenos ossos de pontas agudas, ou em pequenas travas de chumbo com duas bolas nas extremidades; ‒ duas chagas marcavam o ombro direito e o omoplata esquerdo; ‒ o peito muito saliente denotava a terrível asfixia suportada durante a agonia; ‒ os pulsos apareciam perfurados, tendo o prego perfurante secionado em parte o nervo mediano, fazendo contrair o polegar para dentro da palma da mão; ‒ pela curvatura das pernas e as perfurações nos pés, tem-se a nítida impressão de que o esquerdo foi sobreposto ao direito e presos ao madeiro por um único prego; ‒ os dois joelhos estavam chagados; ‒ havia um sinal de sangramento, produzido por grande ferida, no lado direito do tórax; ‒ por fim, havia 50 perfurações na fronte, cabeça e nuca, compatíveis com uma coroação de espinhos…
Era uma constatação científica, totalmente coerente com a descrição evangélica da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Tratava-se realmente do Santo Sudário que envolvera o corpo do Redentor, quando este foi descido da cruz para ser sepultado. https://www.instagram.com/p/CIebibyJJPd/?igshid=13ahdqiy2i3hg
#PP69 – Sobre o sofrimento, a cruz e outros comentários
O segredo para evitar o purgatório «"O purgatório é terrível?“, perguntei-lhe. "Comparado com ele, o fogo da terra nada é”, replicou o Padre. “As almas sofrem com ele como se tivessem corpo. Ora, essa pena é nada, em comparação com a pena do dano, ou seja, com a privação da visão de Deus. No purgatório, paga-se tudo. Aqui em baixo, basta pouco para o evitarmos, e irmos diretamente para o paraíso: fugir ao Mal, fazer o Bem e sofrer com amor tudo aquilo que Deus nos manda.” “Dizem que na nossa época vai haver acontecimentos terríveis.” “Ah! Abandonemo-nos ao Senhor.” “E se nos matarem?” “Oxalá pudéssemos dar a vida pela fé! Mas essa sorte não nos está reservada”.» «Antes de morrer, o Padre Pio escreveu-me numa pagela: “Abençoo-te, e a todos aqueles que te fazem companhia e que sofrem contigo”. Era uma espécie de profecia. Com efeito, depois da morte do Padre, comecei a ser visitada por uma grande quantidade de pessoas. Foi uma das últimas pagelas que me escreveu.» «Ele tinha medo que eu ficasse sozinha. Dizia-me sempre: “Reza ao Senhor, para que Ele te faça morrer ao mesmo tempo que eu.” No último dia, vi-o tão recurvado, tão sofredor, que disse para comigo: “Minha Nossa Senhora, leva-o para o Paraíso. Não te preocupes comigo; mais tarde pensarás em mim. Leva-o hoje mesmo, não me deixes continuar a vê-lo neste estado."» A última humilhação «No dia antes de começar a usar a cadeira de rodas, o Padre disse-me: "Humilhemo-nos nas humilhações.” Eu não compreendi, mas, no dia seguinte, quando o vi naquela cadeirinha, entendi tudo. Para ele era uma humilhação. Ele, que dominava as multidões, via-se obrigado a ser conduzido por outros numa cadeira. No primeiro dia sentiu muita vergonha. Manteve a cabeça sempre baixa. Ele, que às vezes gritava às pessoas! Mais tarde, naquela última noite, vi-o quase morto de exaustão, cheio de sofrimentos. Até se esqueceu de nos dar a bênção. Por último, o Senhor tinha-o reduzido ao mínimo dos mínimos. O mesmo aconteceu a Jesus, quando o passearam ostensivamente, com a coroa de espinhos, depois de flagelado, e depois o pregaram à cruz. Além disso, quando Jesus chegou ao Calvário, todos se mantiveram à distância, porque Ele era um maldito, condenado a morrer na cruz. A última humilhação… Também o Padre a sofreu, no fim. Tratavam-no assim, como um pobre doente.» D. Attilio: «Como vivia o Padre a sua relação com a Eucaristia?» Cleonice: «O Padre Pio era o Tabernáculo vivo. Quando rezava, mantinha-se continuamente frente ao Sacrário. Nos três anos de reclusão absoluta, estava sempre aí. Era aí que recitava o rosário, era aí que desafogava a sua dor, era aí que chorava. Afirmava ele que, quando alguém está doente e não pode comungar, deve fazê-lo espiritualmente. Perguntei-lhe, certa vez: “Padre, que devo dizer, que frase devo utilizar?” E ele replicou: “Que frase queres que se diga, quando se está apaixonado por alguém…? Diz assim: Jesus, vem ao meu coração, que eu ardo de amor por ti.“ Ele ardia realmente de amor, e julgava que todos nós éramos como ele. Além disso, exortava-nos a fazer muitas vezes a comunhão espiritual, durante o dia, utilizando palavras simples, convites de amor e nada mais.» «Gostaria de o ver no paraíso. Agora veremos o Padre Pio ao lado do Cordeiro de Deus, ao lado do trono de Deus. Jesus é o Cordeiro de Deus, e o Padre Pio é o cordeirinho de Jesus. Jesus fez passar o Padre Pio por tudo aquilo que Ele próprio tinha sofrido. Quando o Padre recebeu as cinco chagas, e depois a flagelação e a coroa de espinhos, perguntei-lhe: "Padre, de vez em quando chorais pelas dores que sentis?” Ele respondeu: ‘Algum gemido tem de sair, mas esses gemidos são súplicas amorosas, implorando novas dores.“ "Mas vós quereis novas dores? Sois insaciável de dor?” “Compreende-se. Enquanto não se chega à semelhança em tudo, vai-se gemendo e chorando."» «O Padre Pio tinha a missão de co-redentor, e o inferno apercebera-se que ele lhe arrancava as almas. Tinha sofrido a Paixão de Cristo, era a cópia do Redentor, e agora o demônio esforçava-se por deitá-lo abaixo. Saiu contra ele o próprio Lúcifer, com todo o seu exército. Diz-me só se conseguiram obter alguma vitória. Nunca. Aliás, devemos dizer que o Padre Pio estava sob a proteção de Maria. Nos seus combates contra o inferno, estava sempre sob a proteção de Nossa Senhora, que esmagou a cabeça ao demônio. E Ela serviu-se do seu filho predileto, do Padre Pio, para esmagar a cabeça, não só de Lúcifer, mas de todos os diabos.» Não se parecia com ninguém «As pessoas ainda não conhecem o Padre Pio a fundo. Alguém afirmou, numa prédica, que passarão muitas décadas antes de o mundo conhecer a verdadeira figura do Padre Pio. Aquele Padre do Norte de Itália, que morreu com fama de santo, um seu filho espiritual que muito lhe queria, de cujo nome não me recordo, disse, antes de morrer: "Quereis mesmo saber quem é o Padre Pio? É Cristo que voltou a descer à terra para realizar uma nova co-redenção, mas usando um hábito de franciscano. Passou no meio dos homens, tal como Jesus passou no meio do mundo. Falou com eles, fez prodígios…” Os milagres que o Padre Pio operou… Se os pudéssemos enumerar… Ah, se tivessem sido registados os milagres de cada ano! Eram contínuos. Se lermos o Evangelho de São João, encontraremos semelhanças tão íntimas com aquilo que acontecia ao Padre Pio, que quase dá vontade de chorar. Aquelas inflexões, aquelas frases em tudo semelhantes às do Padre. E São João esteve muito próximo da crucifixão de Jesus. São João foi o apóstolo do amor, reclinou a cabeça sobre o coração de Jesus. Disse-me o Padre Pio que Jesus o amava por ele ser o mais novo, por ser virgem, e porque seria a ele que Jesus viria a confiar a sua Mãe.» Viver e morrer no Calvário «Se eu pudesse descrever o rosto do Padre, quando me disse: “Eu não sei se no mundo haverá alguma criatura pior do que eu.” Era um rosto humilde, assustado. Considerava-se sempre o último dos homens. No penúltimo dia da sua vida, gracejei, como uma pateta: “Padre, quando o Senhor vos chamar, não saberá onde vos há- -de meter.” Fi-lo no bom sentido, mas ele entendeu-o ao contrário, e inquiriu: “Porquê?”, como quem diz: “Eu estou no Getsémani, estou no abandono do Calvário, e Jesus faz-mo saber por meio desta pateta?” Então expliquei: “Porque, quando chegardes às portas do paraíso, eles dirão: Onde o meteremos? Entre os apóstolos? Mas ele foi o apóstolo de todo o mundo. Entre os mártires? Mas ele foi o maior de todos os mártires. De um modo geral, os mártires que dão a vida por Deus sofrem a prisão, as perseguições, as pancadas e a morte durante um certo período de tempo. Este pobre, porém, sofre desde o nascimento as penas físicas mais atrozes. Metemo-lo entre os anjos, entre os Serafins, que ardem de amor por Deus? Mas os Serafins sempre viveram no gozo do céu, ao passo que este pobre sempre sofreu, ao longo de toda a sua vida. Então Jesus dirá: Eh, Pio! Vem para junto de Mim, indicando, com a mão, um lugar a seu lado.” Ao ouvir estas minha palavras, o Padre Pio esboçou um sorriso de alívio, como se tivesse sido libertado de uma grande angústia, que o oprimia. Foi um sorriso como o de uma criança, um sorriso tão belo! Levantou a mão, fingindo que me ia dar uma bofetada, mas não ma deu. Estava tão aliviado. Por isso te digo que Jesus é o Cordeiro de Deus, e o Padre Pio é o cordeirinho de Jesus. Iremos encontrá-lo mesmo ao lado de Jesus.» Eu queria saber tudo «Interroguei o Padre diretamente sobre a coroação de espinhos. E um facto bastante esquecido. Porquê? Ninguém sabe que o Padre trazia na cabeça a coroa de espinhos. Mostrei-lhe um quadro em que urna amiga minha tinha pintado o Padre Pio com a coroa de espinhos na cabeça. Ele replicou: “E então? Devo abençoar-me a mim próprio?” Depois acrescentou: “Pintaram-me demasiado jovem.” Todos se interessam por outras coisas. Escrevem nos livros outras coisas, que o aplaudiam quando ele ia votar, até mesmo os comunistas. As coisas mais importantes, porém, estão ligadas à sua Paixão. De facto, todo o mundo deveria conhecer aquilo que o Padre sofreu.» «Eu tinha tido um sonho em que escavava urna vala para enterrar os demônios. Referi-o ao Padre, que replicou: “Enterrar-mo-los, combatendo-os continuamente.” Não serviria de nada abrir urna cova; eles até das valas conseguem sair! “Padre, incomodo-vos muitas vezes, pedindo-vos que me apareçais em sonhos.” “Não me incomodas nada, minha filhinha.” Ao princípio, o Padre aparecia-me muitas vezes em sonhos. Agora, porém, nunca mais me apareceu. E que ternos de sofrer, para chegar ao paraíso. Contudo, ele não está morto, está vivo. Eu não queria receber a Santa Comunhão, porque me sentia indigna. Confessei-o ao Padre, que me respondeu: “Indignos somos nós todos.” Eu insistia, dizendo que não queria voltar a comungar, embora estivesse ciente de que o próprio Jesus quase fizera urna ameaça: “Quem não come a minha carne, nem bebe o meu sangue, não pode ter a vida eterna.” O Padre Pio, pelo seu lado, instava comigo: “Nós devemos obedecer a Jesus, preparando-nos o melhor que pudermos.” No entanto, eu continuava a garantir que não queria voltar a receber a Comunhão. O pobre Padre acabou por “ceder”: “Então vai, e recebe-a com o meu coração.” Nunca mais pensei nestas palavras mas, pouco tempo após a sua morte, encontrando-me eu em frente do presépio, sentia uma grande tristeza devido à partida do Padre; observava a Sagrada Família, os pastores, os anjos, o Menino e as ovelhas. Era um grande presépio, e eu estava ali, diante dele, completamente sozinha. Estava sentada. A dado momento, aparece o Padre Pio, do lado direito. A sua figura foi-se delineando pouco a pouco, emergindo da escuridão. Eu não sabia que havia de fazer. Não sabia se devia dizer-lhe alguma coisa, ou beijar-lhe a mão. Ele aproxima-se do presépio e retira um bilhetinho, de um tufo de erva. Lê-o e volta a colocá-lo no seu lugar. Retira-o ainda por um segundo, e depois devolve-o ao mesmo lugar.» Um coração que pulsava de amor «Nós alegrar-nos-emos lá no céu. Seremos filhos de Jesus Crucificado e do Padre Pio crucificado. Eu perguntei-lhe: “Padre, toda essa atenção que nos prestais… Sois vós, ou é Jesus?” Ele replicou: “Então, quem é este? O Padre Pio. Agora é mesmo o Padre Pio!”, como quem diz que o Padre Pio não fazia nada. Estava sempre envolto na presença de Jesus. Poderia alguma vez o inferno vencê-lo? O Padre Pio tinha fundamentos tão firmes, profundos e sólidos… Satanás, a quem o padre sempre derrotava, enfurecia-se contra os seus cílios. Mas quem poderia vencer Jesus Cristo sobre a terra? O coração do Padre era a sua parte mais sensível, pois nele transportava todos os seus cílios, a fim de os conduzir a Cristo. O seu coração continuava a pulsar, pulsava de amor, do amor de Deus, que queria levar todos até ao paraíso. “Padre, já alguma vez vistes Jesus?” “Sob a forma humana ou angelical, é possível ver Deus. Em si mesmo, não; quem o visse, morreria. No céu, para sermos admitidos à visão beatífica, não basta estar em graça e ser santos. E necessário que Deus comunique à alma a luz da glória."» «"É pecado desejar a morte? Eu desejo-a.” “Também eu suplico ao Senhor que rompa a tela finíssima que dele me separa. Estou cansado da vida, anseio pela morte como o veado anseia por chegar à nascente das águas. Mas não é para deixar de sofrer. E um desejo que, qual espada, me trespassa o coração há vários anos. E uma chama que me vai consumindo lentamente. Eu morro continuamente, só porque não morro.” “Padre, por vezes o desânimo é grande, ao ver que não correspondo às graças do Senhor.” “Esse sentimento é bom, mas o demónio, de vez em quando, tenta inverter a situação.” “Porquê? De que modo?” “Servindo-se desse teu sentimento para te fazer voltar atrás. Ou então fazendo-te parar no caminho da perfeição. Contempla antes a bondade e os tesouros infinitos do Esposo celeste, que Ele vai derramando com abundância na tua alma. Ao fazê-lo, tenta imitar as esposas deste mundo, que admiram e se comprazem nas qualidades do seu esposo, sem se preocuparem se delas são dignas.” Minha Nossa Senhora. O Padre sabia desenterrar estas expressões do nada, para nos fazer entender a vontade de Deus! “Padre, dai-me uma palavra que me seja necessária.” “Que a graça do Espírito Santo te transforme completamente e te torne cada vez mais digna do Reino dos Bem-aventurados.” “Por vezes não sei distinguir se aquilo que acontece em mim provém de Deus ou do inimigo.” “Se te agita e atormenta é de Satanás. Se te ilumina e consola, é de Deus.” “Quereis dar-me um exemplo?” (Nossa Senhora, como eu era tonta ao fazer perguntas tão estúpidas ao Padre…) “Se uma alma é levada a humilhar-se frente ao seu Senhor e impelida a tudo suportar para ser aprovada pelo Esposo celeste, não pode deixar de reconhecer que esse impulso vem de Deus. A ânsia de amar cada vez mais o sumo bem, não pode ser ilusão nem alucinação. E bom humilharmo-nos frente a Deus, mas guardai-vos da falsa humildade, que gera mal-estar e desânimo. Uni o vosso coração ao coração de Jesus, e sede simples, como Ele vos quer, mantendo o coração desligado dos preconceitos terrenos. Conservai a mente pura nos seus pensamentos, recta nas suas ideias, santa nas suas intenções. Que a vossa vontade não procure nada além de Deus, do seu gosto e da sua glória.” “Padre, Jesus prefere a solidão?” “Sim. Toda a sua infinita majestade está oculta entre as sombras e o silêncio daquela modesta oficina de Nazaré. Levemos, por isso, uma vida interior oculta em Deus.” “E quanto terá Jesus sofrido naquela casa tão pobre?” “Sempre sofreu com a previsão da sua futura Paixão. Amemos, portanto, a cruz. A prova mais certa do amor consiste em padecer pelo amado. Se um Deus sofreu tantas dores por amor, a dor que se sofre por Ele torna-se tão amável corno o amor.” “Eu não sei sofrer. Dai-me um pouco do vosso amor pela cruz.” E inútil. Nós não temos amor pela cruz. Que raça de víboras a nossa! Pelo menos, sede pacientes. Nas tribulações e nas aflições espirituais e corporais, conformai-vos com alegria à vontade de Jesus. Pedi esta virtude à Virgem.“» Só pensamos em nós «O Padre Pio dizia sempre que a cruz carrega e alivia a carga. A cruz é urna carga que o Senhor põe às nossas costas. Contudo, se a levarmos com amor, passa a ser a cruz que nos leva: alivia-nos da carga. O Senhor carrega-te e alivia a tua carga. Dizia ainda que a meditação deve ser feita duas vezes por dia: de manhã e à noite. Perguntei-lhe, certa noite: "Padre, que devo contemplar, frente ao crucifixo?” Ele respondeu: “A crucifixão dos nossos defeitos, a crucifixão da nossa alma, naquilo que não é Deus, nem vem de Deus.” Além disso, o Padre insistia muito sobre o exame de consciência. Recomendava que se fizesse o exame de consciência a meio do dia, e também à noite, durante cinco minutos. Dizia ele que assim, quando nos vamos confessar, temos os defeitos todos bem preparados, e que, deste modo, avançamos em cada dia para a perfeição. Era um método seguido por vários filósofos, entre os quais Aristóteles e Séneca. Estes seguiam-no para alcançar a perfeição moral… como não hão-de segui-lo os cristãos, que devem comparecer à presença de Deus, aos olhos do Qual nada escapa… Minha Nossa Senhora!» «Durante o tempo pascal, o Padre Pio insistia muito sobre a Paixão. Aquilo que mais lhe tocava o coração era a Ceia, em que Jesus deu tudo o que tinha e recitou a oração sacerdotal. Deu também aquela grande lição de humildade, ao lavar os pés dos discípulos. Lavar os pés significa ter compaixão. No entanto, o facto que ainda o comovia mais, era que o cordeiro pascal costumava ser preso e morto pelos sacerdotes, ao passo que Jesus, o verdadeiro Cordeiro, se dirigiu sozinho, caminhou sozinho, para a imolação. E depois, a ternura com que o Senhor falou aos seus apóstolos. Quando nós temos um problema, uma cruz a enfrentar, pensamos em nós próprios e não nos outros, pensamos apenas na nossa dor. Jesus, pelo contrário, esquecia-se de si próprio e animava os apóstolos. Comentava o Padre: “Que ternura e que amor Ele mostrou durante aquela viagem para o Getsémani; toca-me o coração e faz-me chorar.” Era o Cordeiro que, sem ser arrastado por ninguém, se dirigia sozinho do cenáculo para a imolação. Era levado pelo amor, e pela alegria de libertar os pobres redimidos, “de arrancar a presa a Satanás”, como costumava dizer o Padre. Vinha depois o combate de Jesus no Getsémani. O combate entre a misericórdia e a justiça de Deus.» «Em certa ocasião, nós, as filhas espirituais, estávamos todas à volta do Padre. Fazíamos muito barulho, cada uma queria fazer a sua pergunta ao Padre Pio. O Padre tinha apoiado a cabeça nas mãos, e via-se que lhe custava muito estar de pé. De vez em quando, esfregava a cabeça com as mãos. Alguém lhe perguntou: “Padre, tendes assim tantas dores de cabeça?” E ele respondeu: “E verdade, filha, tenho muitas, muitas, muitas.” Interveio outra, que lhe fez um pedido estúpido: “Padre, dai-nos um pouco dessas dores a cada uma, e assim já não vos apoquentarão.” Ao que o Padre replicou: “Minha filha, e quem poderia libertar-te em seguida? São Miguel Arcanjo?"» «Uma noite tive um sonho. O Padre estava no meio do campo, e eu caminhava ao seu encontro. De repente, aparece um canzarrão, que se atira contra mim. Então o Padre Pio pega na sua capa e coloca-ma sobre os ombros. Mal o cão se aproximou e sentiu o perfume do Padre Pio na capa, fugiu imediatamente. Depois contei o sonho ao Padre. Passado algum tempo, perguntei-lhe: "Quando passeais no jardim, pensais naquela minha vitória?” E ele retorquiu: “Penso. Alegra-me e faz-me rir”.» «Disse-me ainda o Padre Pio: “Quanto mais inquieto anda um coração, tanto mais frequentes são os assaltos de Satanás. O inimigo conhece bem que a paz de coração é indício da assistência divina, por isso não perde a mínima ocasião para no-la fazer perder. A paz é simplicidade de espírito, serenidade da mente, tranquilidade da alma, vínculo de amor. E ordem e harmonia em todos nós. E um gozo contínuo da consciência. O demônio conhece bem tudo isto, por isso se esforça tanto por no-la fazer perder."»
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Gebhard Fugel, The Ascension, c. 1893
Hail the day that sees him rise, Alleluia!
glorious to his native skies, Alleluia!
Christ, awhile to mortals given, Alleluia!
enters now the highest heaven! Alleluia!
The Ascension of Christ (L'Ascension)
Artist: Gustave Doré (French, 1832–1883)
Date: 1879
Medium: Oil on canvas
Collection: Petit Palais, Paris, France
Description
In the Christian tradition, the Ascension of Christ concludes Jesus’ work on Earth with his entry into the celestial sphere after His Crucifixion and Resurrection. Doré depicts Christ, in glory but still human, with wide-open arms and surrounded by a multitude of angels gesticulating theatrically. As seen in the distance through the clouds, the earthly world takes on the appearance of a wild and majestic landscape inspired by the Scottish Highlands, which Doré discovered during a trip to Scotland in 1873. Thus, the painter gives the Biblical account a concrete and dreamlike dimension, placing the onlooker far away from the Earth, amidst the Angels.
"While he was blessing them, he left them and was taken up into heaven." Luke 24:51 (New International Version

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Dómine, abstraxísti ab ínferis ánimam meam. Exaltábo te, Dómine, quóniam suscepísti me: nec delectásti inimícos meos super me.
O Lord, Thou hast brought up my soul from the grave. I will extol thee, O Lord, for thou hast upheld me: and hast not made my enemies to rejoice over me.
Pope Saint Pius V
1504-1572
Feast Day: April 30 (New), May 5 (Trad)
Patronage: Bosco Marengo, Italy
Pope from 1566-1572
Saint Pope Pius V, a Dominican, was a leader of the Catholic Reformation, especially by implementing the Council of Trent reforms. He established a Catechism, a missal, a seminary system, used a Tridentine approach to learning and preaching, had a residency requirement for Bishops and reformed women’s religious life. This formed the foundation of the Catholic Church for the next 500 years. In 1571, St. Pius V was instrumental in gathering a coalition of nations and petitioning prayers of Our Blessed Mother to save Europe from the Islamic Ottoman Turks at the Battle of Lepanto. He declared Mary as Our Lady of Victory because of this decisive battle. He died of natural causes.
Prints, plaques & holy cards available for purchase. (website)