TASK 02 - BIOGRAFIA NÃO AUTORIZADA.
Casa de Hogwarts: Por mais que em certos — míseros — instantes o Chapéu Seletor houvesse questionado qual seria casa patrono de Marlene Mckinnon, a mente acelerada da garota lhe deu a resposta sem que pedisse: "por favor, me coloque na grifinória, a cor dela é vermelho e combina com meu cabelo" e bastou apenas isso — junto com um pouquinho percepção sobre sua persona — para que sua casa fosse selada. Grifinória!
Status sanguíneo: Descendente dos Mckinnon por parte de pai e Prewett por parte de mãe — e dos Black, embora parte dela renegue o sangue de sua avó —, Marlene é considera puro-sangue pela sociedade bruxa, embora, de fato, não pertence as sagradas vinte e outro famílias, o status do seu sangue é considerado este; Talvez seja por causa das figuras de ambas famílias presentes na história, ou pela forma que Merula Black sempre deixou claro que a neta era como ela.
Varinha: A varinha de Marlene a encontrou de maneira engraçada, fez toda a loja do Senhor Olivander tremer até que chegasse em suas mãos; em sua verdadeira dona. Ela um design elegante e enigmático — o que algumas vezes faz a jovem se questionar, afinal, enigmático não é uma palavra semelhante a ela — sendo esculpida em um negro brilhante com uma estrutura retorcida que lembra galhos ou vinhas naturalmente entrelaçadas. A superfície irregular da madeira transmite a impressão de uma madeira antiga moldada — embora sua madeira seja black walnut, ou nogueira-negra e seu núcleo seja de coração de dragão, com 29 centímetros — pela própria magia — algo que ela adora — enquanto pequenos detalhes cintilantes espalhados pelo cabo acrescentam um discreto toque de cor e luminosidade — até uma delicadeza, quem sabe. Já em sua extremidade repousa um cristal vermelho intenso — não poderia ser outra cor, afinal —, firmemente envolvido por uma estrutura escura que parece abraçá-lo como raízes delicadas. Logo abaixo, um fino ornamento dourado forma curvas graciosas que lembram pétalas, centralizadas por uma pequena pedra transparente que reflete a luz com suavidade.
Amortentia: De certa forma, é engraçado tentar pensar em um cheiro definitivo que descreveria Marlene Mckinnon; A garota é tão acelerada que me veem em mente cheiro de pneu queimado, o que é hilário porque não é um aroma legal. Mas encarando a outra perspectiva e transformando-a em um local — o que soa estranha —, Lene seria uma biblioteca ensolarada, sabe? Tendo os primeiros aromas da amortentia voltados ao livros antigos com um chá preto com mel e uma pitadinha do frescor de uma tangerina e então, daria lugar para cheiros mais naturais ou até florais, como madressilva, maça verde e até cedro — talvez até madeira de carvalho. É um aroma — ou aromas — que a descrevem melhor, transmitindo uma certa inteligência e vivacidade; O cheiro de uma pessoa que a presença não é lembrada por dominância, sensualidade, mas pelas perguntas, risadas e entusiasmo. Basicamente, o perfume Marlene Mckinnon.
Patrono: Raposa. Marlene já tentou procurar o significado disso — porque para ela, tudo existe alguma razão. Foram livros e mais livros, horas e mais horas na biblioteca que poderiam ter sido gastas em coisas mais interessantes se a jovem soubesse que a resposta seria "é o reflexo do que você é", mas veja bem, porque ela seria uma raposa? E não uma borboleta, ou um gato? São inúmeras perguntas sem respostas, mas ela aprendeu a gostar de seu patrono.
Bicho-papão: Na verdade, no começo Marlene pensou que seu bicho-papão seria toda sua família morta, irmãos mais velhos, sobrinhos enquanto ela permanecia viva entre seus cadáveres. Mas quando realmente aconteceu, ela ficou dias fugindo de conversa e roendo as unhas. Era uma imagem bem simples, sua avó ao seu lado com uma das mãos nos ombros e um enorme sorriso no rosto enquanto Lene esboçava a mesma postura, um sorriso convencido, arrogante e aquele olhar tenebroso entre os cílios; Era ela e ao mesmo tempo não era. Um vislumbre de como seria se aceitasse tudo, se acabasse se ajoelhando para sua avó.
Qual foi o primeiro sinal de magia que você demonstrou quando criança? Aos quatro anos quando recebeu a fantasia de princesa da cor errada. Marlene havia deixado claro que queria o vestido azul brilhante, não o rosa e no meio do caos, choro e birra que fazia diante seus pais como uma boa criança implicante, o vestido mudou de cor enquanto estava nas mãos dela. Seus pais se olharam tentando conter o sorriso — porque precisam ensinar que birra não resolveria nada — enquanto o choro de Marlene se desfazia, dando lugar para um sorriso de alegria ao ter seu vestido de princesa azul brilhante em mãos.
Opinião sobre o Ministério da Magia: Para ordem existir é necessário haver um meio de controle, não? É algo que ela pensa, sendo sincera, entendo que a magia é completamente vasta que pode causar o caos em um estalar de dedos. Então, a existência do Ministério é importante, todavia não é estupida ao ponto de acreditar que as leis funcionam como deveriam funcionar e que aqueles que realmente são um perigo são punidos como deveriam. Mas sendo sincera, é o preço a ser pago quando o poder esta na mãos deles.
Opinião sobre sangue-puro, mestiços e nascidos-trouxas: É um status completamente irrelevante, não muda a magia que existe no sangue de cada pessoa. Em sua opinião, é uma opinião criada para aumentar o ego daqueles que estão a mais tempo no mundo mágico, porque sinceramente em sua opinião — e como uma vez ela já tentou provar em sua pesquisa —, puro-sangue não existem de verdade. Afinal, linhagens tão grandes e presentes na história, não conseguiriam se manter vivas sem que, em algum momento, ocorresse uma “mistura” com os demais.
Feitiço favorito: Aparatação
Matéria favorita: Herbologia.
Matéria que menos gosta: Aritmância.
Loja favorita do Beco Diagonal: Sorveteria Florean Fortescue.
Criatura mágica favorita: Pumaruna.
Time de Quadribol para o qual torce: Harpias de Holyhead.
Figura histórica do mundo mágico que admira: Rowena Ravenclaw.
Um objeto mágico que sempre quis possuir: Penseira. Na mente de Marlene isso resolveria todas as suas perguntas e duvidas.