alwaysbeingtheblacksheep:
O pensar de que todos os mancebos haviam por ser semelhantes à esmo timbrara na mente da moçoila Vārkhövsky, à medida que seu olhar punha-se por esquadrinhar a face jovial. Proporcionavam boas jogatinas de entretenimento momentâneo, sempre as mesmas táticas e regras, mas tais esvaíam-se com a iniciativa tomada por uma fêmea. Contivera-se em demasiado para não rolar as orbes em um ato teatral, tal como permitir o escapar de um gargalhar estridente e excêntrico. Olympia sempre divertia-se com apresentações, principalmente desde a nova identificação. O olhar da mais velha declinara-se para as pernas, cujo ainda encontrava-se sentada, certamente que ao fitá-lo tão demasiadamente próxima, pudera tornar-se perceptível ao aloirado as pupilas dilatadas, esta era Anikka em vossa pior e mais ácida essência.
“𝑵𝒂̃𝒐 𝒔𝒆𝒋𝒂 𝒑𝒐𝒓 𝒊𝒔𝒕𝒐”, proferira com tamanha graciosidade e elegância à medida que erguia-se do colo deste, “𝑵𝒂̃𝒐 𝒔𝒐𝒖 𝒐 𝒕𝒊𝒑𝒐 𝒒𝒖𝒆 𝒑𝒂𝒈𝒂 𝒑𝒐𝒓 𝒅𝒊𝒗𝒆𝒓𝒔𝒐̃𝒆𝒔 𝒔𝒊𝒏𝒈𝒆𝒍𝒂𝒔 𝒆, 𝒒𝒖𝒆 𝒂𝒐 𝒎𝒊́𝒏𝒊𝒎𝒐, 𝒑𝒂𝒓𝒆𝒄𝒆𝒎 𝒅𝒖𝒓𝒂𝒓 𝒎𝒆𝒏𝒐𝒔 𝒒𝒖𝒆 𝒖𝒎𝒂 𝒉𝒐𝒓𝒂”, as orbes declinaram-se ao encontro do falo do mancebo, cujo encontrava-se encoberto pelas vestes, ainda sim, ao fitar-lhe a face direcionara uma piscadela, o indicador da destra percorrera-lhe a linha do maxilar masculino, até que o mesmo e o polegar estivessem por envolver-lhe o queixo, “𝑵𝒂̃𝒐 𝒖𝒔𝒐 𝒎𝒆𝒖𝒔 𝒄𝒊𝒈𝒂𝒓𝒓𝒐𝒔 𝒄𝒐𝒎𝒐 𝒑𝒂𝒈𝒂𝒎𝒆𝒏𝒕𝒐𝒔, 𝒍𝒊𝒕𝒕𝒍𝒆 𝒃𝒐𝒚. 𝑺𝒂̃𝒐 𝒄𝒂𝒓𝒐𝒔 𝒆𝒎 𝒅𝒆𝒎𝒂𝒔𝒊𝒂 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒔𝒆𝒓𝒆𝒎 𝒈𝒂𝒔𝒕𝒐𝒔 𝒂𝒑𝒆𝒏𝒂𝒔 𝒄𝒐𝒎𝒐 𝒖𝒎𝒂 𝒄𝒐𝒏𝒗𝒆𝒓𝒔𝒂 𝒊𝒔𝒆𝒏𝒕𝒂 𝒅𝒆 𝒊𝒏𝒄𝒍𝒊𝒏𝒂𝒄̧𝒐̃𝒆𝒔 𝒐𝒖 𝒑𝒓𝒆𝒕𝒆𝒏𝒔𝒐̃𝒆𝒔, 𝒎𝒂𝒔 𝒑𝒐𝒔𝒔𝒐 𝒄𝒐𝒏𝒔𝒆𝒈𝒖𝒊𝒓 𝒂 𝒃𝒆𝒃𝒊𝒅𝒂. 𝑨𝒅𝒐𝒓𝒐 𝒄𝒐𝒎𝒐 𝒇𝒂𝒛 𝒋𝒖𝒔 𝒂𝒐𝒔 𝒄𝒂𝒗𝒂𝒍𝒉𝒆𝒊𝒓𝒐𝒔 𝒅𝒐𝒔 𝒔𝒆́𝒄𝒖𝒍𝒐𝒔 𝒑𝒂𝒔𝒔𝒂𝒅𝒐𝒔”, comentara, sem isentar as palavras que deixavam-lhe os lábios de serem embebidas por sua ironia e tonalidade acrimônia.
“ 𝑺𝒆́𝒓𝒊𝒐 𝒒𝒖𝒆 𝒉𝒂́ 𝒑𝒆𝒔𝒔𝒐𝒂𝒔 𝒒𝒖𝒆 𝒑𝒂𝒈𝒂𝒎 𝒑𝒐𝒓 𝒖𝒎𝒂 𝒏𝒐𝒊𝒕𝒆 𝒂𝒐 𝒗𝒐𝒔𝒔𝒐 𝒍𝒂𝒅𝒐? 𝑽𝒂𝒎𝒐𝒔 𝒂𝒈𝒓𝒂𝒅𝒆𝒄𝒆𝒓 𝒂̀ 𝑨𝒍𝒂́ 𝒑𝒐𝒓 𝒏𝒂̃𝒐 𝒆𝒔𝒕𝒂𝒓 𝒂 𝒃𝒖𝒔𝒄𝒂𝒓 𝒑𝒐𝒓 𝒖𝒎𝒂 𝒇𝒐𝒅𝒂 𝒒𝒖𝒂𝒍𝒒𝒖𝒆𝒓 𝒆𝒎 𝒖𝒎 𝒃𝒂𝒏𝒉𝒆𝒊𝒓𝒐 𝒅𝒆 𝒃𝒂𝒓, 𝒏𝒂̃𝒐?”, a moçoila debruçara-se contra o balcão, de modo que o bartender aproximara-se, mais interessado no decote de sua veste do que nas orações que deixavam-lhe os lábios róseos e volumosos, “𝑻𝒓𝒂𝒈𝒂-𝒎𝒆 𝒅𝒖𝒂𝒔 𝒅𝒐𝒔𝒆𝒔 𝒅𝒆 𝒖𝒊́𝒔𝒒𝒖𝒆 𝒅𝒖𝒑𝒍𝒐, 𝒐 𝒎𝒆𝒍𝒉𝒐𝒓 𝒒𝒖𝒆 𝒑𝒐𝒔𝒔𝒖𝒊𝒓. 𝑷𝒂𝒓𝒂 𝒐 𝒎𝒆𝒖 ‘𝒒𝒖𝒆𝒓𝒊𝒅𝒐 𝒊𝒓𝒎𝒂̃𝒐’, 𝒂 𝒄𝒆𝒓𝒗𝒆𝒋𝒂 𝒎𝒂𝒊𝒔 𝒃𝒂𝒓𝒂𝒕𝒂 𝒆 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒎𝒊𝒎, 𝒄𝒊𝒏𝒄𝒐 𝒔𝒉𝒐𝒕𝒔 𝒅𝒆 𝒕𝒆𝒒𝒖𝒊𝒍𝒂”, o mancebo assentira e afastara-se, May voltara-se de frente para o atrevido, não contendo a gargalhada cujo havia esforçado-se para manter até o dito momento, “𝑨𝒕𝒆́ 𝒐 𝒕𝒆́𝒓𝒎𝒊𝒏𝒐 𝒅𝒆𝒔𝒔𝒂 𝒏𝒐𝒊𝒕𝒆, 𝒊𝒓𝒆𝒊 𝒇𝒂𝒛𝒆̂-𝒍𝒐 𝒅𝒆𝒔𝒆𝒋𝒂𝒓 𝒕𝒆𝒓 𝒑𝒂𝒈𝒂𝒅𝒐 𝒑𝒐𝒓 𝒖𝒎𝒂 𝒇𝒐𝒅𝒂 𝒄𝒐𝒎𝒊𝒈𝒐 𝒏𝒐 𝒃𝒂𝒏𝒉𝒆𝒊𝒓𝒐 𝒅𝒆𝒔𝒕𝒆 𝒃𝒂𝒓 𝒆 𝒂𝒎𝒂𝒍𝒅𝒊𝒄̧𝒐𝒂𝒅𝒐-𝒔𝒆 𝒑𝒐𝒓 𝒕𝒆𝒓 𝒇𝒖𝒎𝒂𝒅𝒐 𝒅𝒆 𝒎𝒆𝒖 𝒄𝒊𝒈𝒂𝒓𝒓𝒐, 𝒆𝒔𝒕𝒂́𝒔-𝒕𝒆 𝒂 𝒅𝒆𝒗𝒆𝒓-𝒎𝒆 𝒖𝒎 𝑷𝒂𝒓𝒍𝒊𝒂𝒎𝒆𝒏𝒕𝒆 𝒆 𝒆𝒖 𝒊𝒓𝒆𝒊 𝒄𝒐𝒃𝒓𝒂𝒓, 𝒒𝒖𝒆𝒓𝒊𝒅𝒐”, a moçoila depositara um selar de lábios repentino contra a bochecha deste, antecedendo a chegada de vosso pedido, ingerira três doses de tequila com tamanha rapidez, isentando-se dos acompanhamentos logo, empurra as doses restantes ao mais alto, “𝑷𝒐𝒓 𝒗𝒐𝒔𝒔𝒂 𝒐𝒖𝒔𝒂𝒅𝒊𝒂, 𝒎𝒆𝒓𝒆𝒄𝒆 𝒆𝒔𝒕𝒂 𝒓𝒆𝒄𝒐𝒎𝒑𝒆𝒏𝒔𝒂. 𝑬, 𝒂 𝒑𝒓𝒐𝒑𝒐́𝒔𝒊𝒕𝒐, 𝒐 𝒎𝒂𝒊𝒔 𝒄𝒂𝒓𝒐 𝒕𝒆𝒏𝒅𝒆 𝒂 𝒔𝒆𝒓 𝒐 𝒎𝒆𝒍𝒉𝒐𝒓 𝒒𝒖𝒂𝒏𝒅𝒐 𝒕𝒓𝒂𝒕𝒂-𝒔𝒆 𝒅𝒆 𝒅𝒆𝒔𝒕𝒊𝒍𝒂𝒅𝒐𝒔, 𝒋𝒂́ 𝒅𝒆𝒗𝒆𝒓𝒊𝒂 𝒔𝒂𝒃𝒆𝒓. 𝑸𝒖𝒂𝒏𝒅𝒐 𝒏𝒂̃𝒐 𝒑𝒐𝒔𝒔𝒖𝒊-𝒔𝒆 𝒑𝒐𝒅𝒆𝒓 𝒂𝒒𝒖𝒊𝒔𝒊𝒕𝒊𝒗𝒐, 𝒂𝒄𝒐𝒔𝒕𝒖𝒎𝒂-𝒔𝒆 𝒄𝒐𝒎 𝒐 𝒒𝒖𝒆 𝒐 𝒔𝒆𝒖 𝒅𝒊𝒏𝒉𝒆𝒊𝒓𝒐 𝒑𝒐𝒅𝒆 𝒑𝒂𝒈𝒂𝒓, 𝒎𝒂𝒔 𝒆𝒔𝒕𝒆 𝒂𝒊𝒏𝒅𝒂 𝒏𝒂̃𝒐 𝒗𝒆𝒎 𝒂 𝒔𝒆𝒓 𝒐 𝒎𝒆𝒖 𝒄𝒂𝒔𝒐, 𝒏𝒂̃𝒐 𝒒𝒖𝒆 𝒆𝒖 𝒔𝒆𝒋𝒂 𝒖𝒎𝒂 𝒆𝒍𝒊𝒕𝒊𝒔𝒕𝒂, 𝒂 𝒋𝒖𝒍𝒈𝒂𝒓, 𝒔𝒐𝒖 𝒖𝒎𝒂 𝒅𝒂𝒔 𝒎𝒂𝒊𝒔 𝒇𝒐𝒅𝒊𝒅𝒂𝒔 𝒇𝒊𝒏𝒂𝒏𝒄𝒆𝒊𝒓𝒂𝒎𝒆𝒏𝒕𝒆 𝒂𝒒𝒖𝒊, 𝒂𝒊𝒏𝒅𝒂 𝒔𝒊𝒎, 𝒏𝒂̃𝒐 𝒊𝒓𝒆𝒊 𝒃𝒆𝒃𝒆𝒓 𝒆𝒔𝒕𝒆 𝒍𝒊𝒙𝒐”, puxara um dos bancos para próximo dele, sentando-se ao lado do tal, logo os distais envolveram a borda do recipiente acrílico, cujo continha o líquido âmbar que tanto apetecia-lhe, “𝑫𝒊𝒛𝒆𝒎 𝒒𝒖𝒆 𝒔𝒆𝒓 𝒈𝒂𝒓𝒐𝒕𝒐 𝒅𝒆 𝒑𝒓𝒐𝒈𝒓𝒂𝒎𝒂 𝒆𝒎 𝒄𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆𝒔 𝒊𝒏𝒕𝒆𝒓𝒊𝒐𝒓𝒂𝒏𝒂𝒔 𝒑𝒂𝒈𝒂 𝒃𝒆𝒎, 𝒂𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍, 𝒎𝒆𝒕𝒂𝒅𝒆 𝒅𝒐𝒔 𝒑𝒂𝒕𝒓𝒊𝒂𝒓𝒄𝒂𝒔 𝒎𝒂𝒔𝒄𝒂𝒓𝒂𝒎 𝒂 𝒉𝒐𝒎𝒐𝒔𝒔𝒆𝒙𝒖𝒂𝒍𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆, 𝒅𝒆𝒗𝒆𝒓𝒊𝒂 𝒕𝒆𝒏𝒕𝒂𝒓”, comentara de forma vagarosa enquanto guiava o copo aos lábios e deleitava-se com o farto gole de uísque.
O salva-vidas estreitou os olhos, demonstrando certa desconfiança pelas palavras que ela o oferecia. “É você que veio falar comigo e ainda sentou no meu colo, pra quem desdenha tanto de como eu fodo, você parece muito como alguém desesperada pra provar.” Soltou simplesmente, não era de seu feitio fazer rodeios. “Eu estava apenas brincando, mas sou uma ótima companhia, claro que apenas para aqueles que sabem como apreciar ela, não é como funciona?” Deu de ombros, usando de uma postura de completa casualidade ao responder. “Querido irmão? Caleb está ótimo, pode me chamar assim.” Elevou as sobrancelhas em surpresa com a próxima sentença. “Não costumo querer foder quem não divide o cigarro comigo, sinto muito.” Trazia divertimento em seu tom, já que não estava levando a sério a troca de palavras que mantinham, não fazia ideia do que a outra queria com ele, para ser sincero.
Caleb não deixou sua atenção perdurar nas palavras alheias por muito tempo, interessava-o mais nas bebidas colocadas a sua frente. “Se quer desperdiçar bebida, fique a vontade, eu jamais faria uma desfeita dessas.” Em seguida, ocupava-se em esvaziar as duas doses em uma habilidade adquirida pelo seu tempo frequentando bares. “Uma garota fodida financeiramente devia saber que a bebida mais barata sempre desce melhor e, depois de alguns goles,” Ergueu a cerveja que pedira e virara em um generoso gole antes de continuar. “o gosto não importa realmente, mas se quer posar como a garota de gosto refinado e que não bebe desse lixo...” Deu de ombros, soltando uma risada, não acreditava nem um pouco no discurso elitista que escutara, seu paladar apreciava muito bem as bebidas baratas. “Ah é? Talvez eu tente, já que todo pobre ao seu ver tá desesperado por dinheiro, não é?”