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đ đđđđ đđđđ, sorrindo com os trejeitos Ășnicos demais para ser de qualquer um se nĂŁo dele. dongmin costumava ser esperto de mais para seu prĂłprio bem, para todo efeito real, era importante ter em mente o que ele faria com a informação recebida, finalmente, misun escolheu o caminho de sempre para como o garoto, franqueza. â machuca. sĂł que nĂŁo Ă© muito efetivo porque no final sua mĂŁo fica ainda mais dolorida e pode quebrar â explicou didaticamente, reproduzindo uma pequena careta ao franzir o nariz, recordando dos prĂłprios erros passados. cuidadosamente, tomou as mĂŁos do mesmo entre as suas pequenas, as abaixando â mas nĂŁo queremos vocĂȘ fazendo alguma marca no rosto alheio tĂŁo cedo. â  disse calma, e entĂŁo ponderou mais um pouco â no dia pelo menos â concluiu, satisfeita. ouviu atentamente o que o mais novo falava, em um sorriso ( tĂŁo criterioso em sua feição, mas complicado de ser reservado na presença alheia ), e apesar de realmente ser mais uma garota do horror aceitava as palavras em uma vergonha dolorosamente reprimida pois sabia que vinha de um lugar sincero, e, bem, jĂĄ havia recebido muitos chamamentos durante a vida, princesa nunca fora uma delas  â wah , dongmin vocĂȘ tĂĄ querendo alguma coisa? â  perguntou risonha â nesse caso nĂŁo precisa me bajular, alguns wons sĂŁo o suficiente â piscou para ele, mostrando um sorriso expansivo â e Ă s vezes vocĂȘ Ă© a coisinha mais fofa, sabia? â  lhe lançou um olhar raro para quem nĂŁo os dois irmĂŁos, afetivo, algo menos falado, mas era o sentimento que reverberava dentro de si drasticamente. a alguns anos afagaria a cabeça do mais novo, mas agora a ação parecia que exigia demasiado esforço e eutimia para ouvir comentĂĄrios acerca de sua altura. tambĂ©m, sabia que dongmin nĂŁo necessariamente amava tais chamamentos, fazendo misun ter a obrigação de expressĂĄ-los. soltou um riso ainda maior com a pergunta de dongmin  â o nuri seria um dragĂŁo teimoso âÂ
         queria que desse pra fazer alguma coisa no meu braço... do tipo... que ele ficasse duro como concreto pra meter uns socos em certas pessoas. ââ riu soprado, conformado sobre os ensinamentos da mais velha, mas sempre querendo um pouco a mais quando se tratava de poder. ââ um dia vou ser muito bom, e te passar, vocĂȘ vai ver. ââ arqueou as sobrancelhas com um biquinho vitorioso nos lĂĄbios. ââ yah. ââ o queixo se inclinou para frente, chamando a atenção da garota, mas entĂŁo, se suavizando novamente, abaixando seu tom; misun era uma das poucas pessoas que dongmin tinha a habilidade de respeitar sem fazer esforço, talvez por ser tratado como igual. ââ vocĂȘ odeia elogios... tsc. mas jĂĄ que vocĂȘ comentou, me ajuda nos treinos? ââ os olhos brilharam e as mĂŁos se juntaram em sĂșplica em frente ao rosto, numa falsa inocĂȘncia que certamente a noona jĂĄ conhecia bem. ââ eu nĂŁo sou fofo, vocĂȘ que Ă© mole. ââ virou o rosto para o lado, evitando o possĂvel flagrante de suas bochechas quentes, que provavelmente se avermelharam por baixo da maquiagem. ââ dragĂŁo? coitado... atĂ© pra mim Ă© demais, noona... e olha que eu adoro xingar ele. ââ olhou para baixo, refletindo sobre todos os apelidos potencialmente ofensivos que jĂĄ inventou para o irmĂŁo mais velho.