nĂłs Ă©ramos prĂłximos, como dezembro e janeiro, mas tĂŁo distantes quanto janeiro e dezembro, separados por 365 dias, nossos caminhos se cruzaram brevemente, para depois se perderem no tempo, como as estaçÔes que se alternam, num ciclo de proximidade e distĂąncia, entre o calor do encontro e o frio do desencontro, entre o efĂȘmero e o eterno, como dezembro e janeiro, sempre juntos, mas nunca ao mesmo tempo. cĂ©u de jĂșpiter em: notas sobre o (nosso) fim




















