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"eu vendo subliminals por um preço super acessível, todos são ótimos e confiáveis!!"
What is the 3D? How do I change it?
Simple answer: There is no 3D. There only is a world because you are conscious of one being there.
Below is a post from an old reddit user, she deleted her account years ago, and back then - I kept reading this every day and still not getting what the feeling she was talking about was - how can you just feel everything is dependent on you? After all, we've been imagining our entire lives that we're this little ego walking around in this big world, that's so separate from what we know ourselves to be, a body with needs. When we come across this information, it sounds delusional, insane! But the apparent solid world is just an illusory world, the only thing that is is Self. The true delusion is fighting something entirely dependent on us, something that has no existence outside of us.
These are not my words, but imo something we can all attest to doing since we've discovered the law:
" -- Being absolutely shameless and feeling godly and maintaining that attitude -- Is this what being on drugs feels like? I've only ever taken CBD oil, so I don't know lol. But I felt like I wasn't actually living, until, like, Friday. Everything before that kinda felt like carefully controlling which assumptions I felt like interacting with that day. Avoiding things that I associated with being "bad", doing things I associated with being "good". Carefully navigating my own assumptions so I don't accidentally upset myself by encountering something I gave a shitty meaning to. Going back and forth between the two "sides" (note: 3D/4D), feeling temporary relief through meditation. Then, I woke up one morning and... I don't know how to describe it really. I woke up feeling absolute freedom. I never realized I had felt so trapped before. Now I feel so giddy it's ridiculous. And realizing that I can feel like this... all the time... because I choose to... it's absolutely fantastic. You can think and feel whatever you want, I swear, you can only pay like 2 seconds worth of attention to unwanted circumstances, and just continue feeling good about yourself, for yourself, inside yourself. You really, *really* can pay less attention to things you don't like than you think. If you read Neville's work for long enough, or have been in this community for long enough, you likely understand this intellectually. But when you FEEL stuff like this to be true, your perspective shifts in the most wonderful way. Just imagine it, the confidence. Being completely unfazed by circumstances because you know it starts and ends in you. Dreams are not only possible, but inevitable. The only thing that determines your destiny is what you *feel* like experiencing, nothing else. Is it a tad bit more nuanced than that? Sure, yeah. There's the baggage that comes up. But that's not outside of you either. Withdraw your attention from it, and the baggage goes away. First, usually, the fear/hate associated with the circumstance disappears. Then the physical evidence of your disdain goes along with it. What's left when you really understand that... is preference. Best Changes? PEACE. OH MY GOD. It sounds incredibly cheesy and cliche, but I swear, being at peace is the only thing I *actually* want. I mean, I like my manifestations and whatnot, don't get me wrong. But this, I wouldn't sacrifice it for anything. * A nice side effect to only caring about my state is that everything feels reasonably attainable. Nothing feels out of reach, or hard. Because: 1) It doesn't really matter in the first place 2) It's all really just a symbol of your consciousness 3) The only thing that determines whether or not you are able to do something is what you assume. It's one thing to know it in theory and another to really feel yourself to be the arbiter of your own fate... Knowing Wow, I was actually born a badass and carrying that mood around is SO. GOOD.
The external world, you control it (because it is you!, in you), you make it, fully, even when you tell yourself you don't. You like playing hide and seek with yourself? Fine. Keep going at it, but at least make sure you're treating it like what you're saying it is, a game. Don't take it so seriously, who you are is limitless, timeless, beyond your ego mind - why would the being you are be afraid of its own creation? And if you like to play, why not play a different way, you like the horror genre thaaat much? But sims is so much more fun... you can do anything there... you have all the cheatcodes, too - you have everything you need to make this human experience the funnest it can be. When everything obeys you, why do you keep things alive that you don't like being there?
May 19, 2023
O que é o 3D? Como faço para alterá-lo?
Resposta simples: Não existe 3D. O mundo só existe porque você tem consciência da sua existência.
Abaixo está uma postagem de uma antiga usuária do Reddit, que deletou sua conta anos atrás. Naquela época, eu lia isso todos os dias e ainda não conseguia entender o sentimento que ela descrevia: como é possível sentir que tudo depende de você ? Afinal, passamos a vida inteira imaginando que somos um pequeno ego vagando por este mundo imenso, tão separado do que sabemos que somos : um corpo com necessidades . Quando nos deparamos com essa informação, parece delirante, insano! Mas o mundo aparentemente sólido é apenas uma ilusão ; a única coisa que existe é o Eu . A verdadeira ilusão é lutar contra algo que depende inteiramente de nós, algo que não existe fora de nós.
Essas não são minhas palavras, mas, na minha opinião, é algo que todos podemos confirmar fazer desde que descobrimos a lei:
" -- Sentir-me completamente sem vergonha, divina e manter essa atitude --
É assim que se sente quando se usa drogas? Eu só usei óleo de CBD até hoje, então não sei, rsrs. Mas eu sentia que não estava vivendo de verdade , até sexta-feira. Tudo antes disso parecia um controle cuidadoso sobre com quais suposições eu interagiria naquele dia. Evitando coisas que eu associava ao "ruim", fazendo coisas que eu associava ao "bom". Navegando cuidadosamente pelas minhas próprias suposições para não me chatear acidentalmente ao me deparar com algo a que eu atribuía um significado ruim. Indo e voltando entre os dois "lados" (nota: 3D/4D) , sentindo alívio temporário através da meditação. Então, acordei uma manhã e... não sei bem como descrever. Acordei sentindo uma liberdade absoluta. Nunca tinha percebido que me sentia tão presa antes. Agora me sinto tão eufórica que é ridículo. E perceber que posso me sentir assim... o tempo todo... porque eu escolho... é absolutamente fantástico. Você pode pensar e sentir o que quiser , eu Juro, você só pode dedicar uns 2 segundos de atenção a circunstâncias indesejadas e continuar se sentindo bem consigo mesmo, por si mesmo, por dentro. Você realmente, *realmente*, pode prestar menos atenção às coisas que não gosta do que imagina. Se você lê os trabalhos de Neville há tempo suficiente, ou está nesta comunidade há tempo suficiente, provavelmente entende isso intelectualmente. Mas quando você SENTE que essas coisas são verdadeiras, sua perspectiva muda da maneira mais maravilhosa. Imagine só, a confiança . Estar completamente imperturbável pelas circunstâncias porque você sabe que tudo começa e termina em você . Sonhos não são apenas possíveis, mas inevitáveis . A única coisa que determina seu destino é o que você *sente* vontade de vivenciar, nada mais . É um pouco mais complexo do que isso? Claro, sim. Há a bagagem que surge. Mas ela também não está fora de você. Retire sua atenção dela e a bagagem desaparece. Primeiro, geralmente, o medo/ódio associado à circunstância desaparece. Depois, a evidência física do seu desprezo também desaparece. Junto com isso. O que sobra quando você realmente entende isso... é preferência .
Melhores mudanças? PAZ. MEU DEUS. Parece incrivelmente piegas e clichê, mas juro, estar em paz é a única coisa que eu *realmente* quero. Quer dizer, eu gosto das minhas manifestações e tudo mais, não me entendam mal. Mas issoEu não sacrificaria isso por nada. * Um efeito colateral positivo de me preocupar apenas com o meu estado é que tudo parece razoavelmente alcançável. Nada parece inatingível ou difícil. Porque:
1) Na verdade, não importa muito; 2) É tudo apenas um símbolo da sua consciência; 3) A única coisa que determina se você é capaz de fazer algo é o que você presume. Uma coisa é saber na teoria e outra é realmente sentir que você é o árbitro do seu próprio destino... Saber que eu realmente nasci um cara durão e carregar essa sensação comigo é MUITO BOM.
O mundo externo , você o controla ( porque ele é você!, está dentro de você!), você o cria completamente , mesmo quando diz a si mesmo que não. Gosta de brincar de esconde-esconde consigo mesmo? Ótimo. Continue, mas pelo menos certifique-se de encará-lo como o que você diz que é: um jogo . Não o leve tão a sério, quem você é é ilimitado, atemporal, além da sua mente egoica — por que o ser que você é teria medo da sua própria criação? E se você gosta de brincar, por que não brincar de um jeito diferente? Você gosta tanto do gênero terror ? Mas The Sims é muito mais divertido... você pode fazer qualquer coisa lá... você tem todos os códigos de trapaça também — você tem tudo o que precisa para tornar esta experiência humana a mais divertida possível. Quando tudo lhe obedece , por que manter vivas coisas de que você não gosta?
Não dependa do 3D para manifestar.
Não é por que você não está vendo sua manifestação no 3D que não deu certo. Se você já assumiu e aceitou interiormente, já é seu!!
໒ 𝗠𝗘𝗨 𝗥𝗘𝗟𝗔𝗧𝗢 𝗗𝗘 𝗩𝗜𝗗𝗔 𝗥𝗘𝗩𝗜𝗦𝗔𝗗𝗔 ა
Oioi, eu sou a Artemísia, mas vocês podem me chamar de Misa. Antes de começar eu gostaria de pontuar que: Eu já tinha uma conta antes "nondual" (ou algo assim) e já tinha postado relato de revisada, porém, infelizmente perdi conta. Agora aqui estou eu, novamente :). Eu acrescentei mais detalhes e corrigir alguns erros para vocês lerem e entenderem meu relato com facilidade.
Antes de entrar na comunidade da lei da suposição e do não dualismo, eu já fazia parte da comunidade shifting. E, sendo bem sincera, não foi uma jornada “linear”. Eu me frustrava muito, desisti várias vezes, mas sempre acabava voltando. Tinha algo ali que não me deixava abandonar completamente. Na verdade, eu sempre fui muito apegada à ideia de criar, sempre gostei mais de escrever scripts do que qualquer outra coisa. Era algo que me prendia, que me dava uma sensação de controle e de muitas possibilidades. Então, quando eu conheci o conceito de “vida revisada”, obviamente não foi diferente.
Eu fiz um script mudando absolutamente tudo: nome, idade, aparência, história, família, amizades… praticamente toda a estrutura da minha vida. Era como reescrever completamente quem eu era. Acho que a única coisa que eu mantive foi o meu aniversário (porque eu amo meu aniversário KSKSKSKK). Mesmo consumindo muito conteúdo, eu também era uma pessoa muito preguiçosa. Principalmente depois que eu comecei a entender que não existia método milagroso, que não tinha um caminho específico a seguir, e que, na verdade, não existia um futuro a ser alcançado porque tudo já estava acontecendo agora. Isso me fez parar de buscar tanto “fazer” alguma coisa.
Mas isso não significa que foi fácil. Eu estava passando por questões pessoais bem sensíveis na época. Coisas que mexiam muito comigo emocionalmente, que me faziam parecer sentir presa naquela realidade. E, em vários momentos, o físico mostrava exatamente o oposto do que eu dizia assumir. Isso me afetava, sim. Eu tinha dias ruins, dias em que parecia impossível sustentar qualquer outra visão e continuar na mesma narrativa de erro, como se para todos funcionasse, e para mim não.
Desde pequena, eu sempre tive uma sensação muito forte de ser apenas uma figurante na minha própria vida, como se eu estivesse sempre à margem, nunca realmente participando. Eu era aquela pessoa que passava despercebida, que ninguém realmente notava. Minhas amizades eram superficiais, passageiras, nunca evoluíam para algo mais profundo. Tudo parecia meio vazio, repetitivo. Eu me achava uma inútil, que não sabia fazer nada bom de verdade. E, por causa disso, eu me refugiava muito na imaginação. Eu passava horas criando cenários, histórias, personagens, vivendo em RPGs mentais, lendo fanfics… era a forma que eu encontrava de escapar da sensação de não pertencimento que eu sentia na “realidade”.
O que começou a mudar tudo pra mim foi a forma como eu lidava com a minha própria mente. Principalmente através da observação. Antes, eu achava que observar pensamentos era tentar controlá-los, limpar, substituir, evitar os negativos. Eu fazia exatamente isso: lutava contra o que aparecia e isso só me deixava mais presa, mais cansada, mais identificada com tudo aquilo.
Quando eu entendi que observar não é controlar, mas apenas notar… sem julgar, sem reagir, sem tentar mudar… foi como se algo tivesse se soltado dentro de mim. Os pensamentos continuavam vindo, claro. Mas eu não me prendia mais neles, eu não tentava mais transformar cada pensamento em um problema a ser resolvido. Eu só via, deixava estar, e eles iam embora sozinhos. Isso mudou completamente a minha relação com o que eu sentia e pensava.
A meditação entrou muito nesse processo também, eu peguei a prática todos os dias que eu tinha tempo livre (especificamente as meditações do "corvo seco" que me ajudou bastante com a observação. RECOMENDO!!), mas não como uma técnica rígida, e sim como uma extensão dessa observação. Era mais sobre parar e simplesmente estar, sem tentar chegar em algum estado específico. Com o tempo, isso foi trazendo uma sensação de leveza para mim, de espaço interno, como se eu não estivesse mais sendo arrastada por tudo que surgia na minha mente. Principalmente quando eu não meditava por "só meditar", mas quando eu entendia a mensagem que a meditação trazia para mim.
Até que, em um certo momento, eu tive um sonho lúcido da minha vida revisada. Foi uma experiência muito intensa, muito vívida. Eu lembro de ter ficado extremamente feliz enquanto estava lá. Mas quando acordei, veio uma sensação de frustração, como se tivesse sido “só um sonho”. Mesmo assim, eu voltei a dormir… e, naquele momento, eu simplesmente aceitei aquela realidade como sendo a minha. Sem esforço, sem tentativa de forçar nada. Só aceitei e então eu acordei de novo.
Só que dessa vez, eu não percebi imediatamente que algo tinha mudado. Tudo parecia “normal” demais. A primeira coisa que eu fiz foi pegar o celular e abrir o TikTok, como eu sempre fazia (óbvio). Só que, em algum momento, algo começou a não bater. Eu só percebi de verdade quando recebi uma mensagem de uma pessoa que fazia parte do meu script de vida revisada. Ai eu comecei a achar que eu estava maluca.
Eu literalmente pulei da cama e comecei a reparar no celular, que não era mais o mesmo, no ambiente ao meu redor, no quarto… fui até o espelho e fiquei olhando, tentando entender o que estava acontecendo. Eu tocava nas coisas, como se precisasse confirmar que aquilo era real (e era). Tudo estava exatamente como eu tinha colocado no script. Na verdade, estava até melhor do que eu tinha imaginado.
Enfim… foi isso. Se eu pudesse deixar algo aqui, principalmente pra quem está passando por momentos difíceis, é que nada disso me impediu. Nem meus pensamentos, nem minhas emoções, nem as situações que eu estava vivendo. Nada disso tem o poder de te separar do que você já é.

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pode me ajudar? minha manifestação é reconciliação com meu ex, tirei tarot sobre isso e mostra que tem caminho bem forte para acontecer a volta, porém tem um bloqueio para isso acontecer e mostra também que ele pensa voltar, mas é como se ele tivesse em cima de um muro não sabendo para qual lado pular, não sei mais qual direção tomar nessa manifestação, tem sentimentos recíproco e conversamos todos os dias
oiioi amor, claro que sim!! e desculpa pela demora para responder.
o que você precisa fazer é assumir que vocês já estão juntos e voltaram.
e como assumir? é simples.
você pode imaginar.
pode afirmar.
pode fazer algum método.
mas o mais importantes é decidir que já é real e já aconteceu!!
a sua assunção é a sua realidade. e é ela que define o que é real.
se você assumiu, já é real. independentemente do que o físico mostrar.
Se a sua manifestação ainda não se materializou na realidade física, isso não significa que você errou ou que não está funcionando.
A manifestação não depende do que você vê; ela acontece no instante em que você a assume como verdadeira.
O mundo físico é apenas um reflexo, não um juiz. Usar a realidade para decidir se algo é seu é abrir mão da sua própria autoridade como consciência.
Quem determina o que é seu é você — não o que aparece do lado de fora, pois o físico não tem esse poder.
There’s no difference between being aware OF your desired reality and being aware IN your desired reality
When I say: “become aware of your DR,” what happens? Instantly, you think about it. You picture your DR world, your friends, your significant other, the places you’ll go, your DR self, your desires, your entire life there. It’s automatic.
But the moment I say: “become aware in your DR,” your brain glitches. It panics. It starts grasping at straws: “Wait, I can’t be aware in my DR. I’m not there. I’m here in my CR.”
Okay, let’s flip it. If I say: “become aware of your CR,” what happens? Instantly, you’re aware of your current reality. You look around, you notice the room, the air, your body, your thoughts, your desires, your beliefs, everything.
Now if I say: “become aware in your CR,” what do you do? You shrug, “Well, duh, I’m here.” You look around, you observe your awareness in your current reality, and it’s obvious.
But that’s the trick: there’s no difference between “aware of” and “aware in” when it comes to your CR, right?
I say: “become aware of your CR”—you look, you’re aware of everything. I say, “become aware in your CR,” same thing. You’re aware of everything, from within.
Now watch how your logic crumbles:
I say: “become aware of your DR,” and you instantly observe it; your DR house, city, life, desires. I say, “become aware in your DR,” and suddenly you freeze, thinking there’s a separation when there isn’t.
There’s no difference. If you can be aware of it, you can be aware in it, because vantage point = location. Your brain only freaks out because it’s clinging to the illusion of separation. Let it go, and watch how naturally your vantage point clicks into your DR.
Why is this true? Because of who you are. Or rather, what you are.
If you shove your thumbs in your ears and cover your eyes with your palms, the world goes dark and silent. You can’t hear. You can’t see. Sure, you might still feel the chair under you, your feet against the floor, but… can you really? You can’t see your feet. You can’t hear the room. All that’s left is your awareness.
Even if you lie down with a blindfold, drowning yourself in white noise, how can you know you’re still here? What makes you so certain you’re in this reality at all? What if it's an illusion? Strip away vision, sound, touch, taste, scent—what remains? Awareness.
But can you get rid of that? Can you escape it the way you can shut your eyes or plug your ears? Try it. Right now. Try to get away from your awareness.
You can’t. It’s the only thing that never leaves you, never changes, never flickers out when the lights go off. You may be unconscious while asleep, but you’re still aware in dreams and liminal states.
Your awareness is the last frontier, the only constant, the unmovable observer behind every single illusion you take for “reality.” You can play with illusions, poke them, dance with them, but you will never, ever outrun your own awareness. That’s why it’s your power. That’s why shifting is inevitable. Because awareness goes where you observe, and where you observe, you are.
You can trick yourself into thinking you are your reality. That you’re your thoughts, your sight, your hearing, the way your skin feels against the air. But take all of that away. Silence the sounds. Close your eyes. Still your body. Strip it all down until there’s nothing left to sense, nothing left to grab onto.
Now what are you? Who are you? All that’s left is awareness.
You are not your thoughts. Not your sensations. Not the room around you. You are what sees the thoughts, what notices the sensations, what observes the room. That’s all you’ve ever been. That’s all you’ll ever be. The unkillable, unmovable, untouchable observer that remains when every illusion of reality is peeled away.
Your beliefs, your religion, your views—Law of Assumption, non-duality, Neville, philosophy, anything. What’s observing them? Even the idea that there’s a “you” who observes them, that there’s an ego, a thinker, a personality—what’s aware of that?
Awareness.
Awareness is the constant through every concept of existence you can possibly imagine. It is present in every state, every identity, every ideology. It’s the constant in the ever-twisting kaleidoscope of everything else you think you are and all you will ever be.
If you believe in other universes, how will you live them, move in them, know you’re there? Awareness.
If you think about other dimensions, alien physics, or realities we can’t yet imagine—what is it that would let you experience any of that? Awareness.
What could tell you something is real, if not the fact that you are aware of it? Strip it all down, and what are you, if not only awareness?
Nothing else remains, and nothing else can be proven to remain. You can lose your thoughts, your sight, your sense of touch, your sense of who you are. You can lose your mind. But you can’t lose awareness. It’s the one thing you can never get away from.
Which begs the question: If awareness is the only thing you can never lose, the only thing you cannot disprove, then what does that make everything else? What is everything else, if not illusion?
And most importantly: what are your abilities as awareness?
Awareness is the only thing you can control completely. I say: “Become aware of your phone,” and boom, your mind flicks to your phone. Even if your phone isn’t in the room, you still know where it is. You feel the concept of it.
I say: “Become aware of your bed,” and your awareness drifts there, no questions asked. “Become aware of your heartbeat,” and suddenly you notice it hammering away, even though you weren’t aware of it a second ago.
But the moment I say: “Become aware of your DR,” you start crashing out, spiraling, choking on the idea that you “can’t see it.”
But let’s break your brain again. When I told you to become aware of your phone, you didn’t need to physically see it. You knew it existed, you knew it was yours, you knew you could call on its presence internally, even if it wasn’t in your hand.
When I tell you to become aware of your lungs, you can’t see them, but you know they’re there, working for you, right now. So why is your DR any different?
Awareness does not require proof. Awareness is the proof. If you can become aware of your DR, even if you “can’t see it,” it doesn’t matter. You just became aware of it. Which means you have it.
Just like it’s impossible to intend to do something without that action producing its outcome—it’s impossible to observe something and not see it. Observation is seeing.
The only reason you believe you’re not in your DR is because you worship your senses as gods, forgetting that your senses themselves exist inside your awareness. Awareness is the canvas; senses are just brushstrokes.
You’re stuck because you think “awareness” means “I can physically see, touch, hear it.” No. Awareness means you know it’s there, because you decided to observe it. You don’t “see” your liver, but you know it’s yours. You don’t “see” your thoughts, but you know they’re there. You don’t “see” the air, but you breathe it.
So let’s take this further: Your DR is exactly like your phone across the room. If I say, “Become aware of your DR,” you can do it, because you know it’s there. The glitch comes when you realize:
If you are aware of your DR, you are aware in your DR.
The only thing stopping you from experiencing your DR fully is the illusion that “proof” needs to come first, when in reality, awareness is the engine that generates experience.
Remember: the proof is not the outcome, it is the intention (action) to have that outcome.
It’s something you can never escape, in my opinion. The law that action produces outcome.
Every action you take produces an outcome. Always. Even if you were in a universe where action didn’t produce outcomes, the outcome of your action would simply be that it had no outcome—
which is still an outcome.
There’s no loophole here. So what does this mean? What you are aware of as awareness produces. What you observe, is. Assumptions, attraction, Law of Assumption, Law of Attraction, every system and model of manifestation—these are all just different methods of observing.
Because when you observe something, you are taking the action of observation— and that action must have an outcome. And that outcome is: What you observe, becomes.
You’ll come across methods, laws, rules, recycled views, repackaged pathways, endless “new techniques” in your shifting journey— all of them wanting the same thing: to live in another reality, to be aware in another reality. But pause. Look deeper.
Even if you believe in infinite universes and timelines, or that everything is consciousness, there’s a constant: awareness. What lets you observe, what lets you experience life in another universe if you’re a multiverse believer? Awareness.
What lets you experience life itself if you believe all is consciousness? Awareness. So why are you trying so hard to “become aware” in another reality when awareness is always constant, always present, always here?
All sensations you crave—sight, touch, taste, sound—exist inside your awareness. They do not exist outside of it. Why are you trying to get it so desperately by repeating “I am aware in my DR,” when the fact you are aware is already enough? The only thing telling you you’re not there, that you haven’t shifted, that it’s not working—is illusion.
But illusion cannot hold you hostage. Illusion is malleable. And the instant you become aware of the illusion, recognize it as illusion, the illusion dissipates. It has no power over awareness. It never did. And it never will.
“Aware of” = “Aware in” because the field you are aware of is the field you are in.
If you’re aware of your CR, your awareness is observing CR. Where is your awareness located if it’s observing CR? Inside CR. To be aware of a system is to operate within that system’s parameters. If you weren’t “in” it, you couldn’t be “of” it. There is no separation between observation and participation in awareness.
Awareness is both the container and the content.
Everything you think of as “external reality” occurs within your awareness. Your body, your room, your surroundings—these are in your awareness, not the other way around. Therefore, “awareness of” = “awareness in.” You can’t be aware of something without being in it experientially.
In sum:
If you can be aware of your DR, that awareness is occurring in your DR, because where else would the observation take place? “But I don’t see my DR environment.” Sight is not the indicator of being in your DR—sight is just one sensory stream within awareness. Your observation of the DR is happening within the DR context because awareness is the substrate of reality.
• You believe “aware of DR” = separation, and “aware in DR” = presence. But there’s no mechanism proving they’re different:
• “Aware of DR” requires you to have a vantage point where the DR is observable.
• “Aware in DR” simply acknowledges that vantage point.
I’m pulling a little bit from non-duality here, but if you believe in reality shifting and instant manifestation like I do, I’m sure you can follow along when I say that: the perceived separation between observer and observed is an illusion.
The perceived separation between the person who wants the desire and the person who has their desire is an illusion.
Once you accept that “aware of” = “aware in,” the illusion collapses.
It all falls back to how you can only want what you already have.
Try to “watch” a dream without being inside the dream vantage point. You can’t. Try to “observe” your DR without your vantage shifting there. You can’t. Even if your mind says, “I’m not there,” your vantage point is there, or else you couldn’t be aware of it at all.
Não há diferença entre estar ciente da sua realidade desejada e estar ciente DENTRO dela.
Quando eu digo: “tome consciência da sua DR”, o que acontece? Instantaneamente, você pensa sobre ela. Você visualiza seu mundo, seus amigos, seu amor, os lugares que vai visitar, seu eu da DR, seus desejos, toda a sua vida lá. É automático.
Mas no momento em que eu digo: “tome consciência dentro da sua DR”, seu cérebro trava. Ele entra em pânico. Começa a se agarrar a qualquer desculpa: “Espera, eu não posso estar ciente dentro da DR. Eu não estou lá. Estou aqui na minha CR.”
Ok, vamos inverter. Se eu disser: “tome consciência da sua CR”, o que acontece? Imediatamente, você toma consciência da sua realidade atual. Você olha ao redor, nota o ambiente, o ar, seu corpo, seus pensamentos, seus desejos, suas crenças, tudo.
Agora, se eu disser: “tome consciência dentro da sua CR”, o que você faz? Você dá de ombros e pensa: “Óbvio, eu estou aqui”. Você olha ao redor, observa sua consciência existindo na sua realidade atual, e isso parece algo natural e evidente.
Mas é aí que está o truque: não existe diferença entre “ciente de” e “ciente dentro” quando se trata da sua CR, certo?
Eu digo: “tome consciência da sua CR” — você olha, e tem consciência de tudo. Eu digo: “tome consciência dentro da sua CR”, é a mesma coisa. Você tem consciência de tudo, a partir de dentro.
Agora veja como sua lógica desaba:
Eu digo: “tome consciência da sua DR”, e você imediatamente a visualiza; sua casa, sua cidade, sua vida, seus desejos. Eu digo: “tome consciência dentro da sua DR”, e de repente você congela, pensando que existe uma separação onde não há nenhuma.
Não há diferença. Se você pode ter consciência dela, pode estar consciente dentro dela, porque o seu ponto de vista é a sua localização. Seu cérebro só entra em pânico porque está agarrado à ilusão da separação. Solte isso, e veja como seu ponto de vista se ajusta naturalmente para a sua DR.
Por que isso é verdade? Por causa de quem você é. Ou melhor, do que você é.
Se você colocar os polegares nos ouvidos e tampar os olhos com as palmas das mãos, o mundo fica escuro e silencioso. Você não ouve. Não vê. Claro, talvez ainda sinta a cadeira sob você, seus pés no chão, mas… será mesmo? Você não vê seus pés. Não ouve o ambiente. Tudo o que resta é a sua consciência.
Mesmo se você se deitar com uma venda nos olhos e se isolar em ruído branco, como sabe que ainda está aqui? O que te torna tão certo de que está nesta realidade? E se tudo for uma ilusão? Se tirar a visão, o som, o toque, o paladar, o cheiro — o que resta? Consciência.
Mas você pode se livrar disso? Pode escapar dela da mesma forma que fecha os olhos ou tapa os ouvidos? Tente agora. Tente se afastar da sua própria consciência.
Você não consegue. É a única coisa que nunca te abandona, nunca muda, nunca se apaga quando as luzes se apagam. Você pode ficar inconsciente durante o sono, mas ainda está consciente nos sonhos e estados liminares.
Sua consciência é a última fronteira, a única constante, o observador imóvel por trás de cada ilusão que você considera como “realidade”. Você pode brincar com as ilusões, tocá-las, interagir com elas, mas nunca, jamais conseguirá fugir da sua própria consciência. É por isso que ela é o seu poder. É por isso que a mudança de realidade (shifting) é inevitável. Porque a consciência vai para onde você observa, e onde você observa, você está.
Você pode se enganar pensando que é a sua realidade. Que é seus pensamentos, sua visão, sua audição, a sensação da sua pele contra o ar. Mas tire tudo isso. Silencie os sons. Feche os olhos. Imobilize seu corpo. Desconstrua tudo até que não haja mais nada para sentir, nada em que se apoiar.
Agora, o que você é? Quem é você? Tudo o que resta é consciência.
Você não é seus pensamentos. Não é suas sensações. Não é o quarto ao seu redor. Você é aquilo que vê os pensamentos, que percebe as sensações, que observa o ambiente. Isso é tudo o que você sempre foi. É tudo o que você sempre será. O observador imortal, inabalável e intangível que permanece quando todas as ilusões da realidade são removidas.
Suas crenças, sua religião, suas visões — Lei da Suposição, não-dualidade, Neville Goddard, filosofia, qualquer coisa. O que está observando tudo isso? Até mesmo a ideia de que existe um “você” que observa, que existe um ego, um pensador, uma personalidade — o que tem consciência disso?
Consciência.
A consciência é a constante através de qualquer conceito de existência que você possa imaginar. Ela está presente em todos os estados, todas as identidades, todas as ideologias. É a constante no caleidoscópio em constante mudança de tudo o que você pensa que é e tudo o que virá a ser.
Se você acredita em outros universos, como irá vivê-los, se mover neles, saber que está lá? Através da consciência.
Se você pensa em outras dimensões, leis físicas diferentes ou realidades que ainda não podemos imaginar — o que permitiria que você experimentasse qualquer uma delas? Consciência.
O que poderia te dizer que algo é real, senão o fato de que você tem consciência disso? Reduza tudo ao essencial, e o que você é, senão apenas consciência?
Nada mais resta, e nada mais pode ser provado que exista. Você pode perder seus pensamentos, sua visão, seu tato, sua noção de quem é. Você pode perder a razão. Mas não pode perder a consciência. É a única coisa da qual você nunca pode escapar.
O que nos leva à pergunta: Se a consciência é a única coisa que você nunca pode perder, a única coisa que não pode ser negada, então o que torna tudo o resto? O que é tudo o mais, senão uma ilusão?
E o mais importante: quais são as suas habilidades enquanto consciência?
A consciência é a única coisa que você pode controlar completamente. Eu digo: “Tenha consciência do seu celular”, e prontinho, sua mente vai direto para ele. Mesmo que o celular não esteja no quarto, você ainda sabe onde ele está. Você sente a presença dele.
Eu digo: “Tenha consciência da sua cama”, e sua consciência flutua para lá, sem questionar. “Tenha consciência do seu batimento cardíaco”, e de repente você percebe ele batendo forte, mesmo que não estivesse notando há um segundo.
Mas no momento em que eu digo: “Tenha consciência da sua DR”, você começa a travar, a entrar em pânico, se sentindo frustrado porque acha que “não consegue ver”.
Mas vamos quebrar esse paradigma de novo. Quando eu pedi para ter consciência do seu celular, você não precisou vê-lo fisicamente. Você sabia que ele existe, sabia que é seu, sabia que pode invocar a presença dele internamente, mesmo que não esteja na sua mão.
Quando eu peço para ter consciência dos seus pulmões, você não pode vê-los, mas sabe que estão lá, funcionando para você agora mesmo. Então por que a sua DR seria diferente?
A consciência não exige prova. A consciência é a prova. Se você pode tomar consciência da sua DR, mesmo que “não consiga ver”, não importa. Você acabou de tomar consciência dela. O que significa que você a possui.
Assim como é impossível ter a intenção de fazer algo sem que essa ação produza seu resultado — é impossível observar algo e não “ver” isso. Observar é ver.
A única razão pela qual você acredita que não está na sua DR é porque você trata seus sentidos como deuses, esquecendo que os próprios sentidos existem dentro da sua consciência. A consciência é a tela; os sentidos são apenas as pinceladas.
Você está travado porque pensa que “ter consciência” significa “eu posso ver, tocar e ouvir fisicamente”. Não. Ter consciência significa que você sabe que está lá, porque decidiu observar. Você não “vê” seu fígado, mas sabe que é seu. Você não “vê” seus pensamentos, mas sabe que estão lá. Você não “vê” o ar, mas respira ele.
Então vamos mais longe: A sua DR é exatamente como o seu celular do outro lado da sala. Se eu disser: “Tenha consciência da sua DR”, você consegue, porque sabe que ela existe. O problema surge quando você percebe:
Se você tem consciência da sua DR, você está consciente DENTRO da sua DR.
A única coisa que te impede de experimentar sua DR plenamente é a ilusão de que a “prova” precisa vir primeiro, quando, na realidade, a consciência é o motor que gera a experiência.
Lembre-se: a prova não é o resultado, é a intenção (a ação) de ter esse resultado.
Na minha opinião, isso é algo inevitável. A lei de que toda ação produz um resultado.
Toda ação que você toma produz um resultado. Sempre. Mesmo se você estivesse em um universo onde a ação não produzisse resultados, o resultado da sua ação seria simplesmente que não houve resultado —
o que ainda assim é um resultado.
Não tem como escapar disso. Então o que isso significa? Aquilo de que você tem consciência, enquanto consciência, se manifesta. O que você observa, é. Suposições, atração, Lei da Suposição, Lei da Atração, todos os sistemas de manifestação — são apenas métodos diferentes de observar.
Porque quando você observa algo, você está realizando a ação da observação — e essa ação tem que ter um resultado. E esse resultado é: Aquilo que você observa, se torna realidade.
Na sua jornada de shifting, você vai encontrar métodos, leis, regras, visões reembaladas, infinitas “novas técnicas” — todos querendo a mesma coisa: viver em outra realidade, estar consciente em outra realidade. Mas pare. Olhe mais profundamente.
Mesmo se você acredita em universos infinitos e linhas do tempo, ou que tudo é consciência, existe uma constante: a consciência. O que permite que você observe, que experimente a vida em outro universo, se você crê no multiverso? Consciência.
O que permite que você experimente a própria vida, se você acredita que tudo é consciência? Consciência. Então por que está se esforçando tanto para “ficar consciente” em outra realidade, se a consciência é sempre constante, sempre presente, sempre aqui?
Todas as sensações que você deseja — visão, toque, paladar, som — existem dentro da sua consciência. Elas não existem fora dela. Por que está tentando conseguir isso tão desesperadamente repetindo “Eu estou consciente na minha DR”, quando o fato de você estar consciente já é o suficiente? A única coisa dizendo que você não está lá, que não shiftou, que não está funcionando — é a ilusão.
Mas a ilusão não pode te prender. A ilusão é maleável. E no instante em que você toma consciência da ilusão, reconhecendo-a como tal, ela se desfaz. Ela não tem poder sobre a consciência. Nunca teve. E nunca terá.
“Ciente de” = “Ciente dentro”, porque o campo do qual você tem consciência é o campo onde você está.
Se você tem consciência da sua CR, sua consciência está observando a CR. Onde está localizada a sua consciência se está observando a CR? Dentro da CR. Ter consciência de um sistema significa operar dentro dos parâmetros desse sistema. Se você não estivesse “dentro”, não poderia estar “ciente de”. Não existe separação entre observar e participar na consciência.
A consciência é tanto o recipiente quanto o conteúdo.
Tudo o que você considera como “realidade externa” ocorre dentro da sua consciência. Seu corpo, seu quarto, seu ambiente — estão na sua consciência, e não o contrário. Portanto, “consciência de” = “consciência dentro”. Você não pode ter consciência de algo sem estar dentro disso de forma experiencial.
Em resumo:
Se você pode ter consciência da sua DR, essa consciência está ocorrendo na sua DR, porque em outro lugar essa observação aconteceria? “Mas eu não vejo o ambiente da minha DR.” A visão não é o indicador de que você está na DR — a visão é apenas um fluxo sensorial dentro da consciência. Sua observação da DR está acontecendo dentro do contexto da DR porque a consciência é a base da realidade.
• Você acredita que “ciente da DR” = separação, e “ciente dentro da DR” = presença. Mas não há nada que prove que sejam coisas diferentes:
• “Ciente da DR” requer que você tenha um ponto de vista onde a DR seja observável.
• “Ciente dentro da DR” simplesmente reconhece que esse ponto de vista é real.
Estou usando um pouco da filosofia da não-dualidade aqui, mas se você acredita em shifting e manifestação instantânea como eu, tenho certeza que conseguirá entender quando digo que: a separação percebida entre o observador e o observado é uma ilusão.
A separação percebida entre a pessoa que quer o desejo e a pessoa que já o realiza é uma ilusão.
Quando você aceita que “ciente de” = “ciente dentro”, a ilusão desaba.
Tudo volta ao fato de que você só pode desejar o que já possui.
Tente “assistir” a um sonho sem estar dentro do ponto de vista do sonho. Você não consegue. Tente “observar” a sua DR sem que seu ponto de vista se mude para lá. Você não consegue. Mesmo que sua mente diga: “Eu não estou lá”, o seu ponto de vista está lá, ou senão você não conseguiria ter consciência disso de forma alguma
ℒAW OF ASSUMPTION — 𝒞omo assumir o que você 𝗤𝗨𝗜𝗦𝗘𝗥 independente da DÚVIDA.
How to Assume Anything You Want Regardless of Doubt.
A 𝒜RTE DA MANIFESTAÇÃO.𓂀
Uma das maiores dificuldades que as pessoas encontram quando começam a estudar consciência, manifestação ou a chamada Lei da Suposição não é exatamente entender o conceito, mas lidar com aquilo que surge internamente enquanto tentam aplicá-lo: a dúvida. Muitas vezes existe uma ideia de que para assumir algo como verdadeiro é necessário eliminar completamente qualquer incerteza antes. Como se fosse preciso alcançar um estado de fé perfeita, absoluta e inabalável para então poder reconhecer um estado como real. E é justamente essa expectativa que acaba criando uma barreira desnecessária para muitas pessoas, porque transforma algo SIMPLES em algo que parece quase impossível de alcançar.
A verdade é que assumir algo não exige a ausência total de dúvida. Assumir algo significa apenas reconhecer internamente um estado como sendo verdadeiro para você, mesmo que outras partes da mente ainda estejam se ajustando a essa nova percepção. A dúvida, nesse contexto, não é necessariamente um inimigo do processo; ela muitas vezes é apenas um reflexo de hábitos antigos de percepção. Durante muito tempo aprendemos a confiar apenas naquilo que já está visível, naquilo que já se apresenta como fato diante dos nossos sentidos. Então quando alguém começa a reconhecer internamente algo que ainda não se apresentou externamente, é natural que a mente condicionada questione esse movimento.
Mas é importante perceber que a dúvida não possui o poder criativo que muitas pessoas imaginam. A consciência não funciona como um sistema que exige perfeição emocional ou mental para que algo seja reconhecido como real. Estados são assumidos quando são aceitos como naturais, mesmo que existam pensamentos ocasionais que pareçam contradizer essa aceitação. Muitas pessoas interpretam esses pensamentos como uma espécie de sabotagem interna, quando na verdade eles são apenas ecos de formas antigas de pensar que ainda não perderam completamente a força do hábito.
Assumir algo é, acima de tudo, um reconhecimento silencioso. Não é necessariamente um esforço constante de convencer a si mesmo, nem uma luta contra cada pensamento que pareça discordar daquilo que você escolheu reconhecer como verdadeiro. É mais parecido com a forma como aceitamos qualquer aspecto da nossa identidade. Ninguém passa o dia inteiro tentando provar para si mesmo quem é. Existe apenas um reconhecimento simples e natural que se mantém mesmo quando pensamentos aleatórios aparecem.
Por isso, tentar eliminar todas as dúvidas antes de assumir algo pode acabar criando um ciclo interminável. A mente humana é extremamente criativa quando se trata de produzir questionamentos. Sempre existirá algum tipo de pensamento que sugira incerteza, algum cenário hipotético, alguma lembrança ou argumento que pareça contradizer aquilo que você decidiu reconhecer como verdadeiro. Se a aceitação de um estado depender da ausência completa desses movimentos, então a pessoa acaba esperando por uma perfeição que dificilmente chega. Talvez nunca chegue, o que é comum. Você é HUMANO.
O que realmente transforma a experiência não é a ausência de dúvida, mas a decisão de não dar a ela a posição de autoridade. A dúvida pode aparecer, pode ser percebida, pode até ser sentida momentaneamente, mas ela não precisa determinar o estado que você reconhece como verdadeiro. Da mesma forma que pensamentos aleatórios não definem quem você é, questionamentos ocasionais também não possuem o poder de desfazer um reconhecimento interno quando esse reconhecimento começa a se tornar natural.
Uma coisa interessante começa a acontecer quando uma pessoa continua assumindo um estado mesmo na presença de pequenas dúvidas. Aquilo que antes parecia incerto começa a se tornar familiar. A mente, que inicialmente reagia com questionamentos, gradualmente começa a aceitar esse novo estado como algo possível, depois como algo plausível e, eventualmente, como algo natural. Esse processo não acontece porque a pessoa lutou contra cada pensamento contrário, mas porque ela deixou de tratar esses pensamentos como uma autoridade sobre a própria percepção.
Muitas pessoas descobrem, inclusive, que algumas das suas maiores mudanças aconteceram justamente em momentos em que ainda existia algum nível de dúvida presente. Isso ocorre porque o elemento decisivo nunca foi a perfeição emocional, mas o reconhecimento interno de um estado como sendo verdadeiro. A dúvida pode existir como um ruído temporário, mas quando ela deixa de ser tratada como a voz final sobre a realidade, ela começa a perder gradualmente a sua influência.
Assumir algo, portanto, não é um exercício de controle absoluto da mente. É um movimento muito mais simples e profundo do que isso. É apenas reconhecer internamente um estado como verdadeiro e permitir que essa identificação se torne cada vez mais natural com o tempo. Pensamentos podem aparecer, emoções podem variar, circunstâncias podem parecer contraditórias por um período, mas nada disso altera o fato de que a consciência possui a capacidade de reconhecer um estado independentemente dessas flutuações momentâneas.
essa é uma das percepções mais libertadoras dentro de todo esse entendimento: você não precisa esperar se tornar uma pessoa sem dúvidas para assumir aquilo que deseja experimentar. Você pode reconhecer um estado agora, mesmo que a mente ainda esteja se ajustando a essa nova forma de perceber a realidade. A dúvida pode surgir, pode ser observada e pode passar — mas ela não precisa ser o fator que decide aquilo que você escolhe reconhecer como verdadeiro.
Todos os livros do neville goddard

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vim dar minha humilde opinião sobre algumas pessoas do loatok (inclusive, estou a alguns dias querendo tratar sobre esse assunto aqui).
não vim aqui atacar nem humilhar algum(a) criador(a), mas sim, dar minha opinião sobre algo muito recorrente na comunidade do loatok.
lá, eles julgam quem coloca "🍀" em vídeos de subliminals, eles reclamam de quem comenta "dia um ouvindo", também acham ruim quem diz "me lembrem pra eu voltar" e "quando tiver resultados eu volto".
eu genuinamente não tenho nem palavras para descrever o quanto isso me irrita.
tipo, gente??? cada pessoa manifesta de um jeito específico.
vou dar um ex.:
maria quer manifestar um celular, então ela foi atrás de um subliminal para ter um iPhone 15. maria escutou o subliminal acreditando que se escutasse, faria com que ela ganhasse o celular novo (basicamente isso é efeito placebo). então ela escutou com essa ideia de que, se escutasse o subliminal, faria ela ganhar o iPhone 15. e aconteceu. quando ela ouviu depois de 3 dias, ela ganhou o celular.
(espero que tenham entendido o que eu quis dizer).
mas basicamente, cada um tem um jeito específico para manifestar.
fulaninha pode manifestar ouvindo um subliminal e acreditando que já tem o iPhone.
mas a outra fulaninha pode ouvir acreditando que ainda vai ganhar.
e não tem NADA de errado nisso.
cada um manifesta do jeito que acha melhor.
esse povo do loatok ama se intrometer em manifestação alheia e criticar quem manifesta de um jeito diferente deles.
(obs: eu não me senti atacada com os julgamentos do pessoal do loatok e estou aqui para me "defender". mas sim, vim aqui mostrar o meu ponto de vista sobre esse assunto!)
Gente vamos ser sinceros ninguem quer manifestar tudo o tempo todo, há momentos que só queremos esquecer que lds existe e deixar a vida levar e está tudo bem, parem de se cobrar 24 horas por dia.
"Use a imaginação, a vida é sua criação"
.𖥔 ݁ ˖๋ ࣭ ⭑ .𖥔 ݁ ˖๋ ࣭ ⭑.𖥔 ݁ ˖๋ ࣭ ⭑.𖥔 ݁.𖥔 ݁ ˖๋ ࣭ ⭑.𖥔 ݁ ˖๋ ࣭ ⭑.𖥔 ݁ ˖๋ ࣭ ⭑.𖥔 ݁ ˖๋
"você pode ser o que quiser" essa é uma frase marcante e bem contínua quando o assunto é a Barbie.
A fala icônica muitas vezes usada nos comerciais da boneca, é uma das bases da lei da suposição.
A Barbie em si é um belo exemplo de como podemos aprender sobre a lei, a personagem em si é consciência pura. Imagine cada versão dela : Sereia, astronauta, princesa, presidente e afins... tudo isso é um estado que já existe.
Quando ela troca de roupa e cenário, ela não está "se tornando" algo novo do zero; ela está apenas ocupando um estado que já estava lá, esperando para ser habitado.
Assim como todas as Barbies já existem no catálogo da Mattel, todas as versões do seu sucesso já existem no Reino da Imaginação.
⠀✿꯭𐧺 ㅤׂㅤ ᩙ ⠀ Método Pinterest⠀⠀ ˙ ⋅.˳˳.⋅ॱ˙
࿙𝆊̈࿚̈𝆤࿙𝆊̈࿚̣̈𝆤࿙𝆊̈࿚̈ 𝆊𖹭 ࿙𝆊̈࿚̈𝆤࿙𝆊̈࿚̣̈𝆤࿙𝆊̈࿚̈
𖹭 - Esse método é perfeito para mentes visuais e criativas. Ele transforma o Pinterest (ou qualquer moodboard) em um espelho da sua vida desejada. Você cria um painel só para sua manifestação e salva imagens que representem cada detalhe da sua nova realidade, roupas, viagens, ambientes, estilo de vida, relacionamentos, tudo. Vai ser como se fosse um vision board mas com todas as áreas da sua vida.
Escolher imagens que despertem emoções reais aquelas que dão borboletas no estômago.
Atualizar o painel sempre que sentir vontade, tornando-o um “registro vivo” da sua evolução.
Esse método ajuda porque o cérebro processa imagens 60.000 vezes mais rápido que palavras. Quando você vê repetidamente aquela estética, sua mente passa a reconhecer como familiar e inevitável.
Como os backyardigans podem de ajudar a lidar com o físico !
- Na Lei da Suposição, o 3D é o mundo físico (o que você vê agora), e o 4D é a sua imaginação (onde o seu desejo já é real).
No início de cada episódio, eles estão em um quintal comum. Esse é o 3D: fatos frios, grama e cercas. Eles não tentam "mudar" a grama; eles simplesmente decidem que ela não é mais grama.
Não lute contra o que você vê no 3D (sua conta bancária, seu status de relacionamento). Apenas reconheça que ele está lá, mas que a "verdadeira" realidade está acontecendo na sua mente.
A frase icônica "Vamos fingir que..." é o gatilho para a mudança de estado. Quando eles decidem que são vikings ou espiões, eles não ficam checando no espelho se a roupa mudou instantaneamente. Eles assumem a identidade e agem a partir dela.
Você não "tenta" ser bem-sucedido. Você assume: "Eu sou uma pessoa próspera". Se o 3D ainda mostra o quintal vazio, você continua agindo e sentindo como o capitão do navio pirata.
Se o Austin tropeça em uma raiz de árvore (um obstáculo no 3D), ele não diz: "Ah, não somos piratas, é só uma árvore". Ele incorpora a raiz na história ou simplesmente a ignora para continuar a missão. Quando algo "ruim" acontece no seu dia a dia, não desmonte a sua suposição. O 3D é apenas o "eco" do que você pensou no passado. Mantenha o foco na sua "aventura" mental.
No final, eles sempre voltam para casa para lanchar. Note que a transição é suave. Eles nunca estão ansiosos para que a aventura acabe ou para "provar" que foram piratas. Eles simplesmente viveram aquilo com tanta convicção que a experiência foi real para eles.
Obrigada por ler!
Esclarecendo algo : eu não autorizo que peguem ou respostem meu conteúdo postado aqui em qualquer outra rede social. Se por a caso ver, me mande mensagem 🤍

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Oiieee tudo bem? Então eu preciso da sua ajuda para manifestar peso desejado e nunca ter diabetes, eu queria que se fosse possivel você não fosse tão básica e explica-se como se eu fosse uma criança de 10 anos.
ooii amoree, tudo simm!
é muito simples, o que você tem que fazer é assumir! assumir que você já tem o peso desejado e que você nunca teve diabetes.
aceite com naturalidade que você já tem o peso ideal e que você não tem diabetes. passe a assumir a identidade de quem já é aquilo que deseja.
o mundo físico reflete aquilo que você sustenta como real internamente.
então é muito fácil, aja com naturalidade sabendo que você já é a sua versão que deseja.
você já tem o peso desejado.
você nunca teve diabetes.
Shifting ✧
como o tiktok me fez desistir do shifting
e o porquê você não deve fazer o mesmo
Em 2021/2022 eu conheci o shifting pelo próprio TikTok. Eu sempre acreditei MUITO em LDS e LDA, então de primeira eu já acreditei no shifting, e ESSA É A CHAVE PRA SHIFTAR.
Eu assisti um único vídeo sobre shifting no TikTok, que só falava o básico do básico: você escreve um script, coloca intenção naquilo, age como se você já estivesse lá (até porque, você realmente já está) e faz algum método pra relaxar e conseguir acessar a DR com mais facilidade. Então, eu comecei a fazer meu script pra Outer Banks, e antes mesmo de terminar eu fui pra minha DR completamente sem querer. Eu só fui dormir imaginando como seria quando eu fosse e com aquele sentimento de “eu quero MUITO assumir minha consciência de lá”, e simplesmente fui. (Já contei o relato completo desse dia aqui na comunidade.)
Só que depois que eu acordei aqui na CR, eu voltei a viver minha vida daqui normal e queria terminar meu script, porque queria MUITO adicionar mais coisas. Só que aí eu cometi o erro de pesquisar mais sobre, somente no TikTok. Lá eles tratavam como se fosse a coisa mais difícil e complexa do mundo, como se você PRECISASSE de um script completo e detalhado, tivesse que ter muita intenção, que precisava meditar sempre e fazer método, que você NÃO podia imaginar sua vida lá e diversas coisas do tipo. E eu acreditei nisso tudo, mesmo depois de ter ido sem fazer NADA dessas coisas.
Então, o “saber” que só querendo ir eu já poderia ir sumiu da minha cabeça. Comecei a pensar que eu “só tinha dado sorte de ir pra minha DR daquele jeito” e que nunca mais ia conseguir, que se eu tentasse não ia rolar. Eu tinha que fazer todas as baboseiras que eles falavam, e foi assim que eu nunca conseguia ir. Eram sempre um “quase”. Eu quase ia várias vezes, mas SEMPRE focava no meu corpo daqui, já que o TikTok falava que você tinha que prestar atenção nos seus sentidos.
E eu fiquei bem frustrada com isso e me afastei do shifting por muito tempo. Mas em algum momento eu tive uma virada de chave na minha cabeça: todas as vezes que eu realmente fui pras minhas DRs, eu não tinha feito as coisas que ensinavam no TikTok.
Pelo contrário, eu passava o dia imaginando o que eu tava fazendo lá na minha DR “agora”, eu ria lembrando da personalidade das pessoas de lá, e a única coisa que eu fazia não era um método específico ou sei lá. Eu só sabia que eu já estava lá, que eu só precisava abrir uma porta pra acessar aquele lugar. E aí eu ia. Simples assim.
Porque é simples. Você SABENDO que já existe lá, e você querendo ir… você vai.
E sei que ler isso muito provavelmente te deixa confuso/a, porque você acredita e quer muito. E eu sei disso. Mas mesmo que você não perceba, você tem sim suas dúvidas, e tá tudo bem. Até mesmo eu, que já tive várias experiências surreais e já fui pra minha DR mais de uma vez, às vezes ainda me pergunto. E isso é completamente normal, e não tem problema nenhum nisso. Não se culpe por isso.
Mas, de verdade, você só precisa SABER. Não é acreditar que existe, não. É saber. Mesmo que tenham seus momentos de dúvidas, você tem seus momentos em que você sabe que é real, certo? Use esses momentos ao seu favor. Não se apegue a regras, use o que funcionar com você, teste coisas novas. Você é seu próprio Deus, você quem comanda.
Shifting é muito ligado à psicologia, e você usar isso ao seu favor é mágico! Placebo, amigos. Se você se convencer de que algo em específico vai te fazer ir pra sua DR, sentir os efeitos, isso vai te ajudar MUITO. É igual quando você tá com dor de cabeça e toma o remédio de enjoo achando que era um pra dor, e sua dor de cabeça realmente passa, porque VOCÊ tinha certeza de que aquele remédio era pra dor.
Se você consegue fazer um remédio sem efeito pra dor melhorar sua dor, então você consegue fazer uma música, por exemplo, te levar pra sua DR.
Tudo nessa vida é sobre acreditar. A gente muda as coisas do nosso mundo físico só com a nossa mente. Tem noção do quão surreal isso é?
O ponto é: quando a única informação que eu tinha na minha cabeça era “existem diversas realidades e eu posso ir pra elas quando eu quiser”, eu fui.
Então deixe de lado todo esse drama que fazem em cima. Não façam com que shiftar seja um evento, uma obrigação ou algo do tipo. É algo normal e constante. A gente muda de realidade a cada respirar. O famoso “efeito borboleta” é basicamente isso: uma única escolha muda a sua vida. Em alguma outra realidade você tomou outra decisão e tomou outro rumo. São infinitas as possibilidades pra todos, então obviamente existem infinitas “você”. Você já existe, lembra disso.
Enfim, é isso. Foquem no que VOCÊ sente que é melhor e mais fácil pra você. Ignorem todas as baboseiras que saem falando por aí, as regras que saem ditando. Só você tem o “poder” de acessar a realidade que você quer. As pessoas ao seu redor não são você (não nessa realidade, pelo menos rs).
É como se sua mente, sua consciência, fosse um grande corredor com infinitas portas, e em cada uma delas é uma realidade diferente. É o SEU corredor e as SUAS portas. Você obviamente pode escolher cada mínimo detalhe do que tem dentro dessas portas e também como você vai abrir elas.
com amor, mads